All Things Go...

23 A morte e o perdão da deusa dos mortos...


Notas iniciais
Narrado por May a irmã mais maluca e maravilhosa do mundo...... May percebeu que Robert sumiu, Luiin salvou eles da Morte, " o grande Espirito Negro" May recebe a visita de Luiin que lhe dá um enigma digno de encontrar seu irmão, May pede ajuda a uma das pessoas menos prováveis e não é Sylvain, Tori e May saem a procura de Francine, Robert ou alguém que a ajude a encontrar o irmão, mas já é tarde demais.... Miggg's da Nicky's... Gold.................... Imagine Dragons Smoke and Mirrors........................ Imagine Dragons I'm So Sorry........................... Imagine Dragons Everything I Ever Wanted.................. Bright Light, Bright Light Lucky Star....................... Birdy. You and Me.......................... You+Me Project. Still Into You.......................... Paramore.

Robert sumiu , ele literalmente sumiu, saiu correndo quando um espírito negro queimou a árvore Assovio, acho que falo em nome de cada uma das pessoas aqui que ficamos mais tranquilas quando uma mulher desceu de um raio de lua vermelho, salvando nossas vidas, segundo o que ouvi a pessoa de preto era a rainha morte vindo buscar mais uma vida, mas Luiin nos salvou. — Onde esta Robert? — Perguntou vovó. — Não sei Vozinha, ele saiu correndo quando a árvore começou a queimar. — Vovó passou a mão pelos cabelos, o suor descia em litros por seu rosto, o medo de Robert ter sido levado ou morrido era maior que tudo. — Zendaya, você viu Robert ou Francine? — A mulher esbanjava beleza, cabelos e olhos em uma maquiagem negra como carvão e um brilho prata, a lua vermelha continuava sobre nós, mas ainda estávamos muito assustados para começar uma ceia. — Maria venha aqui. — Gritei. — Maria veio correndo, o desespero no ar estava mais forte, meu medo se tornou real, não poderia perder meu irmão, não acredito que ele não me contou nada. — O que aconteceu Mayane? — Maria estava com o cabelo assanhado, o vento acabou acabando com todos os penteados, a fumaça ajudou também. — Temos de achar Robert, Vovó acha que ele sumiu e pode ter sido levado pela Rainha para o reino dela. — Maria tapou a boca com a mão, ela sabia tanto quanto eu o que significaria a morte do Robert. — Eu vou pro riacho, ele sempre se escondia lá no meio das Goiabeiras e do laranjal. — Falei. — Tudo bem, vou olhar no quarto dele e vou inspecionar as passagens das árvores que foram usadas. — Maria ficou com talvez uma das partes mais difíceis, olhar todas as passagens das árvores seria meio complicado. — Vamos, quem encontrar ele da um sinal, não sei como, mas saberemos. — Maria falou meio estabanada. — Okay. — Corri pelo caminho de pedras em direção ao riacho, quando cheguei na metade do caminho, percebi algo estranho, a água estava em um nível mais alto que o normal. Os eucaliptos estavam quase todos dentro da água, não se via mais o pomar, eu não iria enfiar meu pé na lama para procurar o idiota do meu irmão. — Consegui pular e viajar de uma árvore a outra, quando menos fui parar no eucalipto que fica na parte mais funda do riacho, sempre fiquei pensando como ele nunca caiu, já que a terra embaixo dele não deve ser totalmente firme, mas quando coloquei minhas mãos nele, senti algo estranho, algo que me fez arrepiar da cabeça aos pés, aquela passagem havia sido usada recentemente, quando com um arrepio tudo ficou claro. — Maya, você conseguiu achar o erro, ô filha. — A mulher que havia lutado com a sombra negra estava ali, banhada por uma luz prata, vestindo um vestido dourado, fino e liso, caindo nos pontos certos. — O que você quer de mim, ô bela donzela? — Ela ergueu o rosto baixo. — Quero que você saiba onde teu irmão está minha Neta, não sejas tão igual ao teu irmão, seja uma moça recatada, educada, assim como nossa geração fui sendo através dos séculos e décadas a fio, Seja uma dama, esse será nosso segredo, agora entre na árvore e ela le levara ate seu irmão. — A mulher sumiu antes mesmo que eu pensasse em ao menos agradecer. — lembrei que deveria fazer um sinal para Maria, não sabia bem o que fazer, então quando dei asas ao meu coração e mandei meu cérebro ir se ferrar, consegui fazer com que milhares de borboletas coloridas saíssem voando, todas elas voavam loucamente para cima, a escuridão era morta apenas pela luz da lua vermelha e pelas lâmpadas dos postes, tudo estava estranho e diferente, em alguns minutos depois Maria chegou correndo, ela pulava de árvore em arvore pra poder finalmente alcançar o eucalipto. — Nossa May, borboletas coloridas. Sério isso? — Maria Sorriu. — Sim, foi o que saiu na hora, mas venha aqui, uma garota apareceu ali na margem falando que se entrasse nessa árvore, iria encontrar Robert. Mas tive medo de fazer isso sozinha. — Então as borboletas foram uma metáfora, tem milhares ainda dentro do meu estômago. — Maria não riu, em vez disso ela se pendurou no galho. — Vamos pular pra dentro, vamos. — ela me puxou e ambas acabamos dentro das raízes, sendo levadas para algum lugar onde nem mesmo eu sabia onde era. — Quando saímos, estávamos encima de uma árvore baixa, espessa, muita sombra, havia um homem deitado debaixo, cobrindo o rosto com as mãos, o aspecto branco da pele me fazia lembrar as duas damas que eu vi hoje a noite, mas mesmo assim, olhei em volta, estávamos em um parque, em meio a alguns prédios, conhecia muito bem aquela arquitetura, o mendigo também não deixava mentir, estamos em New York. — Onde estamos? — Perguntou Maria. — A julgar por a arquitetura daqueles prédios ao fundo, estamos em New York, Bronx, estamos perto da JFK, mas porque estamos aqui? — Maria começou a mexer o nariz de uma forma estranha. — Está sentindo esse cheiro? — Ela continuava. — Não, que cheiro? — Olhei para o lado e deixei meu nariz aberto a cada aroma que o vento levava e trazia. Mas nada de diferente veio. — Por aqui venha. — Maria me puxava. — Calma Maria, você vai arrancar meu braço fora. — Ela me puxou e continuou a me puxar ate chegarmos na frente de um prédio cinza chumbo, quase todo feito em vidro. — Entramos e ela continuou a mexer o nariz assim como os cachorros fazem. — Vem, temos de subir muito alto. — Mas precisamos passar por aquele cara ali pra usar o elevador. — Eu disse. — Mas quem falou em subir de elevador? — Maria sorriu de uma forma estranha. — Saímos e Maria resolveu brincar de voar com uns trocentos bilhões de borboletas multi coloridas e elas iriam nos levar ao cheiro que Maria dizia ser mais e mais forte. Quando chegamos a uma das janelas mais altas, resolvemos que iriamos entrar por ali, quebrar a janela e entrar por ali mesmo.

– Quando estávamos em um corredor, nulo de tao branco, podíamos ver as portas de alumínio e vidro, continuamos a andar ate chegar em uma onde apenas o buraco da porta estava. — Víamos um grande apartamento, com uma decoração o tanto estranha, mas também cafona, máscaras antigas, placas de texto celtas, coisas do Egito antigo. — Quando entramos o apartamento estava vazio, mas totalmente bagunçado como se tivesse havido uma luta dentro dele, mas quem quer que seja já havia se mandado. — Francine e Ravenna estiveram aqui, um homem e um invertido também estiveram aqui, mas esse invertido não é totalmente homem, ele é meio mulher também. — Vamos sair daqui, temos de ir a um lugar onde lá poderão nos ajudar a entender o que pode ter acontecido com meu irmão. — Maria e eu pulamos pra fora do grande buraco na vidraça, caímos sobre as borboletas que ainda estavam ali nos esperando.

Quando conseguimos chegar perto da Loja de Tori Já eram mais de meia noite, o dia estava virando e a lua continuava vermelha. Por sorte quando olhei pelo vidro da porta, vimos uma luz acessa. — Olá. Tori, você está ai? — Gritei batendo na porta. Em alguns minutos acenderam a luz e a porta se abriu. — Olá quem gostaria? — Uma mulher em um corpo de menina apareceu. — Tori? — Sim é ela.

Depois de convencer a menina a me ajudar, ela me deixou entrar e ela estava estranha, parecia me analisar, Maria ficou super a vontade no meio dos livros enquanto apenas eu e ela conversávamos. — Então Robert Sumiu? — Ela perguntou. — Sim. Todos acham que ele pode até já estar morto, segundo o Que A Mestra dos Covens descobriu, ele não iria passar da lua vermelha com ou sem o beijo, mas ele tem um sinal que fizeram nele que iria o ajudar. — Ela balançou a cabeça. — Então você precisa de minha ajuda com o sinal? — Eu sorri. — Não, o sinal é muito antigo tipo, antes de... — Cristo. — Ela completou. — Só pode ter sido coisa de Órion. — Ela Falou baixinho. — Mas eu preciso de sua ajuda para encontrar ele, ninguém está sentindo mais ele, nem mesmo a energia, você era a única que ele contava os segredos sobre magia e essas coisas, ele não me contava nada, por que decidi participar de um Ciclo mais antigo sugerido por minha mãe. — Ela olhou pra mim e levantou. — Eu sei disso, ele me contou tudo, tipo sobre a vida dele e sobre a família. — Eu não esperava que Robert houvesse falado tanto sobre nós. — Bem então agora preciso da sua ajuda, não sei se vai aceitar me ajudar. Mas por favor me ajuda. — Tori ficou piscando por alguns segundos. — Vamos...

– Já havia amanhecido quando estávamos chegando perto da Flórida, o sol estava nascendo, a luz alaranjada iluminava tudo de cima a baixo. — Então Tori, você falou um nome, que não me pareceu estranho, pode repetir? — Ela e Maria estavam sentadas juntas no grande pedaço de madeira que nos levava, Maria até havia dormido um pouco. Mas eu havia virado a noite. — Robert é uma das pessoas mais fáceis que eu já rastreei, ainda mais quando ele esta com Fábricio, Se Fábricio não está em New York, ele esta junto com Robert. — Estamos encima de uma das maiores Rodovias do país, ela cruza a Flórida de uma ponta a outra, mas ainda estamos no meio do deserto, estamos quase chegando a Crystal Bay, quase chegando a parte cidade de Cystal Bay, pois ainda tem os pântanos e a zona rural. — Estamos perto? — Perguntei. — Sim, mas calma, parece que estamos sendo rastreadas, estou sentindo a magia sobe você. — Tori olhava para trás e o vento frio da manhã estava ficando cada vez mais frio.

– Vamos ter de pousar, esperar quem quer que esteja nos seguindo. — Tori nos fez descer devagar ate estarmos completamente no solo. — Já chegamos? — Perguntou Maria com a cara de sono mais estranha do mundo. — Não Maria, estamos sendo seguidos. — Maria sentou e ficou observado. — Estamos perto de Crytal Bay? Na rodovia 663 ou é apenas impressão minha? — Tori caiu na risada. — Estamos mesmo na rodovia, não é impressão sua Maria. — Tori Falou, Eu apenas ficava olhando, não sabia quem estava nos seguindo e nem menos de onde essa pessoa viria, de cima ou de baixo. — Minuto depois, Francine e um homem um tanto conhecido chegaram, brotando do nada. — Mayane, nunca mais faça isso, já bastava seu irmão sumido, ai você desaparece junto com Maria e sobra pra mim rastrear vocês. — Francine fez uma cara feia. — Eu já sou maior e dona do meu nariz, sei me virar, mesmo assim, nem um de vocês conseguiu encontrar meu irmão, a única que esta conseguindo tal fato extraordinário é Tori. Além do mais ela sabe mais que vocês. — Francine sorriu e o homem fez a mesma coisa. — Isso deve ser uma piada não? Garota eu tenho um ano de vida pra cada fio de cabelo em sua cabeça. — O homem riu novamente. — Elas acham que somos "jovens"? Quando eu nasci, a monarquia dominava o mundo, nos Ingleses que descobrimos essa terra, gracas a nós bruxos, Portugal não pós as mãos nessa terra, vocês deveriam agradecer, envés disso ficam nós perjurando. Puff. — Ele ficou me olhando enquanto eu batia meu pé na terra. — Parem de discussões idiotas, temos de achar o Robert, já estamos perto, se vocês não houvessem interrompido, já teríamos encontrado ele.

Notas finais
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