Notas iniciais
Overdose de Klaroline. Não está fantástico mais dá pro gasto. - Acho u.ú

– Espera... Quer me dizer que foi só isso? Nada de e beijos e outras “cositas” mais? — Elena soou incrédula, depois que Caroline confessou que estava em Nova Orleans e que visitara Klaus no escritório.

– Elena – Caroline repreendeu – você age como se eu...

Como se você não quisesse.

– Ok, Elena você não vale nada – riu, alguém bateu a porta. – Espera só um minuto. — apoiou o celular entre o ombro e a orelha indo abrir.

– Para Caroline Forbes – o entregador explicou.

– Sou eu.

– Assine aqui, por favor? – pediu estendendo uma prancheta, ela assinou a linha pontilhada, e com certa dificuldade pegou a caixa, agradeceu e fechou a porta.

O que você ganhou? – Elena disse ansiosa.

– Como sabe que eu ganhei alguma coisa? – brincou.

Estou esperando traidora. – brincou.

Caroline caminhou até a cama, abrindo a caixa e puxando o tecido de lá.

Um vestido.

Ela o pegou colando sobre o corpo, ia até a altura dos joelhos, alças finas e elegantes.

– É um vestido! – disse entusiasmada. — Ele é perfeito. – o observou em frente ao espelho.

Anda me diz como é?

– Farei melhor, essa noite antes de sair eu te mando uma foto com o look montado.

Está tentando diminuir sua culpa?

– Talvez.

Certo! Uma foto e um relatório completo amanhã cedo. Ai poderemos começar as negociações.

– Você é bem esperta. – revirou os olhos – Fechado. Até amanha então. – finalizou a ligação. Voltou até a caixa e achou um envelope. Pegou abrindo rapidamente, para poder ler.

“Seja bem vinda à NOLA*.

Como costumamos dizer: ‘Laissez les bons temps rouler!’

Até breve.”

K.M


Atrás do bilhete havia a indicação que um by Text-Enhance\">carro a pegaria às 21:00hrs, isso significava que ela precisava se apressar.

Duas horas foi o tempo usado para ficar pronta. Tomou banho, lavou e secou os cabelos, modelando-os em cachos perfeitos. Usou uma presilha discreta para prender a parte esquerda dos fios. Usou os brincos de pérolas negras, uma das heranças da família Forbes.

Por fim se livrou do roupão para vestir o vestido preto, com um corte em “V” na parte de trás, e alças detalhadas em dourado. Era incrível, e ela se perguntava se ele mesmo teria escolhido. Quando o celular apitou, ela leu a mensagem de Elena.

De: Elena

Você me deve uma foto. u.ú

Ela riu indo até o espelho e clicando uma foto e enviando para amiga. Esperou um minuto e recebeu a resposta.


De: Elena

Depois de hoje aposto que vocês ficam juntos 66’

Kkkk

Beijos e boa sorte.

...

O carro chegou na hora marcada, a loira embarcou vendo a cidade através do vidro. Era tudo tão incrível, e a situação tornava tudo ainda mais belo aos seus olhos. Quando o carro virou uma esquina, Caroline avistou ao longe Klaus. Quanto mais o carro a aproximava dele, mais ela sentia seu coração em aceleração crescente. Cada segundo parecia desvendá-lo de uma maneira mais bela. Uma fantasia tola preencheu seus pensamentos.

O recinto havia se transformado em uma igreja, todos os casais e jovens eram convidados, e Klaus era o noivo impaciente, seu vestido preto havia se transfigurado em um longo traje branco, cheio de pedrarias. Sua bolsa de mão agora era um buquê de rosas vermelhas.

– Droga. – ela riu de si. O carro havia estacionado e Klaus se aproximou abrindo ele mesmo a porta. Ela visualizou o paletó que ele usava combinado a um jeans escuro. E sua mão com a palma estendida para ela. Caroline esticou o braço, pousando sua mão sobre a dele, desceu do carro recebendo um beijou na face.

Caroline mordeu o lábio inferior olhando-o e depois olhando pra cima.

– O que há de errado?

– Nada, você só está... Perfeito! – disse parecendo indignada. Ele sorriu em resposta, descendo sua mão até a cintura dela, conduzindo-a para dentro. Depois de passar pelo corredor, ele entrelaçou seus dedos ao dela. Chegaram ao salão com iluminação vinda principalmente do palco e de jogos de luzes que rodavam pelo recinto. Continuaram caminhando até o andar superior, onde o numero de pessoas era muito reduzido em comparação aos outros ambientes.

Uma mesa os aguardava, com talheres, pratos, um arranjo de rosas vermelhas, vinho e taças. Ele ajeitou a cadeira de uma forma que ela pudesse se sentar. Depois ocupou seu lugar. Fizeram os pedidos, e o garçom serviu o vinho nas taças e se afastou.

– Que lugar incrível – ela disse olhando em volta. – É tão...

– Não se anime tanto- ele riu e um grito ecoou no local. Caroline dirigiu seus olhos para o palco lá embaixo.

– Boa noite vez Nova Orleans! – um negro bradou do palco, recebendo gritos entusiasmados de volta. O pessoal que até então parecia comportado, agora estava alvoroçado. O cara parecia um deus grego. – Estão preparados? O brado afirmativo fez a música agitada estrondar no local, e o cara começar a cantar.

– Isso é engraçado – Caroline encarou Klaus.

– Achei que seria interessante começar por aqui. Não se preocupe, logo ele para e tudo volta ao normal.

– Conhece ele?

Marcel? – sua pronuncia era diferenciada.


– O que traz você aqui? – Klaus disse com seu timbre acentuado.

– Pode apostar que não foram seus belos olhos verdes! – caçoou.

– Fico aliviado! – Klaus usou seu desdém. – E então como anda? Já conseguiu se ajeitar?

– Cara sou muito grato pelo que está fazendo! Me deixando ficar no quartinho da empregada e tal – disse – Mas preciso de um favor!

– Fala logo – Klaus disse –, não tenho todo o tempo do mundo.

(...) Klaus olhava cético para Marcel.

– Sério? Você quer montar um bar?

– Qual o problema? A maioria das pessoas gostam de bar! – argumentou — Vamos seja meu sócio? Eu entro com o trabalho pesado e você com a grana!

– Você sabe que não é muito bom com responsabilidades! – Klaus começou lembra-lo – Se está nesse estado é porque não leva as coisas a sério.

– Sim mãe! – o negro revirou os olhos – Se não for me dar o dinheiro, sem sermões! – se jogou no sofá.

– Tire os pés. – Klaus puxou as pernas dele, quase o fazendo cair. – De quanto precisa?

Olhando em volta ele podia ver o resultado de um velho depósito caindo aos pedaços depois de reformas, as modificações, medidas de seguranças, que haviam arrancado cheques e mais cheques do seu bolso. Marcel estivera completamente duro e sem previsões boas para o futuro. Agora anos depois, era dono de uma rede de casa de shows e bares. Mas nunca havia abandonado o que ele chamava de QG – quartel general – dali ele administrava tudo. Às vezes Klaus podia jurar que tudo aquilo só podia ser brincadeira, como Marcel havia progredido, prosperado e devolvido a grana do investimento, seria sempre um mistério. Klaus contou-lhe a história enquanto comiam.

– Você tem um amigo – ela fez piada.

– Imagine só. Um perseguidor fora da lei com amigos? – piscou para ela. Continuaram conversando sobre vários assuntos, rindo de forma leve e descontraída. Um tipo de primeiro encontro inesquecível. Ela relatou sobre os últimos acontecimentos da emissora, sobre Kol e os irmãos. Sem que soubesse como exatamente, ela se pegou contando sobre sua vida, Tyler e tudo mais de forma expositiva.

– Nos conhecemos desde sempre. Quando cheguei à fase do namoro, acabei perdendo meu pai, e nossa situação financeira já não era tão boa. A prefeita nos tolerava, mas nunca permitiria nosso namoro – riu — Além disso, a morte do meu pai acabou gerando em mim revolta, não me entedia com minha mãe, nem com o fato dela estar sempre trabalhando. Então as coisas foram ficando cada vez mais difíceis, por sorte no ultimo ano eu me concentrei, tive ajuda de alguns professores e consegui ir pra Universidade de Nova York, como já disse eu estava totalmente pirada. Cidade grande, longe de casa, longe da minha mãe. Tentei me esquecer de Tyler, me ferrei com Damon. Voltei pra visitar minha mãe, conheci o senhor Carter, ele me deu um estágio e depois eu estava substituindo a antiga apresentadora. O que era pra ser provisório se tornou mais sério. Eu tentei começar um namoro com Matt, ele estava jogando ainda pela faculdade, nos víamos raramente, mas ai veio o Tyler e começamos a nos aproximar, principalmente pelos eventos dos fundadores. Ele odiava tudo aquilo, e eu era obrigada a estar lá. Bom ai foi inevitável, começamos a namorar. Tyler brigou com os pais, mas eles já me toleravam pelo sucesso do programa.

– Foi na mesma época em que ele entrou nas dívidas. – Klaus mencionou.

– Sim. Ele sumiu e voltou inesperadamente, e lá estava você ajudando a transformar o que era complicado em uma confusão sem tamanho.

– Algo com meus olhos. – ele brincou.

– Ou seu sotaque, charme e mistério. – complementou antes de pensar, e depois ficou envergonhada. – Ok, tem alguma coisa nesse vinho. – bebeu um pouco – estou falando sobre coisas que não devem te interessar. Pior estou falando sobre Tyler, para o cara com que o trai.

– Isso faz de você uma pessoa má – ele sorriu – eu deveria dizer: nunca subestime o poder da escuridão. Até mesmo os corações mais puros podem ser atraídos.

– Isso foi péssimo – ela riu. Marcel terminou seu show, e a musica calma voltou a dominar o ambiente. Caroline não teve tempo de observar, Klaus repetiu o gesto de algum tempo atrás. Palma da mão estendida, agora um convite para dançar. Ela se lembrou da dança do macho alfa, e sorriu aceitando o convite. A pouca luz, as poucas pessoas, a musica embalando-os. Corpos próximos, a barba dele tocando o rosto dela, os braços em torno de sua cintura, e os dela em seu pescoço.

Caroline se sentiu em casa, como se seu coração houvesse peregrinado todo aquele tempo e finalmente encontrasse repouso, mais que isso... Morada. Ela não podia ter tanta certeza sobre nada, não haviam sequer tocado no assunto do dia seguinte, quanto mais para um futuro distante.

Klaus sentiu seu coração estremecer. O que sentia por Caroline parecia meio insano. Ele a notara desde o primeiro dia, mas não confessara a si mesmo. Era verdade que quando descobriu que ela era a garota de Tyler, seus instintos competitivos se afloraram. Tyler não era homem suficiente pra ela, ou isso era só um jeito dele justificar suas ações. Ele passara a pensar nela com frequência. Até beijá-la pela primeira vez, e pela segunda e uma terceira. Cada um dos beijos com suas características, forjados em circunstâncias diferentes. Todos eles vívidos em sua mente.

Uma pequena virada de ambos, e seus olhos se encontraram. Um segundo e ele se inclinou mais até que seus lábios estivessem ao alcance dos dela. Juntaram eles em outro instante. Um beijo suave, macio, calmo. Uma das mãos dela se aprisionou aos fios dele, e ele a trouxe ainda mais pra si.

...

Encerraram o jantar, refizeram o trajeto agora até o carro pessoal dele. Embarcaram, e ele começou a dirigir. Depois de algum tempo quando o trafego estava bem calmo, estendeu sua mão pra ela e entrelaçaram seus dedos. Ele beijou-a, e depositou suas mãos ainda juntas no colo.

Caroline não perguntou onde estavam indo. Sinceramente não interessava, não naquele momento onde tudo parecia incrivelmente perfeito e especial. Depois de algum tempo chegaram a uma propriedade, algum dispositivo mágico — ou um segurança — abriu o portão, Klaus conduziu o carro pelo caminho, parando-o em frente a porta da casa. Subiram os degraus, entram pelas portas em um saguão. Tudo especialmente abrilhantado por peças que chamariam atenção de qualquer louco.

Klaus a abraçou pelas costas, sentindo o corpo dela se arrepiar sobre seu toque. A respiração ficar descompassada. Ela levantou o braço de forma que sua mão tocasse seu rosto e posteriormente seu cabelo. Depois girou seu corpo no propósito de que pudessem se beijar sem incomodo. O beijo foi se intensificando, de forma que ela apertou seus ombros, quase puxando o paletó. Klaus beijou-lhe o pescoço.

– Onde fica seu quarto? – ela sussurrou. Klaus apenas a segurou no colo fazendo o caminho até lá. A colocou sobre a cama voltando a beijá-la. Livrou seus pés dos saltos e ela jogou sua bolsa num canto qualquer. Provavelmente se importaria com seu celular, mas não estava pensando muito bem.

Os olhos dele emanavam um brilho irresistível, o cheiro dele, e seu corpo forte eram sedativos. Então deixou que sua mente e seu corpo fossem levados a onde ela desejara secretamente há algum tempo.

...

O celular de Klaus vibrou algumas vezes até que ele acordasse. Desligou a ligação sem olhar, com medo de acordar Caroline.

Isso é realmente verdade? – pensou vendo a de bruços com os cabelos espalhados sobre o travesseiro, coberta com seu lençol verde escuro. De alguma forma lembrou-se dos olhos dela e de como os amava. Não só por sua cor, mas pelo que eles acendiam dentro dele. Beijou o ombro dela com delicadeza, saindo da cama e vestindo o roupão. Foi até as cortinas fechando-as completamente, para evitar que o sol a acordasse. Saiu do quarto esfregando os olhos sonolentos e com o celular nas mãos. A tela se acendeu novamente, e dessa vez ele simplesmente atendeu.

...

Caroline viu Klaus fechar a porta depois de acabar com o sol entrando pela janela. Ela se ajeitou sob o lençol, sentindo um contentamento incrível. Era tudo completamente insano. Mas ela não podia negar que fora tudo o que sempre quisera. A demora dele em retornar, acabou a deixando entediada, se levantou vestindo os trajes íntimos e a camisa dele da noite anterior, esperou mais um pouco sem sucesso. Ocupou-se em escrever um sms pra Elena.

Para: Elena

Vc e Damon estavam certos.

Eu simplesmente sou doida por ele.

Ontem a noite foi tudo incrível. Não posso

Falar muito agr, então quando puder eu ligo.

Beijos e obg por tudo...


Enviou, aguardando a confirmação de entrega. Desligou o aparelho deixando-o sobre a mesinha de canto. Usou o banheiro dele para se ajeitar, e escovar os dentes. Abriu porta tentando descobrir qual sentido pegar, optou por um e chegou até um outro cômodo. Caminhou perdida por algum tempo, sala cozinha, outra sala, biblioteca... Sua paciência foi se esvaindo.


– Klaus? Klaus? Kla... Olá, você não me escutou? – disse brava. Ele estava encarando algo em frente a lareira, de costas para onde ela entrava.

– É claro que ouvi, Caroline. Acho que NOLA inteira ouviu. – ele respondeu. – Pode aguardar um pouco? Preciso de um minuto sozinho.

– Sinto muito se está me dispensando. – ela disse indignada – Eu viajo até aqui, temos uma noite incrível e você quer um minuto sozinho?

Ele caminhou um pouco mais ficando de frente pra ela, mesmo que distante. Klaus viu toda a irritação no rosto dela, olhos arregalados indicando que ela poderia matá-lo a qualquer instante. Não pode conter sua risada.

– Isso.Não.Tem.Graça – ela disse usando sua respiração pesada, para se controlar.

– Eu sei, eu sei – ele colocou a mão na boca, piorando a situação.

– Então pare de rir – ela ordenou se aproximando. Ele se conteve a encarando com a expressão divertida. – Não sei se foi importante pra você, mais foi importante pra mim. – ela tentou usar suas táticas de autocontrole, que pareciam insuficientes a cada segundo. – Ao menos deixe sair com a minha dignidade e ficha criminal limpa daqui. – ela recuou de costas para porta encarando.

Caroline – ele alcançou-a puxando a para perto, mas ela tentou se livrar.

– Me solte. – ordenou.

Caroline. – ele tentou contê-la.

– Me solte – pediu.

– Você entendeu errado. Acalme-se. – ele a segurou pelos ombros até que ela cedesse. – Minha atitude não foi nada cavalheiresca.

– Não queiro que seja cavalheiro. – ela choramingou. – Eu queria. Droga... – bufou

– Escuta me desculpe? – ele pediu novamente beijando-a. Caroline demorou um segundo, mas cedeu. Quando se separaram ela ainda estava irritada.

– É bom que faça minhas desculpas valerem a pena. – disse – E quero uma ótima explicação.

– Eu precisava de um minuto sozinho, mas não era por estar te dispensando, ou sei lá mais o quê. Eu nunca deixaria você escapar depois de vir até aqui. – ela sorriu contra vontade.

– Então?

– Então... Recebi um telefonema.

– Um telefonema...

– Era Esther.

– Esther? – pensou um minuto – Sua mãe?

– Sim.

– Vai me contar ou não?

– Não é nada.

– Eu contei tudo sobre mim, dormimos juntos. Pode ao menos me dizer o que te deixou nesse estado? Porque não foi exatamente o jeito que pensei que seria depois de... De... Você sabe.

– Não é nada com você, já disse – amenizou o tom. – Nada que você precise se incomodar.

– Eu quero me incomodar. Quero fazer parte de sua vida. Sei que estou parecendo neurótica, e talvez tenha pensando no nome pro nosso filho e um cachorro, mas se não me vê do jeito mulher, me veja como uma amiga.

– Seu jeito é mesmo único – ele riu. – Ok. Esther me ligou, pediu pra que eu vá para Londres.

– Londres?

– Londres – afirmou – Mikael precisa de mim, mas ela não quer que eu ligue pra ele nem nada. Preciso ir até lá.

– E quando você vai?

– Não sei se vou.

– São seus pais. – ela tentou soar obvia.

– Não somos exatamente uma família feliz. – ele se levantou. – Vamos tomar café. – puxou-a pela mão indo até a cozinha.

– Mesmo assim – ela argumentou – Pode ser importante.

– Não importa agora – ele deu de ombros pegando as comidas na geladeira. – Não quando você está aqui.

– E se eu for junto?

– Quer vir comigo pra Londres? – estreitou os olhos – São meus pais, não uma viagem romântica.

– Se insinuar que sou interesseira, jogo isso em você agora. – apontou a fruteira.

– Não disse isso, e mesmo assim... Mamãe...

– Não gosta de mim? – ela concluiu. – Não tenho problemas, você vai até lá e eu fico escondida num hotel.

– Você iria mesmo? – ele questionou – Quer ir comigo, mesmo que Esther não goste de você? Está tentando me convencer a ver meu pai, mesmo sem saber se vai ser bem recebida.

– Certo, posso ficar aqui se preferir, mas quero que vá. Talvez seja importante.

Ele apoiou as duas mãos sobre a mesa, abaixando a cabeça por um tempo.

– Certo.

Notas finais
Laissez les bons temps rouler = Deixe os bons tempos rolarem. - Expressão característica da cidade de NOLA :)

Apareçam... Apareçam...

Beijos