Algo se Enciende
26 Capítulo 26 - A mi lado
Notas iniciais
Angie, ou melhor Angeles eu te amo, você me perdoa?
Pov's German
Ela ficou em silêncio, foi o que mais partiu meu coração, eu sei que havia feito o mesmo com o dela, porém sentir isso é horrível e saber que ela sentiu e está sentindo, dói mais , dizem que homem não chora, que não tem sentimentos, talvez seja verdade certas coisas , porém uma coisa eu sei, eu decidi ser diferente só para ama-la eu não era como os outros, e eu ia provar para ela que eu sou o homem da vida dela, talvez ela já saiba, mais depois do que eu fiz é imperdoável , as lágrimas começaram a cair , eu nunca chorei , nunca senti uma dor assim após a morte de Maria, nunca pensei que fosse amar tanto alguém depois desse dia, abaixei minha cabeça , estava lutando para ergue-lá e poder olhar uma ultima vez nos olhos de minha amada, e ela continuava quieta , e isso parecia ser uma resposta . Olhei em seus olhos, os olhos verdes que eu tanta amava , o rostinho que eu tanto gostava de acariciar, os lábios que eu tanto desejava beijar , me virei e coloquei a mão em meu coração , fiquei ali imóvel, eu não sabia mais o que fazer, eu sabia que a partir do momento em que eu virei e começasse a andar, era o fim, o fim de algo que era tudo pra mim.
Pov's Angie
Depois das palavras de German eu fiquei imobilizada , não sabia se chorava ou se corria para os seus braços que eu tanto amava estar, as lágrimas caíram de seus olhos e vê-lo assim por mais que ele tenha errado partiu o meu coração mais ainda, eu queria tanto estar com ele, e o conhecia o bastante para saber que ele não o fez de propósito, que ele apenas se deixou levar pelo ciúmes e pela cabeça quente em que estava no momento, ele se virou e ficou ali parado, e eu? Fiquei sem reação, eu só desejava estar ali em seus braços, pra sentir o teu calor, sentir a paz que eu apenas encontrei em seu sorriso, e a única coisa que eu consegui dizer foi ''German'' .
– German — Clamou a loira — Ele se virou rapidamente para ver se isso era mesmo o que estava acontecendo , chegou mais perto, seus olhos se cruzaram como da primeira vez em que se viram, era puro amor, isso não podia acabar.
– Eu te perdoou — Ele mal acreditava nas palavras em que minha loira dizia, ela era incrível, pessoa melhor que ela não existia na face na terra
– Vo-você está falando sério Angie ?
– Uhum — O que eu fiz ? A puxei em meus braços e com toda a minha força e amor a abracei, o meu corpo e coração que antes estavam tão mal e apertado, agoniado, estava mais calmo, é como se ele tivesse vida própria, suspirei, respirei fundo, minha loira ela estava em meus braços de novo, ela havia me perdoado, e eu ? Faria de tudo para não errar mais, não aguentaria vê-lá sofrer de novo
– Vilu ?
– Ramalho ?
– Olga ?
Absolutamente ninguém, os sons de suas vozes até faziam eco de tão fazia que a casa estava, aonde estará todos?
Pov's Violetta
Mandei mensagem para papai assim que descobri que Angie estava no pico da cidade, não sei como e nem porque ela estava la, porque la? Ele veio tão rápido pra cá que parecia que veio voando, eu podia ouvir os rastros do carro a dois quarteirões do lugar de onde estávamos, não sei como Angie não percebeu que ele que estava subindo e não eu, nem vovó , nem Olga e nem Ramalho. Papai foi até lá de carro, parou um pouco longe e continuou o caminho andando , depois que vi que ele chegou em Angie, nós todos fomos embora, porém não para casa, já estava meio tarde eram 22 horas, Olga não iria chegar em casa e fazer o jantar sendo que a qualquer momento os dois podiam chegar , fomos jantar no apartamento de vovó, ela e Olga que fizeram o jantar, eu e Ramalho ficamos vendo os álbuns de foto de quando mamãe e minha tia eram pequenas, eram tão lindas, ver as fotos de mamãe com Angie, com toda a sua família, me fez sentir um aperto, eu queria tanto que fosse assim, queria tanto ter conhecido o resto da família, pelo o que parece depois do acidente todos se afastaram . Ficamos lá conversando, comendo, rindo, relembrando momentos, eles me contaram tanta coisa da mamãe de Angie e de mim quando era pequena, estava tão bom desse jeito eu só queria poder acorda amanhã e ver que eles já haviam se acertado.
– Bom, acho que não tem ninguém — Disse German
–Eu posso fazer o jantar que tal ?
– E que tal eu ajudar ?
– Ótimo, vou adorar
Os dois foram fazer o jantar, Angie queria fazer Macarronada, mas German queria Pizza, então a ideia foi fazer os dois, German desandou a massa, e quando Angie ia colocando a macarronada na tigela German esbarrou nela e tudo caiu — se ao chão. Eles riam mais que se lamentavam pelo desastre Jantar .
– Quando nos casarmos, pode ter certeza que você não vai fazer o jantar — Disse German, Angie ficou vermelha e um pouco chocada com o que o German disse
– Ca- casar?
– Um dia Angeles, eu vou acordar, olhar tudo em volta e dizer que tudo o que eu vivi até hoje valeu a pena, só pelo simples fato de ter te encontrado, eu vou acorda e olhar ao meu lado, te dar um beijo na testa de bom dia, e não de apenas um simples bom dia , e sim um ''Bom dia minha esposa, minha mulher.
Depois daquelas palavras até a fome passou , tudo sumiu, só existia os dois, Angie corou e abaixou a cabeça com um bobo sorriso no rosto, German se aproximou , levantou o rosto dela com delicadeza , a olhou nos olhos e foi se aproximando, a face de ambos estava séria mais o coração? Estava pulando de alegria e paixão, a respiração? Suave nos mesmo ritmo, e os lábios? Estavam mais próximos a cada momento . Num piscar de olhos, os lábios se tocaram, os olhos se fecharam, começou tudo lento, suave, carinhoso, German repousou sua mão em sua cintura, com isso a pegou no colo, ela apoiou seus braços em seu ombro, German foi andando, sem nunca desgrudar daqueles lábios que tanto amava, a respiração? Agora ela já estava ofegante, e pedindo mais e mais, Angie não queria que aquilo terminasse, apenas deixou-se levar pelo amor, pela paixão e pelo desejo que atingia a ambos os dois. A porta do quarto já estava aberta, chegando na porta, German suavemente colocou Angie no chão , seus lábios se desgrudaram, os olhos continuavam fechados, suas testas se encontraram , e a paz? Em ambos os corações. German acariciou seu rosto, colocou a mexa loira de cabelo atrás da orelha e num ato ativo e ágil ele a encostou na porta a fechando , o que a fez sorrir, Angie nunca tinha conversado com German sobre o assunto, mas ela sabia que apenas em algumas palavras ele entenderia.
– German, promete ter paciência comigo? É um momento importante pra mim — Quando ela me disse isso, eu pude ter a certeza do meu palpite, eu sorri , saber que eu seria o primeiro homem a fazê-lá mulher me deixava muito contente .
– Eu prometo — Após dizer essas palavras e ver o sorriso mais sincero de minha vida, eu tinha a certeza que seria um momento muito especial, eu me tornaria mulher, logo após ele me beijou com tanta paixão e eu não podia mais resistir muito menos me conter , ele segurou minha cintura com tanta ternura e desejo, e eu apenas me entreguei aquele momento. Ele delicadamente desceu a alça do meu vestido pelo meu braço, eu pude sentir o calor correndo todo o meu corpo, eu nem sabia o que fazer, então fui fazendo o que ele fazia, desabotoei a camisa dele e ele mesmo fez questão de tirar.
Aquele vestido caiu no chão e eu o acompanhei com os olhos, o corpo da mulher que estava na minha frente, era o mais lindo que já vi em toda a minha vida, senti que ela corou, ela me olhava com aqueles olhos que me seduziam e ao mesmo tempo tinha uma cara tão inocente, esse jeitinho dela me deixava cada vez mais louco, prometi que teria paciência então me contive, fui carinhoso em tudo o que fiz, então desabotoei seu sutiã enquanto ela abria minha calça , tirei o sutiã daquele corpo magnifico e a minha calça, e então a beijei e a deitei na cama , repousei apenas metade de meu corpo em cima do dela, comecei a beijar seu pescoço, ela era tão cheirosa que meu Deus, desci minha mão e fiz carinho em toda a extremidade de seu corpo, até que cheguei em sua cintura, repousei minha mão em sua calcinha e gentilmente a tirei, percebi que ela estava nervosa e que não sabia muito o que fazer, senti sua mão um pouco a cima de minha coxa, e que mãos ela tinha, eram delicadas e macias, tirei a ultima peça de roupa que me restava, a olhei nos olhos tentando passar o máximo de confiança, queria ela cem por cento segura .
Quando ele me olhou me senti segura, então me entreguei aquele momento, quando ele começou fechei meus olhos de dor, era uma dor suportável, e boa ao mesmo tempo, era prazer ardente que corria em nossos corpos. Soltei um gemido quando ele começou a aumentar a velocidade, por um impulso arranhei suas costas, era possível algo doer e ao mesmo tempo ser bom demais? Senti um prazer incontrolável que até meus olhos se reviraram, senti tudo diminuir e relaxar , quando German deito em meu lado, e me puxou ao seu ombro, percebi que tinha acabado, ele nos embrulhou e beijou minha testa, ali adormecemos de mãos dadas.
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