Alienados

1 Capítulo 1


Um alien cai em sua rua, ele tem uma forma esguia, parece com um réptil, alto, azulado.

Essa é só mais uma das cidades invadidas por eles, em cada cidade 1 alien com aparelhos para encontrar e prender todos os humanos, em cidades maiores são mais aliens

Ele ja prendeu todos os humanos de sua cidade, e os usa de isca para te pegar, ameaçando-os.

— Seus amigos? — então mata um de seus colegas.

— Sua familia? —

Então você aparece

— Aqui esta nosso espécime raro, vamos conversar.

— O que? seu desgraçado — Você pergunta, com os olhos cheios de lagrimas.

— Espécime raro, voce é uma espécie rara de humano -

Então continua

— No reino animal, não existem espécies raras? desenvolvidas sobre certas circunstancias? -

— Você é um, você sabe do que eu falo, mas não se preocupe, vamos acelerar sua evolução -

Então ele pega conhecidos seus e começa a feri-los, primeiro, ele arranca os dedos de um vizinho.

Depois ele quebra as duas pernas de um amigo.

Então... Ele aponta seu dedo para a cabeça de um familiar, e atravessa a cabeça dele com o dedo.

Sua mente se enche de fúria e tristeza, seus olhos ficam brancos, mas não é só um branco como se tivessem virado, é um branco brilhante, sua boca se abre, e você

fica com a cara de alguem que não sente mais nada, alguem sem alma, alguem sem razão de viver.

Você caminha até ele, e sem que as pessoas pudessem perceber, seu braço se move segurando a mão do alien, foi um movimento muito rapido, deixando apenas um rastro de

ar pela velocidade, você arranca a mão dele.

Ele grita e se contorce, ele tenta te atacar, em um movimento rapido para uma criatura tão esguia e alta, então ele ataca o vento, pois onde você estava não tem mais

nada, apenas um vento forte, que foi causado pela super velocidade.

A mão do alien cresce novamente.

Você reaparece na frente dele, e diz.

— 5 segundos -

Ele responde

— O que? -

Você diz.

— È o tempo que te ofereço pra me atacar -

Ele se prepara para te atacar.

Dispara um golpe Incrivelmente rápido, em sua direção, e a mão dele cai.

ele se espanta, você corre pra cima dele, e arranca seus braços, escorrendo um liquido azul, então você segura a cabeça dele e diz.

— Como é a sensação de saber que você vai morrer agora? você não tem salvação, como é a sensação? responda e te darei uma chance -

Ele responde

— Medo, tenho medo, me desculpe por machucar seus conhecidos -

Você abre um sorriso enorme, e da uma gargalhada maniaca, arranca a cabeça dele e diz

— Desculpe,você é muito fragil.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.