All You Need Is Love

13 Capítulo 13


Notas iniciais
Me perdoem pela demora... Minha vida está muito corrida. Não posso mais prometer que irei postar em tal dia, pois está muito complicado cumprir.
Gostaria de agradecer à Lady Ushkowitz pela linda recomendação! Muito obrigada mesmo! É muito bom saber que seu esforço está agradando os outros! Dedico esse capítulo a você!
Fiz um capítulo maior para compensá-los! Espero que gostem e caso algo tenha ficado confuso, me avisem para que eu possa editar.
Vamos ao capítulo!

- Meus pirralhos! Que saudade! Vamos logo, tenho uma surpresa para vocês.

- Ai fala logo, Sammy! – pediu a loirinha.

- Está lá no carro.

Quando se aproximaram do veículo, uma loira alta apareceu na direção deles, sorrindo e correndo para abraçá-los.

- Quinn! – gritaram os loirinhos.

A namorada de Sam os abraçou e os encheu de beijos. Talvez tivesse exagerado... Eles já não eram mais aqueles loirinhos que brincavam com ela naquele pequeno quarto de motel...

- Quinn, nem acredito que é você mesma! – disse Stacy, apertando ainda mais o abraço.

- Sou eu sim, pequena! Estava com tanta saudade!

- Eu também estava, Q. Nossa, que coincidência te encontrar aqui em Nashville.

- Na verdade, eu vim com seu irmão. Nós voltamos, cunhadinha! – sorriu Q.

- Ai! Que notícia maravilhosa! Parabéns, casal mais lindo do mundo! – disse a loira mais nova animada.

- Nossa, Sam! Sua namorada é muito gata! – disse Stevie, observando Quinn de cima a baixo. – Quinn, se o meu irmão não der conta, me aguarde por quatro anos, ok? – brincou o loiro menor.

- Tira o olho porque a Quinny é minha! – disse Sam, puxando-a para si.

- Somente sua, para sempre! – sussurrou Q, selando seus lábios em um beijo apaixonado.

- Ei, podem parar com a pegação! Vocês ainda vão ficar muito tempo juntos, deixa eu aproveitar a Quinn um pouquinho...

- Para de ser puxa-saco, garota! – gritou Stevie.

- Deixa de ser criancinha, Stevie.

- A pirralha aqui é você!

- Podem parar os dois! Eu aqui morrendo de saudade, querendo curtir esse final de semana e vocês ficam brigando... Poxa, cadê os loirinhos que eram tão unidos?

- Desculpa, Quinny! – disseram juntos.

- É melhor irmos, a mãe deve estar super preocupada com a demora... – avisou Sam.

Os quatro seguiram de volta para a casa. Mary e Dwight assistiam à TV.

- Chegamos! – gritou Sam, abrindo a porta.

- Demoraram... – disse Mary, sem desviar os olhos do filme que assistiam.

- É que ficamos conversando um pouco na praça antes de virmos.

- Entendi... Estão com fome?

- Eu e a Quinn estamos bem, vamos ficar lá em cima, daqui a pouco a gente desce. Isso se não pegarmos no sono... – disse Sam, segurando a mão da namorada e a puxando apressadamente.

- Ai Sammy, depois vocês sobem, eu quero conversar com a Q. – pediu Stacy.

- A Quinn precisa descansar, querida. Hoje foi um dia, digamos, cansativo. – explicou Mary.

- Tudo bem...

Sam e Quinn subiram para o quarto do loiro. Fabray tirou os acessórios que usava e ao começar a tirar a blusa, foi surpreendida por mãos grandes tentando “ajudá-la”.

- Acha que consegue não gritar? – perguntou o loiro, beijando o pescoço de Q.

- Como assim, Sam? – perguntou tentando afastar o namorado.

- Você consegue não gritar em uma transa? Você pode morder meu ombro se quiser...

- Sam! – repreendeu Q.

- Ai Quinny, por favor, eu não estou aguentando... Olha o meu estado... – disse Sam, mostrando a marca da excitação na calça. – Nós fomos interrompidos e nem gozamos...

- Sinto muito, amor. Mas não tem chance de não gemer alto com você. – deu ênfase na última palavra.

- E se a gente esperar eles dormirem e sairmos. A gente vai para um local mais calmo...

- Sam, que desespero! Quando a gente voltar pra Los Angeles, não vai dar para transar sempre, é importante que você lembre-se disso, ok?

- Mas nós estamos em Nashville! Eu esperei tanto tempo para poder fazer amor com você... Agora que estamos juntos, eu queria aproveitar.

- Sammy, quando seus pais forem embora, eu prometo te compensar. Agora, vamos dormir, estou exausta. Vou até colocar um pijama super broxante, para você ficar menos animadinho, ok?

- Você pode se vestir até de travesti, que eu não broxo...

- Hum... Então eu sou tão atraente ao ponto de você não broxar comigo? – provocou.

Sam agarrou-a e a deitou na cama, começando uma trilha de beijos pelas coxas, enquanto tentava retirar o short da namorada. Quando estava apenas de lingerie, Quinn inverteu as posições. — Sam estava muito excitado... Quando foram interrompidos pela mãe, o loiro estava quase chegando a seu ápice... — Porém, todo o tesão foi por água abaixo quando Quinn saiu de cima dele, dando um beijo na bochecha e correndo para trocar de roupa no banheiro, trancando a porta.

- Quinn, abre a porta... Você estava gostando... Por que parou?

- Sammy... – disse a loira abrindo a porta. – Eu não quero correr o risco de ser pega transando com você mais uma vez...

- Tudo bem... Eu te prometi que não iria te forçar a nada, vou cumprir com a minha promessa...

- Eu te amo! – disse Q. beijando o loiro.

Deitaram-se e adormeceram abraçados. Sam sabia que em um namoro, o respeito é muito importante, aliás, em todos os momentos é necessário ter respeito, com quem quer que seja. E se a loira não queria, ele não iria forçá-la.

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Na manhã seguinte, Quinn desceu para ajudar Mary no preparo do café da manhã. A mãe de Sam cozinhava muito bem e fez, com a ajuda de Q, uma linda mesa. Dwight chamou por Sam, Stevie e Stacy. Quando estavam todos em seus devidos lugares, saboreando a fartura de alimentos típicos de Nashville, certo silêncio permaneceu.

- Cadê a família Evans que conheço? – perguntou Mary. — Todos animados, sempre falantes.

- Eu estou com sono... E, além disso, o meu amigo mandou fotos do pessoal reunido na casa dele para o campeonato de vídeo game... Eu queria participar... – reclamou Stevie.

- Ah, meu filho, você terá outras oportunidades. Está um dia lindo hoje, podemos ir à praia. Vai ser ótimo para você esquecer isso.

- Que ótima ideia, mãe! – disse a loirinha. – Quinn, você já foi à praia daqui?

- Eu até fui, mas fiquei pouco tempo. Vou amar ir novamente.

Quando terminaram o lanche, subiram para se trocar. Quinn e Stacy, após colocarem seus biquínis e descer, estenderam suas cangas na areia e deitaram-se para se bronzear. Logo depois, Sam chegou com o protetor solar.

- Posso passar em você, amor? – perguntou o loiro à Q, mostrando o filtro solar.

- Sim, por favor.

Sam agachou-se e espalhou o creme na pele da loira, e ao passar nas pernas, dava pequenos apertões, provocando a namorada.

Após ser repreendido por Quinn, o loiro foi de encontro a Stevie, que enchia balões com água e colocava tudo em um balde.

Mary e Dwight resolveram aproveitar que Sam e a namorada estavam com Stevie e Stacy para descansar.

As loiras, que tomavam sol, conversavam sobre diversos assuntos, desde histórias de Quinn em sua época como uma Cheerio até sobre como a TPM é algo insuportável. Assustaram-se com a chegada de Sam e Stevie, que tacavam os balões nelas.

- Seus idiotas! – gritou a loirinha, pegando algumas bexigas para jogar neles.

- A gente vai acabar com vocês! – gritou Quinn, pulando nas costas do namorado e bagunçando o cabelo do mesmo.

- Essa é a sua maneira de acabar comigo? – debochou Sam.

- Eu tenho uma maneira melhor... O que você acha de uma greve de sexo? – sussurrou Q.

- Nem pensar! – disse Sam, em um tom mais alto do que gostaria. – Quinn, pelo amor de Deus! Eu estou quase enlouquecendo! Você não faria isso...

- Ou faria? – provocou.

-Ei, que clima estranho é esse? – indagou Stevie, aproximando-se do casal.

- Agora te peguei! – disfarçou Quinn, jogando um balão em Stevie.

Sam havia ficado preocupado com a “ameaça” da namorada.

- Greve de sexo é golpe baixo... – pensou o loiro.

Quinn e Stacy corriam atrás de Stevie pela praia. Sam sentara na areia e refletia olhando para o mar. Ao perceber que a preocupação de Sam permanecia, Fabray distanciou-se dos irmãos do namorado e caminhou até ele. Sentou-se ao seu lado e encostou a cabeça no ombro do loiro.

- Você acha mesmo que eu ia conseguir ficar longe do seu amiguinho? Ou melhor, amigão... – brincou Q, recebendo uma risada abafada de Sam.

- Eu realmente acreditei...

- Eu te amo, seu bobo! E amo mais ainda esse seu jeitinho! – disse Quinn, beijando os lábios do namorado calmamente.

- Eu estava te observando brincar com meus irmãos e vi que você leva muito jeito com crianças. – sorriu. — Eu sei que eles já são adolescentes e se me ouvissem os chamando de crianças iriam me matar... Ah, você entendeu. – riu.

- Você também é bom nisso... Lembro-me que ficava impressionada com a sua responsabilidade quando os levava para a igreja.

- Nossos filhos terão muita sorte, então. – brincou Sam.

- Filhos?

- Sim, filhos. Eu desejo, mais que tudo nessa vida, que seja você a mãe dos meus filhos.

- Eu também quero muito isso, mas cada coisa no seu tempo, não é mesmo? Quero que quando isso acontecer, eu esteja preparada e que, desta vez, tudo dê certo...

- E vai dar! – beijou a namorada.

- Te amo! – sussurrou Quinn.

- Eu te amo mais, minha linda!

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Passaram o resto do dia aproveitando a praia. Quando começou a anoitecer, reuniram-se nos fundos da casa, em uma parte de madeira e com luzes de vela, que, infelizmente, apagavam-se constantemente devido ao vento. Sam e seu pai tocavam músicas country e os outros os acompanhavam cantarolando.

Estavam se divertindo bastante. Uma tarde agradável como essas estava cada vez mais difícil com a correria dos dias de hoje...

Quando a música parou, Stacy disse que queria perguntar algo à Q.

- Quinny, eu ouvi, há muito tempo, que você teve um bebê... É verdade? – perguntou a loirinha, fazendo com que Sam e Mary se olhassem desesperados.

- Filha, vem me ajudar a guardar algumas coisas na cozinha... – disfarçou Mary.

- Deixe-me respondê-la. – pediu Q, deixando todos, que sabiam de sua história, surpresos. – Sim, é verdade, pequena. – continuou. — O nome dela é Beth... Eu a tive um pouco mais velha que você. Foi um acidente... Não me arrependo de ter dado a luz àquela linda menina, mas sim da maneira como tudo isso aconteceu. Por isso, tome muito cuidado, viu? Tudo tem sua hora, mas certos deslizes podem mudar seus planos...

Quinn disse tudo de uma forma tão calma, que nem parecia a mesma jovem que sofrera tanto ontem de manhã...

- Amor, vem aqui comigo, rapidinho. – pediu Sam, direcionando-se para um local mais afastado.

- Aconteceu alguma coisa? – perguntou Quinn.

- Você viu o que acabou de fazer, meu amor? Falou sobre a Beth de uma forma tão natural...

- Eu me senti mais segura ao falar para a Stacy, pois de alguma forma, sabia que ela jamais me julgaria... Além disso, ainda a alertei sobre gravidez precoce. Sabe, falar para uma “criança” é bem mais fácil, pois a maneira de pensar dela é inocente, sem maldade alguma, sem preconceito...

- Estou muito orgulhoso de você, minha linda!

- Obrigada! – sorriu. – Vamos voltar. – sugeriu Quinn, segurando a mão do namorado.

Sentaram-se novamente com o resto da família Evans e apreciavam a leve brisa que corria no momento.

Dwight ouviu o toque de seu celular, que estava no interior da casa, e foi pegá-lo.

- Tenho uma notícia ruim... – disse com uma expressão triste, ao voltar para o local. — Um cliente ligou e vou ter que ajudá-lo em uma audiência amanhã de tarde, é uma urgência. – O marido de Mary havia se tornado um advogado dos bons e seus serviços eram sempre elogiados. – Este cliente está pagando uma boa quantia e eu não posso deixá-lo escapar... Enfim, teremos que ir embora hoje à noite...

- Mas, querido, é muito perigoso dirigir à noite, ainda mais em estrada. – avisou Mary.

- Ah, pai, a gente vai amanhã cedinho, por favor... – pediu Stacy.

- Sinto muito, é importante... E quanto à estrada, não se preocupe, eu conheço um caminho mais tranquilo. É longo, porém seguro. Preciso que arrumem tudo o mais rápido possível, é melhor sairmos logo...

E assim fizeram, apesar da tristeza. Quando estavam todos praticamente prontos, Quinn pediu para falar com Mary.

- Mary, eu gostaria de fazer uma festinha surpresa para comemorar o aniversário do Sam, na sexta-feira. Estou pensando em convidar alguns amigos nossos. Mas preciso da sua aprovação...

- É claro que pode, querida. Ele irá amar! Só peço que não tenha bebidas alcoólicas em exagero e coisas do tipo. Fora isso, está liberado. Se precisar de ajuda, peça à Ashley, tia do Sam.

- Eu a conheço, ela é muito simpática. Obrigada, Mary!

- Eu que agradeço! Você faz muito bem ao meu filho. – sorriu.

Mary terminou de ajudar os filhos com as malas e desceu para verificar se havia se esquecido de guardar algum objeto. Foram todos para a porta principal e Dwight retirou o carro da garagem.

- Quinny, me prometa que não vai sumir desta vez... – pediu a loirinha, que a abraçava carinhosamente.

- Prometo, pequena! Eu também moro em Los Angeles, então vamos poder nos ver sempre!

- Tchau, Quinn! – despediu-se Stevie.

- Tchau, Stevie! Foi ótimo te ver de novo!

Os irmãos abraçaram Sam e entraram no carro.

- Se cuida, filhão! – disse o pai de Sam, abraçando-o. – Tchau, Quinn!

- Tchau, querida! Foi maravilhoso revê-la! – disse Mary à Q. — Tchau, meu filho.

- Obrigada por tudo, Mary! Tchau, Sr. Evans!

Sam e a namorada ficaram abraçados observando o carro se distanciar e as mãos de Stacy e Stevie acenando pela janela.

- Está frio aqui fora, vamos entrar. – sugeriu Quinn.

Assim que entraram, Quinn avisou que subiria para vestir um agasalho.

- Eu tenho uma maneira melhor para ficarmos quentinhos... – disse Sam puxando-a para si e a levando para seu quarto. – Agora que meus pais foram embora, a casa é só nossa. Você prometeu me compensar. – disse ao abrir a porta e encostar a loira na parede, beijando seu pescoço.

- Hum, não sei se você está preparado... – provocou. – Deixe-me ver. – disse com uma voz rouca e sexy, colocando a mão por dentro da bermuda de Sam e apertando seu membro. – Ótimo! Podemos continuar.

Quinn o empurrou até a cama e retirou sua roupa sensualmente, sem desgrudar os olhos do namorado. Apenas de lingerie, a loira subiu em cima de Sam e o ajudou a se livrar de suas peças de roupa. Fabray ficou de pé na cama com suas pernas em volta do loiro. Sam rasgou a calcinha de Quinn com uma rapidez absurda, recebendo um gemido de aprovação. Restava apenas o sutiã, que, no momento, já não estava mais no corpo da loira.

Sam pegou a camisinha e entregou à Quinn, que a colocou lentamente com os dentes.

- Eu estou ficando maluco, Quinn! Esse tempo que ficamos sem transar te deixou ainda mais safada.

Fabray sentou no colo do namorado, de forma que pudesse ser penetrada e iniciou uma louca dança. O casal transbordava amor e prazer.

- Rebola, minha loira! Rebola! – gritou Sam, colocando suas mãos na cintura dela e a ajudando com as investidas.

O loiro estava enlouquecido com o balançar dos seios, devido aos movimentos cada vez mais rápidos. Quinn apoiava-se no abdômen definido de Sam.

- Ah, Sammy! Gostoso!

Ao ouvir as palavras da loira, Sam gozou. Quinn chegou ao ápice logo depois e jogou-se sobre o namorado. Estavam exaustos, nunca haviam transado em um ritmo tão acelerado...

- Eu te amo muito! – disse Quinn saindo de cima de Sam e deitando ao seu lado.

- Eu também te amo, Quinny. – aplicou um beijo repleto de paixão.

Sam foi até o banheiro descartar o preservativo e tomar um banho. Estava com um sorriso de orelha a orelha, Quinn o fazia tão feliz...

Quando voltou, a loira dormia delicadamente, nua. Deitou-se e a abraçou. Em pouco tempo, os dois dormiam profundamente.

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Na manhã seguinte, Quinn vestiu-se e acordou o namorado com um carinhoso beijo na bochecha.

- Bom dia, príncipe.

- Bom dia, princesa. Dormiu bem?

- Melhor impossível! Também, depois da nossa noite maravilhosa... – sorriu. – Vou descer para pegar um copo d’água, estou com muita sede...

- Vou só escovar meu dentes e desço.

- Ok!

Quinn bebeu o líquido e sentou em um dos banquinhos que havia na bancada da cozinha. O sol estava forte, e o mar também, portanto não seria uma boa ideia ir à praia...

- Estou com preguiça de cozinhar agora, amor. Pode ser cereal? – perguntou Sam.

- Claro! – riu. – Hoje não vai rolar praia, Sammy.

- Tem razão... Está muito forte.

- Pois é... Olha aquelas ondas lá trás... Enormes... – observou Quinn. – É... Amor, você não disse que este pedaço da praia é propriedade da casa?

- Disse sim, por quê? – perguntou Sam enquanto servia o leite nas tigelas.

- Então o que aquelas pessoas estão fazendo aqui? – questionou Quinn, apontando para dois rapazes e duas moças que conversavam olhando para o mar.

- Ai... Sempre aparecem turistas, que pensam que a praia é pública... Vamos lá explicar a eles, antes que a viatura que circula na rua pense que são ladrões, uma vez aconteceu isso... – explicou Sam, segurando a mão de Quinn e direcionando-se à praia.

Ao aproximarem-se dos quatro, Sam cutucou o ombro de uma das moças. Ela tinha um longo cabelo com fios cor de mel, era alta, porém mais baixa que Quinn. Possuía um corpo bonito, o que deixou Sam desconfortável em relação à Quinn.

- Com licença, sou morador dessa casa e... – Sam ficou perplexo ao ver a mulher se virar. Não podia ser ela... Para o bem de todos, não podia ser a pessoa que pensava ser... – Você?!

Notas finais
Quem será que deixou o Sam tão assustado?

Espero que tenham gostado! Não é sempre que consigo fazer um capítulo grande... Foi um milagre!

Até o próximo o/

Divos Divônicos que eu amo, até os reviews! ♥