All You Need Is Love

20 Capítulo 20


Notas iniciais
Yeeeey 20 capítulos!!! Nem acredito kkkk. Passou rápido, não é mesmo? Bem, quero dedicar esse capítulo à Amanda, minha Gêmea do Coração e Diva dos Reviews e das Recomendações pela terceira recomendação. Muito obrigada pelos elogios e pelo carinho. E ô paciência que você tem, hein! kkkkkk recomendar várias vezes e textos lindos e enormes! Muito obrigada mesmo! Ah, e agradecer pela ajuda com o capítulo também. Estava com um bloqueio criativo terrível e a Amanda me deu várias ideias. Obrigada, darlin.

– Você não precisava ter feito um relatório da sua vida.

– Eu só queria te mostrar que você não é a única que sofreu com falta de carinho dos pais. Agora eu te pergunto: Isso tem a ver com você querer destruir o namoro do Sam e da Quinn?

– Eu não devo satisfações para um estranho.

– Puck. Noah Puckerman, para ser mais específico. Satisfeita?

Jennifer revirou os olhos e bufou. Até esses simples movimentos doíam.

– Ai! – gemeu.

– Acho melhor colocar gelo nisso aí. – Puck apontou para as bochechas da garota, que estavam vermelhas devido aos tapas. – Vou lá embaixo pedir um pouco.

– Não. Eu não preciso da sua ajuda. Vai embora, garoto!

– Grossa.

– Sou mesmo! Agora vá! Não deveria nem ter vindo...

Puck balançou a cabeça negativamente e deixou o cômodo, descendo as escadas e agradecendo à empregada que o ajudara.

___ o ___

Na festa, todos dançavam eletrizantes ao som de “Radioactive”, Imagine Dragons. Estavam tão entretidos com a música, que nem notaram Sam descer as escadas.

– Deu certo, amor? – perguntou Quinn, baixinho.

Santana, que estava do seu lado, ouviu e não pôde deixar de caçoar a amiga:

– Se abaixou é porque deu certo, né, flor? Além do mais, a ideia foi minha, obviamente daria certo.

– Ai Santana, vai se agarrar com a Brittany e nos deixe em paz.

– Vou mesmo! Até porque minha loirinha deve estar morrendo de saudade dessa belezinha aqui. – alisou o próprio corpo.

– Foi mal... – suspirou Sam, assim que a latina se distanciou dos dois.

Quinn levou o dedo indicador até os lábios do rapaz, pedindo silêncio. Abraçou-o.

– Vou pedir um coquetel. Quer um? – perguntou a loira.

O loiro concordou com a cabeça. Caminharam abraçados até o bar, na cozinha. Riram ao se deparar com o barista espantado com Santana e Brittany, que se beijavam ferozmente no balcão.

– É melhor você se acostumar, vai ter muita coisa ainda... – brincou Sam.

– É meu emprego, fazer o quê?

– Trabalhar! – gritou Santana, separando-se do beijo para recuperar o fôlego. – pensando que isso aqui é cinema, querido? Primeiro, ficou assistindo o barraco e agora um momento íntimo entre eu e minha namorada... Ninguém merece! Palhaçada, eu hein!

– Santana, você está se agarrando com a Britt na frente do cara, não é mais tão íntimo assim...

– Cala a boca, loira. Ou eu vou te dar uma demonstração do que eu fiz na Jennifer.

– Estava só brincando, calma. – riu.

– Ah! Que divertida! – ironizou.

– Hey, parem com essa implicância! – disse Brittany com voz autoritária.

Quinn e Santana ficaram cabisbaixas.

– Desculpa... – disseram em uníssono.

– Agora um abraço. – pediu Brittany.

– Nós não temos cinco anos, Britt. – disse Q.

– Abraços são fofos e eu gosto. Agora, parem com a frescura e se abracem!

As duas, embora contrariadas, abraçaram-se.

– Doeu? – perguntou a dançarina, irônica.

– Não vou nem responder. – disse Santana.

Brittany e a latina voltaram para a sala de estar, cada uma com um drink na mão. Em seguida, o casal de loiros, que aguardava os coquetéis, seguiu de encontro aos convidados.

À medida que a festa ocorria, todos bebiam cada vez mais. O barista, calado, assistia aos clientes se embebedarem.

– Atenção aqui, povo! Quero fazer um discurso pro Trouty Mouth. – dizia Santana, com a fala enrolada devido às bebidas. – Eu implico com você, mas... Eu te adoro. Sabe, onde eu poderia encontrar um amigo que aceitaria numa boa a namorada voltar para seu romance lésbico? E, essa boca gigante tem várias vantagens. Como, por exemplo: Se você estiver em um local de perigo e alguma mãe quiser proteger seu bebê, pode guardar aí; pode ganhar um concurso idiota de quem come mais rápido; e acho que o mais importante: faz maravilhas lá embaixo. – suspirou, abanando-se. – Claro que não chega nem perto do que a minha Britt-Britt faz, mas é incrível, de qualquer forma.

– Santana! – gritaram, repreendendo-a.

Quinn a fuzilava com os olhos e Brittany estava boquiaberta.

– Ela bêbada, gente. – disse Puck, adentrando a casa.

– Onde você estava, Puckerman? – questionou Santana, tentando mudar de assunto.

– Fui dar uma volta na praia. – mentiu.

___ o ___

Sam foi atrás da namorada, que havia ido para a varanda.

– Hey, o que aconteceu?

– Nada. – enxugou uma lágrima solitária que escorria por seu rosto.

Abraçou-a por trás, apoiando sua cabeça no ombro da loira.

– Agora a verdade.

– Você disse que só ficou com a Santana para me fazer ciúmes, mas parece que vocês transavam bastante, né?

– Quinny – sorriu –, era só tesão. Nós precisávamos aliviar nossas necessidades. Só isso, está bem? – segurou-a pela cintura, girando-a, fazendo com que a mesma ficasse de frente para ele. – Eu te amo, ciumenta.

– Não sou ciumenta. – fez bico.

– Fica ainda mais linda assim. – beijou-lhe o pescoço.

Quinn sorriu e fechou os olhos para apreciar o toque.

– Vamos fugir um pouquinho?

– Pra onde?

– Surpresa.

– Eu vou pra qualquer lugar com você.

A loira mordeu o lábio inferior do namorado e seguiu para dentro da casa. Foi ao quarto de Sam e pegou sua bolsa, guardando seu segundo presente nela.

– Pessoal, só pra avisar que têm alguns colchões naquele quarto ali. – apontou para o cômodo onde guardavam tralhas. – Podem espalhá-los pela sala.

Os convidados concordaram e voltaram a dançar. Cada vez mais exaustos. Mesmo assim, cada qual com um copo na mão. Santana e Brittany faziam streaptease, ambas fora de si. Puck, sentado no sofá, admirava a vista. Finn e Rachel conversavam em um canto, gargalhando. Blaine beijava Kurt de forma selvagem, atraindo olhares espantados de Mercedes e Tina, que logo em seguida, riram. As duas riam de qualquer coisa quando estavam bêbadas. Mike dançava sozinho na pista, sendo avaliado por Artie, que fingia ser um jurado de concurso de dança.

– Você pode ir embora no horário combinado, ok? – avisou Quinn ao barista.

___ o ___

Os loiros saíram um de cada vez para não gerar perguntas. Quinn insistiu em dirigir, pois se o loiro tomasse conta do volante, não haveria surpresa.

Sam tentou arrancar alguma pista do destino, porém Quinn permaneceu calada. Por ser de madrugada, não havia muito trânsito, portanto, chegaram rapidamente ao local.

Era uma pequena casa, com uma placa localizada em cima da porta com os seguintes dizeres: “A Cabana”. Ficava de frente para um lago, onde podia-se ver o reflexo das estrelas e da lua.

– Quinn?

– Hum.

– Você sabe a história desse local?

– Sei. Por isso que eu te trouxe aqui.

– Eu vou te contar só pra você ter certeza de que estamos falando da mesma história.

– Sam, eu sei...

– Essa “cabana” – interrompeu. – é alugada para a noite por casais. O que significa que várias pessoas transam aqui... Isso é estranho, não acha?

– Não. – riu. – É como um motel com apenas uma suíte. Sammy, não entendi o porquê de você ter ficado tão nervoso...

– É que... E-Eu trouxe a Jennifer aqui. – suspirou. – Foi só uma vez, eu juro.

O sorriso estampado no rosto de Quinn desapareceu.

– Desculpa. Eu não queria estragar a sua surpresa... Eu imagino que você tenha planejado uma noite romântica, mas...

– Quer saber? Eu não ligo se você trouxe outra garota aqui. O dono dessa casa me garantiu que era tudo desinfetado, portando não tem nenhum rastro de veneno da víbora da Jennifer. – Quinn tirou o cinto e aproximou-se de Sam. – Você disse que me amava e já provou isso diversas vezes, não vejo o porquê de desistir de tudo o que eu planejei. – sorriu maliciosa.

Quinn passou uma perna de cada lado do corpo do namorado e, sentada no colo dele, beijou-o. Não era um beijo calmo, muito pelo contrário. Parecia que não se beijavam há séculos.

– Vamos lá pra dentro. – sugeriu Sam, separando-se do beijo e buscando o ar que lhe faltava.

Sam saiu do carro e correu para abrir a porta do banco de motorista. Quinn beijou-lhe a bochecha. Caminharam de mãos dadas até a porta da casa. Quinn tirou a chave da bolsa e mordeu o lábio inferior. Assim que entraram, sorriram com o que viram. Havia uma lareira bem em frente a cama, a qual era coberta por pétalas de rosas vermelhas, que formavam um coração. Havia um banheiro pequeno, afinal, era apenas uma noite.

Sam puxou a namorada para si, encostando-a na parede e beijando-lhe o pescoço. Quinn suspirava com o contato dos lábios quentes em sua pele, que estava fria devido ao ar condicionado do carro. A loira foi surpreendida por mãos que tentavam descer o zíper de seu vestido.

– Espera!

A loira desvencilhou-se de Sam, pegou sua bolsa e adentrou o banheiro. O rapaz, perdido no ato da namorada, suspirou.

Será que fiz algo de errado? – pensou.

– Amor, tudo bem? – questionou.

– Sim. Vai se preparando enquanto eu me arrumo.

Sam entendeu o recado. Tirou a camisa e os sapatos, sem pressa. Terminou de despir-se, ficando apenas com a cueca, e deitou-se. Pegou o preservativo e, quando ia abrir o pacote, viu a namorada sair de dentro do banheiro. Estava linda. Usava uma fantasia de... Anjinha? Bem, não importava. Sabia de uma coisa: ela estava muito sexy.

– Comprei uma fantasia normal e fiz algumas alterações. – disse, referindo-se à cinta-liga também branca e com rendas. Havia aumentado o decote frontal, deixando os seios realçados. O vestido ia à altura da metade da coxa, deixando as belas pernas à mostra.

– Isso é irônico, pois de santa você não tem nada. – comentou Sam, observando-a andar de quatro sobre ele.

– Se me permite, vou te levar ao céu. – gargalhou. – Isso foi muito brega.

– Discordo. – puxou-a pelo pescoço e a beijou.

O loiro apertou as nádegas fartas da mulher e, com o olhar vidrado nos seios da mesma, tentou tirar a fantasia.

– Por que eles complicam tanto isso aqui? Era pra ser uma coisa prática de retirar, mas não, eles insistem em deixar os homens desesperados. – reclamou Sam.

– Deixa que eu te ajude. – riu Quinn.

A loira o ajudou a abrir o vestido, revelando os seios fartos, que foram atacados pela boca de Sam.

– Gostosa. – sussurrou o rapaz, provocando um gemido de Q.

Quinn, apenas de cinta-liga, distribuía beijos pelo abdômen do namorado. Passava a ponta dos dedos pelo “tanquinho” do mesmo, apreciando o belo físico do loiro. Retirou a cueca e jogou-a em um canto qualquer. Com os dentes, colocou a camisinha no membro do rapaz, que admirava a sensualidade do ato.

Sam terminou de despir Quinn, que gemia baixinho. A loira sentou no colo do namorado, de forma que pudesse ser penetrada e iniciaram os movimentos. O brilho da lua, que podia ser vista da janela do quarto, refletia nos olhos avelã esverdeados de Quinn.

– Eu te amo tanto, tanto... – declarou Sam.

– Eu te amo mais. – gemeu.

O loiro inverteu as posições e a penetrou novamente, porém, dessa vez, mais fundo. Quinn permanecia de boca aberta, sem emitir som algum. O rapaz apertou os seios da loira com as duas mãos.

– Encaixam-se perfeitamente. – disse Sam, sorridente.

Quinn sorriu com o comentário do namorado. Fizeram amor durante horas, várias vezes... Não se saciavam daquele desejo.

___ o ___

Na manhã seguinte, Quinn acordou, vestiu a blusa que o namorado usara no dia anterior e caminhou até o lago, na parte de trás da casa. Apreciou a brisa de olhos fechados e surpreendeu-se com o loiro que a abraçou por trás, beijando-lhe o pescoço e deixando-a arrepiada.

– Obrigado.

– Pelo o quê?

– Pela noite de ontem, amor. Foi maravilhosa e um dos melhores presentes de aniversário.

– E qual foi o melhor? – brincou.

– Você. Mas não foi um presente apenas de aniversário... Foi da vida.

Beijaram-se apaixonadamente.

– Que horas são, Sam?

– Não sei... Vamos lá pra dentro, meu celular lá.

Caminharam de mãos dadas, trocando carícias durante o curto percurso até a entrada da casa. O loiro pegou seu celular e verificou as horas.

– Caramba! São duas da tarde! – disse, espantado.

– Ai meu Deus! Nós temos que voltar agora para casa.

Tomaram um rápido banho, vestiram-se e saíram da casa. Dessa vez, Sam dirigiu. Não demoraram muito para chegar à casa do loiro.

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Abriram a porta cautelosamente, torcendo para que os amigos ainda estivessem dormindo. Não tiveram tanta sorte... A pessoa que mais torciam para não estar acordada estava. E Santana não perderia a oportunidade de debochar dos amigos.

Notas finais
Até o próximo! Vou tentar fazer o próximo maior, está bem? Beijos