Alpha High school
2 Que comece o desafio!
Notas iniciais
Uma menina de cabelo rosa e um menino loiro corriam pela cidade, estavam em direção à montanha. Eles não se importaram com nenhum plano, já que não precisaria dele caso chegassem primeiro.
–Ainda está muito longe! Mal consigo ver a montanha direito. – reclamou a menina de cabelo rosa.
–Vamos chegar lá. Jenifer, faça uns clones e mande alguns correrem em direção a montanha e os outros para atrasar o resto dos grupos. – mandou o menino loiro.
–Ah é? Você acha que é o líder, “senhor” Bruno?
–Coopere...
E os dois começaram a discutir.
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Um grupo formado por quatro meninas estava discutindo o que deveriam fazer, já que elas queriam se dividir. As três gritavam sem parar, enquanto uma estava tentando meditar com umas velas a sua volta, mas ela não estava conseguindo, então perdeu a paciência e gritou:
–TEM COMO VOCÊS CALAREM AS SUAS BOCAS?- enquanto Margô gritava seus olhos ficaram brancos, e uma brisa muito forte quase derrubou as três que discutiam.
–D-desculpa!- disse uma de cabelo roxo, seu nome era Dora.
–Foi mal, Margô. — desculpou-se Àlex.
–Não queria ter te deixado brava. — falou Ayumi.
–Tudo bem, mas agora me deixem meditar.
Margô fechou os olhos e as outras garotas começaram a falar em um tom de voz normal.
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A equipe que mais tinha avançado contava com a ajuda de Carol, uma ótima estrategista. Porém, não se sabia como ela era em combate.
–Então, o melhor é não partir para o ataque, e sim só chegar na montanha e pegar a bandeira antes de todo mundo. Eles provavelmente vão lutar entre si. — declarou Carol.
–Eu posso tentar te deixar invisível por um tempo... E a... A Clara pode nos levar enquanto voa, não é?- perguntou Misaki.
–Acho que eu posso sim... Caso não estejam muito gordinhas!
As três riram e andaram em direção à porta. Misaki tocou em Carol por um bom tempo, e ainda segurava seu braço enquanto Clara as segurava pela camisa.
–Não solte meu braço, se não vai ficar visível.
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Jonn, Jony, Kaike e Toledo estavam quase perto de Bruno e Jenifer. Eles queriam alcançá-los, mas foram surpreendidos por clones de Jenifer. Eram muitos, cerca de quarenta.
–O que fazemos agora, cara?- perguntou Jony.
–É, o que fazemos, cara?- perguntou Kaike.
–Simples, caras. Ataquem e destruam!- respondeu Jonn.
–Cara para lá, cara para cá... Que idiotas!- reclamou Toledo.
Jony tocou em uma rocha e ficou com a pele igual à dela. Começou a bater nos clones, e alguns contra-atacaram com uma espada. Ele derrotou dois em pouco tempo.
Jonn se transformou em Jenifer, pois conseguiu ver a sua aparência através dos clones. Começou a se multiplicar. Conseguiu fazer dez clones dele, que destruíram outros dez de Jenifer.
Kaike controlou a terra e abriu um buraco enorme no chão, vários clones caíram lá. Depois controlou a terra novamente e fechou o buraco.
Toledo bateu com toda a sua força nos clones e deu vários golpes como socos, chutes e cabeçadas. Com isso, todos os inimigos foram derrotados, e o grupo deles continuou a jornada.
–Droga! Já está quase de tarde, precisamos ir logo. — falou Jonn.
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O grupo de Elena, Lucy e Jake já estava próximo de Clara, Carol e Misaki.
–Tem alguém na nossa frente. — disse Lucy.
–Quem? Como você pode saber?- perguntou Elena.
–Não sei quem, mas eu posso sentir o calor corporal, que toda pessoa viva possui.
–Vamos descobrir quem é, então. – falou Jake.
Jake fez uma esfera de gelo, que prendeu os inimigos. Lucy derreteu o gelo, fazendo com que Clara, Misaki e Carol caíssem e ficassem visíveis, já que as asas de clara congelaram. Elena, Jake e Lucy ficaram em posição de ataque.
–Olá, então vocês são o grupo com mais portadores de elementos naturais? Prazer, meu nome é Carol e essas são Clara e Misaki.
–O que vocês querem?- perguntou Elena.
–O mesmo que vocês, ganhar. Podemos nos unir para derrotar os outros times. O que acham?
Jake, Elena e Lucy se olharam.
–Eu acho que vai ser bom para a missão. — disse Jake.
–Pra mim tanto faz. — falou Lucy.
Os dois grupos, agora unidos, continuaram a caminhar. A montanha estava tão longe...
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Marcy e Monerk estavam conversando sobre como iriam utilizar seus poderes, enquanto Alice estava ajeitando seu uniforme e passando um batom em um tom berrante de vermelho.
–Maaaaarrrcccy! O batom ficou bom?- perguntou com uma voz preocupada.
–Ficou ótimo, Alicinha... AGORA NOS AJUDE!- gritou Marcy.
–O-Okay, Marcy.
–É o seguinte: vamos abrir um portal, o que pode demorar um pouco. Vai dar em um lugar mais ou menos perto do mastro. Talvez cheguemos lá antes do amanhecer. — falou Monerk.
–Mas e seu eu precisar trocar de roupa, ir ao banheiro ou coisa assim? Vai ter como fazer um portal de volta pro banheiro?
–Entenda Alice, é muito difícil abrir um portal. Vamos ter que nos concentrar muito, e não vai ter como fazer isso de novo tão cedo. Se você quiser ir ao banheiro na hora da caminhada você vai fazer xixi no matinho ou no balde. — disse Marcy.
–Posso levar uma roupa fashion? Ela é prática e boa para ocasiões como lutas!
–Pode Alice, pode.
–Uhuu! Tenque ú, Marcinha!
–É “thank you”. — corrigiu Monerk.
–Você tem vida? Se tiver, cuida dela!- gritou Alice.
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–Estão nos alcançando. — disse Bruno.
–Droga! Derrotaram todos os meus clones.
–São muitas pessoas, acho que dois grupos se uniram. Melhor fugirmos.
Bruno fez uma barreira que iria bagunçar com o tempo e espaço de quem atravessasse ela.
–Vamos rápido!- ordenou Jenifer.
–Sim, “senhora”.
–Cala a boca!
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–Consegui um contato! Podemos viajar no mundo espírita até um lugar bem perto do mastro, depois só precisaremos andar um pouco.
–Boa, Margô!- elogiou Ayumi.
–Mas prestem atenção: não abram os olhos ou falem qualquer coisa enquanto estiverem nesse mundo, caso contrário vão ficar presas lá!
–Por mim tudo bem. — falou Álex.
–Acho que estamos atrás de todas as equipes... Foi bom você ter conseguido contato. — disse Dora com um sorriso.
Margô fechou os olhos e falou uma frase em latim:
“Spiritus enim mihi est in conspectu tuo, et in itinere vestr. Ignition oro, opus pietatis et misericordiae tuae. Laudamus te, spiritus indulgentiam.”
(Tradução: “Que os espíritos me permitam entrar em vosso mundo e desfrutar de vosso caminho. Eu imploro vossa ascensão, necessitamos de vossa gentileza e bondade. Louvamos-nos, ó espírito da bondade.”).
Uma luz forte surgiu, e as quatro desapareceram.
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Os grupos A e B, que se uniram, estavam bem focados em chegar no mastro. Clara voava, carregando Misaki, Elena também voava, de uma maneira diferente: dentro de um furacão. Jake deslizava no gelo, e às vezes Carol escorregava nele. Pouco tempo depois Lucy derreteu uma parte do gelo, e Carol ficou presa lá.
–Isso já está me irritando!- gritou Lucy. Todos olharam para ela.
–Até quando acha que vai nos enganar? Eu sei o plano de vocês. Não têm coragem para lutar?- perguntou Lucy, Carol começou a rir.
–Você acha que eu estou fugindo de uma luta? Talvez, mas na verdade o que eu fiz foi simples: adiantei meu grupo. Apenas eu estou aqui. Clara e Misaki já passaram nossa frente faz tempo, e elas vão pegar a bandeira.
Helena e Jake encararam Carol. Lucy estava com muita raiva, que seu cabelo começou a virar fogo.
–Estapeiem aquelas retardadas, já que vocês são os mais rápidos. Eu vou dar uma surra nessa daqui. — disse Lucy.
Carol sorriu e tirou uma espada de ouro (sabe-se lá de onde).
–Pode vir!- assim que Carol disse isso, Helena e Jake correram em direção à bandeira.
Lucy estava com os cabelos e os punhos em chama. Fez um círculo de fogo, que se transformou em paredes de brasa.
–Você vai se arrepender, Carol!
E as duas começaram a se enfrentar.
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