Alienígenas entre nós

1 Capítulo 1 Orígens diversas


Notas iniciais
Minha teoria é que “o CRIADOR” também é fruto do “acaso” e que ele não seria um criador de nada, pelo contrário, ele seria filho dessa bagunça explosiva. Ele deve ter cobrado vida pelo acaso. Ou seja, Deus seria um filho desse universo que estava nascendo, e seria, então, tão velho quanto ele. Explico: a massa primordial que a gravidade fez implodir e explodir deve ter deixado um vácuo de antimatéria que originou um “espírito vivo” ??“ um ser invisível, parecido com a forma dos raios, braços longos, pernas compridas, um pênis e múltiplos cabelos hirtos.

O universo nasceu por acaso. A ciência moderna já aceita a hipótese da “Teoria do caos” e alguns astrofísicos afirmaram, num programa de televisão, que o universo nasceu do nada, nasceu sozinho na imensidão, sem nenhuma interferência divina ou motivo existencial. Ou seja, o universo se criou a si mesmo por causa do “acaso”. Foi por acaso que “coisas” se mexeram e deram origem aos ventos e, depois de um tempo (o qual também nasceu ao acaso), surgiram: a tempestade, o trovão, o raio e a LUZ.

Numa sucessão termodinâmica, uma coisa levou a outra. As luzes, que nunca mais detiveram a folia, começaram a se multiplicar, explodindo, chocando-se, dando início às forças invisíveis como o magnetismo, a eletricidade, e algumas energias aipçlnda desconhecidas pelos gênios da Terra. A gravidade foi a última a entrar em -*ação. Ela sugou tudo, formou uma bola cósmica, a qual esquentou como uma brasa incandescente que, por causa do “acaso”, terminou explodindo e enviando tudo pelos ares. CATAPLUM! Nasceu então o nosso BIG BANG marcando a data oficial do “nascimento do universo”, como nós o conhecemos.

Mas, como é que “o CRIADOR” entrou em toda essa história? Pior, quem é que inventou que Deus manuseou tudo como arquiteto desde o lado invisível?

Minha teoria é que “o CRIADOR” também é fruto do “acaso” e que ele não seria um criador de nada, pelo contrário, ele seria filho dessa bagunça explosiva. Ele deve ter cobrado vida pelo acaso. Ou seja, Deus seria um filho desse universo que estava nascendo, e seria, então, tão velho quanto ele. Explico: a massa primordial que a gravidade fez implodir e explodir deve ter deixado um vácuo de antimatéria que originou um “espírito vivo” – um ser invisível, parecido com a forma dos raios, braços longos, pernas compridas, um pênis e múltiplos cabelos hirtos.

Um ser que, com o tempo, desenvolveu inteligência, consciência de ser ou não ser, e raciocínio especulativo. Deve ter sido o nosso primeiro filósofo da história cósmica. E também nosso primeiro esportista, pois ele começou a correr de lá para cá e, com tanta malhação, ficou a cada dia mais formoso.

O espírito nascido (DEUS, para alguns, ou CRIADOR, para outros) deve ter chegado à conclusão de que sua vida não tinha sentido algum. Então, deu origem a outro espírito como ele, para ter com quem conversar sobre a existência, ou sobre a maravilha que estava diante de seus olhos, pois o universo parecia festa de São João, luzes explodindo em todo canto e ao redor desse espírito solitário.

Como é que ele fez mais um? Da mesma maneira que fazem os mais simples dos micro-organismos: dividindo-se a si mesmo. Arrancou uma costela, ou cortou uma parte dele, e esse novo espírito cresceu e se transformou, mas ficou completamente diferente dele. Esse novo espírito não tinha pênis, tinha vagina e seus peitos eram gigantes como duas bolas cósmicas. O cabelo desta vez era tão longo que chegava até as nádegas, e os cílios sobre os olhos eram arqueados, espessos, e a boca incitava ao beijo.

Os dois espíritos translúcidos nasceram com magnetismo. Um atraía o outro, pois um era feminino e o outro, masculino. E a “tomada” que unia as forças positiva e negativa estava entre as pernas de cada um. E a física fez seu trabalho. O pênis entrou nessa vagina dando origem ao “orgasmo”, ao êxtase, ao gozo, ao delírio, algo realmente mágico que também nasceu por causa do acaso. E o casal ficou viciado nisso pois, afinal, na vida invisível, os espíritos se nutrem da energia cósmica que há em todo lugar: forças invisíveis que são sugadas através da pele e lhes devolvem o brio fazendo desaparecer o cansaço. Era como um milagre. O amor, o desejo sexual, a atração entre as almas fluíram do nada e uniu-os pela eternidade. E numa sequência natural, outros espíritos nasceram como filhos do casal, às vezes, masculinos; já, outros, femininos. Um atrás do outro, nasceram os anjos, que, por sua vez, cresceram, viajaram entre estrelas e deram origem a tantos anjos quanto a estrelas, planetas e constelações que estavam se formando.

Então poderia se especular que desde sua origem o universo divide-se em físico e metafísico, matéria e antimatéria, sólido e vazio, morto e vivo. Pode-se supor então que cada vez que algo morre materialmente, ele continua a existir no mundo invisível. O universo seria, também, feminino e masculino, as estrelas seriam masculinas, ou positivas; e os planetas, femininos, ou massa negativa.

A vida orgânica

A existência dos organismos iniciou-se também por “acaso”, como filhos dos astros que tomavam forma no espaço infinito. Cada vez que uma estrela nascia e explodia, ela espalhava para todos os cantos poeira translúcida, apinhada aos milhares, como uma torrente de espermatozoides cósmicos em busca de um planeta para fecundar. Partículas enlouquecidas que invadiam em bando luas, planetoides, planetas e, às vezes, grudavam em meteoritos e cometas. Pondera-se, então, que eram migalhas masculinas em busca do feminino existente, e quando um meteorito cheio dessa “partícula-macho” batia contra um planeta, essas frações cheias de energia eram disseminadas pelo chão. O planeta então unia seus “elementos negativos” a essas “partículas solares positivas”, formava um corpo, e lhes dava vida.

Sabemos que há mundos muito diferentes do nosso, basta olhar para nossos vizinhos em cujos lugares existe calor extremo, ou frio congelante, ou gases que matariam um ser humano como nós. Mas o que não sabemos é como o acaso resolve esses problemas. Ou de que maneira o planeta resolve, pois basta que exista UM micro-organismo vivo para dizer que a vida existe naquele lugar e que nossas sondas não a captaram ainda.

E quando esses meteoros caem por acaso num lugar como a Terra, os filhos nascem. Inseto, talvez? Ameba? Pássaro – quem sabe – pois a Terra é a mãe, e sempre dará vida aos filhos de que necessita. Concluindo: somos todos filhos das estrelas e do pó da terra. Ou, quem sabe, de um gás de um planeta de outra galáxia? Se nossa imaginação conseguir vislumbrar um ser esquisito brotando do metano, germinado por uma partícula solar, quem sabe isso não seja real, em algum mundo existente?

Eu diria que cada criatura nascida por acaso do pó da terra, aqui na Terra, foi responsável pela formação das florestas, pela camada de ozônio, pelos rios, enfim. Todo ser vivo na sua origem fez deste planeta um lugar melhor, como filhos obedientes da querida mãe. Quando minhoca, ajudou a arejar o chão para fazê-lo fértil e fofo e, dessa maneira, o capim selvagem abrolhou pela primeira vez. Como peixes, ajudaram a limpar as profundezas comendo imundícia, varrendo, faxinando, para que plantas, corais e outros elementos se multiplicassem pelo chão marinho. Quando lagarto, cuidou das pragas de todas as árvores pré-históricas, para elas crescerem com saúde. Cada criatura nascida do pó da terra fez algo útil para a evolução da mãe Terra e para nossa própria caminhada. E durante os milênios, à medida que a mãe Terra gerava um filho mais complexo, seus filhos iam evoluindo junto, encarnando cada vez mais sofisticados, mais belos e mais inteligentes, na longa caminhada da supervivência. Quer dizer, há uma “evolução animal” da qual um dia todos nós fizemos parte.

Mas, quando é que a vida começou por acaso na nossa amada Terra? “Embora os primeiros organismos multicelulares já pudessem existir há cerca de 1 bilião de anos, podemos considerar os ediacarianos, surgidos há cerca de 600 milhões de anos, comoos animais mais antigos do mundo”. (Dados da internet). Nossa! Um bicho reencarnaria, então, mais ou menos, durante uns 600 milhões de anos antes de ser um mamífero inteligente, aqui na Terra.

Se levarmos essa teoria ao âmbito universal, poderíamos supor que existem bilhões de seres evoluindo em cada planeta rochoso fértil, com ambiente próprio para a vida crescer, florescer e evoluir. E se na Terra há homens, neles também há, pois a Terra é um planeta relativamente novo na história universal.

O surgimento do homem

Os rosa-cruzes acreditam que todos os homens possuem “espírito” e “alma”. E, por muito tempo, eu não consegui explicar isso para mim mesma, com uma teoria que fosse convincente. Por que esse dualismo? Mas acredito que hoje isso tudo é bem possível.

O espírito seria, na minha teoria, uma partícula das estrelas ou um “espermatozoide cósmico” que viajou agarrado num meteoro e caiu na mãe Terra para nascer por acaso pela primeira vez. Como os bichos também possuem espírito— desde as amebas, minhocas, mosquitos, formigas, enfim –, cada vez que esses pequenos seres morrem, eles voejam como energia viva na expectativa de reencarnar num ser mais complexo.

Agora, a alma é exclusiva dos homens, pois ela seria a herança dos anjos. Alguns místicos também lhe dão o nome de “sopro divino” e alegam que essa alma, ou sopro, entra na criança ao nascer. Mas como isso veio a suceder?

Regressando ao início da vida universal, quando os anjos, por puro acaso, começaram a formar casais para se amar pela eternidade e se multiplicar como as estrelas, a vida dos bichos, filhos do pó dos planetas férteis, deve ter sido uma miragem encantadora para os anjos. Olhar as montanhas com águias fazendo ninhos, coelhos correndo pelo chão, peixes nadando nas correntezas dos rios, tudo isso deve tê-los enfeitiçado. E, por acaso, numa atitude ousada, um grupo aventureiro pulou no ventre de mamíferos, quem sabe de éguas, ou elefantas, ou girafas, e nasceram para mamar o leite nas tetas das mães.

Para imaginar como foi a aparência desse anjo encarnado basta lembrarmos de nós mesmos há 3.500.000 anos, quando Lucy e sua tribo viviam nas selvas africanas: um ancestral peludo que se levantou por acaso em duas patas e começou a vagar pela mata em busca de aventuras. Anjos que depois de nascidos e crescidos não perderam o costume de pensar, filosofar e, muito menos, de AMAR. Amar a toda hora, ao amanhecer, depois do almoço, ao pôr do Sol e durante a noite toda. Não esqueçamos que, na vida invisível, o sexo virava vício dos anjos depois do primeiro orgasmo. E, depois de nascidos e amadurecidos, eles devem ter parido de 9 em 9 meses, até o dia da morte.

A Bíblia fala que a linhagem de Adão, aqui na Terra, vivia 600 anos. Acredito nisso. Um filho a cada ano daria uns 600 filhos para cada casal de anjos nascidos na Terra. Já em outros mundos deve ter acontecido por acaso algo similar.

Como a Terra é um planeta novo na história universal, e os anjos são tão antigos quanto o BIG BANG, eu diria que eles devem ter filhos espalhados em todas as galáxias, e que somos todos membros de uma mesma família. É possível que os anjos que encarnaram nas macacas africanas tenham outros filhos em outras galáxias nascidos por acaso de vacas, nascidos de elefantas ou de “bichos esquisitos”. Quer dizer, existem homens como nós em cada lugar deste universo colossal, e todos eles são filhos dos anjos e de uma besta peluda, inteligente e doce. Mamífero com tetas grandes para dar o leite aos recém-nascidos, mas com peles de cores diferentes.

Notas finais
Eu diria que cada criatura nascida por acaso do pó da terra, aqui na Terra, foi responsável pela formação das florestas, pela camada de ozônio, pelos rios, enfim. Todo ser vivo na sua origem fez deste planeta um lugar melhor, como filhos obedientes da querida mãe. Quando minhoca, ajudou a arejar o chão para fazê-lo fértil e fofo e, dessa maneira, o capim selvagem abrolhou pela primeira vez. Como peixes, ajudaram a limpar as profundezas comendo imundícia, varrendo, faxinando, para que plantas, corais e outros elementos se multiplicassem pelo chão marinho. Quando lagarto, cuidou das pragas de todas as árvores pré-históricas, para elas crescerem com saúde. Cada criatura nascida do pó da terra fez algo útil para a evolução da mãe Terra e para nossa própria caminhada.