Notas iniciais
obrigada pelos reviews povo, é até engraçado, postei o cap passado pensando q se ninguém comentasse ia apagar a fic e daí veio reviews *-* hauhauhauhauhau brigada e aí vai mais um cap espero que gostem *w*

Todos estavam paralisados, a enfermeira estava com uma expressão de horror, e acho que só não gritou porque o medo levou sua voz para longe...Katy continuava com o dedo pesado no interruptor, o outro deitava sobre o corpo pesado; a boca semi aberta não sabia se chorava ou agia. Como os olhos dela começavam a ficar vermelhos o mais provável é que ninguém ali tomaria partido.

— Katy.... — falei, minha voz falhou um pouco devido que não sabia o que exatamente falar.

— O que? — ela respondeu com a voz solene olhando para janela e começando a tirar o dedo do interruptor.

— Precisamos ajudar Avril... — disse encarando seus olhos verdes.

— Vamos seguir aquela coisa, sem armas nem nada?

— Vamos só tentar resgatá-la, depois voltamos e pegamos armas...

Katy fez sinal que sim com a cabeça, pulamos pela janela (afinal, era o primeiro andar) e fomos atrás de Avril, no meio do campo (que naquele momento parecia realmente grande e extenso, já que estava sem as grades de segurança. Permanecemos no escuro, a não ser pela luz do celular de Katy, que dava uma minima luz na grande floresta!!Daquele tamanho não poderia ser um simples campo onde alunos estudam e passam o tempo, eu via agora, como a faculdade nos privava de algo ali. Ao longe vimos um pequeno laboratório com a luz acesa. Chegando perto ouvimos pessoas discutindo seriamente. Grudamos perto da porta e ficamos paradas, ouvindo a conversa. Se nos privavam de chegar até metade antes daquela casa e da existência dela é porque tinha algo podre lá. Ficamos quietas, controlando o som até da nossa respiração. Descobrimos algo que nos chamou atenção.

(Essa parte vai ser a conversa, como se elas estivessem escutando tudo)

- Onde ele esta??

— Eu não sei senhor...

— Como assim? Eu contrato cientistas pagando mais de meio milhão para cada um para não saberem onde aquilo esta?

— Senhor, ele simplesmente fugiu, e não é violento...

— Não é??Ele matou uma empregada!Vocês devem ter errado em algo...E o pior!Ele entrou na faculdade e esta sequestrando alunas, você sabe o trabalho que vai me dar se descobrirem tudo, e se \"ele\" souber então?Nada de salário para vocês nem para mim....

— Quanto ao fato de sequestrar mulheres...Não se esqueça que um dia foi humano, sente necessidade de carinho, e também de continuar a espécie senhor...Ou mesmo de sentir o calor humano....

— Ah ótimo, agora vai ficar trepando com as alunas por diversão???E ainda matando-as depois???

— Até ele escolher alguém que ele goste de verdade...

— Tipo de uma rainha?

— Quase isso senhor...

— E porque me chamaram aqui?

— Queremos testar em outros seres para ver se funciona também. Aquela foi a primeira experiência, talvez em homens resulte em violência, mas em outros...

— Ta, Ta, testem logo.

Os cientistas pegaram um gato morto a tempo e colocaram em uma maca. Aplicaram então uma injeção nele e o gato abriu os olhos. Deu uma ou duas miadas e começou a ronronar.

— Viu?Perfeitamente calmo...

— O número 1 também era assim antes de completar dois meses e invadir a faculdade...

Dois homens com coletes entram na sala.

— Senhor, as enfermeiras estão gritando por ajuda, algum monstro entrou na faculdade, devemos \"acalmá-las\" — disse o mais forte enfatizando o acalmá-las.

Um dos cientistas bufou uma ou duas vezes reclamando.

— Sejam discretos...

O gato mordeu um outro cientista.

— Anotem ajudantes, em animais o efeito ocorre mais rápido.

— Do jeito que queríamos? — falou o que estava no comando.

— Sim, agora eles não poderão com nós.

— O primeiro objetivo não era curar doenças e mortes?

— Sim, mas eles ficariam fracos e morreriam antes; que nem tentamos com o número 2. Por isso agora vão nos ajudar com um pequenino trabalho.

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- Katy, vamos avisar as enfermeiras antes que morram!!

— Você entendeu algo da conversa?!

— Não, mas sei que alguém mandou criarem aquele monstro.E estão planejando testar em mais pessoas para algo pessoal, que ainda não sei...

— E a Avril?

— Oras Katy, vamos pegar as armas e depois pegamos ela...