Always and Forever
3 2°Capitulo
Notas iniciais

2°Capitulo
Hope Mikaelson
–Quer mais um pedaço?-disse Beks se referindo ao bolo.
Neguei com a cabeça e me levantei e fui em direção ao meu quarto. Eu ainda estava de pijama, então ao chegar lá o retirei rapidamente, ficando apenas de calcinha e sutiã, abri o quarda-roupa e peguei uma saia preta colada no corpo que mostrava mais da metade da minha perna e uma camiseta que deixava meu umbigo e meu ombro de fora. Coloquei rapidamente a roupa, abri a sapateira e peguei um coturno preto e o vesti. Fiz um coque e fui em direção a sala, Beks estava sentada vendo TV, me deitei no mesmo sofá que ela usando sua perna de travesseiro. Ela começou a mexer no meu cabelo, olhei para ela e sorri.
–Tia!-ela me olhou desconfiada-Já que hoje é meu aniversario e eu não posso ir para Nova Orleans nem Mystic Falls eu poderia matar minha sede?
–Claro-Eu olhei para ela assustada, tinha sido fácil demais- tem umas bolsas de sangue na geladeira!Mas porque você quer autorização para fazer isso?-Merda ela não tinha entendido
–Não tia, eu quero uma bolsa de sangue ambulante, uma pessoa!-Eu disse ficando de pé, ela ficou paralisada por um tempo e depois se levantou
– Não!-gritou Beks- você está louca?E se você ativar essa merda de maldição sem querer? Seu pai me mandaria para o caixão na hora- Suspirei e revirei meus olhos. Não consegui conter o riso então respirei fundo novamente e parei de rir.
–Foda-se a merda da maldição!-gritei- eu vou me controlar, você sabe que sou forte, eu me controlo- falei em um tom mais moderado, eu estava irritada, eu só havia bebido bolsas de sangue minha vida toda eu queria sangue fresco- Por favor, tia!- implorei
– É perigoso- disse Beks virando as costas e colocando a mão na cabeça, eu era a única que provocava essa reção na minha tia, era como se eu a deixasse nervosa- por favor, Hope esqueça isso você acabaria não se controlando e mesmo você podendo controlar a transformação seria perigoso – ela andava para lá e para cá e aquilo me irritava, então fechei minha mão
– Você sabe que nada vai acontecer, eu sei me controlar- ela havia parado de andar, eu sorri- sou tão poderosa e controlada que consigo fazer um original ficar parado e quieto-abri minha mão e ela me olhou nos olhos.
–Okay Hope!- sorri – mas, haverá condições.
–Que condições?- disse com um pouco de receio
–Não te ajudarei- ela voltou a andar de um lado para o outro, você só hipnotizara sua vitima para não gritar e esquecer, e eu ficarei de olho.
Sorri e corri abraça-la e resmunguei um obrigado em seu ouvido.A voltei e peguei sua mão a direcionando para fora, eu estava histericamente animada.
***
Beks havia subido em um prédio de três andares de onde poderia ver tudo o que acontecia, eu observei cada rosto até encontrar um rapaz mais ou menos 17 anos de olhos claros que acabava de virar a esquina. Era ele. Respirei fundo e puxei minha saia para que ficasse mais curta, e arrumei meus seios para ficarem mais juntos e aparentes, depois soltei o coque e o baguncei. Olhei para cima do prédio e sorri, minha tia resmungou “vadia” lá de cima e apenas sorri atravessando a rua, quando o rapaz se aproximava, andei em sua direção e batemos nossos ombros e derrubando alguns papeis das mãos deles. Ajudei a pega-los dizendo varias vezes desculpas, ele não havia me olhado ainda então quando olhou se deparou com meu busto.
A minha camiseta estava para frente e mostrava meu sutiã, eu queixo estava caído e eu sorri, ele havia entrado em um mundo desconhecido então estalei os dedos na frente de sua face e me levantei, ele me olhou assustado e começou a repetir as desculpas.
–Desculpa mesmo- ele disse se levantando, então estendi a mão com alguns papeis
–A culpa foi minha- ele pegou os papeis- Qual é seu nome?- eu disse fingindo uma voz tímida
–Will- ele disse sorrindo
–Hope- sorri de volta-Então você sabe onde fica a avenida principal?
–Passando por esse beco- ele disse apontando para o beco- mas, é meio longo quer que eu te acompanhe?-Concordei com a cabeça e nós nos direcionamos ao beco
Andamos lentamente e assim que chegamos ao meio do beco eu parei, ele me olhou assustado, então o encostei e comecei a beija-lo, os beijos começaram a ficar intensos e pegou a bainha da minha camiseta para levanta-la.Abri meus olhos e afastei minha boca, ele me olhou assustado.
–Não grite!-Minhas presas apareceram então mordi o pescoço dele, o sangue era maravilhoso, então quando o fluxo começou a diminuir o soltei, ele escorregou pela parede, mordi meus pulsos e o fiz beber meu sangue- Vá embora e se esqueça do que ouve- disse o olhando nos olhos dele, ele se levantou e saiu.Logo minha tia apareceu.
–Parabéns!Mas, precisava virar uma vadia?-Sorrimos-Vamos ao shopping?
Concordei com a cabeça e saímos do beco. Uma parte do meu plano estava concluído.
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