Ai Suru Kimi Ga Soba Ni Ireba
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Chegara o Valentine’s Day, todas as garotas do colégio faziam chocolates para os garotos na qual gostavam.
- Me diz, porque um enfermeiro ameaçador como você ganhou tantos chocolates? — pergunta Maya irritado á Aiji.
- Ciúme mata, Maya. – responde Aiji rindo.
- Não... Não é ciúme, porque eu estaria com ciúme de você?
- Não se preocupe, o único chocolate que realmente me importa é esse. – diz Aiji segurando um pequeno embrulho com estampas de pirulitos escrito “Para Aiji, com amor, Maya”
- Mas, mas, eu nunca escreveria uma coisa tão melosa como essa, que ridículo, hunf. – diz Maya corando levemente tentando esconder o vergonhoso bilhete que colara no embrulho.
Enquanto isso, Uruha estava se segurando ao máximo para não bater nas toneladas de garotas atrás de Aoi.
- Aah! Chega! Se afastem do meu Aoi-san! Não ousem ultrapassar um metro e meio de distância!
Aoi começa a rir e põe a mão sobre a cabeça de Uruha.
- Acalme-se Kou, elas não vão me atacar ou algo do tipo, eu reparto meus chocolates com você, não se preocupe. – diz Aoi ainda rindo da situação em que Uruha se encontrava.
- Uruha-senpai! Não roube os chocolates de Aoi-senpai, olhe para sua carteira, também têm vários! – Diz uma garota.
- O que? Mas por... – Uruha pára e encara a garota. – Que bonitinha! – pensa Uruha quando só sente um olhar fuzilando suas costas, que quando olha era Aoi o olhando feio.
No corredor passava Miku com um rosto de extremo cansaço, várias garotas estavam tentando se aproximar para lhe entregar seus chocolates, mas nem ao menos conseguiam, pois o rosto de cansaço junto de estresse no qual não conseguia nem ao menos ouvir “sensei” assustava a quem tentava se aproximar.
- Miku-sensei!
- Oqueeeee? – Miku virava-se com um rosto de ódio que só faltava sair faíscas, mas a pessoa na qual se aproximara dessa vez era Takuya.
- Ah! Takuya! Tudo bom? O que você faz por aqui? – o humor de Miku mudara drasticamente ao ver Takuya.
- Eu... Fiz um chocolate para você – diz Takuya envergonhado
-Que embrulho bonitinho, você que fez também? Obrigado, eu adoro doces!
Enquanto isso cochichos ecoavam os corredores enquanto Miku andava junto de Takuya;
- Ele não tinha dito que detestava doces? — Porque o garoto da oitava série ele deixa se aproximar? [...] Mas Miku não ligava, afinal, o único que ele queria que estivesse ao seu lado era aquela pessoa aparentemente frágil que era Takuya.
- Takuya-kun, poderia vir comigo até atrás do outro prédio depois das aulas?
- Claro, mas... Porque assim de repente Miku-sensei?
- Apenas vá, por favor. – diz Miku com um leve sorriso.
As aulas acabaram e Takuya foi para onde Miku pedira.
- Então sensei? O que queria falar comigo?
Miku não disse nada, apenas se aproximou de Takuya e o beijou no qual ficara com uma expressão de espanto em seu rosto.
- Miku... -sensei?
- Aquele dia em que você conversava com Kai atrás daquela moita, eu ouvi tudo o que você tinha dito, desde o começo e...
- Tudo...? – Takuya começara a gaguejar.
- Sim e... Eu gostaria de dizer que... Eu também comecei a gostar de você e...
- Miku-sensei, então... Podemos... Andar juntos como... Pessoas que se gostam? – diz Takuya inocentemente com o rosto tão vermelho que se confundia com o embrulho que havia dado para Miku.
- Podemos sim... Taku-chan. – diz Miku pegando na mão de Takuya.
Passando o dia, quando era exatamente três da manhã, se encontrava Ruki olhando para a lua novamente daquele banco na praça do dormitório. Quando uma pelúcia de gato com aparentemente vinte centímetros surge em frente a seus olhos.
- O... Que é isso? – se pergunta Ruki levando um susto com o que aparecera diante de seu rosto.
- Seu presente do Valentine’s Day, Ruki. – aparece Reita com o rosto ao lado do de Ruki.
- Reita! O... Obrigado! – Ruki pega a miniatura, tinha um zíper na barriga, que o abrindo estava repleto de pequenos bombons.
Ruki e Reita sempre se encontravam naquele banco, ás três da manhã, diante daquela linda e brilhante lua.
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