Alone In The World Of Whispers In Dark

11 Capítulo X - Resistance training or Suicide traini


Notas iniciais
Ohayo Minna-san!!^^
Desculpe a demora, estou sem internet e agora a tela do meu pc deu pau, então nem poder escrever eu to podendo, só aqui no meu trabalho mesmo!!x.x"
bem, espero que gostem desse capitulo, que eu dedico as minhas duas melhores amigas que estão fazendo aniversário nesse mês, e pra todos que fazem aniversário nesse mês também!^^
então, bom proveito!xD

Capítulo X – Resistance training or Suicide training?

Acordei quando estava quase dando meio dia, levantei com muito sono e fui tomar um banho, tudo indicava que seria um dia normal, pena que não foi assim.

Depois do banho, troquei de roupa e acordei as duas dorminhocas, pois Lett já estava acordada e mexendo no PC.

Fomos tomar café da manhã e ficamos conversando. Depois do almoço, recebo uma ligação de Krator.

— Alô? – fala ele no telefone.

— Quem é? – pergunto.

— É o Krator, preciso que você e as meninas venham na minha casa para treinarmos um pouco.

— Como você descobriu meu numero? – pergunto brava.

— Não é hora pra isso, depois eu explico, vão até o palco na praça as 15h em ponto, entendeu? – fala ele.

— Sim...Tchau – digo antes de desligar.

Vou até a sala onde as meninas estão assistindo TV e digo que temos que ir à praça às 15h.

— Por quê? – pergunta Bih-chan.

— Não sei, o Krator não disse... – digo olhando para ela.

— Bem, então vamos ao palco às 15h né, fazer o que... – diz oka-san deitando no sofá.

— Oka-san, também quero sentar, pô! – digo olhando para ela com uma cara brava, mas rindo – Senta aí!

— Ahh nãããooo!! – diz ela se esparramando mais ainda no sofá.

— Uma vez folgada, sempre folgada! – diz a one-chan abraçando uma almofada enquanto ri.

— Nossa, valeu hein! – diz ela dando um tapa no braço da Bih-chan.

— Ow! Se me bater de novo eu te denuncio pro IBAMA! – diz ela fazendo cara brava.

— Porque IBAMA? – pergunto levantando as pernas da oka-san e sentando, colocando as pernas dela em cima do meu colo.

— Por causa da violência contra os gatos! – diz ela encarando a oka-san com raiva.

Depois que ela fala isso eu e a oka-san caímos na risada. Ficamos conversando por um bom tempo até a Lett se juntar a nós e ficarmos falando sobre outras coisas. Quando deu 14h 30min nós nos arrumamos e fomos para a praça. Chegando lá esperamos um pouco e depois de uns 5 minutos Krator e seus amigos chegam com um tipo de carro bem pequeno.

— Vão caber todos aí? – pergunto encarando o carro com certa duvida.

— Cabe sim! – diz Krator sorrindo malignamente – Vamos? – diz abrindo a porta do carro.

Quando eu entro o carro parece ter virado uma limusine, fico encarando o carro por dentro e me sento num dos bancos. Quando todas entram, ele fecha a porta e senta no banco do motorista.

— Se segurem, vão precisar! – diz ele antes de engatar a marcha e pisar fundo no acelerador.

O carro parecia voar, e eu sentia o tempo todo que iríamos bater nos carros, motos, caminhões, ônibus e até bicicletas que passavam velozes do nosso lado. Saímos da cidade e pegamos uma estrada de terra que eu nunca havia visto. Depois de alguns minutos de subida comecei a ver uma casa grande. A casa era de dois andares, era toda branca e cheia de janelas.

O carro estacionou e nós descemos, a casa, pra mim era muito maior ainda, por causa do meu tamanho. Abri a grande porta de entrada e entrei na casa. No hall tinha duas escadas grandes, uma de cada lado. Depois das escadas tinha um longo corredor, que era preenchido por vários quartos. No centro das escadas, em baixo do corredor havia uma grande porta que dava na cozinha, na cozinha a porta dos fundos dava no grande pátio que havia. Dentro da casa, no hall havia duas portas. A da direita dava na sala de estar e da esquerda dava na sala de jantar. Sob o grande tapete havia um alçapão escondido que dava na sala de jogos e no estúdio. No corredor, na grande porta que dava de cara para a entrada da casa era o quarto de Krator. No lado direito do corredor era a ala de quartos masculinos e a esquerda de quartos femininos. No teto, em cima do quarto de Krator havia um alçapão que dava no sótão.

— Uau! – digo girando em cima do tapete olhando para todos os lados e olhando para o grande lustre que havia lá.

— Bem, essa é nossa casa! – diz Krator abrindo os braços para a mansão – Fiquem a vontade, os gêmeos Keiichiro e o Tôuji vão mostrar onde ficam seus quartos.

— Peraí, nossos quartos? – pergunto encarando ele.

— É já falei com seus pais e vocês vão passar uma semana aqui em treinamento básico de inicio. – diz ele com o sorriso maligno dele estampado na cara.

— Como você conseguiu convencer nossos pais? – pergunto a ele.

— Tenho minhas manhas! – diz ele com um sorriso maligno que eu me arrepiei inteira.

Nós seguimos os três subindo as escadas, viramos para o corredor da esquerda e vimos vários quartos. O ultimo quarto, que era o da ponta, era o banheiro. Do lado direito do banheiro tinha o quarto da Lett e em seguida o da Bih-chan. Em frente ao da Lett tinha o da oka-san e depois do dela o meu.

— Entrem e arrumem as suas coisas, espero que gostem da sua estadia aqui! – diz Tôuji-kun num tom frio e vira indo embora sendo acompanhado pelos gêmeos.

— Eu to começando a ficar com medo do Tôuji-kun! – digo baixinho para as três que riem baixinho, o que é bem difícil para elas.

Entrei no meu quarto e ele era todo cinza, tinha uma janela do lado do criado-mudo e depois da janela havia o guarda roupa. Do lado do criado havia uma cama de casal(ninguém sabia o porque).

— Da pro gasto! – digo encarando o quarto.

Vou até a janela e olho por ela, vendo uma grande e densa floresta até onde alcançava a vista. Saio do quarto e vejo as três conversando no corredor.

— O que houve? – pergunto a elas.

— Estávamos pensando como ele conseguiu convencer nossos pais a deixar nos deixar dormir na casa de um estranho! – fala Lett.

— É, eu também não sei como ele fez isso! – digo olhando para o corredor e continuo caminhando indo na direção das escadas.

— Aonde você vai? – pergunta oka-san me alcançando.

— Vou explorar a casa! – digo rindo.

Desço as escadas com elas me seguindo, no hall estava o Tôuji, Izumi e a Isuzu discutindo sobre algo. Mas quando chegamos perto eles param de discutir e nos olham.

— Que foi hein? – fala a Isuzu me olhando.

— Nada, não posso mais olhar não? – respondo começando a ficar brava.

— Não, não pode! – diz ela com sarcasmo na voz.

— Sua... – digo indo pra cima dela, sendo segurada por Bih-chan e Lett.

— Melhor não Eri! – diz Lett.

— É, não suje suas mãos com gente dessa laia! – diz Bih-chan com um sorriso maldoso na cara e falou só para eu ouvir – Depois descontamos!

Abri a porta da cozinha e ela era enorme. Tinha um fogão daqueles que só se vê em restaurantes chiques. Pra mim, que sou a maior fominha do planeta, era o lugar mais lindo do mundo! Seguimos a cozinha e demos de cara com a porta dos fundos, abri-a e sai da casa. La havia um pátio enorme, do lado direito havia uma piscina com um tobogã gigante. Do direito havia uma quadra de tênis e um campo de futebol. No centro havia varias mesas com guarda-sóis. Voltamos para dentro da casa e fomos para a porta da direita do Hall, que dava na sala de estar. La era grande e tinha varias tapeçarias de outro mundo. Numa delas a descrição era de outra língua e a parte traduzida falava: “Planície do mundo Etherium”. Tinha varias armaduras também e uma mesa no centro, em volta da mesa havia vários sofás e uma grande lareira com fotos de todos em cima. Voltamos para o Hall e de lá fomos para a sala da esquerda que dava na sala de jantar. Entramos e lá havia uma mesa de quatro lugares, um armário com os talheres, pratos e copos. Do outro lado do armário havia um grande quadro dos seis, isso incluindo o misterioso garoto do capuz. Nós saímos de lá e vimos Yetora.

— Meninas, daqui a meia hora vai ser o lanche da tarde! Subam e se arrumem, vai ser no pátio. – diz ela e some em seguida.

— Ela me dá medo! – digo olhando para onde ela havia sumido.

— Então vamos lá nos trocar né! – diz Jade subindo as escadas e indo para seu quarto.

Letícia e Bianca a acompanham. Eu as vejo subindo e subo também, estava passando na frente do quarto de Krator e vejo algo brilhando. Como sou curiosa até demais entro no quarto. Era todo negro, tinha uma cama de casal ao lado da janela e um armário lotado de livros na frente da cama. Do lado esquerdo da cama havia uma escrivaninha cheia de papeis. Eu encaro o quarto procurando a coisa que brilhou. Quando eu piso em cima do tapete, no meio do quarto uma escada cai em cima de mim me derrubando. Eu xingo tudo e quando olho para cima eu vejo um alçapão aberto.

— Deve estar lá dentro! – digo subindo a escada com os olhos brilhando.

Quando chego lá em cima vejo um local totalmente empoeirado. Estava cheio de caixas, baús e armários lá dentro. Um baú em particular me chamou a atenção, puxo o alçapão de volta fechando a passagem e ligo a luz só para dar uma iluminação a mais. Vou até o grande baú empoeirado e tento abri-lo. Por sorte minha, ou não, ele estava trancado a cadeado. Começo a procurar pelo lugar inteiro a chave e quando eu finalmente acho vou até ele e o abro. Lá dentro havia milhares de livros, cartas e pergaminhos velhos. Começo a olhar para ver se encontro algo interessante. Acho alguns pergaminhos falando sobre como controlar os elementos, coisas bem bizarras assim. Vejo umas cartas de amor para alguém, mas nunca eram mandadas, e tinham uma assinatura que eu acho que já havia visto em algum lugar. Continuo vendo as cartas e vejo algumas que a assinatura era diferente. Pego algumas delas para tentar ver de quem é e escondo dentro da camisa. Quando já estava saindo, vejo um grande e grosso livro com capa de couro no baú. Pego ele e começo a examinar. Tiro a poeira e vejo que o titulo era: “Etherium, uma história”. Aquele nome não me era estranho. Então peguei o livro, fechei o baú, escondi a chave e fui até meu quarto. Lá guardo o livro, os pergaminhos e as cartas na minha bolsa. Troco de roupa rápido e vou até o lanche. Chego ao pátio e todos já estão sentados comendo.

— Olha aí a atrasada! – diz Isuzu me provocando.

— Sente-se Eri-san! – diz Krator.

Na mesa redonda estava nessa ordem, no sentido horário: Krator, Isuzu, Izumi, Yetora, Tôuji, Lett, Bih-chan, Jade e mais duas cadeiras.

— Cadê o garoto do capuz? – pergunto enquanto sento do lado da oka-san.

— Ele foi a uma missão para mim, disse que ia tentar chegar no horário! – diz Krator rindo.

— Tenho que contar uma coisa pra vocês! – sussurro para a oka-san.

— Ok!

Depois do lanche nós vamos todos a sala de estar. Sentamos todos nos sofás e Krator na poltrona.

— Bem, tenho que explicar umas coisas pra vocês quatro, podem nos dar licença? – pergunta Krator aos outros.

— Claro Krator-sama. – dizem todos e saem da sala.

— Bem, como estava dizendo, preciso explicar algumas coisas, como por exemplo: Vocês não podem sair da casa sozinhas, tenham sempre alguém com você; Não podem sair depois das 7h da casa, nem acompanhado!

— Por quê? – pergunto olhando para ele.

— Pois essa casa é no meio dos mundos, então conseqüentemente, os akumas tem que passar aqui para poderem ir ao seu mundo. Então aqui tem muitos akumas e outros “animais”! Bem, voltando: Também não podem treinar qualquer hora, só na hora do treinamento, sem abusar de seu próprio corpo o sobrecarregando! Hum... Por enquanto é só isso, qualquer coisa eu aviso de novo! – diz ele sorrindo maldosamente de novo – Agora vamos lá fora que vai começar o treinamento básico!

Nós cinco vamos para o pátio que agora esta sem mesa alguma, sem os gols do campo de futebol, sem a rede da quadra de tênis e sem o tobogã.

— Bem, a primeira coisa que vocês precisam saber é que seu corpo é feito de matéria física e matéria espiritual. A física é seu corpo e os golpes que são como socos, chutes e coisas assim. A matéria espiritual é mais complexa. Por isso que ela tem certo limite. São golpes que você enriquece seu corpo com a matéria espiritual, tanto para defesa quanto para o ataque e sua alma! Alguma pergunta até agora? – pergunta ele para todos nós que estávamos sentados de frente para ele – Não? Ótimo! Então vamos começar com simples golpes!

— G-golpes? – pergunta oka-san olhando para ele desconfiada.

— Sim, golpes! Acompanhem-me! – diz ele.

Ele começa a andar e vai nos levando para dentro daquela floresta. Chegamos numa clareira depois de certo tempo. Na clareira tinha quatro troncos fincados no chão.

— Certo, a primeira tarefa de vocês é simples e fácil!! – diz ele com um sorriso, que parecia diabólico como sempre.

— E que tipo de tarefa é? – pergunta Bih-chan.

— Bem, cada uma vai ter uma tarefa diferente. E um supervisor! – diz ele e vindos do nada aparecem Isuzu, Izumi, Tôuji e Yetora – Eles vão ajudá-los também. Bem, a Eri-san vai vir comigo, Yetora vai cuidar de Bih-san, Isuzu e Izumi vão cuidar da Jade-san e Tôuji-kun vai cuidar da Lett-san. – diz ele e com a mão me manda acompanhá-lo.

Nós vamos indo cada vez mais adentro da floresta e quando eu vejo já estamos numa cachoeira.

— Aqui vai começar seu treinamento, Eri. Você vai ter um treinamento simples e fácil mas antes preciso que você me responda uma pergunta para começarmos! – fala ele.

— Pergunte! – falo encarando-o.

— O que é mais importante pra você? – pergunta ele sentando numa pedra grande que havia ali.

— Como assim? – pergunto.

— Bem, o que é que você faria sem hesitar, não importando o que acontecesse! – diz ele.

— Depende! – digo.

— Ok, vou dar uma dica para você entender a pergunta! O que é mais importante para você? Entre tudo o que você tem o que é mais importante na sua vida?

— Hum, bem pra mim o mais importante são meus amigos! – digo o olhando desconfiada.

— E o que você faria se acontecesse algo com eles? Iria salvá-los não importando o que acontecesse ou iria pedir ajuda?

— Iria salvá-los, óbvio! – digo com certeza na voz.

— E se eu mandasse você não fazer nada sozinha e ir buscar ajuda?

— Eu não iria seguir as suas ordens ora! – digo começando a ficar irritada com aquelas perguntas, afinal o que ele queria com aquelas perguntas?

— Certo... Você passou no teste! Você tirou oito pontos de 10 nesse teste! – diz ele levantando sorrindo.

— Hã? – falo não entendendo.

— Bem isso era um teste para ver se você só se importava consigo mesma ou com os outros! E você se importa até demais com os outros e não se importa nem um pouco consigo mesma! – diz ele.

— Er... Mas o que isso tem a ver com o treinamento!? – falo olhando para ele.

— Bem, agora vamos treinar!

— Ei me responde! – falo.

— Você vai ter que correr pela propriedade inteira com pesos de 50 kg em cada membro, um em cada braço e um em cada perna! – diz ele tirando da bolsa dele duas munhequeiras pretas e duas munhequeiras grandes, que deviam ser para as pernas – Coloque isso.

— ¬¬ “E ele não me respondeu, que merda!”– penso colocando as munhequeiras.

— Ótimo, agora me acompanhe! Se você não conseguir me acompanhar você vai ter que pular corda 100 vezes e não ira ter jantar! – diz ele e sai correndo.

Começo a correr atrás dele mais aqueles pesos estava acabando comigo, tudo começou a doer em alguns minutos e eu comecei a passar mal. Mas eu não poderia desistir e comecei a forçar meu corpo.

Enquanto isso, com Yetora e Bih-chan... (obs.: agora sou eu, a autora que vos fala que vai narrar!!xDD)

Yetora leva Bih-chan para um terreno estranho, onde tinha de tudo menos vida.

— Aqui foi o local onde eu quase morri, vai ser um bom local para treinamento! – diz ela olhando para o local desmatado pelo fogo.

— Er, se me permite perguntar Yetora-san, o que exatamente vamos treinar? – fala ela, arqueando uma sobrancelha.

— Sua resistência, só isso! – diz ela e tira uma katana que estava em suas costas e a retira da bainha, e a katana começa a pegar fogo.

— Er, pra que a espada? – fala Bih-chan hesitante.

— Para o treinamento ué! Krator-san falou que posso lhe treinar do jeito que eu quiser, e pra mim o melhor jeito de se treinar é como no ambiente natural da Terra, ou você come ou é comido! – fala Yetora com um olhar e sorriso maligno – Melhor você desviar, o primeiro é só de brinde! – diz ela antes de avançar.

Bih sai correndo e quando desvia uma “pequena” cratera flamejante se forma onde ela estava. Ela se surpreende e corre ainda mais. Yetora sai correndo atrás dela tentando a acertar a qualquer custo, acabando com a sua resistência.

Com Izumi, Isuzu e Jade...

Eles foram até o coração da floresta, lá era cheio de arvores e animais para todo lugar que você olhava.

— Bem, vamos começar seu treinamento de resistência, ou devo chamar de treinamento de sobrevivência? – diz Isuzu com um sorriso maldoso no rosto.

— Uh-hum... – pigarreia Izumi (não sei como fazer um pigarro!x.x) – Bem, vamos ao treinamento! Você deve sobreviver a esses animais aqui! – fala Izumi abrindo os braços.

— Me desculpe, mas como? – fala Jade olhando-o.

— Bem, os animais não estão acostumados com “invasores”, e foram treinados por Krator-sama para atacarem qualquer um não autorizado, e bem, vamos dizer que não autorizamos você! – diz Isuzu.

— E como eles vão saber se eu sou mesmo autorizada ou não? – pergunta Jade, chegando perto de uma arvore e encostando-se a ela.

— Bem, vamos atacar você, só isso! – diz Isuzu e sua cara maligna.

— Ah ta... Espera ai, como? – diz Jade a olhando assustada.

— Bem, Krator-sama nos mandou treinar você da maneira que nós desejarmos, e cá entre nós, eu adoro esse tipo de treinamento! – fala Isuzu se colocando em posição de ataque.

— Vamos lhe dar 1 minuto de antecedência! Pode pegar qualquer coisa para se defender, você tem que sobreviver e chegar na mansão até as, bem agora são 15h... Então você tem que chegar lá até as 18h! – diz ele olhando no relógio de seu pulso – E vai começar em três, dois, um... Começou seu um minuto! – diz ele.

Jade sai correndo para o lado oposto da casa, assustada e sem saber o que fazer para sobreviver aquele treinamento louco!

Com Tôuji e Letícia...

Eles vão andando até chegarem ao pé de uma montanha.

— O que vamos fazer? Que tipo de treinamento vai ser? – pergunta Letícia olhando da montanha para Tôuji.

— Bem, Krator-sama me falou para lhe treinar do jeito que eu quiser, então vamos escalar, pois eu amo escalar. – diz ele sério.

— Você bebeu? – pergunta Letícia brava – Olha o tamanho dessa montanha, e cadê o equipamento de escalada?

— Bem, como você é iniciante, eu vou lhe amarrar essa corda na cintura e a outra ponta na minha cintura e vamos escalar! – diz ele enquanto amarra a corda em ambos e logo em seguida começa a escalar.

— M-mas...? – diz Letícia olhando da corda para ele – Ah, tomate cru!! – fala ela brava. (se vocês não entenderam o tomate cru, é uma frase da própria personagem, mas se quiserem entender o significado leiam rápido tomate cru e tiram o “e” do tomate! xD)

Eles começam a escalar e depois de alguns minutos as mãos de Letícia começam a tremer muito e a suar, e quando ela olha para elas, já estão com alguns machucados. Ela começa a ofegar por causa da altitude e sua visão começa a embaçar. Mas ela começa a forçar seu corpo para não se machucar, pois a altitude já era elevada.

Depois de algumas horas...

Todos estavam na casa, já havia dado 17h30 e nenhuma das quatro haviam chegado a casa. Alguns estavam preocupados, outros felizes. Depois de vinte minutos, uma “derrotada” e cansada Bianca chega junto com Yetora.

— Ora, meus parabéns por passar no teste! – diz Isuzu.

— Valeu... Eu acho. – diz Bianca e entra na casa, se arrastando – Ninguém terminou ainda? – pergunta enquanto se esparramada no sofá.

— Não. – diz Izumi.

Na mesma hora se escuta uma pequena, mas alta discussão lá fora.

— É, mas precisava me fazer subir aquela montanha? – grita Letícia.

— Era um treinamento oras! – diz Tôuji entrando e sentando num sofá.

— Mas mesmo assim! – diz Letícia e senta ao lado de Bianca.

— Agora falta só a Eri e a Jade! – diz Bih.

— Elas ainda não chegaram? – pergunta Letícia.

— Você não viu que elas não chegaram!? – fala Isuzu com tom sarcástico.

— Era uma pergunta retórica! – diz Letícia.

— Caaaaaalma, caaaaaalma... – Diz Bih passando a mão na cabeça da amiga, recebendo uma careta em resposta.

Enquanto isso, não muito longe dali, num local da floresta...

Jade corria, fugindo de mais alguns animais revoltados quando se depara com um urso. Ele a ataca e não tendo escolha ela abaixa, e pensa em correr, mas quando vê esta cercada de animais.

— “Pronto é o meu fim! Morta numa floresta por animais, que lindo!” – pensa ela.

Quando os animais atacam, o garoto do capuz aparece de repente e a pega no colo a resgatando deles.

— Mas o que...? – fala ela sendo carregada por ele.

Mas ele não a responde, ela apenas vê um pequeno sorriso brotar em seus lábios. Ela fica vermelha por estar sendo carregada. Ele sai correndo e chega num local mais afastado daquele onde estavam antes e a coloca no chão.

— Obrigada, mas porque você me salvou? – pergunta ela o olhando, ainda vermelha.

Ele não a responde e aponta para trás dela, ela se vira e não enxerga nada.

— O que tem ali? – pergunta ela, mas ele já havia sumido – ...Acho que ele quer que eu siga por ali. – fala ela consigo mesma e começa a ir à direção que ele falou.

Depois de uns 10 minutos ela chega na casa, onde todos estão ali esperando.

— Ainda bem que você chegou!! – diz Bianca e Letícia correndo e a abraçando – Estamos preocupadas com a Eri...

— Por quê? Cadê ela? – pergunta Jade.

— Bem, o Krator chegou faz um tempo, ele falou que estava correndo como sempre e ela estava o seguindo, mas quando ele olhou de novo ela estava caída, e ele tinha avisado a ela que não iria esperar! – fala Letícia olhando de um lado para outro.

— Eu não acredito, nessa floresta a um monte de animais perigosos, alem dos akumas! – fala Jade.

— Animais perigosos? – perguntam as duas ao mesmo tempo.

— É, meu treinamento foi fugir deles! – fala ela – Só espero que ela fique bem!

Enquanto isso, com Eri...

Eu estava perdida, confesso que não fazia idéia pra onde eu estava indo, nem como ainda estava conseguindo andar com aquelas dores. Agora a pouco eu havia fugido de um lobo faminto, isso é normal? Acho que não. Depois de mais um tempo correndo eu chego ao pé de uma montanha.

— Tinha uma montanha aqui? – olho para a montanha surpresa – Achou que não!

Penso um pouco e começo a escalar uma árvore que havia ali perto, se eu estivesse em um lugar alto poderia ver a casa! Quando eu chego ao topo, vejo que estava o tempo todo me afastando cada vez mais da casa. Quando desço da arvore vou correndo em direção a casa. Torcendo para não ter dado 18h ainda. Passo pela cachoeira, pela clareira, e finalmente chego a casa. Quando chego lá todos estão fora da casa me esperando pelo jeito, só que na hora que as meninas chegam para o abraço, eu simplesmente não agüento e caio de joelho no chão.

— ERI? – grita Letícia correndo em minha direção e me ajudando a levantar.

— C-calma, é só cansaço! – digo rindo um pouco.

— Eri já deu 18h há cinco minutos, você não vai ter janta hoje! E vai ter que pular corda 100 vezes com os pesos ainda hoje, ou seja, agora! – diz ele sorrindo.

— O-ok! – digo segurando a raiva – “Seu demônio em forma de pessoa!!!!!” – penso quase explodindo de raiva.

— Aqui esta a corda! – diz Isuzu com um sorriso maligno.

Pego a corda da mão dela e começo a pular.

— Bem, vamos jantar! – diz Krator entrando e “mandando” os outros entrarem.

Enquanto eles jantavam, eu estava quase me matando de tanto pular corda. Quando eu finalmente acabei de pular, acabei não agüentando e desmaiei lá fora.

Notas finais
Então pessoinhas do meu kokoro!!!Gostaram? Ficou ruim?!
Bem, sinceramente espero que tenha ficado bom!^^
o proximo capitulo se chama:
Capítulo XI - The Book of Worlds!
Até, acho que no dia 25 de fevereiro vou postar esse capitulo pra vocês, pois tenho que pegar o windows seven pra continuar!x.x
beijos
jane ^^