Alternative Rerum
5 Diarios da Guerra- O Laboratório
Notas iniciais
–Droga, por que ela não me contou que era dessa época? Quem era aquele cara que dizia ser o pai dela? Por que tivemos o mesmo sonho? Foi um sonho?-. Pensava Aecio deitado em sua cama, enquanto ouvia musica no seu celular, para ser mais especifico Scorpions(No One Like You), o volume estava topado e ele estava sem os fones de ouvido, seus pais tinham saído e só voltariam em duas semanas, pois eram donos de uma grande rede de supermercados.
–Adoro essa musica, pensava Aecio-. Quando a musica mudou Wasted Years da Iron Maiden, quando ele como que automaticamente mexendo a cabeça, enquanto ouvia a musica, olhou na janela, então viu Horus e Alene, caminhando e conversando, os dois sorriam pareciam alegres.
–Ela parece esta gostando dele, droga-. Pensava Aecio enquanto começava a olhar, com um olhar de quem não gostou muito, então colocou a mão no bolso e percebeu que estava com a lista de Sebastian no bolso, então a tirou e no topo da lista estava um nome, Fritz Haber.
–Conheço esse nome de algum lugar-. Pensava Aecio, já tocando Master Of Puppets de Metallica, foi quando ele se lembrou, Fritz Haber já havia morrido, mas era conhecido, por que teve uma idéia para obrigar as tropas inimigas a sair da proteção das trincheiras e aceitar o combate a céu aberto, então, espalhou gás cloro num front perto da cidade belga de Ypres. Foi uma devastação, 5 mil desprevenidos soldados franceses foram mortos e outros 10 mil ficaram feridos. O cloro pertence ao grupo dos gases sufocantes, que irritam e ressecam as vias respiratórias. Para aliviar a irritação, o organismo segrega líquido nos pulmões, provocando um edema. A vítima morre literalmente afogada.
–Deve ter algo no Diario de Sebastian-. Pensou Aecio, quando ouviu um barulho vindo da porta atrás dele, era Sebastian, estava ali, como ele achou a casa de Aecio, entrou, ninguém sabia, seria uma habilidade, ou Aecio estava sonhando denovo?.
–Você parece conhecer o primeiro nome da lista, vai precisar-. Disse Sebastian caminhando na direção da cama, e logo em seguida se sentando na mesma.
–Como você entrou?-. Perguntou Aecio, desligando a musica, que ja tocava Psychosocial de Slipknot.
–Isso não importa, preciso de você, para riscar a lista-. Respondeu Sebastian, com um sorriso irônico, franzindo a testa, como sempre seu sorriso era calmo, é irritava qualquer um.
–Como, assim?-. Perguntou Aecio, pegando a maçã, que estava em cima da escrivaninha e mordendo a mesma.
–Você não entendeu, vou lhe mostrar-. Disse Sebastian se levantando e tirando uma pedra, rubra como o sangue, talvez um pedaço da gruta de Damásio?. Todo o cenário a sua volta começou a mudar, estavam no laboratório,onde nove cientistas conversavam, ali ele viu a ganancia tomar conta dos cientistas, que começaram a discutir, quem ficaria com a chave, uma pedra encontrada no templo de Damásio, foi quando os nove colocaram a mão na pedra, então foi como se fossem tomados por nove homens, esses nove homens era grandes nomes de épocas diferentes, e todos pareciam esta recebendo ordens de alguém, Damásio?, talvez. Seriam eles os mensageiros de Damásio? Foi quando um homem estava começando a aparecer no local, então tudo começou a distorcer novamente e de repente, eles estavam de volta ao quarto de Aecio.
–O que foi aquilo?-. Perguntou Aecio, ainda confuso, enquanto se virava para a janela é se sentava.
–Aquilo eram os verdadeiros mensageiros de Damásio-. Respondeu Sebastian, se levantando.
–Eu vi o Hitler ali?-. Disse Aecio, franzindo a testa, tentando fazer uma pergunta irônica, sabendo que o Hitler não estava ali.
–Não, você não viu-. Respondeu Sebastian, dando uma risada, no mesmo momento que começava a tocar, You Shook Me All Night Long, de AC/DC, Aecio havia colocado a não sobre o celular sem perceber, fazendo a musica começar.
Os dois ficaram por horas e horas conversando, enquanto o celular reproduzia, grandes musicas do Heavy Metal, naquele dia os dois se tornaram amigos, sim Sebastian criou uma certa afeição por Aecio, e Aecio começara a considerar Sebastian um pai, já que seu pai nunca estava presente em sua vida.
–Levarei você e seus amigos para que sejam treinados-. Disse Sebastian abrindo a porta do quarto de Aecio, e começando a descer as escadas para ir para o primeiro andar da casa.
–Porque nos?-. perguntou Aecio enquanto caminhava atras de Sebastian, que abriu a geladeira e pegou uma jarra com suco de laranja, e logo em seguida dois copos.
–Vocês acham que o destino uniu vocês atoa?-. Disse Sebastian enchendo os copo, e logo em seguida empurrando um copo para Aecio que estava escorado do outro balcão da cozinha.
–Não acredito em destino-. Disse Aecio, olhando para o suco, quando Sebastian olhou para o garoto, tinha algo né Aecio que fazia Sebastian se sentir melhor, era como se Aecio tivesse uma energia diferente.
–Mas eu sinto algo diferente neles-. Completou Aecio, com um sorriso, e logo em seguida olhando para Sebastian, que dava um gole no suco.
–E aquele seu amigo o Paul, ele parece ser bem próximo a você-. disse Sebastian, parecendo interessado na vida de Paul, fazendo com que Aecio colocasse o copo de volta ao balcão de tirasse um colar, no colar tinha um dragão enrolado né uma cruz.
–Ele e meu amigo desde que lembro estar vivo, desde crianças participamos de eventos juntos, participamos de torneios, treinamos, Parkour e kenjutsu-. Disse Aecio, dando um leve sorriso no final, como se estivesse alegre por conhecer Paul.
–Então vocês dois sabem usar uma espada?-. Perguntou Sebastian, tirando a pedra do bolso novamente.
–Sim, eu sei!-. Respondeu Aecio quando tudo a sua volta se destorceu de repente estavam em uma casa nas paredes da casa haviam varias espadas, armaduras de enfeite em todo lugar, Sebastian pegou duas espadas na parede e jogou uma para Aecio.
–Que lugar e esse?-.Perguntou Aecio, maravilhado com o local, enquanto aparava a espada.
–Essa é a minha casa!-. Respondeu Sebastian, se deixando contagiar pela alegria, e olhar do garoto, Aecio olhava para uma Armadura que tinha uma cruz vermelha no centro quando Sebastian deu um salto e tentou acertar Aecio, que rapidamente se posicionou e desviou com um salto para o lado.
–Aquela armadura, não e dos Templarios, de Assassin Creed-. Perguntou Aecio, segurando firme a espada com as duas mão e então tentando fazer um corte lateral, movimento que facilmente foi parado por Sebastian.
–Sim, comprei por que gosto do jogo e dos livros-,Disse Sebastian, Girando a espada e deixando a ponta virada para traz como se estivesse segurando uma adaga, logo em seguida girando seu corpo, fazendo Aecio ser pego de surpresa tendo somente tempo de colocar a espada na frente, frustadamente pois não conseguiu conter a força do choque e foi jogado para traz deixando a espada cair.
–Me emprestaria a armadura?-. Perguntou Aecio, enquanto Sebastian estendia a mão para ajuda-lo a se levantar.
–Claro fique a vontade-. Respondeu Sebastian, ajudando Aecio a se levantar.
–Que bom por que falta meia hora pro evento começar onde vou me encontrar com, Alene, Horus e paul-. Disse Aecio, desamarrotando a roupa.
–Quero que os leve a sua casa, os três inclusive esse Paul, quero conversar com vocês-. Disse Sebastian, tirando novamente a pedra, fazendo com que eles voltassem para a casa de Aécio.
–Você esqueceu a Armadura!-. Disse Aecio, levando a mão a testa.
–Não e aquela ali no canto?- Disse Sebastian sorrindo, e logo em seguida, desaparecendo com um Aceno de mão.
Algum tempo depois Aecio já estava no evento de parkour, sua armadura era pesada, enxergava pouco através do sombreiro, quando ouviu a voz de Horus.
–Ei idiota só tem lugar para um Altair aqui!-. Grunhiu Horus para Paul, arranco uma risada de Alene e de Aecio, fazendo com que eles percebessem que o cavaleiro templário era Aecio, então Paul e Horus trocaram olhares, como que se combinassem algo.
–Um templário!, vamos pega-lo!-, Gritou Paul, sem perceber que tinha gritado muito alto, tinham muitas pessoas fantasiadas de assassinos e templarios, a maioria das pessoas, o jogo era uma febre, as pessoas ficaram caladas enquanto olhavam Paulo, percebendo isso Paulo ficou paralisado, quando um homem vestido de templário andou um pouco e levantou uma espada, que parecia ser de plastico ou algum material não letal.
–Meu povo, tem assassinos entre nos, que querem converte-los! pegue-nos, não deixe que façam o que bem entenderem!-, gritou o homem vestido de templário, arrancando riso de todos, e fazendo as pessoas entrarem no clima, então Aecio olhou para o lado que Paulo, Horus e Alene estavam.
–Pera. Cade o Horus-. Disse Aecio, ao mesmo tempo que sentia o peso nas suas costas aumentar, era Horus havia o acertado pelas costas, as pessoas vendo aquilo começaram a lutar entre si, era uma guerra, uma guerra não mortal.
–Droga isso não é justo! Três contra um!-. Disse Aecio, tentando se rebater enquanto, Alene coloca o pé sobre sua cabeça, e era imobilizado por Paul e Horus.
–Eu sou o Mestre dos assassinos!-. Disseram Paul e Horus juntos, e logo em seguida olhando para o outro.
–Cara eu que sou o mestre dos assassinos!-. Grunhiu Horus, soltando Aecio e se erguendo.
–Só existe um mestre aqui é sou eu!-. Exclamou Paul, também soltando Aecio.
–Safadinha você em Alene, dois maridos-. Disse Aecio com um sorriso ironico enquanto, passa uma rasteira em Paul e Horus.
Todos estavam se divertindo e distraídos, mas enquanto eles se distraiam seus inimigos já entravam em ação.
–Quanto tempo levaremos para terminar?-. Perguntou o homem, misterioso, enquanto caminhava em torno de uma maquina enorme.
–Até conseguirmos, pedras suficientes para colocarmos em ação, isso levara alguns anos-. respondeu o cientista, tirando seu avental e o óculos que protegia seus olhos, era verdes, e brilhavam ao olhar para a maquina, como se estivesse orgulhoso.
–Creio, que ninguém poderá nos interromper nesse tempo. Que tal um café? Eu pago-. Disse o homem misterioso, se virando de costas e começando a andar.
–Claro, mas quem teria tamanhas habilidades a ponto de nos interromper?-. Perguntou o cientista, afrouxando a gravata.
–Os mensageiros de Damásio, eles podem ter saído da Grécia antiga onde os prendemos, ou melhor tirados-. Disse o homem, tirando um diário de dentro do terno.
–Não esta desconfiado dele esta?-. Perguntou o cientista.
–Não deveria?-.Respondeu o homem entrando em uma especie de elevador, não, não era um elevador comum, tinha as paredes mais grossas, parecia ter feito para suportar grandes pesos, e pressão.
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