Alexithymia

22 Capítulo 21 — Visitantes de última hora.


Notas iniciais
Oi, gente! ♥ Como vocês estão? Espero que estejam todos bem e com vontade de comentar hoje HUASHUSHAUSH ♥ então... eu realmente espero que vocês não me matem.. e... hum, deixem isso para o capítulo seguinte KKKKKKKKKK É sério... então... eu não sei o que falar... ah, eu terminei Alex, mas o final realmente não me agradou, então eu vou escrever outro semana que vem... pois é. Enfim, é isso, beijos! Comentem e recomendem, sim?

POV EDWARD.

Quando entrei no quarto, Bella deixou o celular em cima da cômoda que tinha ao lado da cama e suspirou, olhando para baixo com os olhos marejados. Eu sabia, ela não estava conseguindo ligar para seus pais desde a semana passada e essa falta de contato estava a agoniando a ponto de fazê-la chorar escondido de vez em quando. Eu queria dizer a ela que ela teria de se acostumar com isso pelo resto de sua vida, mas soaria muito cruel e tudo que eu queria fazer era não deixá-la mais triste do que já estava.

John estava furioso porque já se passaram cinco meses desde a primeira tentativa de extrair a senha e nada ainda. Bella era bem discreta quanto a isso e se eu fosse um cara normal e estivesse com ela somente porque gostava, nunca saberia da existência de um cofre e nem muito menos tomaria consciência que ela sabia. Ela não falava muito sobre trabalho comigo, parecia que evitava veemente e eu realmente evitava entrar nesse assunto, não aqui onde não era forçado a nada.

Eu fiz isso para os pais dela. — Era tudo que eu pensava quando me sentei ao seu lado na cama, pegando suas mãos com o maior cuidado que consegui. Bella permaneceu olhando para o outro lado e ela só fazia isso quando queria esconder suas lágrimas — uma coisa que eu sabia muito bem nos dez meses em que estávamos juntos. Deixei-a tirar uma mão da minha para passar pela bochecha úmida.

— E se eles se cansaram de mim? — A voz dela tremeu.

— É muito bobo de sua parte pensar que alguém se cansaria de você, Bella. — Sussurrei, puxando-lhe com calma para mais perto de mim. — O celular deve ter quebrado, deve ter ocorrido algum problema na rede de lá… qualquer coisa que não envolva isso que você está pensando. Eles te amam.

Vão morrer te amando — pensei amargamente. Sim, eu não era positivo quando se tratava de John e sabia muito bem que ele nunca deixava ninguém passar vivo por suas mãos. É por esse motivo que eu tenho tanto medo que a Bella vá e acabe só voltando em um caixão — o pensamento envia ondas de fúria para o meu cérebro e a vontade de esmagar uma bala contra a cabeça de John para minha mente.

Bella era… boa demais para passar pelas mãos dele, era boa demais para ser torturada por causa de dinheiro. Eu desistiria do dinheiro por ela, daria dinheiro para tirá-la disso, mas o grande problema era que eu não tinha um bilhão de dólares para dar ao John. Se houvesse um jeito de tirá-la da empresa de alguma forma… convencê-la, talvez, a abdicar do cargo, assim o Sr. Wilder trocaria a senha e ela não saberia.

— Você fala como se fosse impossível uma pessoa se cansar de estar comigo. — Ela fungou, escondendo o rosto em minha camisa.

— É porque isso é verdade, Bella. — A informei. — Uma pessoa em sã consciência não desiste de alguém tão adorável quanto você.

Ela riu apenas por uns segundos, mas logo parou, suspirando. Era minha culpa que ela estivesse chorando, eu dei os nomes de seus pais para John e agora ele estão não sei aonde por minha culpa. Se eu não fizesse Alice era quem ia pagar o pato e eu não estava disposto a pô-la em perigo. Nunca. Eu deveria ter falado algo sem significado na sua vida, algo que não faria Bella chorar depois.

A respiração dela começou a se acalmar indicando que estava dormindo, então delicadamente a deitei na cama e tirei os cabelos que caiam por seu rosto por estarem compridos demais. Não tinha problema, eu gostava de seus cabelos desse tamanho e o afastaria de seu rosto quantas vezes fossem necessárias. Na verdade, Bella ficava bonita mesmo com cabelos curtos — como Alice a fez cortar ano passado, mas em um mês já tinham assumido sua antiga forma.

Ela suspirou pesadamente ao se olhar no espelho e disse que desistia de cortar essa juba e eu sorri, dizendo-lhe que deixasse crescer até estar batendo no chão. Bella me lançou um olhar não muito gentil naquele dia e, em forma de dizer que eu me rendia, levantei minhas mãos e saí do quarto. E no entanto um pouco mais tarde, eu me lembro do quanto ela estava sorridente e doce ao me beijar.

Alice estava na cozinha de Bella preparando algo que serviria para o jantar, ela cantava uma música qualquer que passava no rádio enquanto mexia algo na panela. Ela estava tão distraída que sequer percebeu quando pousei meus cotovelos no balcão que tinha a sua frente e esperei que ela me notasse. Nada, nem sequer um sinal que ela tinha me notado ou algo assim. Desde pequena Alice mostrava que era mesmo bem distraída quando queria, Esme que a diga.

— Santo Deus, Edward! — Ela exclamou quando levantou o rosto e deu de cara comigo. — Pensei que já estivesse grandinho demais para sair dando susto nas pessoas, mas… — Lançou-me um olhar não muito agradável e me deu as costas para tirar algo no para colocar no macarrão que estava fazendo.

— E eu pensei que você tivesse crescido o bastante para aprender que nem todo mundo é fanático por queijo ralado como você. — Franzi meu cenho para a superfície completamente branca do macarrão.

— Cala a boca, ok? Eu sei o que estou fazendo. A Bella adora desse jeito.

— Ela odeia queijo ralado.

— Eu não fiz o macarrão para ela mesmo. — Deu de ombros e eu ri, revirando meus olhos.

Bella acordou, comeu e foi de novo para o quarto. Alice até tentou animá-la um pouco, mas o máximo que ela soltou foi um sorriso que dessa vez teve a presença dos dentes. Aquilo foi tudo que ela se permitiu fazer antes de se dizer cansada e falar a Alice que depois combinava de que horas elas iam para o shopping amanhã.

— Essa é com você. — Alice bateu em meu ombro e se despediu rapidamente.

Depois de arrumar as coisas na cozinha e na sala e desligar todas as luzes do apartamento, fui para o quarto onde Bella dormia. Ela estava encolhida debaixo dos lençóis, os olhos inexpressivos fitando o lugar escuro onde ficava a entrada para o closet. Depois de tirar a camisa e a calça, deitei-me ao seu lado e fiquei aliviado quando Bella se aconchegou ao meu lado, o braço passando ao meu redor como costumava fazer quando dormia.

— Não quero te ver triste, Bella.

— Feche os olhos. — Ela sussurrou.

Se ela não tivesse rido suavemente logo em seguida acharia que ela estava de alguma forma com raiva ou sem vontade de falar comigo, no entanto ela riu e acariciou a lateral de minha cintura, perto da tatuagem de X que eu tinha. Delicadamente, ela se desvencilhou dos meus braços e se apoiou em seu cotovelo para me olhar e colocar seu cabelo problemático atrás da orelha quando ele caiu por meu peitoral.

— Desculpe-me se eu estou deprimida…

— Bella, você não tem que se desculpar por estar deprimida. Pelo amor de Deus!

—… mas faz uma semana e eu não falo com os meus pais e… faz tão pouco tempo que eu voltei a falar com eles parece que eles são mais importantes para mim do que seriam se nos falássemos. Eu só os dei o devido valor quando senti falta… e é isso. Não posso perdê-los. Não agora.

Se falar os nomes dos pais de Isabella Swan tinha feito minha mente me culpar impiedosamente, escutá-la falando aquilo com certeza faria um estrago bem maior. Ela não merecia, eu era um canalha por não pensar nisso e me culparia se algo acontecesse com eles — e iria, cara, iria acontecer sim. John era sem pudores, escrúpulos e louco. Ele faria o que quisesse com os pais dela. Saber disso e não fazer nada era o que estava me matando sem ela soubesse.

Bella beijou meus lábios e deitou o rosto no travesseiro. Não se passaram dez minutos para ela estar adormecida em meus braços e então, só por precaução — a qual eu estava tendo muito esses últimos meses — eu fui ver se todas as janelas estavam fechadas e se todas as portas estavam trancadas.

Daria tudo para conseguir dormir em paz e não acordar assustado quando alguma coisa caia ou algum galho batia na janela. Fazia tempo cujo eu não sabia o que era dormir de verdade, na verdade exatos dez meses, porque sempre tinha algo que parecia perigoso para a Bella, sempre tinha algo com o que se preocupar. Sempre havia algo do qual a proteger. E eu tinha a sensação que isso só pararia quando John estivesse morto e eu testemunhasse isso com meus próprios olhos.

Depois de fechar as cortinas da sala nervosamente, voltei para o lado de Bella na cama.

Uma semana depois daquilo, sugeri a Alice que ela levasse Bella para o shopping porque ela estava precisando de umas roupas novas — o que não era verdade já que seu closet estava empanturrado de roupas intactas. Eu só queria que ela ficasse um pouco distraída enquanto eu me encontrava com John em um dos restaurantes que sempre nos encontrávamos. Apertar a mão daquele miserável aumentava a minha fúria e a vontade que eu tinha de estourar sua cabeça aumentava consideravelmente.

Mas eu tinha de me manter calmo, eu não podia fazer nada contra ele sem que ele acabasse comigo, Bella e Alice.

— Eu quero meu dinheiro, Edward. — Ele sussurrou, nervoso. — E isso tudo está demorando mais do que deveria. Eu sei, eu sei, você me falou que a Isabella não fala nada sobre o cofre ou senha alguma, mas… O tempo está correndo e tempo é dinheiro e esse maldito dinheiro não está na minha mão.

A expressão dele era quase doente. Não. Não quase. Era realmente doente. Os olhos tinham duplicavam e ele me fitava como se estivesse ansioso e nervoso com alguma coisa. John nunca foi muito normal, nem mesmo quando ele estava em seus raros dias de calma — tinha alguma coisa nas suas palavras exageradamente lentas que me fazia ter vontade de socar sua cara várias vezes. Até ele estar deformado assim como fez com o pai de Riley sem piedade alguma.

— Um bilhão de dólares, um bilhão! Você sabe o quanto isso é? É muita coisa. E quem sabe eu também não te dê uns milhões pela lealdade de todos esses anos…

— A Bella é imparcial. — Murmurei mais uma vez.

— Bella? — Ele ergueu as sobrancelhas.

— Ela gosta que a chamem desse jeito — Dei a primeira desculpa que veio a minha mente distraída. —, peguei o costume com todos a chamando assim de um lado para o outro. E além do mais eu tenho que mostrar afeto, não é? Como irei mostrar isso a chamando de Isabella?

— Que seja, Edward. Apelidos são o de menos agora. Temos que focar no dinheiro. — Ele juntou as duas mãos enquanto falava. Aquilo também fez uma vontade de quebrá-las e arrancar seus dedos com os dentes nascer em minha mente. A ideia não era tão ruim assim… — Você tem de ser desenrolado quando se tratar dela.

— Já te disse que ela não fala sobre trabalho desde que você teve a brilhante ideia de mandar um maluco ir atrás dela quando ela estava saindo. — Vociferei. — Então John, não espere resultados muito imediatos com esse caso da Wilder.

— Não sei por que você está tão estressado. — Ele disse com as sobrancelhas franzidas e um sorriso sarcástico prestes a abrir sua expressão. — A Bella não está cuidando de você, não?

Tive de olhar para outro lugar sem ser para a cara dele e respirar fundo para não ceder ao desejo de depositar um murro em seu nariz. Tinha certeza que aquela porcaria ficaria torta e não levantada soberbamente como ficava em dias normais. Olhei para as minhas mãos, para o prato já usado e ao redor para em seguida olhá-lo e perceber que o maldito sorriso malicioso não saíra de seu rosto.

— Ela é boa? — Perguntou ele.

Melhor do que todas as outras — pensei.

— É. — Respondi a contragosto.

— Ah vamos lá, Edward, você costumava ser mais aberto sobre suas relações carnais com as outras mulheres que ficou. Chegava até a zombar delas algumas vezes.

— É, mas… — Não da minha garota. — não estou com vontade de falar sobre isso agora. Estou preocupado com o silêncio da Bella.

— Ela anda triste?

— Sim.

— E o que acha que devemos fazer para ela se alegrar e dizer a senha do cofre?

— Soltar os pais dela. — Respondi de imediato.

— Você é realmente um gênio, Edward! — Ele exclamou de repente, sorrindo e deixando uma nota de cem em cima da mesa enquanto se levantava da mesa. — Realmente um gênio! — Repetiu e empolgado, saiu da mesa somente com essas palavras.

Voltei para o carro com a sensação que eu tinha feito besteira que talvez custasse à vida dos pais de Bella. Não podia imaginar o que se passava dentro daquela mente doentia de John e agradecia por isso. Se eu pensasse igual a ele normalmente significaria que eu estava me tornando um psicopata como ele e longe de eu querer isso. Eu estava bem sã e sem nenhum pensamento anormal para pessoas comuns.

Bella ainda não tinha chegado a sua casa, então tudo que eu fiz foi esperá-la, sentado no sofá enquanto a esperava. Não passava nada de bom na tevê durante a tarde e meu tédio estava começando a me irritar quando me levantei e andei sem rumo pelo corredor do apartamento de Bella. Eu sempre me perguntei por que ela nunca usava o terceiro quarto já que era o mais espaçoso e com mais janelas. Ela sequer entrava no quarto, agia como se ele não existisse. Nunca a vi nem sequer uma vez seu olhar se desviar para ele ou qualquer outra coisa.

Foi isso que me impulsionou a entrar. Tentar entrar, na verdade porque estava trancado. Eu conhecia a Bella bem demais para saber que ela deixava todas as chaves em cima dos beirais da porta, então não foi surpresa nenhuma quando meus dedos encontraram o objeto metálico na superfície poeirenta.

O quarto não estava completamente bagunçado, no geral, somente a cama estava revirada e faltava um dos travesseiros. O caos estava nas paredes e nos porta-retratos. Todos estavam estilhaçados e com as fotos rasgadas jogadas ao chão. Eu podia bem imaginar a Bella fazendo isso com o rosto coberto de lágrimas e depois que viu o estrago feito, encolhendo-se em um canto qualquer.

Tranquei a porta e coloquei a chave onde estava, sentindo raiva de mim mesmo por ter feito Bella sofrer o tanto que ela sofreu por nada. Eu não estaria com ela se não tivesse feito aquilo, mas eu preferia vê-la feliz a estar comigo. E normalmente eu não era tão altruísta desse jeito, mas com a Bella era diferente… eu faria de tudo para vê-la feliz.

— Hey! — Ela entrou na cozinha radiante, agarrando-se a minha cintura e depositando um beijo em meu pescoço. — O que fez hoje? Eu ainda perguntei a Alice se não podíamos te chamar para ver um filme, mas… — Bella deu de ombros e beijou minha nuca.

— Ela te disse que eu não podia ir? — Perguntei-lhe com o tom de voz fingidamente ultrajado.

Bella estava sorrindo imprudentemente quando virei-me em sua direção, se colocando nas pontas dos pés ela entrelaçou os braços em meu pescoço e grudou nossos lábios por alguns segundos que não foram o suficiente para aplacar o desejo que repentinamente aflorou em mim quando apareceu na cozinha, beijando meu pescoço. De repente eu a queria mais perto… muito mais perto.

— Por que eu e você — coloquei uma mão em sua nuca enquanto lhe cheirava o pescoço. Ela estremeceu de imediato, fazendo-me ficar mais ensandecido se possível. — não vamos tomar um banho?

***

Ela ainda me matava. Tinha certeza que sim. Nunca tinha estado com uma mulher que era desse jeito na cama, não era nada que eu já tivesse provado. Ela era tão impetuosa quando estava comigo e tão doce depois, quando sorria e acariciava o meu rosto, beijando-me os lábios de uma forma tão pura que às vezes eu me perguntava se há alguns segundos era ela mesma quem estava comigo.

Claro que era. Bella era impetuosa e inocente ao mesmo tempo e era isso que eu gostava nela, o dom que ela tinha de aparentar duas coisas completamente opostas em momentos oportunos. Ela se deitou próxima de mim naquela noite, sem que eu precisasse puxá-la ou ela ter que se arrastar para perto de mim por causa do frio. Não que não dormíamos próximos, nós dormíamos, era apenas que naquela hora ela se deitou quase por cima de mim, as pernas entrelaçadas com a minha enquanto seu rosto pousava suavemente em meu peito.

— Linda. — Sussurrei a ela.

— São seus olhos. — Ela respondeu sarcasticamente.

Eu sorri, acariciando a curva de sua cintura.

— Bella? — A chamei. Ela somente fez levantar seus olhos para mim. — Eu amo você.

Nunca a vi sorrir tão largamente quanto ela fez naquele momento enquanto se levantava e abraçava-se ao meu pescoço e sussurrava que me amava também. Várias e várias vezes sua voz sussurrando que me amava e seus lábios despejando beijos por meu rosto e maxilar com tanta intensidade que eu considerei por um momento tirar a minha camisa dela e voltar ao que estávamos fazendo antes.

Ah Bella, se eu pudesse escutar isso todos os dias. — pensei, meus lábios movendo contra os seus em perfeita sincronia enquanto sua mão deslizava por meus cabelos e acariciava meu rosto com as pontas dos dedos mornos.

— Eu te amo. — Ela disse mais uma vez, beijando-me na testa com um enorme sorriso.

Voltei a grudar meus lábios com os seus e realmente teríamos reiniciado tudo de novo quando alguém tocou a nossa campainha. Bella gemeu de desgosto em meus lábios, apertando os dedos em meu cabelo e sussurrando para que eu não fosse. Eu realmente gostaria de fazê-lo, realmente gostaria de continuar infiltrando minhas mãos por sua camisa para tirá-la e fazer amor mais uma vez com ela. Dessa vez na cama e não na banheira e no box do chuveiro.

— Eu tenho de ir.

— Não. — Gemeu ela.

— Continuaremos de onde paramos assim que dispensar o otário que não tem relógio em casa. — Prometi, beijando-lhe a ponta do nariz e fazendo-a sorrir.

Bella era muito curiosa — disso eu já sabia —, mas ela me seguiu até a porta e ficou atrás de mim enquanto eu a destrancava e dava de cara com uma pessoa que eu realmente pensei que nunca mais fosse ver em toda a minha vida. Ele tinha olheiras fundas embaixo dos olhos e ao seu lado tinha uma garota loira que parecia amedrontada e nervosa, segurando sua mão com força.

Atrás de mim pude escutar Bella arfar em surpresa.

— Riley? — Foi ela quem falou.

Notas finais
É... quero saber o que vocês acharam, ok? Não me matem ainda, sério ♥ boa noite, gente! Beijos.