After Everthing
24 He will never forgive me - SEASON FINALE
Notas iniciais
–Chuck!? — Kristy entrou no quarto de Chuck, abrindo a porta com euforia.
A primeira visão que ela teve foi da cama vazia. Assim que ela viu isso, um sorriso se alastrou em seu rosto. Kristy adentrou mais no quarto, olhando em volta.
– Esse belo sorriso é por minha causa? -Perguntou uma voz atrás dela.
Kristy virou-se no mesmo segundo, fazendo seus cachos compridos ondularem em volta dela.
Chuck estava parado atrás dela, com um sorriso ainda maior, vestindo suas costumeiras roupas surradas. Mas para Kristy, ele não poderia estar mais bonito.
— E esse, é para mim? — Perguntou Kristy sarcástica, referindo-se ao sorriso de Chuck.
— Só poderia ser para você. — Respondeu ele corando um pouco.
Kristy soltou uma risada e pulou nos braços de deus, ficando com o rosto afundado no pescoço dele. Chuck apenas ficou surpreso por alguns segundos, logo retribuindo o abraço dela.
Os braços dela estavam em volta do pescoço dele, e ela só se afastou o suficiente para colar seus lábios aos dele em um beijo apaixonado e repentino.
Chuck segurou a cintura dela e a rodou, depositando-a na cama com cuidado, em seguida olhando para ela como se pedisse permissão.
Kristy revirou os olhos, sorrindo e puxou Chuck pela gola do casaco, virando-o na cama e ficando por cima.
Chuck entreabriu a boca e encarou Kristy com surpresa e desejo. A morena se curvou sobre ele, ainda sentada por cima do membro do moreno, e depositou um beijo rápido em seus lábios. Os cabelos ondulados dela envolviam seus rostos em um casulo só deles.
As mãos de Chuck estavam na cintura dela, e Kristy ja estava tirando o casaco que ele usava, ao mesmo tempo que Chuck tirou uma das mãos da cintura dela e rasgou a blusa de Kristy com um leve puxe.
E a porta do quarto se abriu.
— Oh, meu deus! — Exclamou Sam virando-se para trás no mesmo momento que entrou. Lucifer continou a encara-los descaradamente até que Kristy se levantasse de cima de Chuck — ainda de sutiã — e se sentasse na cama, cruzando as pernas e encarando os dois intrusos com as sobrancelhas levantadas.
Chuck levantou-se da cama, e parou a alguns metros do filho, com o rosto corado e sem conseguir encarar o loiro.
— Lúcifer. — Cumprimentou o pai.
O loiro abriu um sorriso, oque fez Chuck encara-lo com surpresa e felicidade antes do filho andar ate ele e abraça-lo.
Depois de um segundo de hesitação, apenas por conta do choque e da surpresa, Chuck retribuiu o abraço, apertando o loiro fortemente contra ele.
Sam estava parado, meio sem graça, perto da porta, sendo encarado por Kristy. A ultima coisa que Sam desejava fazer agora era retrebuir o olhar da morena, oque foi considerado uma tarefa impossível quando no segundo seguinte ela apareceu em sua frente.
Sem o salto que ela sempre usava, a morena era ainda mais baixa. Tão baixa que era menor que Chuck. Ela estava visivelmente olhando para cima quando disse:
— Acho que te devo um pedido de desculpas.
Sam finalmente olhou para ela. A morena o encarava com seus globos pretos, seus cabelos castanhos escuros caiam em ondas por seus ombros e costas. Ela estava vestindo um sutiã de renda prento e tomara que caia ( que pelo visto demoraria muito para cair pelo volume dos seios dela), e ainda vestia uma calça jeans preta rasgada.
Estranhamente o Winchester não se sentia atraido por ela.
— Desculpas? — Questionou Sam.
Kristy sorriu.
— Pelas coisas que eu te falei no outro dia e tal. Foi... Cruel.
— Cruel. — Concordou Sam — É... É um bom termo a ser usado nesse caso.
Kristy deu de ombros.
— Então... — Sam parou no meio da pergunta. Kristy o encarava com um olhar interrogativo.
— Esqueça. — Disse Sam rindo.
— Não, não. — Negou a morena. — Agora você vai falar.
— Hum... — Sam estava coçando a cabeça. — Então você não era minha " fã número um"?
Kristy permitiu-se dar uma leve gargalhada.
— Eu apenas sou fã de mim mesma... — Ela olhou para trás, na direção onde Lúcifer e Chuck conversavam. — E talvez de mais uma pessoa.
Sam sorriu e tocou o braço dela.
— Desculpada.
— Vamos? — Perguntou Lúcifer. — Os pombinhos estavam tentando acasalar.
Sam sorriu e saiu do quarto juntamente com o arcanjo.
Lúcifer olhou para o de olhos verdes com uma expressão que fez Sam estremecer. O loiro sorriu, mordendo o lábio inferior e se aproximou de Sam, colando-o na parede. O Winchester sentiu o arcanjo segurando seus braços e atacando seus lábios. Não adiantava, toda vez que Lúcifer fazia isso, o coração do Winchester perdia o compasso antes de bater forte e rápido em seu peito.
Então o arcanjo parou. Sam olhou para ele frustado, mas logo depois o olhar passou para preocupado quando viu que o loiro estava com a testa franzida e cambaleando.
Sam foi rápido ao segurar os braços de Lúcifer, antes que esse caísse no chão.
— Lúcifer? — Chamou Sam preocupado. — Você esta bem!? Lucifer!? — O Winchester encarou Lúcifer, que estava com os olhos apertas e zonzo.
— Ok, ok. — Sam segurou na cintura do loiro e o fez colocar o braço dele em volta de seu pescoço. O Winchester andou ate seu quarto com certa dificuldade e pousou o arcanjo na cama, sob protestos.
— Sam, eu estou bem. — Lúcifer dizia entre uma tosse e outra.
O Winchester sentou-se na cama, e acomodou Lúcifer entre os travesseiros. Em seguida Sam se deitou ao lado dele, ficando de lado, olhando para ele. Em seguida, o loiro também virou-se de lado, fazendo os dois ficarem frente a frente.
Lúcifer notou o olhar preocupado de Sam.
O arcanjo colocou a mão no rosto do Winchester e sorriu.
— Eu estou bem. Provavelmente deve ser por que usei muito poder na batalha. — O loiro estava tentando se auto convencer de que era aquilo. — Pode dormir. Eu fico com você.
Sam sorriu e se aproximou mais do arcanjo, fazendo o loiro o abraçar e o rosto de Sam ficar colado no peito do arcanjo, e seus braços em voltada cintura do mesmo.
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-Adam? Acorde. — Michael tocou levemente a testa do garoto jogado na cama.
Imediatamente os olhos azuis do garoto se abriram e ele se sentou na cama. Seus olhos rodaram o lugar todo ate se fixarem em Michael.
— Você. — A voz de Adam estava tremida de raiva e rancor. — Você não tinha o direito de decidir aquilo por mim! Não tinha! — Adam se levantou e partiu para cima de Michael. Bateu no peito dele, nos braços, no rosto, mas a única coisa que acontecia era que Michael olhava para o outro canto do quarto, sem coragem de olhar para Adam, aparentemente não sentindo a minima dor.
Adam desistiu de bater no arcanjo e olhou para ele com os olhos marejados.
— Eu estava pronto. Era minha escolha, não sua. Eu te odeio. — Adam cuspiu as últimas palavras e se preparou para sair do quarto, quando sentiu Michael segurando seu braço e puxando-o de volta.
— Você pode ir. Sem isso. — Michael puxou a arma de Adam do bolso traseiro da calça dele e a amassou apenas com um aperto da mão direita.
Adam olhou a arma se desfazendo e caindo no chão com a boca entreaberta.
— OQUE TEM DE ERRADO COM VOCÊ!? — Adam gritou se livrando do aperto de Michael, ou ao menos tentando.
— Eu não vou deixar você se matar. — Michael disse, agora olhando no fundo dos olhos de Adam, mas tentando evitar ou ao menos ignorar, a profunda devastação que se encontrava ali.
— Por que? Ham? Você é minha mae? Não! Ela esta morta. É meu pai? Também não. Ele esta morto. É meu irmão? Não! Eles não vão ligar se eu morrer ou viver! Então você não é nada! Não pode me impedir ou opiniar sobre isso!
— Sim, eu posso. — Disse Michael após uma breve pausa.
Adam rangeu os dentes e revirou os olhos.
— E porque você pode?
Michael puxou
para mais perto. Nesse momento, o garoto estava estático, encarando os olhos de Michael.
— Quer mesmo saber? -_ Perguntou o arcanjo ao loiro.
Adam nada respondeu.
Michael segurou ambos os braços de Adam com uma mão e com a outra, ele segurou o rosto de Adam carinhosamente, acariciando a bochecha dele com o polegar.
— Por que você é meu garoto. E eu cuidei de você todo aquele tempo que estávamos lá. E não vou parar de cuidar. Nunca mais.
Adam piscou e ficou lá, encarando o arcanjo sem saber oque dizer. Michael também não disse ou fez nenhum movimento.
Então o loiro ficou nas pontas dos pés e colou seus lábios aos de Michael timidamente. O moreno arregalou os olhos e ficou imóvel, ainda segurando os braços e o rosto de Adam.
O Winchester mais novo se afastou alguns centímetros e encarou Michael com a face ficando cada vez mais vermelha.
— Eu... — Michael olhou com dúvida para Adam. — Eu realmente não entendo você. Uma hora esta me batendo e em seguida esta me beijando...?
Adam sorriu minimamente para o arcanjo.
— Vamos terminar aquela conversa depois. — Decidiu Adam. — Se eu bem me lembro, antes da batalha nós estávamos fazendo alguma coisa...
Michael estreitou os olhos e sorriu.
— Estávamos? — Perguntou o arcanjo falsamente duvidoso.
— Algo assim...
Adam se livrou das mãos de Michael e o empurrou para a cama. O arcanjo caiu deitado na mesma, e após tirar rapidamente seus sapatos, Adam subiu por cima de Michael, atacando os lábios do arcanjo em seguida.
Adam colocou as mãos por baixo da camisa do moreno e arranhou levemente o peito do arcanjo, fazendo-o se arrepiar. Em seguida, o loiro tirou a camisa do moreno, jogando-a para o outro lado do quarto. Michael apenas rasgou a camisa que Adam vestia, e se sentou na cama, com Adam em seu colo, e começou a fazer uma trilha de chupões por todo o pescoço do loiro.
O Winchester segurava os fios pretos de Michael com força, e sua cabeça estava inclinada para cima, dando mais acesso em seu pescoço para Michael. O arcanjo passeava as mãos pela cintura do menor, fazendo-o se arrepiar tanto pelos lábios de Michael em seu pescoço, tanto por suas mãos envolvendo seu corpo.
Adam afastou a cabeça alguns centímetros e mordeu levemente o lóbulo da orelha de Michael, em seguida começou a beijar e lamber o pescoço do arcanjo.
— A... Adam... — Michael tentava falar entre os gemidos. Era possível que apenas esse humano o estivesse deixando daquele jeito?
Adam se agitou no colo do outro e ainda chupando o pescoço do arcanjo, ele começou a tirar o cinto do moreno.
Michael afastou as mãos de Adam, claramente se esforçando ao maximo para fazer isso e olhou para o menor.
— Tem certeza disso? Eu não quero machucar você...
Adam franziu a testa e deu um sorriso maroto, que Michael tinha que admitir, deixava o outro beirando a beleza angelical.
— Não, você não vai. E sim, eu tenho certeza.
Michael suspirou e se virou na cama, jogando Adam de costas na mesma e tirando a calça do menino. O loiro não perdeu tempo, e com a ajuda de Michael, ele também tirou a calça do arcanjo.
Michael segurou os pulsos de Adam acima da cabeça dele e com a outra mão, ele segurou o corpo de Adam contra a cama. Em seguida, o arcanjo começou a mordiscar o lóbulo da orelha do loiro e desceu ate o pescoço do mesmo, em seguida foi para o peito. Adam se arrepiava na cama e se contorcia, querendo tocar Michael, oque era impedido pela mão esquerda do arcanjo que segurava ambos seus pulsos, não forte o bastante para machuca-lo, mas também não fraco o bastante para Adam poder se soltar.
Ao chegar na cicatriz de Adam, Michael beijou cada centímetro dela, e depois voltou a cabeça para cima. Adam olhou para ele pedinte e Michael soltou os pulsos do loiro, que imediatamente enlaçou os braços no pescoço do outro e levantou um pouco o troco, assim colando os lábios em um beijo frenético e necessitado.
Enquanto beijava o mais novo, Michael tirou a cueca dele e não se surpreendeu com o membro do outro. Não que fosse pequeno, mas sim por que Michael ja o tinha visto antes, na jaula, quando ele...
Não. Agora não era hora de pensar nisso. Ainda mais que Adam não tinha mais a memoria desse evento, e Michael também não deveria remoer isso. Foi um erro que ele nunca mais esqueceria ou se perdoaria por aquilo.
— Michael? Tudo bem? — Adam segurava o rosto de Michael com preocupação aparente no olhar. O arcanjo despertou de seu devaneio e sorriu para o loiro, beijando-o em seguida.
— Tudo ótimo. — Respondeu o arcanjo mordendo o lábio. — Adam você tem certeza diss...
Antes que Michael pudesse terminar a pergunta, seu corpo foi inundado por uma sensação de prazer que ele nunca sentira em toda sua vida. Adam havia tirado sua cueca e estava chupando seu membro com uma experiência que surpreendeu o arcanjo.
A única coisa que ele sentia agora era aquela onda de prazer aumentando a cada vez que Adam subia e descia a boca em seu membro, e a lingua dele rodeando a glade.
Quando ele sentiu que estava próximo a gozar, com uma força de vontade surpreendente, o moreno afastou Adam e segurou sua cabeça, fitando os olhos azuis que o encaravam com malicia.
— Esta pronto?
Adam sorriu e assentiu. Michael o deitou na cama de barriga para cima e abriu as pernas no loiro. Seus olhos não se desgrudavam dos de Adam, que o encarava com confiança.
Quando o arcanjo introduziu os primeiros centímetros, todos seus instintos o diziam para penetrear o loiro com força e de uma vez só. Afinal, foi assim que ele sempre fez com qualquer um.
Mas Adam não era qualquer um. Ele era seu menino, e ele não iria machuca-lo de forma alguma. Não de novo.
Adam mordia o lábio inferior com força e alguns segundos depois ele assentiu para Michael. O arcanjo terminou de penetrar o loiro e parou por um momento, para o outro se acostumar com a invasão.
Quando Michael parou de se mexer, Adam olhou para ele frustado. Recebendo isso como um sinal positivo, o arcanjo começou a fazer os movimentos de vai e vem. Depois da dor inicial, Adam ja estava gemendo junto com Michael.
As mãos de Adam apertavam firmemente o lençol, vendo isso, Michael tirou as mãos do corpo de Adam e as colocou em cima das de Adam, aliviando toda sua dor e apenas dando o prazer para o menor.
Michael curvou o corpo, ficando com a testa na curvatura do pescoço do Winchester. Adam gemia coisas indecentes no ouvido do outro, e as vezes o nome de Michael, de uma maneira que deixava o arcanjo ainda mais excitado.
Com as mãos juntas e dos dedos entrelaçados, ambos chegara ao mesmo tempo a seu ápice. O aperto diminuiu e algum tempo depois, Michael saiu de dentro do loiro.
Pela primeira vez, Michael ficou ofegante depois de uma transa. Sorrindo ele olhou para Adam que estava mais que ofegante. Seu peito subia e descia rapidamente, suor escorria por seu rosto e corpo. Suas bochechas estavam adoravelmente vermelhas.
O arcanjo sorriu e chegou mais perto de Adam. Depois de depositar um beijo na testa do mais novo, ele puxou o loiro para mais perto dele.
Adam sorriu para o moreno e deixou-se ser abraçado pelo mais velho. Devido ao cansaço, Adam logo adormeceu. Michael apenas ficou deitado observando o rosto do loiro relaxado e tranquilo enquanto ele dormia.
Mais do que nunca, o arcanjo se arrependeu do que tinha feito com o menino na jaula. Mas as únicas pessoas que sabiam disso agora eram ele mesmo e Lúcifer. E iria ficar assim.
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Gabriel sorriu maroto para as duas. Os três estavam parados no corredor.
— Boa noite, então. — Disse Gabriel divertido. Piscando para as duas, o baixinho andou ate desaparecer na curva do corredor.
Meg estreitou os olhos e mordeu o lábio inferior. O filho da puta a tinha deixado sozinha para fazer aquilo.
Ruby soltou uma risada e entrou no quarto, resmungando algo sobre o arcanjo não bater bem da cabeça.
Meg percebeu que suas maos estavam tremendo e ela sentia um frio gigantesco na barriga. Ela nunca havia sentido nada assim antes, nem mesmo com Castiel.
— Ok Meg, respire. É só um bei...
— MEG! — A morena deu um pulo ao escutar a voz de Ruby vindo de dentro do quarto. — TRAZ UMA TOALHA PARA MIM?
— OK! — Respondeu a demônio com a voz literalmente tremida. Meg entrou no quarto e fechou a porta vagarosamente. Em seguida, ela pegou a primeira toalha que viu no armário e seguiu em direção ao banheiro, tentando acalmar a pulsação.
A morena bateu de leve na porta do banheiro, que foi rapidamente aberta por uma Ruby só de calcinha e sutiã.
Meg entre abriu a boca sem saber oque dizer ou fazer. A morena analisou o corpo de Ruby de cima a baixo. Não é como se ela nunca tivesse visto, era só... Agora tudo parecia melhor.
Masters saiu de seu devaneio com Ruby estalando os dedos em frente a seu rosto.
— Meg!? Tudo bem!?
-Tu-Tudo, eu só... -_ Gaguejou Meg com a respiração alterada. Ela estava parecendo a merda de uma adolescente apaixonada. — Ah, foda-se. — Disse Meg chutando a porta do banheiro afim que ficasse mais aberta e puxando Ruby pela cintura, grudando seus lábios em um movimento desesperado.
Primeiramente Ruby apenas arregalou os olhos e ficou com ambas as mãos longe de Meg. Porém alguns segundos depois, a demônio largou a toalha que Meg havia lhe dado e segurou a cintura e a cabeça de Meg, abrindo os lábios e juntando ambas as línguas em uma dança frenética e doce.
Meg segurava com uma mão a cintura de Ruby e com a outra o rosto da mesma, porém assim que o beijo ficou mais quente, a mão direita de Meg desceu para a cintura e logo depois apertou a bunda esquerda de Ruby, que sorriu durante o beijo e rasgou a blusa de Meg com as duas mãos, de maneira selvagem.
Sem desgrudar os lábios, pois nenhuma das duas necessitava de ar como os humanos, Meg andou em direção a cama, levando Ruby junto. Logo as duas caíram no colchão da cama, com Meg por cima.
Ruby desgrudou seus labios dos de Meg e tirou o cabelo do pescoço dela, atacando-o em seguida, com mordidas, beijos e chupões que com certeza deixariam marca.
Logo a calça de Meg estava jogada no chão e ambas estavam apenas com as roupas intimas.
Meg gemia o nome de Ruby no ouvido da mesma, oque a fazia ficar cada vez mais excitada. Logo Ruby tirou o sutiã de Meg, e sem perder tempo, a outra também o fez com Ruby.
Antes que Ruby pudesse fazer alguma coisa, Meg se sentou no colo dela, com Ruby ainda deitada, e contemplou a bela visão.
Ruby deitada na cama, com os braços em sua cintura, o cabelo negro fazendo um travesseiro de fios em volta de sua cabeça e seus lábios vermelhos e entre abertos. Sua respiração estava ofegante, oque fazia seus seios subirem e descerem em um ritmo lento e constante.
Foi por ali que Meg começou. A morena fechou uma das mãos sobre o seio esquerdo de Ruby, massageando-o, enquanto rodeava o bico do outro seio com sua lingua, em seguida chupando-o. Ruby arqueoou as costas, consequentemente fazendo seu seio se chocar ainda mais contra a boca de Meg.
Depois de se cansar disso, Meg lambeu o pescoço de Ruby, dando leves mordidas e chupões em toda sua extensão, logo indo para a boca e entrando em um beijo avassalador. Enquanto elas se beijavam, Ruby englobou ambos os seios de Meg com as mãos e começou a massagea-los em um ritmo constante e rápido, fazendo Meg gemer contra a boca de Ruby.
Quando elas acabaram o beijo, Meg sorriu marota para a morena deitada sob si e levantou o dedo indicador, "dando-o" para Ruby. A outra abocanhou o dedo de Meg e o chupou. Quando a demônio que estava por cima decidiu que ja estava lubrificado o bastante, ela colocou a mão por dentro da calcinha de Ruby e sem preliminares enfiou o dedo dentro de Ruby, fazendo-a soltar um gemido alto de surpresa e prazer.
Logo Meg ja estava com os dois dedos dentro de Ruby, e aumentava os movimentos cada vez mais, fazendo Ruby gemer alto o nome de Meg. Quando ela finalmente gozou, todo seu corpo se relaxou, e Meg lambeu os dedos lambuzados, em seguida sorrindo para Ruby e soletrando apenas com o movimentos dos lábios: " doce "
— Minha vez. — Disse Ruby levantando o tronco e jogando Meg na cama em uma virada rápida e ágil. Sem perder tempo, a de cabelos negros abaixou o rosto e desceu a calcinha de Meg ate a metade das coxas dela. Meg mordia o lábio inferior com força.
Ruby lambeu o clitóris de Meg, fazendo a outra se contorcer na cama. Vendo que aquele era o ponto fraco da outra, Ruby sorriu e continuou lambendo, fazendo movimentos circulares com a lingua e chupando, fazendo movimentos circulares e chupando. Tudo em um ritmo que não fazia Meg gemer, mas sim gritar.
Ruby então introduziu o primeiro dedo na entrada ja úmida de Meg e para não desacelerar o ritmo, enfiou o segundo. Fez os mesmo movimentos de vai e vem com os dedos dentro de Meg e em alguns segundos sentiu seus dedos sendo lambuzados pelo gozo de Meg. Provocativa, a demônio fez a mesma coisa que Meg, lambeu os dedos lambuzados e olhou para ela.
Quando finalmente acalmou a respiração, Meg puxou Ruby pelo pescoço para perto de si e murmurou após beija-la:
— Por que nunca fizemos isso antes?
Antes que Ruby pudesse responder, uma terceira voz se manifestou dentro do quarto. Na verdade, entre as duas.
— Pois vocês nunca tiveram um Gabriel. — Respondeu o arcanjo escarando as duas com diversão.
— Por que eu não me surpeendo? — Questionou Meg com ironia, colocando a calcinha no lugar. Ruby sorriu para os dois e deitou-se no ombro de Gabriel. Meg fez o mesmo, após dar um beijo estalado no outro como sinal de agradecimento.
— Eu poderia virar um cupido. — Comentou Gabriel abraçando as duas de lado e fechando os olhos, apenas sentindo aquela paz momentânea.
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— Dean? Você não ia tomar banho? — Perguntou Castiel confuso, deitado na cama sem o sobretudo e sem a camisa, apenas de calça, e com Dean por cima dele, encarando-o divertido após beija-lo.
— Bom lembrete, Cass. Vamos.
— Eu não preciso de banh...
Castiel não conseguiu terminar de falar, pois Dean o estava puxando pela gravata — que ele se recusara a tirar de Castiel ao despi-lo — e levando-o ao banheiro.
O anjo não teve tempo de argumentar, e ele nem mesmo queria mais, pois Dean juntou os lábios deles em um beijo feroz e amoroso ao mesmo tempo e começou a tirar as calças de Castiel.
Apos ter tirado a calça do anjo, e a sua própria, Dean ligou a água do chuveiro, e enquanto esperava ela esquentar, voltou a dar um beijo rápido em Castiel.
— Deus, eu não consigo parar de beijar você. — Disse Dean encarando o anjo com um sorriso no rosto.
Castiel permitiu-se sorrir.
— Então não pare.
Dean fechou os olhos, apreciando o som daquelas palavras, e levou as mãos ate a cueca de Castiel, arriando-a.
— Dean? — Castiel chamou com a face corada.
— Acalme-se, anjo. Vamos tomar banho. — Dean pareceu pensar em algo. — Aliás...
Dean desligou o chuveiro e correu para o quarto, pegando as roupas dos dois. Em seguida, o Winchester se abaixou e vestiu a cueca de Castiel novamente.
— Cas. Nos leve para algum motel que tenha uma banheira gigante. Daquelas redondas sabe? Pode ser em Paris se quiser, mas leve.
Castiel encarou o de olhos verdes, confuso, mas acabou concordando. Apos um segundo com uma expressão seria, o anjo sorriu e pegou o braço de Dean, fazendo-os sumir dali e aparecerem em um quarto luxuoso, mais luxuoso que Dean ja vira na vida, e enorme.
O loiro sorriu e largou as roupas no chão.
— É seguro? Ninguém vai entrar?
— É seguro. Hoje é feriado de alguma coisa importante para vocês. Não tem ninguém aqui.
— Cas... Onde estamos?
O anjo fez uma expressão confusa.
— No melhor motel de Paris, como você tinha pedido.
Dean entre abriu a boca e sorriu para Castiel.
— Eu te amo, sabia?
Castiel arregalou os olhos e sua face ficou novamente corada. O anjo sorriu para Dean com uma felicidade tão verdadeira que fez o loiro perder o chão.
— Eu também te amo, Dean.
O loiro estava se derretendo como um adolescente apaixonado?
Antes que caísse em tentação com um Castiel só de cueca e uma cama extra-gigante bem atrás dele, Dean puxou o anjo pelo braço ate o que parecia o banheiro.
Mas aquilo não poderia ser o banheiro. Aquilo era uma área de piscina.
A banheira era redonda e gigante. Não! Gigante era pouco. Era branca, havia uma escadinha de madeira para subir e acessar a grande área da banheira. Surpreendentemente, a banheira estava cheia de agua e espuma. O teto era alto, oque era exatamente oque Dean precisava.
— Ok. Entre lá. — Disse ele a Castiel, que o encarou confuso, mas mesmo assim tirou a cueca e entrou na banheira. Era funda pelo visto , pois Castiel ficou submerso ate a altura de seus mamilos.
Dean sorriu para o anjo e tirou a calça e em seguida a cueca que usava, entrando na banheira — que mais parecia uma piscina redonda -.
— Ok. Agora vire-se de costas para mim. — Pediu Dean, sentando-se na banheira, assim como Castiel.
— Dean, oque voc...
— Apenas vire-se. — Pediu Dean novamente.
Castiel assentiu e levantou-se, agora a agua estava em sua cintura. Em seguida o anjo se sentou novamente.
— Cass... Você confia em mim? — Perguntou Dean colocando as mãos molhadas nos ombros de Castiel.
— Você sabe que sim, Dean.
— Abra suas asas.
— OQUE!? — Exclamou Castiel estupefato, virando-se para Dean com um rodar de corpo.
— Cas. Você sabe que eu posso ver sua forma real. Então eu posso ver suas asas. Confie em mim. Você deve ficar cansado de conte-las a todo tempo.
Castiel assentiu e encarou Dean um tanto desconfiado.
— Oque você vai fazer?
Dean sorriu, e virou Castiel de costas para ele.
Depois de um tempo, asas negras como a escuridão e leves como plumas emergiram da Água e subiram até o teto do local. Realmente couberam perfeitamente. Castiel deu um suspiro aliviado e as encolheu um pouco dentro da agua morna, fazendo-as ficarem quase todas submersas, mas uma parte Dean ainda podia ver.
O loiro olhou admirado para as asas e estendeu a mão, tocando uma delas. Castiel se arrepiou, mas logo depois relaxou e isso deu mais confiança para Dean toca-la novamente, dessa vez molhando-a e massageando-a.
Castiel soltava pequenos gemidos de alivio e conformabilidade cada vez que Dean fazia isso. Depois de massagear e lavar cada pena negra das asas de Castiel, Dean pediu para o anjo se virar para ele.
Castiel sentou-se de frente para Dean e sua expressão praticamente exalava amor. Dean sorriu e encostou seus lábios molhados nos de Castiel, iniciando um beijo docemente molhado e gostoso.
Quando Dean abriu os olhos, finalmente se separando do anjo em busca de ar, ele percebeu que Castiel havia envolvido ambos em um casulo com suas asas. Dean sorriu mais uma vez. Palavras não eram necessárias e nem desejadas nesse momento. Castiel tocou o ombro de Dean, onde estava a marca que ele deixara, e virou o loiro de costas para ele.
O anjo se encostou na parede da banheira, onde havia um encosto para a cabeça, e deitou as costas de Dean contra si mesmo, fazendo o loiro repousar a cabeça no peito de Castiel. Uma das asas do anjo os envolvia de cima, mantendo a agua e eles mesmos aquecidos, e a outra asa estava metada submersa, impedindo Dean de deslizar ate se afundar totalmente e a outra metada pousada no loiro, fazendo-o um cobertor com a asa.
— Cas? — Chamou Dean sonolento. Castiel fez sinal que escutava. — Eu poderia ficar aqui com você assim até o fim dos tempos.
Castiel sorriu e depositou um beijo no topo da cabeça do humano. Seu humano.
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— Como assim? Não! Eu não posso fazer isso com ele! — Exclamou Sam levantado-se da cama de Chuck. Deus o tinha chamado para conversar, apos entrar no quarto de Sam e ver que Lúcifer, assim como o Winchester, estava dormindo.
— É sua decisão. Não vou dizer que estou bem com isso, mas ele precisa se curar. Por completo. Ou ira virar humano por completo e morrerá em algumas semanas. — Chuck disse encarando Sam. Kristy estava encostada na cabeceira da cama, e sua expressão era de algo assemelhado a pena.
— Não tem outro jeito? Qualquer outro jeito? — Perguntou Sam desesperado. Ele não poderia ver Lúcifer morrendo. Não assim, não agora.
— Se existisse algum outro jeito, você acha que eu não te contaria? — Perguntou Chuck triste.
— E mesmo se... Mesmo se eu concordasse. Ele não iria por vontade própria. Nunca.
— Nós levaríamos ele. Sem ninguém, apenas nós três. — Pronunciou-se Kristy. Chuck concordou com a cabeça.
— Isso não é justo... Isso tem que ser uma decisão dele, não nossa. — Disse Sam com a voz falhando.
— A decisão dele seria fugir. Ou morrer. Oque daria no mesmo.
Sam suspirou e botou a cabeca entre as maos.
— Quanto tempo?
— Alguns meses... — Ponderou Chuck.
— Eu quero saber o tempo exato! Não vou coloca-lo lá por tempo indeterminado.
— Cinco meses devem bastar. — Disse Chuck.
— Cinco anos, você quer dizer. — Disse Sam em um sussurro inaudível.
— Você não esta facilitando as coisas, Sam. — Disse Kristy se inclinando para o garoto.
— Por que elas não são fáceis! — Exclamou Sam.
Chuck suspirou.
— É o único jeito.
— Oque vai adiantar? — Perguntou Sam. — Quando ele voltar, vai ser a mesma coisa!
— Não. Lúcifer era capaz de amar antes de ir para lá. O tempo que ele passou... O fez ser incapaz de sentir esse sentimento por alguem. Mas agora ele esta sentindo. E sua própria natureza o esta matando.
— E oque vai adiantar ele voltar!? — Perguntou Sam.
— Pois ele vai para lá, porem ele vai amando você. Ele vai se restaurar, uma restauração se essência. E essa nova essência sera capaz de amar. Ira sair de lá amando você.
Sam suspirou e apos alguns minutos ele concordou com a cabeça.
Uma batida na porta foi ouvida e Lúcifer entrou afobado no quarto.
— Pai! Eu acho que est... — Lúcifer parou de falar quando viu Sam sentado na cama com os olhos marejados.
— Sam? Oque esta havendo?
Chuck olhou para Kristy e assentiu. No segundo seguinte a mulher estava atrás de Lúcifer, nocauteando-o e jogando-o aos pés de Chuck.
Nenhum deles parecia gostar do que estava fazendo.
— Desculpe filho. É para seu bem. Ou é isso, ou você morre.
Lúcifer encarou o pai por um segundo. Por um segundo ele ficou confuso, mas logo a compreensão veio a seus olhos.
— NÃO! PAI, POR FAVOR, NAO! — O loiro tentou se levantar, ato que foi impedido por Kristy. A morena estava com os lábios comprimidos e olhava para qualquer lugar menos para o loiro. — SAM! POR FAVOR! SAM!
O Winchester arregalou os olhos e limpou as lagrimas que escorriam por seus olhos. Com toda a barulheira, logo Gabriel apareceu na porta do quarto.
— Oqu... — Os olhos de amêndoa do arcanjo se arregalaram e antes que ele pudesse entrar, Chuck apontou para a porta e quando Gabriel tentou passar para o quarto, uma parede invisível não o deixava passar,
-_ PAI! NÃO FAÇA ISSO! PAI! — Gabriel dava murros na parede invisível e seu olhar logo parou em Lúcifer. — LUCI! NÃO, NÃO FAÇA ISSO! PAI! SAM!
O Winchester olhou para Chuck e no segundo seguinte todos eles estavam no espaço em que a jaula temporária ficava. Porém Lúcifer estava dentro dela.
— Sam. Pode se despedir. Qualquer coisa, é só passar pelas grades.
O Wincheser olhou para Chuck e Kristy. Ambos entenderam e passaram por uma portinhola que havia lá, e foram para um dos corredores, dando privacidade para Sam.
Lúcifer estava dentro da jaula. Ele encarava cada passo que Sam dava e não parecia que iria gritar ou implorar novamente.
As barras de metal pareciam tão... Solidas. Mas mesmo assim Sam passou por elas e foi como se elas não existissem.
— Lucif... — Sam tentou começar a falar, mas foi interrompido.
— Saia daqui. Saia agora.
— Não. — Disse Sam sem medo algum. — É isso ou você morre... Eu não posso... Não posso perder você.
Lúcifer deu uma risada fria.
— Você não pode... Você não quer... Você isso, você aquilo. E você ja parou para pensar no que EU quero? Eu preferia MORRER do que voltar para lá. Porem, mais uma vez, você tomou a decisão por mim.
— São apenas cinco meses... Lúcifer, por favor... — As lagrimas escorriam pelo rosto do Winchester. Lúcifer desviou o olhar delas.
— São apenas cinco anos você quer dizer. — Corrigiu-o Lúcifer. Cinco intermináveis anos presos aqui. Novamente. Pois eu cometi o erro de confiar em você. De acreditar em você.
Sam negou com a cabeça e se aproximou de Lúcifer rapidamente, segurando as mãos do arcanjo.
— Não ouse pensar que aquilo tudo não foi real. Eu morri por você. Eu cuidei de você, lembrei de você... Por favor... Eu amo você mais do que ja amei alguem. Por favor. Me perdoe.
Lúcifer encarou Sam por alguns segundos. O Winchester ainda segurava as mãos do loiro.
Em um gesto que o moreno não foi capaz de prever, Lúcifer o empurrou com força para fora da jaula. Sam caiu no chão com um baque profundo e a dor do impacto começou a se alastrar pelo corpo do Winchester.
Longas labaretas de fogo começaram a envolver a jaula. Era tarde demais para desistir. Sam se levantou do chão.
— Eu estou fazendo isso por que te amo. — Disse Sam encarando Lúcifer de fora da jaula.
— Vá embora, Winchester. — Disse Lucifer antes de desaparecer de dentro da jaula.
Sam caiu de joelhos no chão e seu corpo se sacudia por conta dos soluços e das lágrimas que ele derramava.
" Ele nunca vai me perdoar. "
Esses foram os últimos pensamentos de Sam antes de Chuck chegar por trás dele e devolve-lo ao Bunker, onde o Winchester recebeu um soco de Gabriel, que o jogou contra a parede, e a única coisa que Sam pensava era esse pensamento.
Ele nunca vai me perdoar.
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