Afogados
7 Gabrielle / Garry / EU.
Notas iniciais
...
...
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Minha alma está condenada.
Garry...
Depois de ver aquele cena eu alcancei Oconel e subimos correndo a rampa da escola , quando chegamos no segundo andar estava estranhamente mais frio que na parte de baixo muito mais.
Mais eu não disse nada a ninguém talvez fosse só uma impressão minha...
– Oconel a encontrei . — Disse a tenente.
– OOOO MEU SANTO DEUS , mais como ? .
A cena foi tão chocante quanto a da menina , ela estava pendurada ao ventilador da sala , ele girava lentamente o corpo dela .
– Isso é a coisa mais macabra que já ví na vida. — Disse a tenente colocando as mãos na boca. — O que vamos fazer ?
– Traga a pericia aqui , quero ter certeza de que não a mataram. — Disse Oconel.
– Mais como ela alcançou lá em cima ?. — Disse o fitando.
– Obviamente pela mesa dos professores é a coisa mais perto daquele negocio.
Enquanto falávamos o corpo da professora se desprendeu da corda e caiu e com ele o ventilador . O impacto do ventilador ao chão foi tão forte que pedaços dele voaram por toda parte , eu e o pessoas nos jogamos no chão com tudo . Faíscas e estilhaços voaram por todos os lados e a escola toda ficou na escuridão.
– Estão todos bem ?
– Eu estou bem . — Disse a tenente .
– E você Oconel ? como está ?
– Bem mais , acho que minha perna não muito , entrou um estilhaço na minha coxa mais acho que não foi nada grave.
– Tenente Eycci , busque o paramédico .
– Sim senhor.
– Acho que não ... precisa . — Disse urrando de dor.
– Mais é claro que precisa homem , deixe-me ver .
Quando olhei metade de um estilhaço grande estava em sua perna , aquilo levaria um tempo a se fechar .
– Não foi nada. — Disse se levantando.
– Meu Deus olha só o estrago. — Disse o paramédico.
Olhamos diretamente para o corpo , ele estava completamente mutilado ,os braços e pernas do cadáver estavam completamente queimados e o rosto desfigurado.
– Agora vai ficar mais difícil ainda saber se isso foi suicídio .
– Mais tem como saber ainda , já trabalhei com isso se pesquisamos bem o local e ver as unhas e aquela camerazinha alí que tenho certeza de que ainda está inteira podemos saber quem foi .- Disse me levantando e apontando pra camera.
– Tudo bem vamos ver o que conseguimos , muito obrigada senhor ...
– De nada eu gosto de ajudar. — Disse olhando para Oconel .
Gabrielle...
Estava em meu quarto quando Garry chegou , parecia ter saido da segunda guerra mundial...
– Garry a onde esteve ? e porque esta assim ? parece que acabou de sair da segunda guerra mundial. — Disse me levantando.
– Não foi nada Gabbie.
– Como assim não foi nada você sai de casa sem me avisar e volta como se fosse um mendigo.
– Não exagera Gabrielle , eu fui atraz do Oconel.
– E o que aconteceu ele te surrou ?
– Não que isso ... EU estava ajudando ele com um caso.
– Garry viemos para cidade a descanço se lembra.
– Acontece que ... Perto de Oconel vou poder investiga-lo melhor saber como vão as coisas , uma coisa eu descobri .
– O que descobriu.
– Ele é um dos poucos policiais aqui nessa cidade , a cidade é enorme ele deve desenas de casos parados aqui , só o que eu vi hoje me pois em duvida ...
– O que viu ?
– Hoje quando fui falar com ele a tenente Eycci do departamento de Oconel apareceu e disse que havia ocorrido um assassinato ou algo do tipo na escola , eu inssisti e acompanhei Oconel . — Disse retirando os sapatos , estavam sejos de sangue e concreto.
– E o que era ? algum assassino ?
– Era o que eu pensava até chegar lá , entramos na escola e o caso era horrivel uma menina de 5 anos foi morta no banheiro da escola estava com os braços e pernas quebrados e a cintura dela cortado de fora a fora .
– Meu Deus , quem pode ter feito uma ... atrocidade dessas ? e descobriram alguma coisa ?
– Nada além de uma frase na parede ... " Não rapita" ou algo do tipo , mais não isso não foi o mais curioso.
– O que aconteceu ?
– Recebemos um alerta de que a professora tinha se inforcado no segundo andar e enquanto corria pra lá vi Suzan olhando pelo vidro do lado de fora da escola , ela estava lá parada , Oconel me chamou então não pude fazer nada .
– Mais o que diabos a filha do Oconel fazia naquele lugar aquela hora.
– Muito estranho , e pra completar meu dia quando estava terminando de analisar o lugar com as pericias , eu sai da sala e fui no corredor fumar e ver se achava alguma coisa , e vi uma garota correndo o curioso é que a escola estava vazia .
– Talvez alguma criança tenha ficado perdida.
– Não ... Não é exactamente isso que me intrigou , a escola estava vazia a horas , não havia nada e nem ninguém lá além de mim Oconel a Tenente e a pericia nada .
– Estranho. — E meu celular tocou.
"Gabrielle , aqui é Suzan queria agradecer por hojê a tarde bjos da Suuh ".
– Mais agora que recebi essa mensagem ... Garry que horas isso aconteceu ?
– Eu sei lá umas 2 horas ou 3 horas depois que você saiu porque ?
– Isso daria as 3 da tarde , impossivel ser a Suzan na escola , porque ela ficou comigo hoje a tarde .
– O que porque não me disse antes.
– É que eu fiquei tão chocada e nervosa com isso que você me disse que eu esqueci completamente , eu e a Suzan fomos ao shopping da cidade hoje eu achei lá conversamos e eu comprei um blusa pra ela , ela queria cobrir uns machucados no braço.
– Então quem era aquela garota e porque estava naquele lugar , Gabbie aquela garota se parecia demais com a Suzan e ... parecia ter a mesma idade.
...
Suzan...
"– NÃO por favor me ajude ... Me ajude ... Mamãe ... Dimmy ... aaaaaaaaah , socorro por favor hei.
E afundei era uma sensação massante a dos meus pulmões absorvendo a agua e comprimindo tudo por dentro , eu me debatia de baixo d'agua ,estava morrendo , não adiantava mais nada ...
Olhei para cima na esperança de que alguém me salva-se mais não havia nada além da agua negra . A visão do meu corpo afundando era nitida diante dos meus olhos , senti meu corpo tocar o fundo numa areia jelida e suave , o meu ultimo suspiro fui liberado e uma alma semelhante a minha veio puder ver seus cabelos... "
– Então era por isso que estava gritando ? .
– Era sim Dimmy era sim .
Enquato olhava pela janela encolhida pelo frio meu irmão deitou-se sobre minha cama ...
– Suzan , não me falou que tinha derramado agua sobre a cama.
– Mais eu não derramei .
– Então porquê sua cama está cheia de aguá ?.
Quando me virei minha cama parecia um poço de aguá , havia agua exactamente no lugar da cabeça e braços e o estranho é que não estava molhada.
Garry...
– Não faço a menor ideia de como tudo ocorreu hoje.
– Garry deixe isso pra lá vamos dormi , amanhã você resolve isso mais o Oconel , agora venha.
Gabrielle me puxou pra cama , ainda estava desinquieto com tudo , mais naquele momento só queria minha mulher ...
Continued.
Shopping da cidade Visão do fantasma de Fallen:
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