All Things Go...

33 Sweet Pompeii / Over The Love.


Notas iniciais
A estação de trem, o inicio e o fim de mitas coisas, que bom quando podemos passar por ela, o show do Dan, na verdade do Bastille, mas nehhh o Dan Manda naquela porra toda... Ai Aaron, o Robert nunca vai ser seu.... seja menas Requiem Blue Jeans................ Bastille Problem................................. Ariana Diamonds........................... Rihanna Of The Night.......................... DAn Pompeii.................................... Bastille Weapon..................................... Bastille ....

– Vocês estão ouvindo isso? — Gritos e gemidos vinham do corredor sentido Sul na linha B, comecei a correr e deixei todos para trás, mais na frente do túnel, o vento levava meu cabelo e bagunçava tudo, deixando no lugar do meu penteado apenas um punhado de nada. — Eram Cinco, cinco contra um, o menino de calça vermelha estava no chão sendo chutado, o cabelo estava jogado sobre o seu rosto. — Corri ainda mais mais rápido, acho que o tempo parou sobre meus pés. — Pensei. — Ei idiotas, querem sangue, venham pegar o meu. — Gritei, o instinto animal do homem é uma coisa estranha e antiga, talvez até um pouco mais jovem que Órion, mas ainda velha. — Eles saíram de cima do garoto e viram pra cima de mim. — Senri meu sangue ferver como água numa panela de sopa. — Fiquei exatamente parado de olhos fechados, eles iriam me bater a assim como fizer com o garoto, mas quando abri meus olhos senti uma corrente elétrica que cruzava meu dorso de uma ponta a outra, mexi minhas mãos e sibilei algo que nem mesmo eu sabia o que significava, assim como uma cobra faz antes do bote. Então o primeiro foi ao chão, foi jogado longe como uma folha levada pelo vento. O segundo já estava com o rosto de horror, mas resolveu tentar a sorte e foi lançado longe também. Um estendeu uma lamina prata pra mim, movi meu dedo e a lâmina voou cortando o vento e acabou indo parar na perna dele e os outros dois correram. Corri ate o garoto, ele estava de calça vermelha, blusa azul e muitas marcas de sapato, sangue escorria pelo canto da boca, juntei tudo que ainda havia em mim, não iria deixar ele daquela forma, mesmo tendo falado que não iria mais usar magia. — Olva my Gross, Level comeback and Livbee. — Ele abriu os olhos e o sangue que estava no canto da sua boca retornou ao lugar de onde havia saido, as manchas de sapato sumiram, tudo estava novamente no lugar. — Por favor não me mate. — O menino gritou. — Não vou matar você, calma criatura, não tenha medo de mim, olhe pra mim, quem teria medo? — Sei lá tipo Madonna teria se eu a agarrasse e não soltasse mais. — O menino começou a se levantar e eu o ajudei. — Obrigado, não sei o que você fez, talvez seja um anjo ou não, mas obrigado por não me deixar morrer aqui, antes tenho de ver o Dan tocar. — Nossa mais um que ia pro show do Bastille, pensei e começei a ficar meio voltado pra dentro de mim mesmo. — Nossa devo conhecer você de algum lugar. — Deixei soltar. — Não, não conheço você, se conhecesse você não estaria solteiro. — Ele sorriu, ouvi passos e finalmente lá estavam, Aaron e as meninas. — O que aconteceu Robert? — Paloma perguntou. — Ouvi alguém gritando e vim ver... — Mas fui interrompido por Quem quer que esse garoto seja. — Então ele me salvou de cinco psicopatas que estavam me atacando... — Vamos Robert, o trem acabou de chegar a plataforma, corram meninas. — Aaron Falou enquanto nos começamos a correr feito diabos da cruz, mas ainda quando o sinal sonoro avisou que as portas estavam se fechando, conseguimos por pouco entrar no trem. — Ahhh lembrei, desculpa não ter me apresentado, sou Robert, Robert Solarium Willians, obrigado por ter aparecido. Sorri e pensei que havia falado merda, mas não sei o que falar, não sei mesmo. — Nada, obrigado você por ter me salvado, acho que nem estaria aqui se você não tivesse enfrentado aqueles idiotas, sou Daniel, Danny Brice Julliery, estou com tanta vergonha, mas por sorte as marcas de sapato sumiram. — Ele sorria e eu fiz um sinal de silencio pra ele, mas as meninas viram e Aaron sabia muito b sobre o que Danny estava falando... — Então gente a quanto tempo conhecem o Bastille? — Aaron tentava suavizar o clima.

– Desde Other People Heartache parte 2. -Danny falou. — Desde o cover em Glee. — Ana falou. — Desde que ouvi Lara Palmer em All This Bad Blood, ai veio Pompeii e completou meu amor. — Desde Glee e por causa desses dois malucos. — Pâmela apontou pra mim e pra Paloma. Pricilla resolveu ficar quieta e não falar nada. — Então gente, acho que não podemos deixar a conversa morrer. — Depois disso, vários assuntos mistos e meio aleatórios começaram e não pararam mais, toda a viajem de trem foi assim, na entrada do show, o festival já estava rolando a algumas horas, tinham hipsters entregando coisas Pucks simpáticos e Bad Bloods por todas as partes, mas eles estavam todos indo pro Palco D onde Banks estava tocando, então saímos correndo pro palco A onde seria o Show do B∆STILLE, Onde o Kongos iria começar a tocar em poucos minutos, estávamos bem na frente, tinha uns andaimes e talz — Dan vai adorar essas ácoisas ai. — Sorri pro nada, derrepente tudo se apagou e o acordeão começou a ser tocado, as luzes piscaram e o vocalista mais lindo que eu já vi ( Tirando o Dan e o povo do Clean) comecou a cantar. A voz doce porem pesada, realmente nunca havia ouvido falar em Kongos, mas só pelo fato da beleza do Vocalista iria chegar em casa e procurar tudo sobre eles na Xbox Music ou no iTunes. — As meninas pulavam sem saber nem mesmo o nome das músicas que estavam sendo tocadas, Ana ainda mais, ela era meio Noob, mas todos amam ela e esse senso estranho de ver as coisas... Foram cantadas ao todo 7 músicas, algumas nos interagimos gritando " Come With Me Now" ou batendo palmas na velocidade do Acordeão.