Always And Forever
33 Capítulo 33
Notas iniciais
Capítulo de hoje, sei que não me amarão muito. Mas é importante!!!
E lembrando reta final.
Algumas atitudes, ou a falta delas podem tornam tudo mais claro. Ou era isso que Caroline presumia, havia se passado quase duas semanas, desde o dia em que ela ligara para Klaus de seu camarim. No entanto quando refletiu um pouco sobre o que fizera, só pode concluir que fora um gesto impensado. O que diria? Meus pêsames? Ele já deveria ter ouvido isso uma centena de vezes. Além disso, quando Elijah, Rebekah, Kol e até mesmo Esther voltaram para Mystic Falls, Caroline desistiu de fantasiar que ele voltaria. Não por ela, ao que tudo indicava.
Por sorte Jenna, tia de Elena ia se casar. E ela se voluntariou de bom grado a ajudar nos preparativos, uma ótima forma de manter-se ocupada. No entanto ver tanta felicidade em sua volta tornava sua situação ainda mais deprimente.
– Acho que terminamos – disse Caroline anotando a ultima medida, estavam no quintal dos Saltzman, onde Alaric pedira que a festa fosse realizada.
– Parece que sim. – Elena disse estalando o pescoço, e ajudando Caroline a recolher e guardar os utensílios.
– Meninas – chamou Lexi da janela -, limonada pra vocês, venham rápido.
– Já vamos – Elena respondeu. – Lexi tem sido tão legal. – dirigiu a ultima frase à Caroline.
– Ela tem que ser. Estamos na casa dela. – comentou rindo. As duas deixaram o jardim voltando pela porta da cozinha. Lexi colocou dois copos sobre o balcão, e trouxe a jarra para servi-las.
– Deu certo? – a loira questionou.
– Deu, temos tudo anotado. Agora é só checar com Jenna as cores e teremos os enfeites. – Caroline respondeu.
– Ah, mal posso esperar pelo grande dia. – Lexi comentou, apontando os lugares para que elas sentassem.
– Tia Jenna vai se casar! – Elena soltou um suspiro alegre junto com a afirmação esfregando as mãos.
– Vocês precisam experimentar os vestidos. – Caroline observou. – Aliás, por que não foram junto com Jenna hoje? — Lexi e Elena se entreolharam.
– Super Miranda – Elena comentou.
– Miranda é ótima, mas está muito entusiasmada com o casamento da irmã caçula. Jenna vai nos matar, por tê-la deixado sozinha.
– Pode apostar que sim. – concordou a sobrinha da noiva. As três continuaram a conversa animada, comentando sobre alguns detalhes da festa e cerimônia, quando o celular de Lexi tocou. O aparelho estava sobre o balcão, ao lado de onde Elena estava sentada, quando a musica começou, ela olhou a tela e viu o nome de Damon.
Seria seu Damon? Quantos Damon ela conhecia?
Elena recobrou a consciência pegando o aparelho e entregando para Lexi, a loira atendeu a ligação, falando algumas coisas que para escritora não faziam sentido algum. Fazia tanto tempo, desde a última vez que ele saltara a janela de seu quarto e fora embora. Ela vinha censurando seu comportamento desde então. No entanto que garantias ela tinha? O apresentador tinha um passado, e era complicado pensar que ela poderia se arriscar e acabar ferida.
– Hey – Caroline estalou os dedos diante dos olhos dela. – Precisamos ir ao shopping...
– Claro, eu digo claro. – saltou do banco, terminando seu suco. Beijaram Lexi, avisando que precisavam ir. Logo estavam dentro do carro da loira.
– Qual o seu problema?
– Nenhum. – Elena se defendeu – Estava pensando.
– Em um canalha de lindos olhos azuis?
– Caroline. – Elena virou a cabeça para o vidro.
– Sabe Elena? Damon foi um idiota comigo, mas não significa que vai ser um idiota com você. Então pare de ficar ai achando que Grayson vai surtar se vocês ficarem juntos. Você já tem maturidade pra enfrentar. E seu pai não é nenhum maluco controlador, ele só quer o melhor pra você. Mas só você pode decidir o que é melhor pra você.
– Cadê a Caroline se afaste do Damon? – Elena riu.
– É bom aproveitar meu conselho, porque essa Caroline está à espreita.
– Você é impossível – constatou. – Mas quanto a Klaus?
– Eu não sei. Aquele idiota nem ao menos ligou. – suspirou irritada. – Então decidi que não vou ficar me lamentando. Estive muito tempo envolvida em relacionamentos, o quê significa que está mais do que na hora de aproveitar minha solteirice. – disse parando o carro no minúsculo estacionamento do shopping. Desceram, cruzando os braços e caminhando para o shopping. A loja de convites ficava no segundo andar, e elas precisavam pegar a escada rolante. Enquanto isso Caroline continuava a dissertar sobre como ela estava lidando com a situação, Elena sabia que aquilo era só uma tentativa de mostrar que estava bem. Enquanto esperavam que a escada fizesse seu trabalho, levando-as ao segundo andar a morena se deu conta de que conhecia o cara dentro da loja de ternos. Mal teve tempo de dizer algo, pois já estavam no topo da escada.
– Cuidado Gilbert – disse Caroline ajudando-a apoiar-se depois de tropicar. – Tá tentando beijar o chão no meio do shopping?
– Não, eu estava... – Elena e Caroline entraram na loja de convites. Cheia de modelos diferentes expostos, dentro de mesas e prateleiras de vidros.
– Caroline. – ambas se viraram na direção da voz. Esther Mikaelson. A mulher usava calças jeans escuras, um casaco bem recortado em tom acinzentado, camisa de seda preta e um colar de pérolas, além dos óculos de sol na cabeça.
– E-Esther. – sorriu, acabando com o gesto em seguida.
– E bom reencontrá-la finalmente. – surpreendeu Caroline.
– Digo o mesmo. Soube o que aconteceu, o mundo toda sabe, saiu nos jornais... Eu quero dizer que sinto muito por vocês. – se embaralhou.
– Sei que sente. – comentou – Vai ficar mais fácil com o tempo.
– Tenho certeza que sim. Digo isso, pois também perdi meu pai. – mordeu o lábio inferior. – Viemos pegar os convites do casamento de uma amiga. – mudou de assunto.
– Vim pegar os de Elijah – explicou.
– Ô é mesmo, soube que ele vai se casar. Meus parabéns.
– Gostaria que ele não fosse o único. – acresceu casualmente, fazendo Caroline pigarrear, incerta se aquilo fora uma indireta.
– Mamãe – a voz soou, causando uma pequena paralisia em Caroline. Elena virou-se de imediato, constatando que aquele era o cara da loja de ternos.
– Querido olha só quem encontrei por aqui, — girou Caroline pelos ombros a forçando encará-lo. – Caroline e sua amiga... – deixou o espaço vago para que a loira apresentasse Elena.
– Elena. – foi a morena quem respondeu. Klaus não reagiu, apenas continuou encarando Caroline durante alguns segundos.
– Já conseguiu pegar? – disse Kol entrando de surpresa e cortando o clima de tensão. – Caroline Forbes – revezou um olhar cheio de insinuações entre o irmão e ela, e depois pegou sua mão depositando um beijo. – Está mais bela do que o costume, não acha Nick?
– Caroline que bom revê-la – disse Elijah cortando a brincadeira maldosa de Kol. – Quase não tenho cruzado com você na emissora.
– Tenho gravado em diferentes horários – ela se esforçou para dizer, desviando os olhos de Klaus. Sua mente martelava, assim como o sangue em suas artérias. O ar parecia mais pesado, e de repente respirar ficara difícil.
– Já que estamos aqui, gostaria de convidá-la para o meu casamento. – Esther estendeu o envelope azul marinho aveludado, com uma fita dourada, com o nome dela grafado em dourado para Elijah fizesse a entrega.
– Obrigada. – Caroline pegou o envelope. – Fico feliz com isso, e desde já desejo felicidades.
– Obrigado – agradeceu – Será em duas semanas.
– Duas semanas? – Elena indagou.
– No começo da primavera. – disse ele. Caroline se deu conta que era no mesmo dia que o casamento de Jenna e Alaric. Pronto, ela tinha a desculpa perfeita para se safar daquilo.
– Uh, isso é uma grande coincidência, é no mesmo fim de semana do casamento que estou ajudando a organizar. Sinto muito por isso. – ela disse rapidamente.
– Fique com o convite, quem sabe o outro casamento te deixe com algum tempo hábil para dar uma passadinha no meu. – ele desejou.
– Claro. – a loira guardou o convite em sua bolsa.
– Por que não se juntam a nós para o almoço? – sugestionou Kol.
– Estamos ocupadas, e vamos almoçar em outro lugar. – Caroline se apressou – Não é Elena? – procurou por ajuda, para não parecer estar fugindo, mesmo que fosse exatamente o que estivesse fazendo.
– Isso mesmo. – confirmou.
– É mesmo uma pena. – Kol prosseguiu. – Não vão faltar oportunidades, eu poderia ligar, mas acredito que Nick seja o único com seu celular.
– Já chega, vamos deixá-las em paz. – Elijah arrastou Kol para fora, Klaus se demorou mais alguns segundos e saiu porta a fora. Caroline soltou o ar em seus pulmões e em menos de cinco minutos, as duas entregaram o cheque, pegaram os convites e saíram apressadas da loja.
Caroline sentia se em um emaranhado de emoções. Rever Klaus tinha sido algo bom e doloroso. Saber que ele não estava fisicamente abatido, que ainda estava forte. Os olhos que a aqueciam ainda que sem aquele brilho costumeiro, as mãos que lhe percorria a extensão do cabelo, o corpo que a fazia sentir-se em casa. Klaus estava bem e isso a fazia sentir-se feliz. No entanto, o que fora aquela falta de palavras, ou aquele olhar desprovido de reações? Ele nem ao menos se esforçara para parecer casual. Era a mesma coisa que usar uma placa com os dizeres: Há algo de muito errado aqui.
Elena notou a perturbação da amiga, e então pegou a direção, sem que ao menos ela tivesse se dado conta. Apenas guardou a caixa no banco traseiro, entrou no passageiro, passou o cinto e encarou o vidro durante todo o percurso. E então Elena sabia estar certa, ela não o havia superado e isso era muito visível.
Caroline permaneceu reflexiva durante todo o almoço, enquanto Elena se esforçava para evitar que sua família fizesse perguntas.
...
Já era noite quando Caroline estacionou o carro na garagem e pegou sua bolsa do banco, quase não havia se dado conta do tempo, até checar relógio que alegava que já passara das 18 horas. Entrou na casa dando de cara com Liz no sofá.
– Boa noite Carrie. – disse a xerife se levantando.
– Boa noite mãe. – respondeu fechando a porta e colocando a caixa sobre a poltrona. – Tudo bem? – viu a mala ao lado do sofá, e a policial usando roupas diferentes das usuais.
– Tudo, estava te esperando. Não consegui falar no seu celular. – explicou – Estou indo para um congresso em Atlanta.
– Congresso? – indagou não se lembrava de Liz ter comentado em algum momento sobre o evento.
– Todos os anos um de nós tem que ir. Dessa vez Charlie pediu que eu fosse em seu lugar.
– Ah claro. Desculpe, eu vou tomar um banho rápido e a levo.
– Não se preocupe, não vou sozinha. Deixei o jantar comprado e se precisar de algo, você sabe se virar não é mesmo? — sorriu.
– Claro. Vá tranquila. – se aproximou para abraçá-la.
– Eu te amo querida. Espero que fique bem.
– Eu também te amo. Não se preocupe. – apertou-a um pouquinho mais.
Uma hora depois, Liz já estava a caminho do aeroporto, enquanto Caroline tomava banho, e comia a marmita comprada em um restaurante. Ajeitou-se no sofá, ajuntando as planilhas, e usando o computador para responder os e-mails, checar as programações e o novo contrato. Um dos patrocinadores estava lançando uma nova campanha para seus sapatos, e escolhera Caroline para estampar os cartazes e todo o material da nova coleção. No entanto, ela pousaria ao lado de Damon, que exibiria a linha masculina.
...
A mansão dos Mikaelson estava sendo preparada para o jantar que Esther resolvera promover.
– Onde está seu irmão? – questionou Esther, assim que viu Rebekah descer as escadas, em um par de calças, salto Anabela e uma regata de estampa verde.
– Trancafiado no quarto novamente. – revirou os olhos. – Até papai disse para ele ir atrás da loira falsificada, e ele não entende.
– Acha que eu devo ir falar com ele? – perguntou agora para Elijah. O mais velho estava recostado em um dos sofás.
– Não há nada que possamos fazer. – concluiu. – Mais cedo ou mais tarde ele vai atrás dela.
– Certo. – a mulher concordou. – Kol foi buscar Melina, Katherine está chegando, e onde está o Donovan?
– Vou ligar pra ele – disse Rebekah pegando seu celular e se afastando. No mesmo instante uma das empregadas entrou, solicitando algumas orientações, e Esther se foi para cozinha.
...
Não muito tempo depois, todos estavam reunidos ao redor da mesa. Aquele era o primeiro jantar em família, com exceção de Klaus que permanecia em seu quarto. Ninguém tinha muita certeza do que estava se passando, mas podiam elaborar algumas teorias.
– Klaus não vai se juntar a nós? Ele não chegou essa manha?– Katherine cochichou com Elijah, mas todos acabaram ouvindo.
– Sim, o peguei no aeroporto, o levei para provar o terno, e depois almoçamos. – o noivo explicou.
– Ele está um pouco ocupado. Mas garanto que haverá muitas oportunidades, afinal a família está aumentando cada vez mais. – Esther mostrou seu entusiasmo.
–Espero que sim. Isso tudo está tão divino que eu adoraria ganhar algumas calorias. – observou Pirce, apontando para o assado em seu prato.
A conversa continuou animada, Matt contando sobre os planos de reforma para o Grill, Elijah e Katherine sobre os preparativos de suas bodas. Klaus aproveitou a distração da família para sair sem ser notado. Trocou-se de roupa, pegou as chaves de seu carro, apagou a luz do quarto, encostou a porta e atravessou cautelosamente o corredor, depois os degraus. Só foi notado quando deu partida no carro e os faróis se acederam e o motor rugiu.
...
Caroline ouviu o alguém batendo em sua porta, e foi até lá abrir.
– Tyler – ela disse animada, fazia muito tempo que não se falavam.
– Oi Car, desculpa vim sem avisar. – ele disse.
– Entra – apontou e ele a seguiu para dentro, Caroline pegou um copo de refrigerante e o serviu, ele ocupou o assento em frente a ela. – Nossa parece que faz um século.
– Talvez faça – ele sorriu. – Eu não quero incomodá-la nem nada, se preferir vou embora.
– Claro que não Ty, eu disse que queria ser sua amiga, e estava sendo sincera. Sei que não tenho facilitado muito, mas é que minha vida anda meio louca.
– É sobre o cara misterioso não é? – ele perguntou desprovido de insinuações. – Não precisa responder.
– Tem um pouco ligado a ele sim. – Um pouco? – Mas e como vão as coisas pra você?
– Acho que pela primeira vez desde que descobri que vou ser pai, Hayley está me deixando participar.
– Fico feliz por você. Acho que ela estava um pouco insegura sobre tudo, nós mulheres precisamos nos sentir seguras. Pelo menos a maioria de nós. – decidiu não generalizar.
– Foi o que Stefan me disse. Eu precisava provar a ela que estaria ali, por ela. Pelo bebê.
– Stefan tem razão. Mas estou curiosa, anda me diz o que fez?
– Bom você sabe que Hayley foi abandonada quando pequena, não me lembro de ter contado.
– Realmente não contou.
– Bom, ela sempre quis achar os pais e descobrir sua origem e tudo mais. Então eu contratei um detetive, passei as escassas informações que ela havia me contado quando nos conhecemos, e ele finalmente os encontrou.
– Caramba Ty, isso é incrível.
– Talvez. – demonstrou insegurança. – Eu não sei se fiz bem. Eu nem tenho certeza sobre eles serem os pais dela, quero dizer pode não ser eles. E pode ser também que não seja bom remexer no passado.
– Isso deve ser escolha dela. Agora, deixe que ela decida se quer continuar com isso ou não.– Caroline apertou a mão dele entre as suas de forma carinhosa.
– Tem razão. Já viemos até aqui, não é mesmo? – recebeu um sorriso de Caroline em confirmação.
– Exatamente.
– Tenho outra novidade.
– Caramba garoto, você está cheio delas. Anda logo – deu-lhe um tapa no joelho.
– Decidi sair da casa dos meus pais... Minha casa na verdade. Comprei uma casa pra mim, é bem menor e desprovida de ostentação, mas é minha.
– Ual.
– Acho que vou convidar Hayley pra ficar comigo. Quero dizer, eu acho que ela precisa de estabilidade.
– Você quer se casar?
– Acha isso ruim? Quero dizer... Você acha que é um mal momento? Não quero que ela ache que é só por causa do bebê.
– Tyler acho que se existe algum sentimento seu para com ela, vocês deveriam tentar. Não digo casar já, mas quem sabe num futuro próximo, depois que o bebê nascer?
– Eu não acredito nisso – sorriu – Há algum tempo, era com você que pensava em me casar, e hoje estamos partilhando isso.
– A vida é uma caixinha de surpresa.
– Estou tão grato por ter você, como amiga.
– Eu também Ty.
Continuaram conversando por algum tempo, então Tyler recebeu uma ligação, se levantou colocando o copo sobre a mesinha de centro, e Caroline o levou até a porta.
– Sabe Car, se eu pudesse dizer a esse cara que você é uma das pessoas mais incríveis que passeiam pela Terra, e que qualquer segundo ao seu lado vale muito a pena, eu tenho certeza que diria sem pestanejar. Você acreditou em mim mais do que qualquer pessoa. Espero que ele ao menos saiba o quão incrível você é.
– Eu também gostaria – disse fingida. – Não seja tão meloso.
– Estou falando sério. Eu nem consigo acreditar que vim até aqui, e você ainda me ouviu falar sobre minha vida.
– Você também me ouviu – sorriu sem jeito. Era tão inusitado saber que aquilo era real. Caroline sentiu-se tão madura, ela estava lidando bem com tudo no final. Talvez fosse porque não o amasse realmente. E aquilo era estranho de se pensar. Afinal antes de Klaus aparecer em sua vida, ela tinha certeza que Tyler era seu grande amor, mas aquilo soava tão distante. – Obrigada mesmo por isso, e quero que saiba que te desejo tudo de bom. Tomara que você e Hayley se acertem e que o bebê nasça grande, forte e saudável.
– Eu também espero. Obrigado Car, mas agora eu preciso ir. – ficaram sem saber como se despedir. Algum tempo atrás um selinho resolveria, mas agora? Meio desengonçados eles se abraçaram, e depois o Lockwood caminhou até seu carro, entrando e passando o cinto. Caroline esperou na porta e ele buzinou, a loira acenou permanecendo alguns minutos ali, com uma enorme sensação de estar sendo observada. O quê ou quem quer que fosse, era melhor entrar. Caroline encostou a porta passando as chaves em seguida, indo até as janelas se certificar que o trinco estava fechado. Voltou ao sofá, terminou suas tarefas caindo na inconsciência pouco tempo depois.
...
Notas finais
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Um comentáriozinho ajuda essa pessoa voltar mais rápido. E só pra vocês se empolgarem é KLAROLINE o próximo. Então sei lá, me façam feliz?!
Tá acabando minha gente !!!
Beijos
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