Albus Potter e Dominique Weasley
3 Guerra, Dentenção e Risadas
Notas iniciais
Eles dizem que antes de você começar uma guerra, é melhor você saber pelo que esta lutando. Bem, Dominique talvez tenha deixado de ouvir esse conselho.
Quando ela torceu o pulso da garota, gritando a plenos pulmões para que ela deixasse Albus em paz, ela não sabia exatamente o que a motivara. Ela tinha feito aquilo por que o primo estava desconfortável?
Talvez, mas isso não explicaria o liquido escaldante borbulhando em seu estomago, um sentimento realmente desagradável.
Ela ponderava sobre isso enquanto esperava por sua detenção. E ainda depois enquanto a cumpria. Por que, por que, por que..! Ela estava quase surtando no caminho de volta ao dormitorio, quando, saindo aparentemente de lugar nenhum, Albus apareceu a sua frente, o sorriso constrangido que ele sempre tinha no rosto quando seus olhos se encontravam.
E foi exatamente nesse momento, que uma lampada acendeu-se sobre suas dúvidas. Ela estava gostando de Albus. Oh, droga.
– Ei Domi. Como foi a detenção? — A garota o lançou um olhar zangado, mas não resistiu a curva dos labios dele e solou uma risada.
– Ótima.
Ela virou-se para continuar caminhando e perebeu que ele ainda nao tinha se movido.
– Albus? Voce nao tem que voltar para as masmorras?
Ele girou tao rápido que ela não teve tempo nem de se surpreender apropriadamente. Em menos tempo do que ela imaginaria possível, as mãos dele estavam em volta de sua cintura, firmes, e o rosto dele estava se inclinando, os lábios tocando nos seus de uma vez.
Quando se separaram, e ela abriu os olhos, ele ainda mantinha os dele fechados, os labios entreabertos. Então ele abriu os olhos e disse simplesmente.
– Cara, James estava certo.
Naquele momento, ela teve certeza de que seus olhos iam saltar das orbitas.
– COMO É, POTTER?
– Shhh.
– Nao se atreva a fazer shh pra mim!
– Dominique, escuta. — Ele parou, as maos ainda na cintura da garota. Seus olhos verdes prenderam os dela com eficiencia, nao deixando ela desviar o olhar. — O que eu quis dizer foi que... — Ele começou a corar. — James estava certo. Sobre os meus sentimentos por você.
– Seus senti-sentimentos? — Seu coração saltou contra o peito, querendo se libertar.
– É. — Agora ele estava realmente vermelho. O grito cresceu de dentro de seu peito, veloz e saiu mais agudo do que ela jamais gritara. Quando ela retornou para seus sentidos, os dois estavam caidos no chao, ela esmagando o pobe garoto contra o piso. — Ahn, isso quer dizer...
– Sim! — A gargalhada dele chamou a atençao dealg uns fantasmas passando ali perto.
Dominique o ajudou a se levantar e começou a beijar as bochechas e a testa dele sem parar.
Ele, sem perder tempo, em meio ao ataque de carinho, a pressionou contra a parede de pedra mais proxima e a beijou pra valer. Bem, ate que Filch apareceu. Os dois ganharam mais duas semanas de detenção, mas, como eles vieram a descobrir, as vezes, um passo no escuro pode ser um risco realmente bom no final das contas.
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