Notas iniciais
A tragédia começa a agora...

Em um dia comum, Cat acordou às 6 am. Fez um grande esforço para levantar, por algum motivo ela não queria ir à lugar algum,apenas queria ficar deitada em sua cama. Mas ela não podia faltar na escola, tinha prova de física, pelo menos era uma matéria da qual gostava.

Então ela se levantou, afinal os deveres chamavam. Tomou seu banho e vestiu a primeira roupa que viu — sua velha calça jeans surrada e sua blusa xadrez — desceu as escadas e se direcionou-se á cozinha. Ao chegar lá, estranhou... Seu pai não estava na cozinha como faz todas as manhãs. Ela ignorou aquela sensação estranha e foi preparar o seu cafe, enquanto não ficava pronto, resolveu dar uma olhada pra ver se seu pai ainda estava dormindo, e então subiu as escadas silenciosamente e ao abrir a porta se deparou com a cama vazia e arrumada. Ao ficar imaginando que novamente seu pai estava trabalhando, foi surpreendida com um barulho vindo da cozinha. Desceu as escadas tranquilamente, afinal estava acostumada a ficar sozinha, chegando lá lembrou-se e café que havia deixado no fogo, desligou rapidamente, e novamente escutou o mesmo barulho, ao abrir a porta da cozinha que dava acesso ao quintal dos fundos, Jerry pulou no meio de suas pernas, fazendo-a dar um passo para trás, Jerry era seu gato, um persa preto dócil e bastante folgado. Cat o acariciou silenciosamente e foi colocar ração para ele, já que o que fazia de melhor era comer.

Então Cat engoliu seu café da manha, pois estaca atrasada, pegou sua chave,uns trocados e sua mochila e saiu às pressas, sem ao menos se certificar que havia trancado tudo, como sempre faz por questão de segurança.

Por sorte chegou a tempo e na hora certa em sua escola, mas já estava exausta pois havia praticamente corrido 5 quarteirões pra chegar lá. Cat não era muito popular,além de não ser muito sociável, sua aparência "exótica" ajudava a afastar as pessoas. Então para Cat era tudo muito monótono,fazia suas lições com muita facilidade,sua capacidade de aprender algo rápido era fora do comum, almoçava tudo isso apenas dizendo poucas palavras. Após o término de suas aulas ,Cat resolveu passar na livraria,ela sempre procurando um amplo conhecimento sobre o universo e tudo o que podia haver nele. Ao caminhar se deparou com uma livraria antiga, e estranhou pois nunca tinha visto ela lá das centenas de vezes que passou naquele lugar, e então resolveu entrar. Ao entrar analisou cada livro na prateleira alguns empoeirados, se deu conta que já possuía todos dalí. Cat se decepcionou, pois pra ela não havia aprendido o suficiente, então quando chegou a porta de saída, um senhor de cabelos grisalhos e ralos, com um óculos redondo e fundo de garrafa lhe chamou.

— Hey mocinha!

Então Cat olhou para trás e o senhor continou.

—Pelo o que vejo,a mocinha já leu todos aqueles livros ou simplesmente perdeu o interesse no assunto.

Cat não havia notado aquele senhor,por um instante achou que aquela livraria. Após seu blá blá mental lembrou que ele estava falando com ela.

—Sim senhor, já li todos os livros que o senhor possui, vim aqui atrás de alguma novidade — respondeu Cat educadamente.

—Então creio eu, que tenho o que você procura, e será muito útil em breve.

Então o senhor foi em uma sala que ficava nos fundos da qual ela também não tinha notado. Ao voltar,lhe trouxe consigo um livro grande que havia no mínimo 800 páginas, envolvida numa capa de couro.

Ele entregou o livro pesado e a alertou

—Aqui terá tudo o que precisa saber por enquanto, quando terminar de utilizá -lo venha buscar o volume 2, Faça bom proveito Cat.

Cat olhou para aquela capa velha que parecia ter milênios e viu o título do livro " O guia do universo, vol. 1", após ficar intrigada com o livro, levantou o rosto para agradecer o senhor, e se assustou ao perceber que o gentil senhor não estava mais lá, Então ela deixou o dinheiro em cima do balcão e saiu. Ao sair se lembrou do que ele disse.

"Faça bom proveito,Cat"

Foi aí que ela se tocou que em momento nenhum havia dito seu nome, ao se virar a antiga livraria não estava mais lá. Sem entender muito o que aconteceu ela guardou o livro na mochila e foi pra casa.

Ao chegar em casa estranhou o silêncio,quando acendeu as luzes, ficou surpresa... Sua casa estava toda revirada,mas nenhum pertence de valor foi pego. Após olhar tudo pra ver se estava tudo lá, Cat percebeu que seu pai ainda não havia chegado, e foi ai que decidiu ligar pró celular dele,pois não era do seu costume ficar tanto tempo fora de casa sem ao menos avisar. Depois de 17 tentativas frustadas de falar com o seu pai, Cat ficou extremamente preocupada, então sentou no sofá e pensou nos possíveis lugares que ele poderia estar. E então se levantou, vestiu um casaco e pegou sua mochila, e colocou tudo o que ia precisar,e enquanto arrumada sua mochila se deparou com o livro, mas não havia tempo para aquilo, ela precisava achar seu pai,mas por algum motivo deixou o livro dentro de sua mochila, não que ela achasse necessário mas por simplesmente obedeceu seus instintos. Após checar tudo, saiu em sua busca. Depois de ter ido em todos os lugares que seu pai costumava frequentar, ela lembrou e foi ao lugar mais óbvio; o serviço dele. Era boa uma caminhada, que daria mais ou menos 1 hora e meia isso indo em ritmo acelerado, mas ela já estava cansada... Desde das 18:00 hrs procurando o seu pai, e já era 22:35 hrs e ainda não havia conseguido sequer uma pista da onde ele poderia estar. Já estava tarde e Cat estava com fome, por sorte ela lembrou de colocar algumas besteiras que tinha em casa em sua mochila. No meio do caminho, Cat notou algo diferente, havia um bosque do qual não tinha visto antes — ela já havia ido ao serviço de seu pai, e jamais notou aquele bosque antes — talvez como havia feito a viagem de carro achou que não prestou muita atenção na paisagem. Ao olhar para o bosque ela viu algo se mexer, automaticamente soltou a batatinha que estava comendo e pegou seu canivete na lateral da mochila e ficou lá observando e esperando pra ver se saía alguém ou alguma coisa daquela mata. Foi quando de repente um garoto saiu do meio das árvores e matos um tanto quanto ofegante e gritou

— Por aqui Cat, eu sei onde o Josh está, ele corre perigo, venha comigo!

No calor do momento e no desespero em achar seu pai o seguiu, era loucura seguir um desconhecido e foi nesse instante que o que estava fazendo não era certo, deveria agir pela razão e não pela emoção. Foi ai que ela parou e analisou a situação. Ao se tocar do que estava vendo questionou.

—Hey, Quem é você? Como sabe o meu nome? Como sabe sobre meu pai?

—Sei mais sobre você e seu pai do que você imagina... Obviamente não vai lembrar de mim, você tinha apenas 1 ano de vida quando nos conhecemos.. Quando tivermos mais tempo conto mais detalhes sobre isso.

—Bom, você respondeu duas de três perguntas minhas, ainda to esperando a última resposta.

— Ah sim claro, eu me chamo Sam. Agora se puder me siga.

Após algumas perguntas serem respondidas, Cat o seguiu mas em momento nenhum guardou seu canivete e Sam notou e comentou.

—Você já pode guardar isso por enquanto, eu tô aqui pra te ajudar.

—Eu prefiro prevenir. — Retrucou Cat enquanto o seguia.

Depois de alguns minutos de caminhada pelo estranho bosque, eles chegaram bem próximo a indústria que seu pai trabalha. Ao ver que está um tanto quanto "perto", Cat se assustou e recuou..

— O que houve Cat? Perguntou Sam com tom de preocupação.

—Como já estamos chegando?? Não faz nem 10 minutos que saí da minha cidade, deveria ao menos nem estar perto.

Cat ficou totalmente perplexa.

—Sério mesmo que você não viu portal que passamos? Sam disse com uma indiferença fora do comum.

—Portal??? Você ta maluco? Isso ainda não foi inventado, nem sequer conseguiram passar perto. A ciência ainda não evoluiu o bastante.

—Você que pensa!

A conversa dos dois foi interrompida por um clarão que qualquer um que estivesse perto perderia a visão. Ambos ficaram assustados e um pouco atordoados pela grande claridade.

—Mas que merda é essa? Perguntou Cat.

Antes que Sam pudesse responder, houve uma explosão em uma das partes da indústria.

—Mas que porra! Precisamos correr. — Sam praticamente gritou.

Ele foi retirando às pressas um aparelho que parecia mais uma caneta , apertou um pequeno botão que automaticamente projetou um teclado incomum. E em movimentos rápidos digitou alguns números e letras que Cat não conseguiu identificar e em logo seguida saiu o que era aparentemente um laser verde que aos poucos se formou um portal.

—Então isso é um portal?

—Sim Cat, esse é o mesmo portal do qual você não notou antes! Vamos precisamos ir logo. Disse Sam puxando — a pela mão e entrando no portal.

Ao saírem Cat sentiu um enjôo e mal estar. Ao notar Sam a informou.

—É normal acontecer isso nas primeiras vezes, não sei como não passou mal na primeira vez.

Quando Cat se recuperou, percebeu que estavam dentro da indústria.

—Isto tudo é loucura, estamos dentro da indústria.

— É pra isso que servem os portais Cat. Pra teletransportar.

—Eu já estive aqui algumas vezes, mas parece estar muito diferente.

—Silêncio! Tem alguém ali!

Sam fez um gesto pra ela também se escondesse. Após a sombra desaparecer, eles deram uma breve olhada pra se tinha mais alguém, mas nessas horas da noite era mais propenso a não ter muitas almas por ali. E então Sam fez outro gesto para que Cat o seguisse em frente. A indústria tinha um design moderno e sofisticado, mas nada surpreendente. Era um verdadeiro labirinto, mas Sam sabia exatamente como era lá, até os mínimos detalhes e isso fez Cat questionar...

—Hey, como você sabe pra onde estamos indo?

—É um tanto quanto óbvio, eu ajudei a criar e construir a Comp. ACT.

—Que como assim?? Mas você...

Aquela era uma dúvida que Cat teria que tirar depois. Antes que ela pudesse terminar sua pergunta eles ouviram outra explosão, mas dessa vez foi menos estrondosa e veio acompanhada com um grito de dor. Imediatamente Cat reconheceu aquela voz grave, sem pensar duas vezes correu em direção aos gritos.

Quando chegou em um salão amplo, com máquinas que jamais viu antes, se deparou com seu pai inconsciente após sentir muita dor, e aprisionado por umas esferas que ao seu ver pareciam radioativas e cheia de eletricidade, tornando — as com uma coloração estranha e escura. Josh estava todo retalhado, algumas partes de sua pele estavam penduradas mostrando nitidamente o músculo e se olhasse mais de perto dava pra ver alguns de seus ossos. Horrorizada com aquela cena, Cat correu em direção ao seu pai na tentativa de salva — lo e por mais que tentasse seu esforço era em vão.

—Cat, jamais vai conseguir liberta — lo dessa maneira. — Alertou Sam com semblante triste.

—Tem alguma ideia melhor ?

Suas emoções estavam totalmente bagunçadas, era uma mistura de raiva, tristeza e sede de vingança.

—Bom, pelo o que eu saiba, esse tipo de prisão sempre há um painel de controle. Talvez eu consiga hackear.

— E por que diabos não fez isso antes? Ao invés de ficar vendo eu me ferrar sozinha. — Seu tom de voz mais arrogante do que até ela mesmo poderia imaginar.

— Desculpa, eu só queria ajudar. — murmurou Sam.

— Olha foi mal,mas nessa situação é praticamente impossível ficar calma. Ele é tudo o que tenho e de alguma forma você sabe disso.

— Por isso estou aqui. Venha não vamos perder mais tempo.

Sam notou as lágrimas nos olhos de Cat. Sam mais que ninguém sabia como era ficar sozinho , sabia o que era perder alguém que ama.

Não demorou muito para que eles achassem a sala que não estava muito longe do salão, e obviamente estava trancada mas nada que eles pudessem resolver. Antes que Sam pudesse tirar algum apetrecho do seu bolso " mágico " a porta já estava aberta.

—Como você fez isso? Sam perguntou surpreso.

—Aprendi jogando vídeo game. Aqui é tudo muito moderno porém esqueceram de fazer isso com as portas. — Ela disse com um sorriso sarcástico e mostrando um grampo.

— Você é igualzinha a sua mãe.

O sorriso dela se desfez na mesma hora que as palavras foram ditas.

—Vamos, como você mesmo disse não vamos perder mais tempo.

Ao abrir a porta, se depararam com várias máquinas e computadores.

—Como vamos saber qual é o certo? Tem muitas coisas aqui.

— É aquele ali! — disse Sam.

Rapidamente Cat Retrucou.

—Tem certeza?

—Sim, tenho experiência nisso. — Sam tentou imitar o sorriso sarcástico de Cat pra ver se mudava um pouco o clima.

Cat apenas arqueou uma das sobrancelhas e fez um olhar que dizia "Tá esperando o que?" . Sam praticamente teve um déjà vu , sabia e conhecia muito bem aquele olhar idêntico ao de Helena, e então fez o que tinha que se feito.

—Pronto, eu acho que consegui.

—Então vamos lá ver, agora!

Enquanto caminhavam de volta ao salão, Sam queria entender como Cat conseguia se manter firme e ainda conseguia fazer "piadas" numa situação daquelas, talvez aquela seria a maneira de camuflar todo aquele sofrimento e solidão que ela sentia.

Ao voltarem para o salão , Josh estava no chão, sem dizer sequer uma palavra, Cat correu novamente em direção ao Josh, seus olhos ainda não estavam acreditando no que estava vendo, era tarde demais. E por um instante sua " armadura " se desfez e ela se ajoelhou ao lado de seu pai e chorou feito uma criança com medo do escuro, uma criança que havia deixado de ser há alguns anos atrás. Sam não conseguia dizer nada, não havia nada pra ser dito naquele momento, ele apenas se aproximou, agachou do lado de Cat e a abraçou na intenção de conforta — lá.

Cat com os olhos cheios de lágrimas, levantou a cabeça e olhou fixamente nos olhos de Sam na esperança que pudesse fazer algo, ele apenas abaixou a cabeça como se pedisse desculpas. E então Cat saiu dos braços dele e levantou.

— Por favor me ajude, quero pelo menos enterra -lo.

— Ok, nós faremos um enterro para o seu pai.

— Posso pedir mais duas coisas? — Disse Cat enxugando suas lágrimas.

— Lógico, peça o que quiser.

— Eu te peço que não vá embora. Fique comigo, não vou suportar ficar sozinha naquela casa.

Sam apenas assentiu e Cat continuou.

— E a outra coisa é que ... Eu quero que você me ajude a encontrar o filho da puta que fez isso com o meu pai.

Antes que Sam pudesse responder uma voz ecoou na entrada do salão.

— Não será necessário me procurar, minha doce Cat.

Os dois viraram imediatamente pra ver quem é, mas por conta de uma das máquina que havia lá , não dava pra ver direito, estava tampando o misterioso homem.

— Quem é você? Perguntou Cat, seus olhos estavam em uma cor mais viva do que o comum, talvez devido a raiva ou melhor devido o ódio.

— Ah minha querida, achei que já soubesse, eu sou o Deus do universo, o Deus de TUDO!.

Ao ir em direção à eles , Cat pode ver nitidamente a aparência e entrou em um breve estado de choque... Sua aparência física era idêntica a do seu pai.

Foi nesse momento que Sam sussurrou.

— Cat, ele só parece o seu pai, lembre -se ele não é o Josh.

Rapidamente Sam pôs as mãos nos bolsos e retirou o que aparentava ser dois dados. E em um movimento delicado mas rápido , deslizou uma de suas mãos na mão direita de Cat e lhe entregou um dos dados. Enquanto o homem misterioso falava o quanto era poderoso, entre outras bobagens, Sam sussurrou novamente.

— Espero que saiba atirar.. Quando eu disse "Já" você aperta esse botão que há nesse cubo e atire. Faça os tiros valerem a pena.

Cat totalmente assustada concordou, respirou fundo e quando menos ela imaginou escutou...

— Já!!!!!

Os dois apertaram os botões simultaneamente e aquele cubo/dado se transformou em armas, a que estava com Cat parecia uma Luger P08 e a outra que estava com Sam parecia uma espingarda calibre 12, só que ambas muito modificadas. Após destravar as armas ambos puxaram os gatilhos e as armas dispararam aparentemente projéteis comuns, mas quando colidiam esferas magnéticas se formavam e explodiam quase qualquer material, Lógico que tinha um toque a mais com outros elementos desconhecidos pelo "povo terrestre".

Foi ai que o tiroteio começou, Cat se saiu bem pra quem não havia usado arma desse tipo antes. Por mais que atirassem em " Josh" nada surgia efeito. "Josh" apenas ria.

— Vocês estão me irritando com essas merdas de armas.

E aí foi a vez dele revidar, ele disparou um laser em direção aos dois. Sam pulou para um lado e Cat para o outro. Ao se levantarem, um tanto feridos, Sam pode notar o por que nada estava afetando ele. O maldito estava usando uma cúpula invisível ( como se fosse um campo de força) como proteção. Mas como toda invenção feita, sempre há um ponto cego que pode destruí -lá, e Sam sabia disso... Havia aprendido e colocado em prática diversas vezes e aquela seria mais uma. Ele cambaleou até Cat.

— Hey , tenho um plano pra apagar esse otário.

— Apenas diga que colocaremos em prática. Quero matar esse filho da puta.

— Bom, aquela cúpula têm uma pequena abertura na parte superior. O plano é o seguinte você vai pra direita e eu pra esquerda.

— Cúpula?? E depois disso?

— Vou tentar te mostrar.

Inesperadamente "Josh" atirou de novo e ambos correram um pra cada lado. E Sam aproveitou e atirou pra onde Cat deveria subir. Ela entendeu o recado.

— Vai !!! Deixa o resto comigo. Gritou Sam.

E assim fizeram , tomaram suas posições quando Sam assentiu Cat correu e pulou em uma das máquinas, conseguindo subir. "Josh" não esperava e se assustou, e no reflexo mirou um de seus laser e atirou, junto com Cat... Mas ele não contava que ela jogaria o canivete nele, cravando -o em um de seus ombros. Cat caiu inconsciente devido o tiro que levou e Sam aproveitou a oportunidade que ele estava ferido e o campo estava desfeito, correu e escorregou , aproveitou que ele estava "abaixado" tentando retirar o canivete e atirou diretamente em sua cabeça. Devido a arma calibre 12, voou miolo para tudo que era lado, inclusive em seu rosto. Aquelas miolos verde -musgo ficaram espalhados pelo salão. Após recuperar o fôlego , Sam levantou .. Andou alguns passos e pegou o canivete da Cat do chão que foi um tanto longe devido o impacto.

—Mas por que isso ainda ta inteiro?

Sam olhou e viu a letra de Helena no canivete, aquilo explicou muita coisa pra ele. Ele o guardou no bolso e foi em direção a Cat e a pegou no colo, depois pegou sua "caneta" e abriu um portal. Quando estava quase entrando ouviu Cat murmurar "Pai" ... Ele olhou para trás rapidamente , ajeitou Cat em seus ombros e entrou no portal. Pelo menos uma das "promessas" ele iria manter... Ele ficaria com ela, pelo menos até onde desse.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.