Notas iniciais
Não adianta ... da minha teia você não escapa.

Dimmy...


– Vamos Dimmy . Temos que pegar a Suuh.



– Estou indo , bom tudo pronto.- Disse batendo na lataria do carro. — Tudo bem agora vamos...



E saimos eu decididamente estava muito feliz por finalmente termos uma chance de sair desse... Lugar horrivel , sempre aturava por causa da minha mãe e minha irmã eu fiz coisas que me arrependo muito de ter feito , mais que na minha mente eram para salva-las. Me sinto um lixo inutiu nessa casa , sempre mandado pelo papaizinho , mais agora aqui neste carro com a minha mãe sinto que vou poder viver de novo , sem segredos , sem medo.



– Vamos mãe bem rápido quero me ver livre desse lugar . — Tudo bem , vamos. — Disse acelerando o carro. E saímos em direção a casa da Gabbie , o estranho era ...



A cidade , apenas a cidade estava totalmente escura . Andamos um tempo de carro , e a cada rua tinham menos postes acesos ...



– Estranho , os abastecimentos da cidade cobrem somente ela estranho que estejamos sem luzes .



– Tem razão , mais aquilo alí é muito mais estanho. — Oh meu Deus ...



(Barulho de freios de carro)



Gabrielle...



Já estava agoniada com essa situação , sem noticias de Garry e nada do Oconel ainda ...



– Meu Deus o que está acontecendo ? porquê não liga Garry ?. — Disse com o telefone em mãos , eu andava de um lado ao outro sem parrar roendo unha. — Vou dar uma olhada na Suzan talvez esteja precisando de mim.



Subi ao andar onde estava instalada no hotel , e Suzan estava de modo assustador de novo , dessa vez ela estava mais suada e dizia palavras desconecças como , para Oconel , não me machuque , deixe-na em paz , não me toque , e por ultimo o nome de Ampryl ... ela repetia esse nome enquanto divesas vezes .



Estranho ela dizer isso , que eu saiba naquela casa só tem ela a mãe e o irmão , mais pode ser que eu esteja errada , pode ser que Ampryl tenha sido sua irmã mais nova. Me aproximei de Suzan e pus minha mão em sua testa , ela estava gelada e muito suada , aproveitei e comecei a examinar as marcas que ela tinha nos braços , eram horriveis , alguns ematomas recentes misturados a marcas provavelmente de cinto bem demarcadas , nas penas algumas queimaduras bem pequenas espalhadas em suas coxas , era horrivel e brutal ver tal coisa como um pai pode fazer isso a sua filha ? como pode condenar uma garota a essa vida ? e o pior uma garota frágil , doce , educada e meiga como a Suzan é . A cada dia que passo nessa cidade fico mais apavorada .



Quando terminei de examina-la me levantei e fiquei a fitando por alguns momentos , sua aparencia agora era uma mistura de dor com medo algo do tipo , e novamente como num suspiro ela disse o nome Ampryl.... Mais dessa vez resolvi acorda-lá , estava agoniada de vê-la naquele pesadelo e curiosa pra saber quem é Ampryl e porque a Suzan a chama tanto em seus sonhos , bom tenho uma noite inteira a convence-lá de algo.



– Suuh ... Suuuh... — Dizia enquanto a sacudia.



– Hã... Gabbie ?! . Por ... Por quanto tempo eu dormir ?



– Por umas 7 horas .



– É estava muito cansada eu não dormi ontem a noite , estou tendo um problema com pesadelos.



– É eu pude perceber.


- Pera quantas horas disse que eu dormi ?



– Não faz diferença , liguei pra sua casa e conversei com sua mãe disse que dormiria aqui , ela disse que não tinha problema.



– Pera minha mãe autorizou isso ? onde meu pai estava.



– Quer dizer a onde ele está ? Seu pai e o Garry sairam hoje cedo é até agora não chegaram ... Suzan sabe onde eles podem está ?



– Se não estiveram no escritório estão na pericia , e bom quando meu pai faz isso de sumir geralmente está com mulheres.



– Não o Garry está com ele , eles devem está em algum lugar.



– Podem está no acampamento de vigia do outro lado da cidade.



– Acampamento de vigia ?.



– Sim Meu pai , ele criou o um acampamento de vigia eles passam a noite investigando as coisas , não é bem um acampamento é um lugar onde ele é um pessoal dele vão.



– Sabe o número ou onde fica ? — Não , desculpa.



– Sem problemas ... Bom Suzan , você não comeu nada está com fome ? — Sim ... — Posso te fazer uma pergunta antes ? . — Disse sentando- me ao lado dela.



– Claro.



– Bom , quem é Ampryl ?



– Não sei ...



– Suzan , você estava sonhando com ela agora , sabe que não vou contar.



– Gabbie lembra quando sonhou com uma Ampryl , bom ... Eu não sei quem é ela , bom eu nem me lembro muito bem do sonho era horrivel.



– Com o que sonhou ?



– Eu estava em pé em um lugar tipo um barracão , tudo escuro , cheira a porcos e fedia muito , eu não conseguia ver nada direito , eu vi ...



– SUZAN ... SUZAN...



– Mamãe ?!...



– O que ? Annabeth ? Suzan se levantou em um único pulo...



– Suzan onde você vai está escuro .



– Gabbie ... É a minha mãe me traz uma lanterna.



Annabeth...



– Aaaah mãe , acorda ... mãe , mãe , mãe ?!.



– D-Dimmy o que houve ?



– A senhora bateu o carro agora estamos perto do rio Send , a senhora está bem ?



– Sim estou , daqui até onde a Suzan está falta quanto tempo ?



– Uns 15 a 30 minutos não sei , nunca andei por aqui a pé , venha levante-se. Quando me levantei pude ver o estrago , meu carro havia saido da pista e estava preso em uma arvore , a pista tinha marcas dos pneus do carro.



– Obrigada por me salvar Dimmy.



– Mãe eu não te tirei do carro , eu acodei do seu lado.



– C-como assim , Dimmy você viu alguém nessa pista ? se lembra o que aconteceu ?



– Não a senhora estava dirigindo e batemos em dois garotinhos na estrada , você gritou e eu só vi um clarão.



– Deve ter sido algum outro carro. — Como pode ter vindo da cidade se há um apagão . Mãe vamos a senhora está confusa e se acharmos o papai agora não poderemos salvar a Suzan , agente precisa ir embora daqui , estamos vivos né ? É isso que importa , vamos .



– Tudo bem vamos .



E me escorei em Dimmy , assim que saimos do lugar pude ouvir o barulho do carro explodindo , minha perna esquerda estava com 3 cacos de vidro inficados nela , meu sangue descia pela minha perna . Dimmy me pegou no colo fazendo um esfoço imenso , fomos em direção a cidade depois de uns minitos avistamos o Breu pegamos nossas lanternas e adentramos a cidade.



Notas finais
As siladas da vida podem te pegar se não estiver preparado pra encarar .