Age of Battle
1 Prologo
Notas iniciais
Uma rua pacifica, mas movimentada, carros rodando, alguns buzinando, um café, pela janela dá para ver um garoto de cabelos brancos curtos e uma garota de cabelos negros com um tabuleiro de xadrez entre eles,o garoto move um peão negro e diz:
—Então que tal algo do tipo…
De repente a imagem se altera para um castelo a noite, um castelo branco telhados azuis arredondados.
Dentro do castelo muitas pessoas correm, de início só se vê os pés depois eles param do nada em frente a um corredor largo com uma janela, a luz da lua entrando e iluminando o ambiente, cinco homens de armadura completa na frente de uma grande porta azul escura com detalhes prateados os elmos só possibilitam que se veja os olhos, o mais alto deles de olhos azuis-claros e espada bastarda diz
— Lamento, mas daqui vocês não passam. — Ele fica em posição de batalha — Grey tire a rainha daqui.
Um deles se move em direção a porta e para quando escuta alguém dentre os inimigos dizendo:
— Pensei que os guardiões reais não fugiam, será que me enganei? — Os outros com ele começam a rir e o cavaleiro que se dirigia para a porta se virou rapidamente e com um único golpe atravessou três dos atacantes que estavam na linha de frente
— Eu não fujo!
— Idiota! —praguejou o comandante quando seis inimigos o cercaram, conseguiu atravessar dois deles mais um dos que estavam atrás conseguiu perfurá-lo na barriga. Seus companheiros avançaram contra os invasores, e depois de tingirem o chão de sangue somente restaram o comandante e sete atacantes, quando aporta se abre e de la sai a rainha de longos cabelos rosas, orelhas de elfo e olhos verde-água, um vestido longo e verde com detalhes azul-claro e expressão serena, usando um tipo de tiara dourada com uma pedra verde em formato de gota no meio e o cabelo solto, embora o cenário seja meio macabro e o chão esteja coberto de sangue e corpos ela diz
—Boa noite senhores — Mesmo ofegando e cambaleando um pouco devido ao cansaço e a idade o velho cavaleiro lhe respondeu:
— Boa noite alteza. — Virou-se para os atacantes — Não vão responder?
Os invasores olharam pra ele e riram alguns machucados e visivelmente exaustos.
— Somos assassinos, velho! — A rainha sorriu e disse:
— Perdoem-me, mas sou rainha desde os quatorze anos e desconheço qualquer lei que empeça assassinos de serem educados
Um dos invasores investiu em direção a ela gritando
— Cale-se! — somente para ser perfurado no peito pela lâmina do comandante, a rainha se sentou no chão em frente a porta e o comandante lhe disse
— Alteza acho q não consigo desta vez.
— Me surpreenda.
Os atacantes restantes caíram sobre ele que rapidamente perfurou dois deles só que ao fincar a espada na barriga do segundo ele pôs as mãos ao redor da espada impossibilitando que ela fosse retirada ele sussurrou enquanto sua vida se esvaia:
— Morra — E enquanto o cavaleiro tentava em vão retirar a espada foi cercado por dois deles e acabou levando um golpe no ombro e recuou.
— Diga adeus a minha filha por mim.
— Seu tolo acha que estes senhores vieram tomar chá comigo. Eu vou ao mesmo lugar que você, então espere por mim, e diga ao seu rei que eu vou voltar a infernizá-lo — ambos sorriram e o cavaleiro acabou caindo no chão sem vida.- Mataram um bom homem sabiam — Um dos intrusos trajando um longo capuz vermelho se aproximou da rainha e apontou uma espada para o peito dela e seu rosto foi levemente iluminado pela luz da lua — Filho que raro te ver por aqui, não esta tarde para uma visita? Não vai me ouvir chorar ou gritar isso eu garanto — E ela impulsionou o peito para a espada novamente cena muda, e aparece um acampamento a noite, depois uma grande banheira de madeira com vapor preenchendo o ambiente e dentro dela quatro garotas conversavam normalmente, de repente uma delas com longos cabelos brancos começa a tremer, uma das outras com longos cabelos ruivos se aproxima e toca a testa dela
— Emi você ta b…Holly ela está gelada!
A garota de cabelos brancos pega uma toalha que estava na borda da banheira se cobre e se levanta abruptamente dizendo:
— Holly, convoque seu soldado mais rápido, Celty o seu mais silencioso, mandem eles pro castelo os quero de volta de manha, Lucy avise aos ferreiros e aos magos que quero dobrada a produção de remédios e armas.
— Sim, comandante! — responderam em uníssono. Todas se vestiram rapidamente e, por fim, somente a de cabelos brancos permaneceu na tenda, ela suspirou longamente para em seguida se voltar para as sombras.
— Eu sei que esta ai, Ace. — Um par de olhos dourados sai da escuridão revelando um garoto de cabelos negros que passa a fitá-la com um sorriso torto.
— Boa noite, comandante.
— O que estava fazendo ai?
— Espiando você, o que mais seria? Alias o que foi aquilo?
— Um mau pressentimento. — Ele acariciou o rosto dela.
— Talvez tenhamos guerra? — Perguntou esperançoso. — Por aqui ta um tédio ultimamente.
— Espere por amanha, por enquanto fique alerta.
— Ok, comandante. — E desapareceu nas sombras novamente.
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