Notas iniciais
Me desculpem, pela a demora da postagem! Tava de recuperação e o computador é do meu pai e ainda tem meu irmão mais novo (Dado) que usa pra jogar Pokemón. Em compensação, acho que é o maior capítulo da fic. Capítulo dedicado à Little Athena Valdez (que teve a ideia do nome pra operação) e a AnninhaChase (que deu vida à Diego e Josh, muitíssimo obrigada). AnninhaChase, o capítulo é seu e eu gastei o dia de hoje inteiro fazendo então...LEIAM! Amo vocês, minhas glitterosas! Até lá em baixo, Nanda Andy

P.O.V. Flora

Então... Bem, vocês queriam mesmo ver o que aconteceu com o Larry e a Lola no chalé seis?

[N/Leitor: Sim!]

Vão ficar querendo! Mas continue acompanhando essa fic porque eu hackeiei o computador da Lonely Couto e li. Gente, Lorry é vida! Ai meu G-zuis!

Agora que sabem que eu vou narrar continuem lendo porque meu da hoje foi tretoso. Vou contar o que houve desde manhã até o Larry com preguiça de levantar do chão.

[N/A: Ele caiu!]

Não, a força gravitacional só gosta mais dele do que de outras pessoas (como a Jen-barriga-perfeita, por exemplo).

Assim que sai do refeitório, fui abordada por um idiota, galinha, esquisito (tá eu não posso falar nada), irritante, burro, feio, nojento, chato, filhinho de papai, babaca, bobo.

[N/Larry: Calma, fera. Não cê exalte. É melhor para, mas antes explica quem ele é]

O tal filho de Ares babaca que me introduziu à fazer cosplay de girl on fire no Caca na bandeira.

[N/Lola: Você sabe que o nome não é esse, né?]

O nome da aberração é Diego. Nós poderíamos ter sidos amigos de ele não tivesse ficado tão exaltado. Me lembro até como se fosse ontem. Senhoras e senhores com vocês, o FLASHBACK!

Eu e Larry estávamos sentados na mesa dos fundos (não pense besteira) e ele estava comendo McLanche Feliz, será que ele sabe que só vendem isso pra até treze anos?

– Flora, você não vai comer nada?

– Ah é, valeu. Já ia me esquecendo.

Eu abri minha bolsa e tirei um aipo. Larry me olhou com uma cara “não tô creno no que eu tô venu”

– O quê? A coisa mais vegetariana e saudável que eles servem aqui é água!

Larry riu com meu comentário e desembrulhou seu hambúrguer.

E foi a minha vez de fazer a cara “não tô creno no que eu tô venu”

– Você sabe por acaso quantas minhocas inocentes foram utilizadas para fazer este hambúrguer? Você não pretende come-lo, pretende?

– Sim, eu paguei por ele.

– Hadouken! — num movimento ninja eu dei um tapa no hambúrguer dele que caiu dentro da máquina de batata-frita, mas nenhum funcionário se mostrou indiferente — Agora para de falar besteira e come logo a sua comida que eu quero voltar pra casa.

– Mas você destruiu meu McLanche Feliz…

– Foi pro seu bem, agora vamos Penadinho.

– Okay, você venceu, Cereal Killer.

Saímos do estabelecimento.

Larry suspirou.

– Vamos? – ele disse esticando sua mão para mim como aqueles príncipes fazem

– Vamo-Espera! Eu esqueci a minha bolsa. Pode ir indo, te mando uma M.I. quando chegar lá.

Dentro da lanchonete havia um garoto bonito (não sou cega) correndo que nem bicha louca no cio querendo dar. Correndo de uma coisa feia, nojenta, babona... Qual o nome? Tia da Cantina? Não... Ah dane-se, eu não tenho cara de Lola pra saber essas coisas. O menino até que era rápido, colocando cadeiras no caminho para atrasar a tiazinha.

Vamos ser modestas, Flora , disse minha consciência (nem sabia que tinha isso)

Tá bom, ele estava se sujando todo. Eu estava achando muito hilária aquela situação, os funcionários não percebiam nada (será que os funcionários do McDonald são Robôs gordos?)

O garoto me viu.

Droga, pensei.

– Ei! Dá pra dar uma ajudinha aqui, por favor? Eu não sei o que está acontecendo!

– Calouro... — murmurei

Dei um mortal por cima das mesas, peguei e abri minha bolsinha-fashion-só-que-não e taquei polem na diaba gritando “POR NÁRNIAAAAAA!” .

Lola desculpe-me se possivelmente eu tenha matado uma cantineira fantasiada de monstro. Eles são tão parecidos!

– Sou Flora.

– Diego. Isso é normal, pra você?

– Mais do que você imagina...

Fui explicando todas as coisas de semideus e blá-blá-blá enquanto caminhávamos. Ele parecia legal.

– Mas tem que admitir, foi muito engraçado ver você tentando atrasar aquilo.

– Ei! Eu não sabia o que fazer. Entrei em desespero.

– Covarde.

– O que disse?

– CO-VAR-DE! AMARELÃO! MEDROSO! LÁ LÁ LÁ LÁ LÁ! – gritei e mostrei minha língua pra ele e sai correndo

– EU VOU TE PEGAR!

Azar, ele era mais rápido que eu.

Diego pulou em cima de mim, só que eu virei, me colocando por cima. Por impulso ou sei o que ele me beijou. Um beijo calmo, mas longo. Eu não sei o que deu em mim, mas retribuí seu beijo.

Separamo-nos após a falta de ar. E ficamos nos encarando.

Não vi, mas já estávamos na Colina Meio-Sangue. Ocasionou que Larry viu nosso beijo. Me levantei Diego sussurrou:

– Você acabou de ganhar um inimigo eterno.

– Digo o mesmo.

Não contei nada a Larry porque ele ficou me olhando com uma cara maliciosa. E murmurando algo como “Safadinha você, hein Flor-Ai! Isso doeu, Cerial Kiler!”

Mas isso foi há uns seis meses, nada relevante.

Bom, agora que revelei esse segredo se vocês contarem pra Jen ou pra Lola estão ameaçados por mim. MUAHAHAHAHAHA!

O demônio virou-se para mim, passou a mão no meu ombro e disse:

– Pronta pra perder no Caça à Bandeira de novo?

– Tirou as palavras da minha boca.

– Eu posso tirar outra coisa da sua boca, se você quiser Florinha.

– Prefiro morrer, obrigada, talvez outrora aceite a proposta.

– Mas você já aceitou, gata. – ele disse mais baixa esta última frase

– Hey! Flora! Vem a operação Lelia começou!

Minha Santa Deméter, ainda bem que Jennifer chegou. Não ia ser nada bom pro Diego ser visto com a marca um soco na saca. Assim que nos afastamos fitei-a.

– Operação Lelia?

– Sim! – ela bateu palmas – Lola E Larry Juntos Agora! – disse me mostrando um papelzinho com o significado da operação

– Mas é um 'J' no lugar do 'I...

– Eu sou disléxica , o que me faz confundir letras e números, e as palavras ficam... AHHH! Dá no mesmo!

Ela me disse para ficar sentada naquele tronco que o “carinha” iria chegar daqui a pouco, dito isto ela se dirigiu para o chalé de Apolo. Um tempo depois um garoto chegou.

– Posso ajudar?

– A Jen falou que...- ele estava nervoso O_o?

– Ah. Claro. Então vamos fazer isso logo antes que o Larry chegue do McDonalds e venha lamentar comigo sobre o término dele e da Jen e poder falar com... –falei demais e tapei a boca com as mãos — Tanto faz.

– Peraí! A Jen está solteira?

– NÃO IMPORTA A JEN AGORA O QUE IMPORTA SOU EU!

– Esqueceu a modéstia no chalé, Florinha?

– Desculpa. É só o... Estresse.

– Estresse? Acho que você quis dizer ciúmes.

–Ciúmes? Quem está com ciúmes? Por que eu não!

– Você está com ciúmes do Larry!

– Nossa. Você é bom.

– O melhor. Agora me conte por que você está enciumada?

– Acho que pelo fato de ele ter trocado a nossa ida ao cinema semanal por um McDonald com a Jen.

– Eu faria o mesmo.

– Ei! – bati em seu braço

Ele riu.

– Okay, desculpa. Mas você gosta do Larry, Flora?

– Claro. Ele é meu melhor amigo não tem como eu não gostar dele.

Josh simplesmente fez um facepalm.

– Eu quis dizer gostar no sentido namorar.

– Mas gostar não significa isso.

– Gostar. Verbo Transitivo Direto. Sentimento agradável em relação à alguém ou algo. Ter afeto. – Lola surgiu do nada carregando um livro de baixo do braço e depois foi embora.

– Okay, né. – falamos em uníssono

Ficamos conversando sobre varias coisas, viramos amigos.

– Sabe Josh, você não é tão chato e mesquinho como os outros filhos de Apolo.

– E você, Flora, não é cruel quanto aparenta ser. Entenda como quiser.

Sorri e virei o rosto, com a intenção de não encará-lo. Mas também veio a intenção de não deixa-lo ver a lágrima que acabara de escorrer.

Josh chegou mais perto, colocou uma mecha minha atrás da orelha e acariciou meu rosto.

– Não fica bem em uma garota da sua idade chorando desse jeito.

Dito isto ele passou o braço direito pelos meus ombros. Nós estávamos tão perto. Nossos rostos se viraram em sincronia, como se soubessem exatamente o que o outro iria fazer. Era óbvio, não era? Nós nos beijaríamos.

Se não tivéssemos ouvido uma espécie de barulho atrás de nós. Olhamos para trás e vimos um garoto de cabelos castanhos e com ombros largos caído no chão.

– Larry? – disse.

Me levantei e fui caminhando até o garoto que estava a menos de 5 metros de nós.

– Larry! O que você está fazendo aí?- perguntei

– Eu caí.

– Percebe-se. Agora, por que você caiu? Eu sei que é porque seu tênis estava desamarrado quando você correu, mas por que você correu- ela sabe ir direto ao ponto.

– É, hum, começou Hora de Aventura.

– E daí?

– É o episódio que a Lady Íris pare os cinco filhos dela com o Jake e...

– Larry. A verdade — e encarei ele

– Flora, eu tenho que ir. É sério. Esse episódio é épico, não posso perder.

Ele saiu correndo de novo. E ele se esqueceu de amarrar o tênis de novo. E ele caiu de novo.

Comecei a rir.

– Quem mandou fazer segredo? – disse provocando-o

– NÃO TEM SEGREDO NENHUM!- mentiu e correu (depois de amarrar o tênis, claro).

Próxima parada: chalé seis

Objetivo: Ver meu OTP acontecer!

Notas finais
Deem uma olhada na minha outra fic "Esquenta! Com Leo Valdez e Katniss Everdeen" onde nós entrevistamos os peronagens! Eba! http://fanfiction.com.br/historia/415122/Esquenta_com_Leo_Valdez_e_Katniss_Everdeen/ Me falem se você tiverem tumblr, e novamente, desculpa pela demora. Ah e minha mãe potterhead agora leu Divergente e está lendo THG #orgulho