Notas iniciais
Adivinha quem tá adiantadinha um pouco... Euuuuu chapolin colorado, não contava com minha astuciaaa!! Terminei esse capitulo na quinta mas como sou muito má.. HAHAHAH~Risada malefica só resolvi postar hj!!! Boa Leitura!!

18° Capitulo

Niklaus Mikaelson

Me sentei na cadeira ao lado de Elijah, que se mantinha serio, Marcel, Kol e Davina estavam de pé levemente apreensivos.

–Temos que ter um plano para hoje à noite, um plano para derrotar aquela lobisomem – Marcel disse com raiva

– Por que nos preocupamos tanto com ela? – disse Davina – seus pais que são bem mais fortes conseguimos vencer por que ela seria diferente?

– Por que ela sobreviveu até agora – disse Elijah serio

– Ela sabe nossas armas, mas nós não sabemos a dela, nos precisamos de algo a mais para salvar Nova Orleans – eu disse tentando pensar

– E o que seria? – perguntou Kol

– Precisamos de uma arma secreta! — assim que disse as palavras um corpo desacordado bateu contra a parede derrubando alguns vasinhos que estavam ali. Por instinto Kol puxou Davina para mais perto dele.

Uma menina de uns 19/20 anos, com uma camiseta preta, all star e calça rasgada nos joelhos e com uma maquiagem escura entrou pelo salão e jogou o um corpo acordado mais abalado no chão perto de Marcel, a garota tinha olhos castanho escuro, cabelo castanho com mechas mais claras e levemente enrolado nas pontas, e era alguns centímetros mais baixa que Hayley, ela deu um sorriso largo. Ele era levemente demoníaco, mas ao mesmo tempo apaixonante, amável, e incrivelmente conhecido

– Prazer, podem me chamar de “arma secreta” – ela disse olhando para todos, mas se demorando em mim, Marcel foi em direção ao homem jogado no chão, reconheci como o vampiro que estava na porta de guarda, Marcel o ajudou a levantar e mandou um olhar ameaçador para a morena que apenas sorriu – Não tenho culpa se ele não queria me deixar entrar! – ela deu de ombros

– Quem você pensa que é para chegar aqui fazendo isso vadia? – Marcel cuspiu as palavras em cima da garota que a fez rir

– Primeiramente querido – ela disse erguendo uma sobrancelha – há apenas 3 pessoas no mundo que podem me chamar de vadia e acredite você não é uma delas – Marcel a encarou com raiva – serio? Essa é a recepção que mereço? – ela fingiu estar ofendida depois riu – não tem portância, eu perdoou vocês – ela olhou para cada um com um sorriso perverso, mas quando olhou para mim o sorriso diminuiu, ela me olhou seria, ela parecia tentar falar comigo sem emitir sons, mas eu não entendia

Os olhos dela se fixaram em mim a espera de algum som, então em um dos cantos da boca dela um sorriso apareceu, ele era fraco e cansado, ela engoliu em seco e mexeu a cabeça tentando afastar algum pensamento e depois voltou a ter o sorriso com toque do mal... toque do mal? Tão familiar. Me fixei em seus olhos e vi algo que eu sempre sonhei em ver novamente, aquilo que me fez me fechar para o mundo, aquilo que me fez apagar as luzes do reino, aqueles olhos tinham o toque do mal. Isso é meu. Sem pensar duas vezes fui em direção a garota e a abracei apertadamente, no começo ela se assusta, mas logo se entrega e crava o rosto em meu pescoço, eu esperei tanto tempo por aquele abraço

– Achei que nunca me reconheceria – ela resmungou baixinho, sorri, senti algo molhar o local onde ela mantinha a face, ela estava chorando, percebi que naquele momento lagrimas também brotavam dos meus olhos

– O que está acontecendo aqui? – ouvi a voz estridente de minha irmã e me afastei do abraço, assim que me afastei, revelei a garota na qual eu abraçava, minha irmã levou a mão na boca – meu Deus – ela disse baixo, ao lado dela, Hayley nos olhava ainda no segundo andar com uma cara surpresa então os olhos dela se encontraram com os olhos castanhos intensos ao meu lado e ela pulou a alguns centímetros dela e a abraçou

– Você voltou – ela disse no ouvido da garota – eu senti tanto sua falta – o abraço delas era cheio de emoção, e quando se cessou peguei na mão direita da garota e a conduzi ao meio do salão

– A todos, quero que conheçam, Hope Mikaelson a minha herdeira!

*** ***

Hope Mikaelson

Algumas lagrimas ainda rolavam no meu rosto, mas consegui sorrir quando meu pai me apresentou, Marcel me lançou um olhar de surpresa mas quando sorri para ele com o meu sorriso de Hope boa ele sorriu. Assim que o baque deu se alguns segundos Bex me puxou pelo braço e me abraçou, ela chorava como um bebe, e a única coisa que consegui fazer foi passar a mão em sua cabeça tentando acalma – lá

– A não Bex eu fiquei 2 semanas longe de ti e a única coisa que você consegue fazer é chorar? Eu esperava rever aquela Rebekah madura que eu conheço – eu disse ainda a abraçando

– Esse é o resultado de ficar longe de você minha maluquinha – ela disse com uma voz de choro, então ela afastou de leve meu corpo de perto dela para poder me olhar, sua expressão havia mudado para uma expressão de sermão – se você ousar ficar 2 semanas sem dar noticias eu juro que vou atrás de você até o mais profundo do tártaro! – eu ri

– Primeiro: eu amo quando você usa termos mitológicos comigo – ela sorriu – e segundo: não precisa ir tão longe assim eu vou estar brincando com o Cerberus bem na porta – ela voltou a me abraçar só que dessa vez mais forte, então quando finalmente se afastou eu me abanei fingindo que tinha perdido a respiração e ela deu um tapa de leve no meu ombro

– Tem mais gente para você conhecer – ela disse sorrindo, sinceramente? Eu não ligaria de esperar um pouquinho mais para falar com o resto das pessoas já que eu queria abraçar minha mãe e meu pai até o fim dos tempos, mas tenho que ser uma boa menina não? Concordei com a cabeça e me afastei dela, fui na direção de Elijah já que ele é o que está mais perto

– Hope – ele disse sorrindo, deu uma reverencia e eu fingi erguer uma saia, ele pegou minha mão para beija — lá e assim que fez foi se afastar, mas eu o puxei pela mão em um abraço apertado

– Você deveria aprender a abraçar pessoas Elijah – ele riu e se afastou eu o larguei e parti ao encontro de Kol que já me esperava com um sorriso no rosto, assim que me aproximei dele ele me abraçou e me levantou do chão e me girou uma vez me fazendo rir

– Gostei de ti, tem o meu bom humor – ele disse quando me colocou no chão, depois segui para Marcel que me olhava com um sorriso tímido

– Então Marcel ainda sou uma vadia? – perguntei

– Não Hope de forma alguma – ela disse envergonhado

– Fica sossegado Marcel – eu disse rindo – depois que me conhecer bem vai me chamar de coisa bem pior – ele riu e eu o abracei, no começo o abraço foi sem jeito, mas depois ele se acostumou – Cadê a Cami? – perguntei

– Ela já deve estar chegando – ele disse e então me afastei dele e olhei para Davina

– DAVINA! – eu disse alegre demais fazendo ela se assustar, fui até ela e a abracei com os braços junto ao corpo e a girei uma vez – sabia que tu é minha fonte de inspiração bruxonês?

– Essa palavra existe? – ela perguntou corada

– Não, mas eu to inventando agora – ela riu, e uma lembrança me veio a tona – ai, já ia me esquecendo – fiz um barulho com a boca e inclinei meu corpo para o lado da porta e coloquei uma mão ao lado de minha boca – CAREEEEEEEE – chamei – CHEGOU A HORA DO PRESENTE DO MEU PAI – olhei para ele e pisquei para ele mas ele não entendeu nada

Então Caroline apareceu na porta timidamente fazendo os presentes que a conheciam ficarem surpresos

– Achei que nunca iria me chamar – ela disse para mim me fazendo rir

– Caroline? – minha mãe me perguntou – o que faz aqui?

– Basicamente a sua filha passou duas semanas em Mystic Falls e ai eu descobri ela bebendo uma bolsa de sangue, ela me contou quem era e me convidou para vir à Nova Orleans com ela – meu pai sorria como um bobo, isso me deixou feliz, então como Kol e Davina estavam ao meu lado os puxei pelo pescoço em um abraço os sufocando

– Eu adoro ver a família quase toda reunida – eu disse sorrindo – quando eu matar aquela lobisomem juntamos a família e fazemos um baile o que vocês acham?

– O que você quer dizer.. – Kol conseguiu se soltar e eu soltei Davina – com “matar aquela lobisomem”? – perguntou Kol

– Por que mais eu viria á Nova Orleans em tempos de guerra? – eu disse dando de ombros – eu vim matar Francesca, acabar com o sofrimento do meu pai na lua cheia e ser a herdeira de Nova Orleans!

*** ***

Stefan Salvatore

Entrei em casa e fui direto para o quarto de Damon, assim que entrei lá o encontrei ele deitado e lendo o mesmo livro de quando eu deixei ele aqui há umas 2 horas atrás. Quando ele ficou sabendo de Hope ele ficou abalado, mas depois começou a ler aquele livro e ate agora não parou, ele nem bebeu, só leu.

– Damon tem certeza que está bem? – perguntei encostando na porta

– Depende do ponto de vista, se não levar em conta que o amor da minha vida foi para uma guerra em Nova Orleans, é filha do meu ex inimigo mortal e foi embora deixando um livro totalmente viciante e uma carta de explicação – ele abaixou o livro e se levantou olhando para mim – eu to bem

– Damon eu não quero que você ouça e saia por ai fazendo, mas eu preferia ver você arrancando a cabeça de alguém, bebendo ou sei lá, mas ver você lendo me deixa meio que assustado – eu disse com cautela

– Stefan por que eu sairia por ai matando se eu posso muito bem ficar aqui e agüentar lendo, Hope ficaria muito triste comigo se eu fizesse isso e eu não quero fazer algo que eu vá me arrepender depois – ele disse

– Olha desculpa, eu to agindo como um idiota – eu disse e ele acenou com a cabeça

– Você só está preocupado — ele deu de ombros – olhe ela me deixou o livro para que eu soubesse que ela iria voltar, e para que eu lesse. Quando ela me falou sobre esse livro ela disse que não podia me emprestar por que esse livro é muito importante para ela e ela deixou para mim, e com uma frase grifada que simboliza bem o que está acontecendo com gente – ele folheou o livro e parou em uma folha – “ se vencessem isso nada os separaria”, quer dizer que se vencermos a distancia nada mais vai nós separar. Quer saber – ele levantou – vou dar uma de Rudy e vou ler no cemitério vamos ver se assim eu consigo ler esse livro até decorá-lo

– Por que você vai ler no cemitério? – perguntei

– Não fale demais Stefan você e a Elena bateram altos papos no cemitério lembra? – ele piscou para mim e saiu pela porta

– Ô se lembro! – eu disse quando ouvi o carro de Damon sair, olhei em cima da cama e vi que ele havia deixado a carta de Hope fui até lá e a li. Assim que terminei suspirei e me perdi nas lembranças do cemitério.

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Vai a onde??? Trate de ler as notas finais baby!

Notas finais
Sim eu gosto de acabar no suspense!! HAHAHAHA ~Eu sei to malefica demais! Perceberam que a minha querida Hope ta levemente diferente do que quando estava em Mystic Falls? Não achem que ela é duas caras okay? É o jeito doidinho de ser dela, então não liguem se ela passar de boazinha a ironica ou simpatica a garota má em apenas algumas palavras!! Espero que tenham gostado e o proximo capitulo também está quase pronto e eu só vou postar quando ficar satisfeita com os comentarios então.... COMENTEMMMMMM!!!!!!!!!!!!!!!!! Comentem, favoritem, recomendem ... pedi demais... no minimo comentem okay? Amo vcsss!! Até os comentarios!!!