Seus ouvidos não podiam ouvir nada além de seus soluços. Estava fazendo quatorze anos, velas não seriam sopradas e queria mais do que nunca acabar com a própria vida. Tinha sido a causa de três mortes, as que guardaria no peito pelo resto da vida.

Ruiva...

Princesa...

Vergil...

Todos tinham morrido por sua culpa e o pior que podia fazer era culpar a si mesma, culpar a assassina que os matou e não poder vingá-los, pois era a única família que restava a Dante, seu pai. Se morresse, ele também morreria por dentro. Continuaria uma assassina. Não iria vingar ninguém.