Alone In The World Of Whispers In Dark
6 Capítulo V - Incomplete
Notas iniciais
Capítulo V – Incomplete
Mais tarde no mesmo dia eu acordo, olho no espelho da sala e vejo as olheiras que haviam se formado embaixo dos meus olhos. Vou até o banheiro e tomo um banho tentando relaxar e esquecer o que havia acontecido a tarde, mesmo sendo impossível. Depois do banho eu vou até o quarto e troco de roupa indo para o computador logo em seguida. Entro nas minhas coisas e depois começo a arranjar coisas para fazer já que nunca tenho nada para fazer em lugar algum. Começo a jogar uns joguinhos estranho para me distrair.
— *Como sou inútil, todos lá se divertindo e eu aqui como sempre sozinha sem nada para fazer...Na classe, no grupo, em casa...Será que eu não me encaixo em lugar algum?* — penso começando a ficar triste de novo – * acho melhor eu parar de pensar nisso, se bem que não tem muitas coisas no que pensar aqui...Como será que é ter um amigo imaginário? Será que é que nem como eu fico falando com o Demo-kun!? Acho que sou uma pessoa em estado de depressão permanente, nunca fico melhor, nunca meu pensamento muda, quando estou com as pessoas eu não penso nisso, mas é só eu ficar sozinha que lá estou eu pensando nessas coisas de novo, acho que essa é a rotina da minha vida, nunca muda, nunca terei alguém para confiar...e já voltei a pensar nisso que saco!!!!* — começa a bater na própria cabeça – Porque eu não me mato de uma vez?! Será que eu sou tão anormal assim por isso que ninguém vira meu amigo mais, por isso que as pessoas preferem passar o tempo até com quem elas detestam ao invés de passar 5 minutinhos que sejam comigo!? Será que eles não percebem que eu também tenho sentimentos!? – começa a lacrimejar – Que saco, acho que o melhor mesmo é se matar nessa droga de vida...Não vai fazer falta para ninguém mesmo, que vai se lembrar de mim!? E lá estou eu de novo chorando...
Depois de alguns minutos minha crise de choro e de emo passa de novo, fazendo eu ficar olhando para o nada. Fico pensando se tem alguma coisa para eu fazer, até estudar eu aceitaria, e olha que eu não falo isso todo “dia”(significa que eu não falo isso nunca!)! Mais para meu azar eu já tinha sido obrigada a estudar e a fazer todas as minhas tarefas, resultando em alguém sem nada para fazer até as 4 horas, onde eu iria para a aula de Educação Física, pelo menos lá eu teria algo para fazer e pararia de pensar nisso pelo menos por uma hora. Vou me arrumar as 3 horas já que cansei de não ter nada para fazer, depois de trocar de roupa desligo as coisas, pego o material e escutando musica vou de bike para o clube seis, onde o professor nos dava a aula.
Depois de menos de 5 minutos chego lá e trancando a bike desço as escadas e vou para dentro do clube, lá dentro tem tipo um “estádio”. Sento na arquibancada ouvindo musica esperando a aula começar. Logo depois o professor nos chama para dentro da quadra.
— Hoje nós vamos jogar um jogo chamado nunca três! É simples, vamos espalhar duplas, e vai ter o pegador e a pessoa que vai fugir, o pegador vai correr atrás dessa pessoa e ela tem que entrar na frente de uma dupla, a segunda pessoa da dupla, a que esta atrás vai ter que sair correndo atrás do antigo pegador, e assim continua o jogo! – diz o professor.
Então todos fizeram as duplas e começou o jogo, eu estava me divertindo a beça naquele jogo, pena que quando você esta se divertindo o tempo passa rápido demais.
— Podem ir embora, semana que vem não vai ter aula que eu vou ter que viajar e na próxima não tem também porque na próxima começa as férias de vocês. Boa semana pra vocês! – diz o professor arrumando as coisas dele.
Eu vou indo em direção a saída quando Lucas me alcança e começa a conversar comigo, vamos conversando até a saída.
— Ou na segunda você leva o DS!? – pergunto a ele em cima da bike já.
— Vou tentar! – diz ele.
Então eu dou tchau e vou seguindo o caminho até em casa.
Chegando lá eu me taco na cama e fico pensando sobre as coisas que estavam acontecendo rápido de mais para uma só mente pensar, fico imaginando se algum dia eu estaria pensando em como eu era boba por ficar pensando nessas coisas, mas enquanto esse dia não chega eu continuo aqui pensando. Fiquei deitada mais alguns minutos até que eu me canso e ligo para a oka-san, pensando em ir até onde ela esta.
Vou até o telefone e disco o numero dela, esperando ela atender, quando ela atende eu pergunto onde ela ta, ela fala que esta indo para a minha casa, que tinha que falar comigo, eu falo que ta bom então e desligo. Assim que eu desligo, fico pensando sobre o que ela tinha que me falar. Começo a mexer no pc para tentar parar de pensar nas coisas. Depois de alguns minutos ela grita meu nome lá de fora, vou até lá e abro o portão ficando parada nele olhando ela.
— Que foi? – pergunto vendo ela olhar para a mão dela.
— Eu cai quando estava vindo. – diz ela tentando olhar para o próprio pescoço – Eri tem alguma coisa no meu pescoço?
— Deixa eu ver... – vou até lá e vejo um pedaço arranhado – ta arranhado aqui! – digo apontando onde estava arranhado.
— Mais Eri, porque você esta deprimida? – pergunta ela.
— Hã? – pergunto não entendendo onde ela quer chegar.
— No telefone você estava deprimida como agora, meio pensativa...
— N-não to não! – digo mentindo e meio assustado por ela perceber que eu estou pensativa e meio deprimida.
— Vem ca! – diz ela para mim que estava encostada meio longe dela.
Vou até ela, ela segura meu ombro.
— Fala o que ouve Eri!! – diz ela.
— Num aconteceu nada... – encosto no portão de frente para ela.
— Aconteceu algo sim! Você num fica assim quando não aconteceu nada.
Eu fico enrolando mais um pouco, não queria falar para ela que eu me sentia excluída e outras coisas.
— Eri fala, to preocupada pô! – diz ela ficando um pouco alterada, suspiro.
— Ta bom...É que... – digo olhando para baixo em voz baixa – E-eu sinto que você prefere ficar com as outras pessoas que comigo... – digo quase sussurrando.
— Que? – pergunta ela que não ouviu.
— Eu sinto que você prefere ficar com as outras pessoas que comigo... – digo elevando só um pouco a voz.
— Eri fala pra mim, num to ouvindo nada do que você ta falando! – diz ela chegando mais perto.
— E-eu sinto que você prefere ficar com as outras pessoas que comigo! – digo começando a chorar.
— Eri, isso num tem nada a ver! – diz ela incrédula que eu estava pensativa com isso – Você é a pessoa mais especial que eu já conheci, eu nem imagino a minha vida sem você! – ela falava me vendo de cabeça baixa chorando – Olha pra mim Eri! – pede ela, eu a olho e ela me abraça – Nunca mais pense nisso ta? Isso nunca vai acontecer, você é muito especial mesmo! Você sempre me ajuda, sempre! Promete que nunca mais vai pensar nisso? – pergunta ela olhando para mim.
— P-prometo! – digo sorrindo um pouco.
— Senta! – diz ela sentando no chão, eu sento do seu lado – Eu quero ir embora dessa cidade viu! – diz ela com a voz pesarosa.
— Você não é a única! – digo rindo um pouco.
— Eri vamos fazer uma vaquinha e ir embora?! – diz ela me suplicando.
— Assim que eu acabar o ensino médio!? – digo rindo mais.
— Ahhhhh!!! – ela grita.
— Mais e aí, como ta a vida!? – pergunto puxando assunto.
— Chata como sempre? – responde ela com uma pergunta.
Riu da pergunta dela. Começo a ver tudo embaçado de novo e sentir tontura, caindo para o lado um pouco.
— Eri o que ouve?! – pergunta ela preocupada.
— T-tontura. – digo olhando rapidamente para os lados procurando o borrão.
— E-eri!? – fala ela olhando para mim assustada.
— Oi? – pergunto olhando para ela.
— O-o que é i-isso atrás de você!? – pergunta ela com um medo bem visível.
Eu olho para trás e vejo o borrão, depois de um tempo ele se torna visível e eu vejo uma garota bem branca de cabelos negros lisos que escorriam por seu rosto e davam depois de sua cintura, ela tinha olhos negros e olheiras grandes embaixo dos olhos, de quem havia chorado muito, e tinha duas asas de pássaro negras em suas costas.
— Você consegue envergá-lo!? – pergunto surpresa e com um pouco de medo.
— E-eu só vejo u-um borrão... – diz ela com mais medo ainda.
— Não precisa ter medo, eles não conseguem fazer nada conosco, se bem que eles me empurravam! – digo tentando fazer ela rir inutilmente – Quem é você?! – digo me dirigindo para o borrão.
O borrão olha para mim curioso e me atravessa chegando perto da oka-san fazendo ela gritar.
— Calma oka-san! – digo a abraçando – Ta tudo bem... – pego um papel e caneta do meu bolso – Quem é você? – pergunto de novo.
— “Sou Sholder, o anjo sem alma, fui mandado por Demo para falar com você. Você é Eri não!?” – escreve Sholder.
— Sim! Como o Demo-kun ta?! – pergunto.
— “Ele esta bem, Demo mandou avisar que já achou o sensei e que logo logo ele consegue faze-lo vir para cá para te ver!”
— Certo...Você vai ficar aqui por mais tempo? – pergunto.
— “Já estou indo embora, só vim dar o aviso, até mais Eri-sama, amiga da Eri-sama!” – diz fazendo uma leve reverencia e desaparecendo.
— Você esta bem oka-san?! – pergunto depois de alguns minutos de silencio.
— O-o que era aquilo?! – pergunta ela com pavor na voz.
— Lembra dos borrões que eu via!? Bem, acho que você começou a vê-los também! – digo ajudando-a a se levantar.
Notas finais
Espero que tenham gostado do cap!
e venho informar q posso demorar a postar pois semana que vem começa a semana de provas
x.x
então se eu demorar demais não estranhem!
mas vou tentar postar de qualquer jeito!xD
O proximo capitulo se chama:
Capítulo VI - The darkness is coming
Espero vcs no proximo cap!
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