Alma Pura
10 Uma noite para recordar. Amor confessado
Notas iniciais
Agora o tão esperado capitulo 10. E para aqueles que não sabem o que é Lemmon vão descobrir agora. Heheheehehehe!
Aproveitem!!
ALMA PURA
Cap. 10: Uma noite para recordar. Amor confessado.
SOUL POV.
Continuei lutando contra Aracne tentando golpeá-la com minha foice. Afinal, quem era ela para me chamar pelo meu primeiro nome. Ninguém tinha esse direito a não ser ela.
Todo o ataque que tentava acertar em Aracne ela desviava com facilidade. O que me deixava ainda mais furioso do que nunca.
Em um momento de distração ela me acertou no estomago me lançando para cima, depois apareceu atrás de mim e me deu um forte chute nas costas me lançando com velocidade na direção do chão, cujo eu acertei em cheio e que formou uma cratera por causa do impacto.
Depois disso não consegui mais me levantar. Por mais que tentasse meu corpo fraquejava e eu voltava a cair no chão.
Senti alguém segurando a gola da minha jaqueta e me puxando para cima. Era Aracne que se acercou ao meu ouvido e sussurrou:
- Você ainda é patético Soul. – disse rindo logo em seguida. – Ainda não consegue me vencer mesmo depois desse tempo todo. E tudo porque não come almas humanas.
- E nunca vou comer. – falei decidido. Não sei da onde tirei forças para isso.
- Realmente é um imbecil! – depois de dizer isso me tacou com força para fora da cratera.
Cai de costas no solo, me fazendo esculpir um pouco de sangue e que minha respiração falhasse. Minha foice desapareceu logo depois do impacto.
Pude ver de relance Aracne caminhando ate mim com um sorriso malévolo no rosto. Tentei me levantar, mas meu corpo não me respondia.
Quando finalmente Aracne chegou ate mim, ela materializou um arco e flecha e o apontou na minha direção.
Fechei os olhos esperando que a dor viesse quando um grito chamou nossa atenção:
- Ei, Aracne! – me virei para ver Maka em pé se apoiando na árvore que antes estava sentada. – Se quer tanto a mim por que não vem me pegar?!
- O que pensa que está fazendo idiota?! – gritei preocupado. – Você não esta em condições de lutar!
Ela apenas me ignorou e continuou mirando a Aracne com uma expressão sombria. Notei que havia algo errado em seu rosto. Dediquei-me a mirá-la com mais atenção e pude ver lagrimas escorrendo por seu rosto pálido.
Estava chorando? Por que estava chorando?
Aracne começou a rir baixinho para logo mirar a Maka que apontava a espada para ela.
- Com todo o prazer garota insolente. – disse se jogando contra Maka logo em seguida.
Maka apenas ficou parada ate que Aracne estava prestes a acertá-la. Em um agiu movimento ela desviou do ataque e se posicionou atrás de Aracne e, sem perder tempo, moveu sua espada para baixo acertando em cheio as costas dela.
Aracne gritou de dor e se afastou no mesmo instante de Maka, que continuava a apontar a espada suja de sangue para ela.
Fiquei impressionado com a agilidade de Maka, mas mesmo assim não deixei de me preocupar por ela. Já que mesmo ela sendo forte, a Aracne também era.
Mas o que mais me frustrava era não poder fazer nada alem de ficar observando a luta entre elas.
- Garota maldita, como ousa me ferir?! – gritou Aracne com ódio transbordando da voz. Maka não a respondia. Ficava apenas na mesma posição defensiva. – Fale alguma coisa sua pirralha estúpida!
Maka estava seria. Mais seria do que costumava ficar. A única coisa que quebrava essa indiferença em seu rosto era as lagrimas que continuavam a escorrer de seus olhos.
- Agora já chega! – gritou Aracne enquanto uma energia negra a envolvia. – Se não vai falar nada por bem vai falar por mal. Vou te fazer gritar e pedir piedade ate que eu acabe com essa sua alma miserável!!
Ela apontou uma flecha para Maka, que apenas dobrou um pouco mais os joelhos e apertou com mais força o cabo da espada. E, em um surto de raiva, Aracne lançou a flecha.
Quando a mesma estava prestes a atingir a Maka, ela colocou a espada na vertical e a apoiou com as duas mãos. A flecha acertou bem no meio da espada, mas mesmo assim não perdeu a força nem a velocidade, empurrando Maka, a cada minuto, um pouco para trás.
Quando parecia que Maka já não podia mais suportar a flecha, ela fez um pequeno movimento com o pulso, mandando a flecha para o lado, atingindo a árvore que estava lá.
Aracne ficou ainda mais furiosa e começou a tacar varias flechas seguidas em Maka, que desviava com destreza e graça, enquanto se aproximava mais de Aracne, que parecia nem notar.
Percebi que Maka fazia de tudo para não encostar a perna machucada no chão e nem fazer muito esforço com a mesma.
Fiquei tão impressionado com o quão forte e graciosa que parecia que, quando dei por mim, ela já estava saltando em Aracne e a cortando no meio.
Ela caiu no chão com graça e pegou a alma sussurrando alguma coisa que não pude ouvir. Logo se virou para mim e me sorriu com ternura, começando a cambalear na minha direção.
Quando já estava perto de mim, se ajoelhou a meu lado e levou a alma em suas mãos ate mim.
- Coma – disse de uma forma doce. – Vai ajudar a melhorar.
Ela levou a alma ate minha boca e eu a devorei. No mesmo instante meu corpo se fortaleceu e pude levantar.
- Obrigado – agradeci encarando-a. Seu sorriso aumentou, mas um pequeno gemido de dor saiu de seus lábios. No mesmo instante meus olhos se pousaram em sua perna machucada, onde pude ver o curativo manchado de sangue. – Seu ferimento voltou a se abrir. – comentei preocupado.
Ela apenas mirou a perna e soltou um sonoro “Ah” sem muito entusiasmo, parecia ate não se importar. Balancei a cabeça negativa e a carreguei com cuidado.
- Temos que achar um lugar seguro para trocar o curativo. – falei enquanto começava a correr na direção da floresta.
Por incrível que pareça, Maka não reclamou. Pelo contrario, segurou minha blusa com força e escondeu seu rosto em meu peito.
Isso sim é que estava estranho.
Depois de alguns minutos encontramos uma pequena cabana onde podíamos ficar esta noite.
Abri a porta com as costas já que a mesma estava aberta e pude ver que na cabana só havia uma cama com lençóis meio rasgados e uma mesinha com uma vela em cima.
Coloquei a Maka em cima da cama e acendi a vela. Comecei a tirar as bandagens velhas da perna de Maka deixando o ferimento exposto. Logo tirei um pequeno rolo de fachas que havia me dado Black Star, do bolso e comecei a enfaixar novamente a perna de Maka.
Não demorou muito para eu terminar. Mas o mais estranho era que Maka só ficava me mirando atentamente com um brilho muito estranho nos olhos.
Quando me levantei e comecei a me afastar dela, ela segurou a manga da minha jaqueta. Eu a mirei, atento, mas não pude ver sua expressão já que sua franja tampava o rosto.
- O que foi Maka? – perguntei me sentando na cama e ficando do seu lado e de frente para ela.
- Seu primeiro nome por acaso é Soul? – perguntou com algumas lagrimas saindo de seus olhos.
Fiquei meio incomodo em responder a pergunta, mas achava que ela pelo menos tinha o direito de saber.
- É. Esse é meu primeiro nome. Por... – não pude terminar de falar já que Maka se lançou em cima de mim, abraçando-me com força e caindo no pranto.
- Eu não posso acreditar! – exclamou enquanto chorava. – É você! É você mesmo! Desculpa não ter te reconhecido antes, mas pensei... pensei que... – não conseguiu terminar de falar já que os soluços a impediram.
- Maka, eu não to entendendo. Do que você esta falando? – estava confuso. Muito confuso.
- Não me reconhece Soul? – perguntou se afastando um pouco de mim e contendo os soluços. – Sou eu! A garotinha que ti deu um nome, que te salvou.
- Maka isso não tem graça. – falei um pouco irritado e magoado por ela estar fazendo uma brincadeira tão ruim comigo. Ela sabia o quanto isso me afetava. – Sabe que essa pessoa morreu há anos.
- Não Soul! – ela negava quase com desespero com a cabeça – Não morreu há anos. Morreu há dias. Era eu. Eu fui à pessoa que te deu um nome, que salvou sua vida, que dividiu nosso primeiro beijo.
- Agora chega! – gritei estressado a afastando de mim. – Pare de dizer como se fosse ela!! Você não é ela!!!
- Sou sim Soul! – gritou de volta com desespero. – Olha! Minha espada tem ate gravada a mensagem que fizemos quando terminamos de criá-la!
Ela me mostrou a ponta do cabo da espada que tinha gravado as palavras: “Amigos para sempre. Mesmo que a eternidade nos separe”.
Meus olhos se arregalaram e mirei a Maka surpreso.
- Esse é... Esse é... – não conseguia terminar a frase. Um nó havia se formado em minha garganta.
- Foi o que escrevemos quando éramos crianças. – disse Maka com mais lagrimas nos olhos.
- M-maka, v-você é...
- Sou Soul! Sou eu! – disse em uma voz terna e cheia de amor.
Não pude suportar mais e a beijei. Beijei com todo o desespero e amor que estava contido todos esses anos.
Ela soltou a espada, que caiu no chão em um golpe metálico, e, imediatamente, passou os braços em volta do meu pescoço e correspondeu o beijo com a mesma intensidade.
Deixei que o impulso dominasse meu corpo e a abracei pela cintura, a aproximando o máximo possível de mim.
A queria bem perto. Queria tê-la ao meu lado para todo o sempre, mesmo que isso fosse impossível. Por que a amava. A amava com todo meu coração e alma. E agora que a tinha aqui, em meus braços, nesse momento, não iria deixar que nada atrapalhasse.
O beijo era inocente. Não queria assustá-la aprofundando o beijo de uma vez.
Separamo-nos por falta de ar. Mas só foram nossos lábios. Os corpos e as testas estavam pregados um ao outro.
Ela apertou mais seus braços em volta do meu pescoço e pude ouvir um pequeno soluço. Abri os olhos, preocupado e a vi com lagrimas escorrendo pelo rosto e um pequeno sorriso traçado nos lábios.
- O que houve Maka? – perguntei enxugando suas lagrimas com uma de minhas mãos.
- É... é que... – ela teve que respirar fundo algumas vezes para poder falar o resto. – Nunca pensei que te encontraria de novo. E estou tão feliz por poder ter você do meu lado de novo que... que eu...
E voltou a cair em pranto. A abracei fortemente contra meu peito, escondendo seu rosto no mesmo e acariciando sua cabeça para dar-lhe conforto.
- Nem eu podia imaginar que te veria de novo. – confessei com um pequeno sorriso enquanto a acariciava a cabeça. – Mas agora você esta aqui, do meu lado. – levantei seu rosto a segurando pelo queixo. As lagrimas ainda saiam, mas o sorriso era o que mais brilhava em seu rosto. – E vou recuperar todo o tempo que perdi longe de você.
E voltei a beijá-la. Só que dessa vez o beijo era mais intenso e apaixonado do que o outro.
Mordi o lábio inferior de Maka pedindo permissão para entrar. Ela cedeu entreabrindo um pouco os lábios. Não perdi tempo e levei minha língua ate dentro de sua boca, explorando cada canto, decorando cada detalhe do que me era permitido.
Maka me imitou com um pouco de torpeza. Estava na cara de que não tinha beijado a mais ninguém depois daquela tarde junto, quando éramos crianças. O que me alegrava, já que ela era só MINHA, e se mais alguém a tocasse eu o mataria sem piedade.
Depois que já havia explorado toda a boca de Maka e saboreado aquele sabor tão doce, comecei a jogar com a língua da mesma.
Tivemos que nos separar por falta de ar. Mas com muito pesar. Não queríamos que aquilo terminasse. Se pudesse ficaria assim para sempre.
- Fui... Fui muito burro ao ter te deixado. – disse com a voz entrecortada por causa da respiração agitada. Maka apenas levou uma mão ate meu rosto enquanto eu a apertava pela cintura.
- Você... Você fez isso para me proteger. – disse com a voz igual a minha. – E... E é por isso que... Que te amo tanto e fiquei tão feliz por te ver.
Dei-lhe um pequeno beijo nos lábios. Nesse instante uma coisa me passou pela cabeça que me fez rir.
- Por que esta rindo? – perguntou Maka curiosa.
- Se seu pai nos pegasse assim ele iria me matar. – respondi entre risadas.
- É, você tem razão. – concordou Maka se unindo as minhas risadas. – Mas que saber de uma coisa? – ela mirou nos meus olhos e pude ver certo brilho neles. – Não ia deixar que ele te fizesse mal.
Sorri e voltei a beijá-la. Comecei a deitá-la delicadamente na cama. A tocava como se fosse romper ao simples contato, e era isso. Preocupava-me de que passasse da linha e a machucasse.
A tocava de leve, passando minha mão de vagar por sua cintura e seu ventre. Não me atrevia a passar daquilo. Por quê? Nem eu mesmo sabia.
Maka por outro lado passava suas mãos por meus cabelos, costas e peito. Parecia estar aproveitando bem mais que eu.
Passei a beijar seu pescoço fino e delicado. Parecia ser feito de porcelana de tão branco.
- Por que esta se contendo? – perguntou Maka do nada.
- Hãm? – retruquei sem entender, me afastando um pouco de seu pescoço e a mirando.
- Por que esta se contendo em me tocar? – voltou a perguntar só que dessa vez me esclarecendo o que queria dizer.
- Por que diz isso? – respondi com outra pergunta.
- Soul, eu te conheço, e sei quando se contem e quando não. E agora é um dos momentos em que não permite a se mesmo a fazer o que quer. – ela me mirava com ternura. Sabia muito bem que ela era consciente do que eu queria fazer, e mesmo assim me mirava com tanta ternura. – Não precisa se conter Soul, não vou romper-me com um simples tato. E, alem do mais... – se aproximou do meu ouvido e sussurrou. – eu também quero.
E foi isso. Só bastou ela me dizer isso que toda aquela retenção que sentia desapareceu e deixei que meu instinto tomasse conta de todo meu corpo.
Voltei a beijar a Maka só que dessa vez com mais intensidade e selvageria, para logo passar para seu pescoço, mordendo-o, lambendo-o e beijando-o com desesperação, enquanto minha mão soltava seus cabelos sempre presos em duas marias-chiquinhas, deixando-o cair por seu ombro e, logo depois, a passava para sua perna acariciando-a com fervor e a outra passei a subir lentamente por sua cintura ate chegar a seus pequenos peitos, mas que cabiam direitinho na minha mão.
Maka gemia sem controle. Primeiro baixinho para logo depois aumentar o tom de voz para um mais desesperado.
- Ah... S-soul... Hum! – gemia enquanto eu lambia seu pescoço e massageava seus seios com uma de minhas mãos.
Passei minha mão que estava em seu seio para suas costas e baixei o zíper que prendia a blusa de Maka. A deslizei para fora de seu corpo deixando a mostra seus peitos, que só eram tampados pelo sutiã branco.
Maka também não parou e tirou minha jaqueta preta e minha blusa, para logo fazer com que girássemos e ela ficasse em cima de mim.
Ela me mirou com um sorriso tímido para logo depois me beijar com doçura. Logo em seguida começou a baixar seus beijos cada vez mais. Passando por minha mandíbula, depois o lombo da minha orelha, depois o pescoço, clavícula e finalmente o peito.
Suas mãos também vagavam pelo mesmo junto com os lábios que recorriam cada cicatriz que tinha, por causa de batalhas e treinamentos. Mas dava para ver como estava nervosa. Suas mãos tremiam contra minha pele e havia um notório vermelho em seu rosto.
Não pude evitar sorrir com essa visão. Por mais que se fizesse a forte decidida ainda estava nervosa e insegura.
Perdi a linha dos meus pensamentos quando as mãos de Maka foram parar em certa parte do meu corpo e a começou a acariciar por cima da calça. Sua mão movia em círculos causando-me um prazer imenso, me fazendo grunhir e segurar com força suas pernas. Enquanto isso seus lábios e sua língua exploravam todo meu peito nu.
O prazer aumentou ainda mais quando ela desabrochou o fecho da minha calça e meteu a mão dentro do mesmo e do boxes que usava, e começou a massagear meu membro já excitado.
Agora sim, admito, eu gemi, gemi de puro prazer. E, em um arranque descontrolado de intenso prazer tirei o short que tinha debaixo da saia de Maka, deixando praticamente toda sua perna descoberta.
Girei-nos novamente fazendo com que eu ficasse em cima dela. Tirei em um só puxão a saia que usava a deixando apenas de roupas intimas, enquanto Maka tirou minha calça.
Voltei a unir nossos lábios e, sem perder tempo, levei minhas mãos a suas costas e tentei tirar seu sutiã. Mas ao parecer esse tinha alguma coisa contra mim já que não importava o esforço que fizesse o mesmo não se soltava. Grunhi irritado e Maka soltou um pequeno riso contra o beijo.
Depois de um tempo ela pareceu se apiedar de mim e retirar ela mesma o sutiã. Mas logo que a peça foi parar no chão junto com as outras, Maka se tampou os seios com os braços e desviou a mirada apenada.
- Por favor... N-não mire. – sussurrou com timidez – São muito pequenos. Você não gosta.
Ri baixinho e levei minhas mãos ate seus braços tirando-os do caminho, para ver seus pequenos, mas belos seios.
- Não seja tonta. – disse sorrindo maliciosamente e levando uma mão ate o seio direito dela – Eles são perfeitos. Viu? – comecei a massagear-los – Parece ate que foram feitos apenas para mim.
- Hum... S-soul hum... Ah aaaaaaaaaaaaah! – gemia Maka cada vez mais forte e agarrando os lençóis da cama. Seus gemidos estavam me fazendo ficar loco.
Acariciava suas penas e seus seios com excitação, e cada vez mais o meu boxe parecia ficar mais apertado e incomodo.
Quando minha mão subiu de suas pernas ate certo ponto de seu corpo, e pude ouvir como ela gritou – isso gritou, não gemeu – de prazer, uma idéia passou por minha cabeça para fazê-la desfrutar ainda mais.
Coloquei minhas mãos em sua cintura e parei de beijar seu pescoço. Ela me mirou confundida e eu apenas lhe sorri e lhe acariciei o rosto para indicar que tudo estava bem.
Beijei-lhe a testa, depois o nariz, a boca, a mandíbula, o pescoço e os seios. Nesse ultimo não pude evitar parar e saboreá-los por um momento, mordendo, lambendo e beijando, deixando ligeiras marcas vermelhas por todo o percurso. Maka começou a gemer com força, principalmente quando mordisquei seu mamilo. Deu-me pena deixar essa pequena fonte de doçura para traz, mas me lembrei que havia muito mais pela frente.
Passei para seu plano ventre e o beijei com delicadeza fazendo com que se estremecesse ligeiramente. O lambi logo em seguida fazendo com que gemesse baixinho, mas eu queria mais que isso. Queria que ela gritasse meu nome, queria que implorasse mais. Passei para mais baixo e beijei sua intimidade por cima da tela da calcinha. Ela soltou um pequeno suspiro e segurou mais as cobertas. Com os dentes comecei a tirar sua calcinha deixando-a totalmente nua e a minha mercê.
Depois de tirar a ultima peça de roupa de Maka e voltei a mirá-la e me deparei com o ferimento que tinha na perna por causa de Ângela. Aproximei-me dele e beijei com todo o carinho e ternura que tinha. Senti Maka se estremecendo de baixo de mim.
Olhei para o rosto de Maka que estava completamente corado. Sua respiração agitada e seu corpo coberto de suor. Estava realmente terna. E o que ia fazer com certeza era o maior pecado que se podia cometer que seria tomar desse jeito uma criatura tão terna e inocente como ela. Mas a amava, e fiquei muito tempo longe dela para não aproveitar esse momento único com ela.
Sorri-lhe para logo depois começar a beijar sua intimidade. Ela gemeu alto e segurou minha cabeça com as penas que se entrelaçaram de golpe. Depois de um tempo introduzi minha língua em sua úmida intimidade. Comecei a tirar e inserir minha língua em um ritmo compassado fazendo com que dessa vez gritasse.
- Aaaaaahhhhh.... S-soul.... Hum Ah Hum Ahahah! – gritava sem parar fazendo com que eu enlouquecesse e aumentasse o ritmo de minha língua.
Pude ouvir como o diabinho de minha cabeça ria e me zoava dentro daquele quarto de piano. Eu apenas o ignorei e continuei com meu trabalho.
Depois de um tempo pude sentir como Maka gozava e ouvi que soltava um gemido e um suspiro largo. Esse era só o primeiro orgasmos. Ela ainda tinha muito que sentir, e a hora do inevitável estava quase chegando.
Separei-me dela e voltei a ficar da altura de seu rosto. Sua respiração estava mais agitada do que antes e seus olhos estavam levemente fechados. Acariciei-lhe o rosto e ela me mirou com um sorriso.
- A-agora é-é a m-minha v-vez – disse com a voz entrecortada.
Em um agiu movimento ela voltou a se posicionar em cima de mim sorrindo de uma maneira travessa e com o rosto completamente corado.
Ela começou a mexer o quadril de cima para baixo juntando nossos sexos e os apertando um contra o outro. Eu grunhia e gemia enquanto Maka gemia e gritava de prazer.
Estava tão atordoado com esses movimentos que Maka fazia que nem notei quando havia parado e tirado meu boxes. Só percebi depois que Maka introduziu meu membro na boca e começou a se mover.
Ela o retirava e colocava de volta na boca em ritmos rápidos e fortes, parando apenas para lambê-lo ou mordiscá-lo. Enquanto Maka fazia isso senti como se alguma coisa dentro de mim estivesse pronta para explodir para fora do meu corpo em segundo.
Não tive tempo de pedir a Maka que parasse (nem queria), já havia ejaculado dentro de sua boca. Ela pareceu não se incomodar, ate parecia estar gostando já que lambia a os lábios e meu membro, lambendo tudo que havia ficado de fora.
Não agüentei mais e puxei Maka para cima a beijando com fervor e desesperação. E, de um só movimento, a penetrei.
Maka se separou de mim no mesmo instante e gritou de dor. Parei de penetrá-la e a abracei com força e acariciei sua cabeça com carinho. Senti suas lagrimas frias tocar meu peito nu e suas unhas perfurarem a carne de minhas costas.
- Calma. – sussurrei com ternura agüentando as ganas de penetrá-la com selvageria – Tudo vai ficar bem. Vai passar. Eu estou aqui.
Continuei parado dentro de Maka ate que ela me desse o sinal que podia continuar. Já estava começando a desistir e acabar com tudo por aqui quando Maka apertou suas pernas do lado do meu quadril e me mirou atentamente.
- Tem certeza? – perguntei inseguro, vendo claramente a expressão de dor que tentava esconder. – Não precisamos continuar se não quiser.
- N-não. – falou com dificuldade. – E-eu estou b-bem. Q-quero q-que continue. Q-quero t-ter v-você t-totalmente d-dentro de m-mim.
E me sorriu ternamente.
Não podia negar-lhe nada quando sorria para mim desse jeito. Segurei seu quadril e voltei a penetrá-la, só que dessa vez foi de vagar.
Quando me deparei com uma parede dei um pequeno impulso para frente o rompendo com facilidade. Pouco a pouco comecei a me mover dentro de Maka lentamente, mas com o passar do tempo Maka começou a acompanhar o ritmo de minhas cadeiras com as dela fazendo a velocidade aumentasse.
Em pouco tempo já estávamos em um ritmo selvagem e acelerado. Maka gritava meu nome de prazer e eu gemia sem vergonha.
- Aaahhh Soul!! Mais, por favor!! Mais... Mais rápido!!- gritou Maka escondendo seu rosto em meu peito e envolvendo os braços em volta de meu pescoço.
Aquele pedido foi à gota D’água para meu autocontrole, que desapareceu no mesmo instante. Uni-me com o diabinho e, mergulhado na loucura e na luxuria, penetramos Maka mais forte e mais rápido do que nunca, indo cada vez mais fundo, fazendo Maka gritar sem controle e jogar a cabeça para trás.
Segurava seu quadril com força o pressionado mais contra o meu, nos dando um contando ainda mais intimo um com o outro. Mas já estávamos chegando ao limite. Maka já estava esgotada e eu não estava muito diferente. Mais algumas minutos e terminaríamos tudo.
Segurei Maka pela mão e gritei seu nome ao mesmo tempo em que ela gritava o meu. E, juntos, chegamos ao tão esperado orgasmo. Tocamos o céu juntos e de mãos dadas.
Maka caiu exausta em meu peito enquanto eu gozava dentro dela. A sensação era maravilhosa. Estar assim com Maka foi a melhor coisa que já passou em toda minha vida.
- Te amo. – sussurrou Maka se aconchegando em meu peito para dormir.
- Também te amo – respondi nos cobrindo com as cobertas e a abraçando delicadamente pela cintura. – Não sei o que faria se ficasse sem você depois disso. Amo-te de mais e vai ser muito doloroso ver você partir.
- Não quero ir embora e te deixar. – falou sonolenta. — Quero ficar com você. Para sempre.
- Para onde você vai, eu não vou poder ir e não te deixaria em um lugar que poderiam te matar. – disse acariciando sua cabeça com delicadeza. Vi que estava prestes a protestas, mas a interrompi – Não vamos falar nisso agora. Durma que você precisa depois de tudo o que aconteceu hoje.
Ela não falou mais nada e caiu completamente rendida ao sono. Demorei um pouco mais vendo seu belo rosto adormecido ate também me render ao sono.
Notas finais
Bjsss e Bye
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