All For One Winchester And An Angel
10 Dean porque sua arma está vestindo meu sutiã?
Notas iniciais
Eu dei um leve sorriso, virei às costas e sair entrando no quarto de motel.
- O que aconteceu? — Sam perguntou correndo em minha direção.
- Cassye voce está bem, esta sangrando...
- Jura Dean?! – debochei da cara dele como eu adorava fazer isso. – serio eu nem sequer podia imagina.
— Eu vou busca o kit de primeiros socorros. – Sam disse serio.
- Temos um... kit de primeiros socorros? — Dean perguntou sarcástico.
- Sim Dean, temos no carro... – Sam saiu do quarto as pressas e voltou logo em seguida com uma pequena maleta branca com uma cruz vermelha. Enquanto Dean me encarava, Sam recortava minha blusa e limpava os ferimentos.
- O que aconteceu? — Sam perguntou suspirando.
- Eu estava voltando quando o Toto me atacou.
- Toto?! — Sam perguntou sempre gentil.
- O lobisomem, Sam.
- Ele atacou voce, mas porque, esse não e o padrão que ele vem fazendo.
- Eu pensei nisso também, mas havia algo estranho naquele lobisomem so não sei explicar.
- Cassye me desculpa, isso tudo e culpa minha se eu não ti...
- Esquece Dean. Só esquece tá. – Assentiu e saiu do quarto me deixando com Sam. – Bom eu já vou dormi, mas só tem duas camas.
- Eu vou dormi no sofá.
- Se quiser Sammy voce pode dormi aqui comigo, eu não me importo. – Ri da expressão do Sam ele ficou muito sem graça, mas era verdade a cama era grande e daria nos dois. Sem maldade. – então tá neh.
No outro dia pela manhã, acordei e vi Dean dormindo ao meu lado, bom não ao me lado, na outra cama e dei um riso. Me levantei e fui ate o banheiro quando voltei Dean já havia se vestido e saindo do quarto, ele estava me evitando....
Porque os homens especialmente Dean Winchester, são cabeças ocas?
- Bom dia, Cassye sente-se melhor? – Sam perguntou entrando no quarto com uma sacola na mão.
- Bom dia, Sam, tudo dói mais vou melhora.
- Trouxe seu café da manhã. – ele falou estendendo a sacola preta para mim.
Sanduiche e suco de laranja. Ta brincando né?
- Sam cadê o meu hambúrguer e a cerveja? – perguntei indignada.
- Esta muito cedo para comer isso, alias, vamos visita os familiares das vitimas.
- Claro papai... Onde está o seu irmão? – perguntei antes que a curiosidade me fizesse fazer besteira.
- Foi fazer uma investigação no necrotério.
Dei de ombros e fui me arruma, eu sempre fico com a parte mais chata das caçadas. Peguei meu lindo bebe e fui para a casa dos Walters a primeira vitima do lobinho.
-Tem certeza mesmo de que está bem Cassie ?
-Da para voce para com isso Sammy, já disse que estou bem.
-É Sam.
- Que seja.
Estacionei o meu lindo neném na frente da casa das vitimas, e bom para começa a casa era um pouco suspeita que em Sã consciência encher o jardim de cachorros de cerâmica.
Olhei para Sam e o mesmo parecia pego meu raciocínio, mandei ele ir na frente afinal se sair-se um cachorro raivoso lá de dentro que o visse primeiro, porque eu já fui atacada por animais demais nas ultimas 24 horas.Sam tocou a campainha e a porta logo foi aberta, uma mulher aparentemente idosa nos atendeu.Ate agora nenhum cachorro ou lobisomem.
-Senha Walter?
-Sim, posso ajuda-los? – a senhora disse colocando os óculos.- Formam um ótimo casal, são casados?
Sam parecia que iria morre de vergonha.
- Não, somos casados somos parceiros do FBI. Eu sou a Srta Jane e esse e o Meu parceiro o James.
- Entrem meus jovens... – A senhora Walter nos levou ate a sala. – Sobre o que querem falar?
-Seus filhos, foram atacados não foi?
-A sim, meus filhos Bill e Ryan eram gêmeos idênticos lindos foram os primeiros a serem atacados por cachorro.
- Espera a senhora disse cachorros?
- Sim querida cachorros, uma semana antes do acidente ele reclamaram que escutavam cachorros latindo, sendo que na região não a muitos cachorros apenas o do senhor Phill a duas casas daqui, mas já é um cachorro velho e cego de um olho mau se aguenta em pé... No inicio achei que fosse brincadeira, mas ai o Ryan disse que os cachorro do jardim latiu para ele cachorro de cerâmica não late. Eu estava voltando do bingo quando eu escutei...
Ela interrompeu e foi ate a janela, puxou a cortina como se alguém observa-se do lado de fora.
- Escutou o que Senhora Walter? — Sam insistiu.
-Os cães latindo, os cães de cerâmica estavam vivos e latiam para casa. – A senhora Walter levantou a manga de seu vestido e mostrou três imensos arranhões que ganhavam forma do ombro ate a palma de sua mão. – Eles fizeram isso.
-E o que a senhora fez...
- Nada minha filha derrepente eles voltaram a ser só cães de jardim, quando meus filhos morreram contei as autoridades mais eles acharam que eu estava sofrendo com a perda e não acreditaram.
-Ok, obrigada por nos contar...
Voltamos para o motel. Dean como sempre largado no sofá como uma mula.
-Então o que descobriram?
- Descobri que esse caso não faz nenhum sentido ou que aquela velha e maluca. Ah que agora eu to com dor de cabeça.
- O que aconteceu lá? – Dean parecia mais interessado na conversa Expliquei tudo a ele.
-Está vendo esse caso não faz o menor sentido...
-Poderia ser cães do inferno atrás deles.
- Já pensei nisso Sam, mas ela disse que os viu se transformando.
Falei enquanto andava de um lado para o outro.
- Então temos cães de cerâmica que atacam as pessoas e lobisomens. – Dean suspirou e deu de ombros. – Isso ta ficando divertido.
- O que voce encontrou no necrotério?
- Cadáveres... – Dean riu. Retardado. – Nada de anormal vitimas de lobisomem corações arrancados, o de sempre.
Ótimo os garotos e eu não tínhamos nenhuma pista de nada, deixei eles na sala e fui para o quarto, mais o que isso...
-DEAN!!! – Dean veio mais do que depressa com Sam no seu encalço. – Pode me explica por que as minha calçinhas estão espalhadas é porque a sua arma está usando o meu sutiã?
Virei –me para ele esperando uma explicação do porque a minhas roupas estarem espalhadas por todo os lados.
-Não estava assim quando eu cheguei.
- Claro que não estava Dean, porque fez isso?
-Não fui eu, eu juro. – Ele parecia está confuso, era um ótimo ator.
- Vai dizer que foi o Sam que ficou o tempo todo comigo. Some da minha frente Winchester.
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