Agora e para Sempre

10 Abby e Helena: 100% treta/ A algo de errado com Helena.


Notas iniciais
volta a narrar a nossa querida, linda, maravilhosa Helena!

Não vejo Gabriel e nem Selena. Devem estar se atracando por ai.

Aquele momento q dei de cara com a garota eu fiquei com medo. Medo de ser humilhada novamente.

Encaro Arthur e sua nova namoradinha q agora me encara ferozmente. Arthur cochicha algo em seu ouvido, lhe da um selinho e sai, passando por mim e me dando um leve tapa na cabeça. Bato em seu braço e ele sai rindo.

A garota sorri e vem ate mim. Encara Gabi q sai nos deixando sozinhas. Ela senta e seu sorriso some.

_deixe meu Arthur em paz!

_o q?

_foi isso q vc ouviu? Agora ele é meu e eu o amo. Pare de se meter em meu caminho.

_garota não estou entendendo. Vc acha q eu quero ter algo com ele, ainda?

_não vc, mas ele sim. Ouvi uma conversa dele, com seus irmão tá. Não se aça de sonsa q eu sei, q ainda gosta dele.

_não, não gosto. Meu sentimento por ele virou de amor para Odio. e o q exatamente meus irmãos falaram para ele?

_isto não vem ao caso. Se tocar ou falar com ele, eu te mato.

Sai rebolando. Mais uma, da gangue da Deborah.

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O dia passou rapido. Agora já estou em casa, terminando de ajudar a Leticia a arrumar os brinquedos. Não por q eu quis, mais por q fui obrigada.

_terminaram? — pergunta minha mãe.

_já. Vou tomar um banho. — subo e fecho a porta. Tontura. Caio no chão. Meu corpo inteiro doi.

ARTHUR VILASBOAS

Depois de ter minha primeira DR com a Abby, decidi pegar o resto das roupas da Helena, q ela esqueceu aqui e devolvelas. Aperto a campainha. A porta é aberta e Leticia aparece segurando um CupCake. Me olha com cara de poucos amigos.

_o q vc faz aqui?

_a Helena esta?

_esta lá em cima. — me da espaço para q eu passe e o faço. — Helena, seu ex-namorado Idiota esta aqui! — grita e sai rindo.

Obg pelo elogio, foi bom te conhecer (ironia). Georgia, mãe dela, desce as escadas e me encara.

_o q um VilasBoas faz na minha casa?

_desculpe, senhora Lacerda, é q vim entregar isto a sua filha. E a proposito, ela esta?

_sim, ela esta no quarto. Pode ir lá e a entregue. não sou mais uma Lacerda, querido, agora sou uma Riveira.

Sorrio e subo as escadas. Bato na porta do quarto da Helena. Não ouço nada.

_Helena, sou eu, Arthur? — ouço algo bater na porta. fico preocupado. — vou entrar.

Abro a porta e a vejo caida no chão frio. Seu nariz, jorra sangue, e ela parece não estar em sã conciencia. Aquela cena faz meu coração partir.

_me.... me ajuda... — ouço ela falar. Corro ate ela, e seguro sua cabeça. Vou ate o closet e pego a primeira roupa q vejo. Vou ate ela e coloco em seu nariz. Ela o segura com dificuldade.

A pego no colo e saio do quarto.

Desço as escadas todos nos olham assustados.

_ai meu deus! — grita Georgia. Ricardo, o padrasto dela pega as chaves e abre a porta. Coloco ela as pressas dentro do carro. Ricardo vai ate o banco do motorista. Georgia esta desesperada.

Entro no carro e coloco a cabeça dela em meu colo. Os gemeos entram. Os vizinhos logo aparecem preocupados.

Georgia tenta entrar, mais Ricardo não a deixa.

_Quando as coisas estiverem melhor, viemos te buscar.

_o q?!

Ele da partida, deixando a mulher para tras.

Olho para Helena. Seus olhos estão cheios de lagrimas.

Acaricio seus cabelos, q estão encharcados de sangue.

Ela me olha nos olhos.

Sua mão levanta com dificuldade e acaricia meu rosto.

O carro para. Chegamos. Ricardo grita algo. Saio e a pego no colo, entrando no hospital Os enfermeiros pegam uma maca e a colocam em cima. Tento seguila, mais os enfermeiros não me deixam passar. Passo as mãos pelos cabelos e me jogo na cadeira.

O q esta acontecendo com ela?

_Arthur, pode ir buscar algumas roupas para ela?

Assinto. Ele me entrega a chave.

Saio e entro no carro.

Bato minha cabeça, varias vezes no volante, me dando uma baita dor de cabeça. Ja esta escurecendo. Dou partida e logo chego na casa dela.

Entro e vejo todos os vizinhos ao redor de Georgia. Ela me olha e corre ate mim.

_como ela esta? -ainda esta chorando.

Isto corta meu coração.

_vou apenas pegar uma roupas dela e já vamos. — ela me abraça e eu subo. Entro no quarto. O sangue ainda esta no chão. Entro e seu closet.

Pego uma troca de roupa e desço. Todos já sairam. Georgia ainda esta muito desesperada. Saimos da casa e entramos dentro do carro.

Dou partida e logo chegamos. Georgia entra desesperada. Ricardo me encara quando a vê.

Me sento na cadeira e espero.