Alice No País De Si Mesma
1 Capitulo 1
Notas iniciais
Alice estava caindo, caindo, caindo... De repente, se deparou com uma sala pequena, onde, de começo, achou um pouco estranho.
Encontrou uma porta, um pouco abaixo de suas pernas, onde se encolheu toda, mas conseguiu passar, Alice era uma menina bastante curiosa.
Ao entrar, ficou maravilhada, mas acabou voltando em si. Caminhou um pouco até encontrar uma casinha, onde faziam os vestidos daquele estranho “reino”. A costureira foi animada, por encontrar uma nova cliente, muito bonita, por sinal. Pegou vestidos de todas as cores, mas apenas um se encaixava perfeitamente em Alice. Era um vestido preto, todo remendado, com algumas partes escandalosas, rasgadas.
De início, Alice gostou muito, mas pensou que sua tia não aprovaria que, uma menina delicada daquela idade, usasse algo daquele jeito. Despediu-se da costureira, agradeceu e foi continuar a caminhada.
Enquanto andava, um ratinho a parou e ela foi conversar durante uma pequena refeição, com eles e seus amigos.
Parecia estranho, mas, enquanto comia bolinhos e biscoitos com o ratinho, viu seu reflexo na forma de sombra, dentro da xícara. Naquele lugar, por onde andava, encontrava uma parte dela mesma.
Andou por vários lugares, e começou a ficar entretida cada vez mais, porém não podia ficar ali por muito tempo, pois sua tia ficaria bastante preocupada.
Entrou numa floresta, onde escutava o som de sua própria voz, parecia um eco, de principio, mas não eram falas que ela tinha falado. Ficou assustada demais, e tentava sair dali, mas não conseguia. Aquilo parecia um labirinto!
Enfim, encontrou um pequeno salão de dança, mas ela não enxergava nada, pois estava muito escuro. De tanta felicidade por ter saído daquele “labirinto”, como pensava ela, começou a dançar, dançar e dançar, para um lado e para o outro.
Alice virou-se e viu... Ela mesma! Mas, de outro jeito!
Alice a viu com aquele mesmo vestido que havia provado anteriormente na costureira. De inicio, pensou que era alucinação, mas não podia ser. O movimento que ela fazia, a outra, do outro lado do espelho, simplesmente repetia! Acabou, por enfim, Alice perguntou:
-Qual é o seu nome?
-Alice. Mas eu sou a Alice dos seus pesadelos, eu sou a Alice que há dentro de você. Sempre temos pensamentos ruins e bons, e sempre nos deparamos em situações em que devemos escolher o bom e o mau. Eu sou o lado que você ainda não escolheu Alice, eu sou o seu lado mau.
Notas finais
Postarei mais, prometo.
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