Notas iniciais
Oi pessoas amadaaaaaaaas. Acreditam que eu tenho explicadora amanha de manhã? Logo amanha, que meu colégio nos deu o dia livre, não sei ao certo porque. AFFE. Nem vou poder ver o ep. novo hoje. Enfim, eu AMEI esse cap, e espero que gostem!

Sam bateu na porta diversas vezes. Ruby sorria debilmente a seu lado, olhando-o de um jeito que Sam não gostava. Como se o tivesse despindo apenas com o olhar.

—Ficou gostoso, hein, Sammy? –Disse Ruby, como se fosse coisa que se dizia a todo o momento.

O menino corou, e disse grosso.

—É Sam para você.

—Tem certeza? Não seria...hum...suga-sangue?

Sam olhou irado para a demônia que olhava para ele como se não soubesse o como ela arruinara sua vida. O Winchester ia dar uma resposta atravessada, quando a porta se abriu, e revelou um Dean bastante, mas BASTANTE, irritado.

Sam começou a juntar os pontos. Dean estava em um tipo de relação com Cass. Ruby disse que sua ‘’amiga’’ iria para a única pessoa que o protegeria. Imediatamente Sam pensou em Anna, ou até, com sorte, em Charlie. Mas agora estava claro. Para Dean estar daquele jeito, so poderia ser uma pessoa.

Sam sorriu.

O menino olhou para Ruby, e viu que a mulher havia entendido sua dedução, e seu olhar confuso estava evidente. Por que ele estava sorrindo? Bom, talvez porque a ‘’amiga’’ de Ruby fosse a única razão por eles terem saído a salvo do...

O menino cansou-se de pensar, e atropelou Dean pela porta, e entrou no quarto. Olhou para a mulher sentada do lado de Castiel.

Cabelos negros. Começam lisos e encaracolavam. Estavam mais curtos agora. Suas maças do rosto eram cheinhas, mas não em excesso. A fazia mais bonita. Seus cílios negros tocavam sua bochecha quando ela piscava, e um sorriso vermelho passou por seu rosto quando Sam parou a sua frente, correspondendo o sorriso.

—Eu.. –Sam estava sem palavras. A mulher levantou-se e parou a sua frente, claramente tendo que olhar para cima ao encara os olhos verdes de Sam.

—E então, Grandalhão –Perguntou A MULHER –Não ganho abraços após salvar suas vidas?

Ruby, Dean e Castiel encaravam a cena. Dean revirando os olhos, Castiel confuso e Ruby irritada.

Sam abraçou fortemente a mulher, que soltou uma gargalhada e deixou-se ser levantada no ar pelo Winchester.

—Realmente – Disse ela ao ser posta no chão novamente –Não sei quando ficamos TÃO amigos, Sam.

—Ah, deixe-me ver... –Disse Sam brincalhão – Desde que salvou nossas vidas, Meg. Se entregando a Crowley daquele jeito.

Meg riu.

—Precisava salva-los....e bem, meu unicórnio também. –Disse a demônio olhando para Castiel que corou.

—OK. OK. –DISSE Dean emburrado. –Hum...Obrigada Meg. Por. Você sabe.

Meg levantou as sobrancelhas.

—Desculpe-me, não escutei.

Dean revirou os olhos.

—E não ouvirá.

— O engraçado. –Disse Meg de repente, quando todos os presentes pararam de falar –É que eu já peguei todos dessa sala.

Dean engasgou. Sam coçou a cabeça olhando para baixo, e Castiel franziu as sobrancelhas, olhando para os Winchester.

Ruby riu, pela primeira vez, não sarcasticamente, Sam viu algo brilhar nos olhos negros de Meg, e a demônio sorriu olhando para Ruby, ruborizando um tanto. O Winchester balançou a cabeça. Definitivamente estava imaginado coisas. Do mesmo jeito que imaginou que Lúcifer o iria corresponder. E la estava ela, divagando sobre o arcanjo novamente.

—Mas eu –Disse Ruby sentando-se ao lado de Meg na cama de Sam, que estava sentado na cama de Dean, que estava no chão, com Castiel ao seu lado – Já transei com o cara mais sexy dessa sala.

Puta que pariu....—Sussurrou Sam, rindo. Ele não acreditava que pudesse estar tendo bons momentos com Ruby e Meg.

—Desculpe-me desaponta-la, mas você nunca transou comigo-Disse Dean dando um gole na garrafa de cerveja, abraçando Castiel pela cintura, oque fez Meg olhar, com um sorriso contido e misterioso para os dois.

—Bom – Disse Ruby levantando-se da cama sensualmente, oque fez Meg revirar os olhos, e corar. Dean encarou a morena, com a boca um tanto aberta, Castiel permaneceu o mesmo, e Sam , que estava olhando para baixo, riu nasalmente ao notar que ela se encaminhava para ele. – Tenho outra definição de ‘’ O cara mais sexy da sala’’

—Realmente –Disse Meg –Sam, você está muito gost...

—Se for para falar sobre boas ficadas. Eu posso dizer que adoro brincar com alguém dessa sala –Disse uma voz gélida, e um pouco raivosa, possivelmente teria escutado a conversa. E estranha aos ouvidos de Meg e Ruby.

Ruby pegou uma lâmina angelical de sua bota, em um movimento quase impossível de se acompanhar, e percebendo que a voz veio bem do lado de Meg, ela pulou na cama, surpreendentemente se equilibrando no colchão mole, com seus saltos, e apontou a arma para o intruso. Seus olhos estavam totalmente negros.

A morena já iria jogar a espada, sem ver quem era. Era assim que funcionava enquanto ela e Meg estavam presas na Escuridão. Matavam que as ameaçava e protegia uma a outra, mesmo não admitindo isso.

—NÃO! –Berrou Meg. Tudo estava acontecendo em uma fração de segundos, e a demônio se jogou na frente de Lúcifer, com os braços abertos, protegendo-o – RUBY, NÃO!

Os olhos da outra ainda estavam negros, porém, ela abaixou a lâmina, e então, deu um passo para trás, esquecendo que estava na cama. Antes que tombasse no chão, Sam correu para acudi-la, pegando-a gentilmente em seus braços, e pousando-a no chão.

—Bom –Disse Sam, sem jeito –Esquecemo-nos de mencionar isso.

Lúcifer sorria, ainda com uma ponta de..ciúmes? Nos olhos.

Com um aceno, Meg foi deslizada para o outro conto do quarto, e com uma leve tremida na expressão calma, Lúcifer deslizou Ruby para longe de Sam. Dean e Castiel estavam em pé. Parados, sem saber oque fazer. Sam evitava o mínimo que fosse de contanto visual com Lúcifer.

Estalando a boca, Lúcifer olhou para uma de suas filhas, Meg, e depois para a outra, Ruby. As duas pareciam apavoradas e surpresas, para não se dizer horrorizadas.

Depois de olhar atentamente para as ‘’filhas’’, Lúcifer se aproximou de Ruby. Meg ficou tensa, mas não ousou se mexer. Sam mordia a parte interna da boca com força. Dean e Castiel observavam. Dean já estava com os dedos fechados na adaga dentro do casaco.

Mesmo não gostando de Ruby outrora, ele gostava menos ainda de Lúcifer.

—Então –Disse Lúcifer, com a voz sibilada, como a de uma cobra antes de dar o bote –Foi você que me libertou.

Ruby assentiu, e abaixou a cabeça, em sinal de respeito. Lúcifer pareceu satisfeito. – E você – Disse o arcanjo olhando para Meg. Com um aceno, a demônio foi parar do lado de Ruby. – Me serviu fielmente, e tentou vingar-me até aquele porco mata-la.

O arcanjo virou-se, olhando para os outros presentes.

—Oque diabos, elas estão fazendo aqui? Como chegaram aqui? – Dean e Castiel abriram a boca para falar, porém, Lúcifer apontou para Sam. – Você. Fale.

Sam, pela primeira vez, olhou para Lúcifer. Seus olhos estavam vazios, e Lúcifer se surpreendeu ao constatar que....estavam quase iguais aos de seu irmão, Michael, após uma anjo tê-lo recusado.

—Tenho certeza que Ruby ou Meg ficarão felizes em lhe dizer. – O Winchester tentou reunir o máximo de frieza e indiferença na voz. Constatou seu sucesso quando Meg e Ruby levantaram as cabeças simultaneamente, olhando-o horrorizadas, e Lúcifer estreitou os olhos, com um leve arrepio percolhendo-lhe o corpo.

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Depois de uma hora de explicações e perguntas, Meg e Ruby foram questionadas quanto ao que queriam para ajuda-los. A única coisa que elas disseram foi:

—Ficaremos felizes, apenas em saber que cumpriremos nosso papel para com nosso pai.

E depois disso, Lúcifer pareceu bem mais satisfeito com as duas, até que...

Ruby estava no banho. Já estava la dentro a uma hora Meg havia saído para comprar coisas comestíveis.

—Só tem cervejas e pães estragados aqui. Qual é o problema de vocês? –Tinha dito a demônio, surpreendentemente irritada com o fato de não ter encontrado uma cerveja de marca.

—HEY! –Escutaram uma voz feminina saindo do banheiro. Dean estava dormindo. Lúcifer estava sentado na pequena mesa redonda, e Castiel estava na cama de Dean, abraçando o outro enquanto esse dormia. Às vezes, Sam pensava oque os levava a negar oque era tão óbvio para todos a seu redor.

Lúcifer estreitou os olhos, e Sam pode sentir uma raiva acumulada vinda ate ´ele, quando o Winchester foi ate ‘a porta do banheiro.

—Ruby? Esta tudo bem? –Sam bateu duas vezes, ate´p a porta se abrir e revelar a demônio totalmente nú.

Sam arregalou os olhos, e abriu e fechou a boca duas vezes, Ruby franziu a testa para ele, e então disse:

—Han? Oque foi?

—E-eu...você..até aqui...-Sam falava palavras desconexas, sem conseguir se concentrar e não sabendo para onde olhar.

Ruby fez um biquinho com a boca e assentiu com a cabeça, olhando para Sam come s estivesse insano.

Lúcifer levantou-se da cadeira, e andou completamente irado até a porta, não se importando com a nudez da ‘’filha’’.

—Quer alguma coisa? –Perguntou Lúcifer com a voz controlada para não explodir o lugar, mesmo não sabendo de onde isso vinha.

—Nada, senhor. Eu apenas estava cantando e... – Ruby parecia completamente perdida.

—Ótimo – Disse Lucy. – Volte a seu banho.

A demônio assentiu e fechou a porta.

Sam estava aturdido. Virou-se para ir para a cama, porém, Lúcifer segurou seu braço. Eles dois estavam bem a frente da cama de Castiel e Dean. Inesplicavelmente, o anjo havia caído no sono.

—Sam.

—Me solte Lúcifer — Disse Sam sem nenhuma emoção na voz, porém, seu coração estava acelerado, e seus olhos o denunciavam.

—Oque... –Lúcifer suspirou exasperado — Oque eu disse de errado, merda?

Sam teve vontade de gritar. Jogar o motel todo em cima do arcanjo, e uma outra parte de si se sentiu feliz por ele se importar. Mas a parte de destruição, berros, dor e raiva falavam mais alto. Mas oque falava mais alto ainda, se é que era possível, era a magoa, e era exatamente isso que estava estampado em seus olhos. Lúcifer arregalou os dele ao notar.

—Foi oque você não disse.— Dizendo isso, Sam livrou-se do aperto de Lúcifer e se jogou na cama, enterrando o rosto no travesseiro. Sentiu lágrimas quentes rolaram pelas laterais dos olhos, e enterrou ainda mais o rosto na almofada. Rezando para que não soluçasse.

Depois d um tempo, adormeceu, em um sono sem sonhos ou pesadelos. Apenas devido descanso que merecia a muito tempo.

Lentamente, Lúcifer se aproximou da cama de Sam, e tirou os cabelos do rosto dele, revelando o lado direito do rosto que não estava totalmente enterrado no travesseiro. Colocando as mãos ali, sentiu água no rosto dele, e imediatamente soube oque era.

Uma coisa que nunca sentiu antes tomou conta de si. Um aperto no coração. Seu peito doía e a vontade era de abraçar Sam e nunca mais solta-lo, nunca mais faze-lo chorar. Abaixando-se, depositou um beijo na testa do Winchester, que ao menos se moveu.

Então, saiu do quarto, batendo a porta, e desaparecendo. A sensação de facadas em seu peito era melhor do que ficar no mesmo quarto de Sam, e ver o olhar vazio, que era a única coisa que recebia do Winchester agora.

Lúcifer definitivamente não gostava de ter emoções, e preferiu reprimi-las ao máximo, fazendo oque fazia de melhor.

Torturar algumas pessoas –ou coisas — .