Notas iniciais
-Dia 24 de dezembro, 201X, véspera de natal. —03:32 da madrugada, nublado. —Cemitério, túmulo 3.142. "Eva Sparda"

Encarava as letras esculpidas no mármore em silêncio, se sentindo indigna de uma chance de falar com ela a sós. Aquele era das duas, sem mais expectadores. Depositou quatro rosas ali.

Eva Sparda.

Reuniu as forças que possuía e lentamente as lágrimas rolaram pelo seu rosto, desamparadas, desoladas e depreciativas. Queria ter conhecido alguém tão boa quanto ela, mais ainda, queria ter conhecido a própria mãe.

—Me disseram uma vez que você pode tirar a dor até da alma mais sofrida... Preciso de alguém como você.

Despida de todo o seu temor, chorou nos braços da avó que nunca teve.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.