Eu sei que o amo. Eu sei que a minha obsessão pelo primeiro lugar, na verdade, é uma obsessão por ele, mas ele não sabe disso. Ao menos é o que eu acho...

Ele é meu rival e eu o amo... Isso é realmente ilógico. Amá-lo é muito difícil, ele é sempre tão distante, tão inexpressivo, tão... Inalcançável. Não, difícil não é a palavra certa... Acho que a palavra impossível define melhor essa situação angustiante. Dizer que o odeio é bem mais fácil. Afinal, ele é meu rival... É bem mais fácil odia-lo. Então por que será que eu não consigo fazer isso?

Eu amar Near é ilógico, é como se L se apaixonasse por Kira. É improvável, é impossível, é ridículo, é... Inevitável.

Maldita criatura albina! Eu te amo! E por eu te amar e você não saber que eu sofro. Pelo meu amor por você, eu sempre fico em segundo lugar, eu sempre quero o melhor para você, quero te proteger com todo o meu ser. Eu te quero, você tem que ser meu... Por isso eu te marco. Não posso tocá-lo como quero, nem posso beijá-lo, abraçar se corpo tão delgado e frágil, não posso envolvê-lo em mim e proteger-te, então te marco do único modo que me convém: o machucando.

Mas o que você não sabe pirralho, é que a cada brinquedo seu destruído por mim, a cada soco que eu lhe dou, a cada chute que fere seu corpo delicado, a cada vez que a frase “eu te odeio” sai da minha boca, meu coração se parte em mil.

Eu queria poder tocar-te de forma carinhosa, beijar-te, dizer-te tudo o que sinto, mas não acho que seja possível. Você está sempre tão inexpressivo. Tão inalcançável. Sempre tão distante, mesmo estando tão perto... Você é sempre tão... Near.

Notas finais
Essa one não foi betada, então, qualquer erro de ortografia, gramática, coesão e/ou coerência, me avisem okay? Kisses, see ya!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!