All For One Winchester And An Angel
7 Zacharias seus Retardado! ¬.¬
Notas iniciais
Bjs
P.D.V Autora
O céu estava clareando, pois já se passava das 4 da manhã quando o mustang e o Impala estacionaram em um ferro velho. Sam observava atentamente as feições finas de Cassandra que parecia está em um sono profundo. Cassye não conseguia se desligar do mundo, muito menos dormi depois de seu quase acidente na rodovia.Sam tentava acorda Cassye acariciando seu rosto com a palma de sua mão enquanto a mesma tentava apaga suas memórias mais doloridas, as caricias de Sam a
deixavam calmas, mas não o suficiente para faze- la esquecer.
O céu clareou comum raio e poucos segundos depois o barulho do mesmo, suou alto e estridente. Estava tudo escuro. Apenas uma luz fazia com que as pessoas que ali estavam presentes se vissem, e essa luz vinha de uma porta onde se encontrava um homem.
- Cassye acorda chegamos...
- Que bom, já estava com dor nas costas.
- Voce não estava dormindo. – perguntou Sam
assustado.
- Não, consigo dormi, eu estava cansada a
ponto de não conseguir abri os olhos. Agora não tenho sono. – Cassandra abriu a porta do carro e saiu
esperando por Sam.
Dean esperava ambos na porta da casa junto a
um homem de meia idade.
- Voce deve ser a famosa Cassandra Moore,
correto? – Perguntou estendendo a mão direita. – Sou Bobby. Bobby Singer.
- Famosa deixo por sua conta, Muito prazer
Bobby. – Disse a jovem repetindo o mesmo movimento que Bobby havia feito antes.
- Castiel me falou muito de voce. – disse Bobby por fim entrando na casa sendo
seguido por Dean e Cassandra. Sam hesitou por um momento antes de entra, mas
por fim decidiu por adentra no recinto.
P.D.V Cassandra.
Depois do sonho perturbando não consegui mais
prega os olhos, o sono simplesmente havia desaparecido. Mas porque agora depois de dois anos esses sonhos voltaram para me atormenta, pensei que já havia superado isso que estava livre do meu passado. Mais vejo que não. Sam me provocava leves cosquinhas na bochecha, e isso me dava vontade de ri. Ele pareceu supresso quando disse não estava dormindo, me fazendo rir de suas bochechas coradas.
- Incrível, pois eu não sei quase nada sobre
ele. -Disse enquanto dava uma olhada rápida para
Dean. – A não ser que ele e um anjo!
- Não olha pra mim. — Dean parecia ter ficando preocupado. — Eu tambem
não sei muita coisa, castiel não e de fica dando explicações antes da hora ou hora
nenhuma.
-Bom já esta tarde e vocês devem
esta querendo dormi, Cassandra vou te mostra onde voce vai fica.
- Não precisa já amanheceu Bobby, se eu dormi agora vou desregula meu
sono. – Insistir e mentir, na verdade eu estava cansada mais tinha medo dos
meus pesadelos não queria eles de volta. – Pode me chama de Cassye.
- Certo então. Cassye.
Bobby parecia ser um cara legal, uma simpatia
formidável que lembrava meu pai. A casa era simples mais muito aconchegante Dean e Sam foram para um lado e Bobby para o outro e eu fiquei parada na sala. Bobby chamou os winchesters de algum lugar da casa e ambos foram eles começaram a discutir sobre alguma coisa. Quando um toque no ombro esquerdo.
- Olá, Cassandra. – disse um homem de
sobretudo marrom.
- Quem e voce? – berrei assustada. Sam Dean e
Bobby entraram correndo na sala procurando o motivo do grito.
- Sou Castiel um anjo do senhor.
-Voce e Castiel... Onde esta sua educação,
voce me assustou! – Disse enquanto tentava recupera o fôlego.
- Desculpe.
- Ai Castiel tirando o fôlego das meninas.
Esse é meu garoto. – Dean falou para Castiel com orgulho.
- Dean! – repreendeu Castiel, encabulado. – e
um prazer conhece – lá pessoalmente Cassandra.
- Digo o mesmo Castiel. Mas então me diga o
que voce que comigo.
- Voce corre perigo e terá dois anjos da
guarda.
- E- e eles não são? – gaguejei — E onde
aquele retardado do Zack se meteu?
- Zack?! Quem é? – perguntou Sam.
- Winchesters, Singer é Castiel. Como e bom
ve-los. –zombou Zacharias aparecendo do nada.
- Zacharias o que faz aqui? – perguntou Dean
furioso.
- Zacharias seu desgraçado, cretino e retardado onde voce se enfiou quando eu precisei de voce? – Falei quase aos berros todos pareciam chocados pelo o que acabei de dizer, menos e claro Castiel e Zacharias.
- Pequena precisei resolver umas coisas, mas voce se saiu muito bem. — Respondeu calmamente Zack e isso deixou os irmãos ainda mais assustados. – agora vamos ao que realmente interessa.
- Desculpas, primeiro. – Insistir fazendo bico de criança mimada.
- Desculpe-me pequena, da próxima vez eu estarei disposto a defender sua honra.
- Zack! – Ele não disse nada apenas riu.
- Cassandra tem uma coisa que voce deve saber antes de tudo... Melanie está viva. – Minha respiração morreu naquele momento, meu coração parou não consegui me lembra como se fazia para respira. Pode parecer bizarro, mas esqueci como se faz isso. Melanie não poderia está viva eu a vi morre isso não pode ser verdade.
- C-C-como eu a vi morre. Ela morreu nos meus
braços.
- A trouxeram de volta á um ano.
- Impossível, eu a cremei.
- Nunca e impossível para um arcanjo. – Castiel interrompeu minha agonia.
- Mas por quê? Onde ela esta?
- Eles a pegaram quando descobriram que voce
voltou a vida.
- Tempo... Tempo. Que papo e esse quando voce voltou á vida? – Perguntou Dean incrédulo.
- Há quase cinco anos quando eu tinha 16 anos meus pais resolveram tira férias das caçadas, mas alguém ligou para o meu pai informando que o demônio do pacto havia aparecido em Luisiana... Meu pai foi ate lá mais não achou nada. – Sentir as lagrimas rolarem pela a minha face, a cada lampejo de memória que lutei para manter afastada do meu consciente todos esses anos. — Alguns dias depois eles nos acharam mataram meu pai, minha mãe foi se vinga e descobriu que ele estava no novo México. Minha mãe foi morta. Eu tinha uma irmã mais velha chamada Amanda quando criança, que depois passou a se chama Melanie. Eu havia ficado com ela em casa quando tudo aconteceu, dois dias depois a casa pegou fogo com a gente dentro minha irmã morreu nos meus braços, felizmente eu consegui sair, mas fiquei ferida Zacharias tentou me ajuda sobrevivi por poucos dias ate o demônio me encontra e me matar.
Todos escutavam atentamente cada palavra dita, mas pareciam não acredita, um longo silencio desconfortável se formou.
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