Notas iniciais
Hey senhoras e senhores...

Capítulo pequeno, devido a um corte que eu fui incentivada a fazer! Espero que gostem! E usem o tempo que economizam lendo comentando u.u hsauhsuha

– Jenna – Grayson abriu a porta – Podia ter nos avisado, e iríamos pegá-la. –a beijou no rosto.

– Não quis dar by Text-Enhance\">trabalho – ele a ajudou com a mala. – Vocês devem estar ocupados por aqui!

– Papai? – Elena apareceu– Tia Jenna! – correu para abraça-la.

– Querida – a beijou – Nos vimos essa semana. – brincou

– Mas faz muitos anos que não vem pra casa! – Miranda apareceu vindo abraçá-la também.

– Estou feliz em estar em casa! Mas adoraria que ela não fosse em Mystic Falls. – comentou – Onde está o Jer? Se livraram dele?

– Ah sim. Foi muito fácil – Elena disse. – Lembra que eu disse sobre ele estar fissurado com os estudos? – ela concordou. – Pois foi essa a saída.

– O orientador de Jer é um tremendo gato – Miranda comentou – Não mais do que meu marido – se corrigiu, arrancando risadas– Mas Elena conversou com o senhor Saltzman e ele concordou em nos ajudar. Ele levou Jer para visitar um museu ou algo do tipo.

– Biblioteca dona Miranda. – Elena corrigiu.

– O que importa é que teremos tempo o suficiente– a senhora disse – Amor, leva a bagagem dela lá pra cima e você – puxou Jenna — Venha comigo comer alguma coisa, enquanto colocamos os assuntos em dia.

– Isso vai longe! – Jenna disse brincalhona acompanhando a irmã.

– Eu adoro ter a tia Jenna em casa – Elena disse sorridente com as mãos nos bolsos traseiros do jeans.

– Ó pelo menos isso dá um descanso para nossos ouvidos! – Grayson brincou pegando a mala. Elena pegou a bolsa para levar ao seu quarto. – Ah Elena, hoje vem à festa um rapaz que gostaria que conhecesse.

– Um rapaz? – sorriu, lendo as intenções do pai.

– Ah ele by Text-Enhance\">trabalha comigo – explicou – Tem um bom futuro pela frente!

– E o senhor pretende me incluir nele? – ela riu

– Quem sabe! – o doutor abraçou a filha e ambos desceram para terminar de organizar o quintal do fundo.

...

Alaric estava dirigindo sua caminhonete de volta a cidade, já que recebera autorização de Elena.

– Eu estava pra ver alguém tão viciado em História quanto Alaric – Lexi disse com o pé sobre o banco do carona. – Vocês dois são malucos. – brincou olhando Jeremy pelo retrovisor.

– Não exagere Lexi – o professor brincou.

– Eu acho que isso é um elogio senhor Saltzman. – Jeremy disse rindo do banco traseiro.

– Senhor Saltzman? – Lexi revirou os olhos – Quantos anos vocês tem meu garoto?

– Todos os chamam assim – Jeremy se defendeu.

– Não se preocupe Gilbert! – Alaric se intrometeu – Lexi adora quebrar regras, mas se quiser me chamar pelo primeiro nome não vejo problema. — o loiro sorriu, dando o consentimento.

– Ok, Alaric. – Jeremy brincou

– Ó louvemos! – Lexi jogou as mãos para cima. Já estavam próximos a casa de Jeremy.

– Que tanto de carros são esses? – Jeremy perguntou

– Você quem mora aqui e não sabe? – Lexi girou para encará-lo.

– Na verdade não conheço nenhum desses carros – explicou.

– Jeremy – Lexi se intrometeu – Tudo bem se almoçarmos na sua casa?

– Sério?

– Lexi! – Alaric a repreendeu.

– Você não acha que vou cozinhar não é mesmo maninho?

– Não se preocupe senhor... Quero dizer Alaric! Minha mãe adora cozinhar, aposto que vai adorar ter vocês para o almoço – Jeremy disse saltando do carro. – Vamos podem descer! – ele encorajou abrindo a porta de Lexi que piscou para o irmão, soltando o cinto e seguindo Jeremy, enquanto Alaric fazia o mesmo. Jeremy abriu a porta de casa. – Mãe?

– Surpresaaaaaaaaa! – gritaram os convidados. Logo Miranda, Grayson e Elena abraçaram Jeremy . Jenna veio em seguida, sendo erguida e girada no ar.

– É só você pra me trazer de volta! – disse beijando o rosto dele.

– Mãe, pai eu trouxe o meu professor e a irmã dele para o almoço – Jeremy se virou vendo o sorriso cúmplice. – Espera!

– Sim Jer... – Elena se intrometeu – Eles sabiam. E são nossos anjos por ter tirado você de casa.

– Ó me senti traído. – brincou.

– Vamos, vamos lá?! O almoço está servido pessoal!

...

Caroline puxou a trava da porta do seu carro, depois de tentar inúmeras vezes fazer com que seu carro pegasse. Seu vontade era gritar loucamente, mas tudo o que fez foi abrir o capô e olhar aquele emaranhado de peças que ela não fazia a menor ideia dos nomes, que dirá suas funções e muito menos onde poderia haver um problema. Voltou para o carro procurando o celular para ligar para alguém. Tyler e Stefan estavam na caixa de mensagem, sua mãe não era uma opção... O seguro do carro seria o mais obvio, no entanto a loira odiava toda a burocracia.

Caroline? – o nome foi pronunciado de forma única. A loira se virou.

– Klaus. – sua careta de mau gosto foi visível. A verdade era que estava sentindo um estranho desconforto, de origem inexplicável. Ele estava usando calças jeans escuras e blazer por cima da camisa que estava com os primeiros botões abertos.

Que homem lindo! – sua mente lhe traiu.

– Também estou contente em vê-la – fez um bico cínico – Estava passando com o carro, quando a vi, na verdade não pensei que se tratasse de você. – Caroline observou o sorriso que brotava nos lábios dele. E flagrou-se apreciando aquele sorriso.

– Ó, mas sim se trata de mim. – lhe deu as costas cortando o contato, enquanto censurava sua mente.

– Qual o problema? – ele passou por ela e dirigiu seu olhar para o carro.

– Se eu soubesse já teria resolvido. – seu humor estava péssimo. E isso estava diretamente ligado a presença dele ali, que estava conturbando a sua mente. Ele sorriu ao vê-la voltar seus olhos para ele. – O quê? – não respondeu. Apenas se curvou sob a tampa do carro e observou as peças. Saiu indo até o lado do motorista e entrando no banco e dando partida. – Eu já fiz isso gênio... – ela continuava fazendo-se de durona.

– Já ouviu falar sobre gasolina? – ele saiu com as chaves cruzando os braços atrás de si.

– O quê? – ela estava incrédula – Não pode ser gasolina, tenho certeza que não pode ser – pegou a chave da mão dele com certa brutalidade e entrou no carro repetindo o gesto. Sim ali estava a luz piscando. O tanque estava vazio. – Argh – socou o volante, em seguida encostando a testa nele. Não sabia o que era pior. Ficar sem gasolina ou Ficar sem gasolina na frente de Klaus. Ele não estava vendo, mas podia sentir os olhos dele cravados em suas costas. Ele provavelmente estava se divertindo. E ela gostaria de socá-lo.

– Vai ficar ai ou vem buscar gasolina?- ele cortou as agressões imaginarias.

– Vou. – não se moveu. Mas sentiu seu braço sendo puxado, o que a levou para fora do carro. E então ele a segurava pelos ombros, um pouco rude, mas não a ponto de machucá-la. Ele a encarou meio irritado.

– Entre no carro. Eu tenho mais o que fazer. – a puxou pela mão abrindo a porta do passageiro e ela entrou ele bateu a porta, trancando o carro dela. Logo estava de volta ao piloto e passou o cinto enquanto Caroline o encarava. Klaus deu partida no carro, mudando a marcha e colocando o carro para andar. Ele realmente não estava preocupado com o fato de ela estar lhe encarando. Na verdade ele não se preocupava muito com a opinião alheia. Por algum motivo estava oferecendo sua ajuda, mas naquele caso ela não teria a chance de recusar.

...

Notas finais
Churrasquinho na laje continua no próximo! --' Piadinha besta eu sei

E ai o que acharam?! Comentem e o próximo sai mais rápido!

Beijos