Alice A Maravilha

29 A vida nos dá chances, apenas abrace-as.


Notas iniciais
Olá, voltei, Capitã Helena muito obrigada pela recomendação, amei suas palavras, agradeço eternamente, esse capitulo é para você.

Pov Alice

–Alice amor, não tente se enganar. Você o ama.

–Mais ele não, Jack eu não posso persistir no grande erro.

–Seus filhos são um erro?

–Eles não, jamais, mas o pai deles...

–O pai deles também ama você, só que ele ainda não entendeu, ele se vê na responsabilidade de amar Jossette por que prometeu a ela isso.

–Ele não sabe o que quer.

–E você? sabe?

Jack tirou de seu bolso a bussola que sempre carregava.

–Segure.

Peguei a bussola meia arqueada e a mesma girava muito até apontar para Jack, o problema foi que a bussola apontava para a genitália do mesmo, fiquei corada, e sorri sem graça com sua declaração.

–Não sabia disso. — Jack riu zombando.

Ajeitei a bussola e a mesma apontou para mim.

–hum? Perguntei curiosa.

–Viu? A bussola mostra que de seguir seu coração, não seu cérebro.

Passei as mãos em meus cabelos, mostrando nervosismo.

–Alice. Jack me abraçou forte.

–Obrigada.

–vá lá e converse com ele.

–Jack Sparrow dando conselhos amoroso, é mesmo o fim do mundo? Seria mais interessante desvendar seus mistérios do que qualquer canto dessas águas misteriosas.

Jack sorriu de canto, me levantei da rede e saí do convés, Barnabas estava na ponta do navio, mostrando sua total seriedade, sua testa estava franzida, me aproximei e respirei fundo iniciando uma conversa.

–É lindo a vista, não? Perguntei admirada com o brilho das estrelas.

–A muito tempo não via esse magnifico céu, coisas simples passam despercebidas, e apagadas de nossas metes como um todo.

–Nossa! Faz tempo não anda de navio?

Vi ele sorrir um pouco, aquilo me trouxe paz.

–Faz uns.. vejamos.. 395 anos.

Sorri com aquilo, mesmo sabendo que era verdade.

–Eu era criança, estava me mudando para o que hoje é Collinsport.

–Imagino a vida como não deve ter sido fácil.

–Nunca será facial ver quem ama partir com o tempo, e você permanecer ali.

–Eu não penso na morte, é a passagem que iremos ter por final.

–Alice! Desculpe não dar a você o amor que merece, o amor que tenho.

–Eu.. Me desculpe, a culpa foi minha Barnabas, eu prometi fazer você me amar, mas falhei.

Barnabas se virou para mim, meu coração acelerou, a cada toque seu, sentia minhas batidas aumentar, eu o amava. Estávamos centímetros longe um do outro nossos corpos colaram, pude sentir sua respiração misturar-se com a minha.

–Alice? Você me ama?

1,2,3 infarte

–Eu o amo, muito, mas... não posso ficar ao seu lado.

–Alice, sei a verdade... Nunca compare algo doce e bela como você, com algo desprezível como aquela.

–Vivian...

–Não a mate por contar aquilo que seus puros e tão desejosos lábios podem pronunciar.

–Eu.. só não quero lhe fazer mal.

–O mal será feito se me abandonar, quero voc~e comigo, para a eternidade.

–E Victoria?

–Ela é o passado do Barnabas totalmente humano.

–E o Barnabas vampiro? No que se prende?

–Me prendo agora em seu amor, me prendo em sua ternura, e me prendo em seus lábios roçando aos meus.

Finalmente nossa distancia terminara, nosso beijo era calmo mas profundo, logo a língua de Barnabas pediu passagem, e concedi. Suas mãos estavam em minha cintura, enquanto as minhas estavam em sua nuca, nos separamos e nossas testas estavam coladas, Barnabas estava de olhos fechados, eu fitava seu rosto pálido e sexy, e recebi seu olhar, aqueles olhos castanhos belos, que era parte do seu maior charme.

–Alice, seja minha esposa ainda...

–Não quero ser só esposa, quero ser sua mulher.

Ficamos ali por alguns minutos, Jack saiu da cabine entrei com Barnabas, deitamos na rede do Jack, ele vai surtar, e trocamos beijos, as vezes calmos, as vezes mais intensos, sobre o peitoral de meu amado, abria lentamente suas vestes, deixando a mostra sua palidez em completa forma, comecei a tecer beijos sobre toda extensão de seu pescoço e tórax, estávamos entregues um ao outro.

Pov Jack

Havia ido buscar rum no convés, subi as escadas e estava indo em minha cabine, quando a pirada da Vivian gritou:

–JACK NÃO..

–Não?

–não entre ai.

–Por que eu não entraria?

–É que.. bem.. Alice está ai com Barnabas, se é que me entende. -Vivian sorriu tímida e maliciosa.

–Eles estão se amando..

–Ok, mais um motivo para interromper. Se fosse um homem normal, até aceitaria, mas Barnabas não.

–credo azedume, por que assim?

–Quer ir nadando até o Texas?

–N-na-não...

–então não permita que esse destruidor de imoveis transe no meu pérola e o acabe a afundar.

–tolo, Barnabas pode te dar vários navios desses.

–Entenda, meu navio é como os seus sapatos, podem ter vários mais sempre tem o especial. Agora se me der licença.

Andei até a cabine com a Vivian atrás de mim suplicando, abria porta com tudo e anão pude reparar na cara de reprovação do Collins e a timidez da Alice, percebi a mão da mesma saindo ligeiramente de um lugar inapropriado.

–Com licença, precisamos descansar, assim que chegarmos ao Texas pode se amar. agora senhor Collins, por favor..

–Boa noite querida. Disse Barnabas se retirando. HAHA ELE ESTÁ QUERENDO ME MATAR. YOH HO HO;

–Boa noite amor. -Falei.

–E.. boa noite Jack... empata foda. Sorri com o comentário da loirinha envergonhada.

Notas finais
E ai amores o que acharam? Jack seu mal. ashuahsa... proximo vira sem demora. beijos e obrigada