Adventures beyond Sylph
10 Capítulo 10: Chimchar, Fennekin, e a procura da saída da montanha !
Notas iniciais
Fennekin e Chimchar correm pela caverna na montanha e entram em um buraco. Eles caem quando chegam no fim do buraco. Seus treinadores gritam por eles, mas desistem e decidem seguir em frente. Fennekin e Chimchar caem em um monte de neve, ilesos.
– Chiiichar ? Chiiim ? ( Ãhn ? Onde estamos ? )
– Fenneeeki ! Kin Kin Kin ? ( Não sei ! Cadê os nossos treinadores ? )
– Chiiimchar ! ( Não sei ! )
– Fennekiiiin ! ( Temos que sair daqui ! )
– Chiiimchar ! ( Podemos escalar essas pedras da parede )
– Fenneeki ! ( Então vamos ! )
Ambos correm e pulam entre as pedras. Fennekin pisa em uma pedra mole e ela se solta da parede. Fennekin cai de lá, mas Chimchar dá um salto e pega a amiga, e ambos pousam em uma pedra. A pedra onde os dois estavam não aguenta o peso e cai. Fennekin e Chimchar pulam em um monte de neve antes da pedra colidir no chão. O barulho da pedra caindo ecoou por toda a caverna e atraiu um grupo de Beartic.
– Beaar ! Beeear ! ( Intrusos ! Atacar ! )
– Fenneeeki ??? ( E agora ?! )
– Chimchar ... ( Só tem um jeito ... )
Chimchar conta rapidamente seu plano para Fennekin. Ambos levantam e começam à correr dos Míssieis D'água dos Beartic. O Beartic líder do grupo fica em pé bloqueando a saída daquela parte da caverna, então Fennekin e Chimchar atacam com um ataque Brasas Duplo. O brasas é lançado no rosto de Beartic, que fica sem ver temporáriamente. Fennekin e Chimchar aproveitaram a usaram o Arranhão nas pernas de Beartic, que caiu. Fennekin e Chimchar passaram para a próxima parte da caverna. Fennekin e Chimchar deparam com um morro cheio de pedras, mas dessa vez não há nenhuma pedra grudada nas paredes, e eles tem que descobrir um meio de passar por ele.
– Fenneeekiiiin ! Fen ... Nee Kii ? ( Caramba ! Mas ... Como vamos passar ? )
– Chiiim ... Char Char ... ( Eu sei como ... Mas você não vai gostar ... )
– Fenneeki, Feeneeek ! ( Não importa o método, eu só quero sair daqui ! )
– Chimchar. Chimchar ? ( Tudo bem. Confia em mim ? )
– Fenneeekiiii ... ( Sim ... )
– Chimchar. Chiiiimchar. ( Que bom. Sobe nas minhas costas )
– Fenneeeekiiii ? ( Pra quê ? )
– Chimchar. ( Apenas suba. )
– Fennekii ... ( Então tá ... )
Fennekin subiu nas costas de Chimchar, que foi pulando entre as pedras do morro, escalando aquela parede de pedra. Fennekin, com medo de cair, fecha os olhos e se agarra firme em Chimchar, mas mantém a calma. Chimchar termina de escalar e eles acham uma pequena mina de água, que parecia formar um rio. Eles aproveitam e param para descansar e beber um pouco de água daquela mina.
– Fennekiii... ( Estou cansada ... Aquela correria foi difícil )
– Chiim ( Também estou, mas temos que seguir. Sabe, eu não quero ser abandonado ... )
– Fenneeeki ( Tudo bem ... Eu estou com fome ! )
– Chiiiim ( Não sei onde tem comida ! Vamos seguir e procurar frutas ou nossos treinadores )
– Fenneeki ( Então, chega de descanso. Vamos lá ! )
Fennekin e Chimchar levantam — se e pulam por cima daquela mina. Eles acham uma fenda na parede e decidem entrar. Eles passaram tranquilamente pelo caminho que acharam, mas uma pedra bloqueia o caminho. Por Chimchar não ser quadrúpede, ele tomou a frente de Fennekin e começou à rolar a pedra para fora. Eles conseguiram sair do buraco.
– Fennekin ( Deixa essa pedra aqui. Não vamos precisar )
– Chimchar ( Você acha, mas pode ser muito útil )
– Fenneki ( Tudo bem ... ) Depois de andar muito, eles acham uma caverna isolada. Eles exploram a caverna, buscando informações ou coisas deixadas para trás. Fennekin fareja o chão enquanto Chimchar procura pelas paredes. Fennekin fareja muita poeira em um ponto da caverna e espirra. No espirro, ela assopra fragmentos de um " Brasas ", e um círculo vermelho marcado no chão é revelado. Fennekin chama Chimchar, que leva a sua pedra junto. Os dois pisam no círculo vemelho, que quebra. Eles param em um pico, e uma ladeira, com um rio congelado depois da ladeira.
– Fenneki ! ( Chimchar ! Se machucou ? )
– Chimchar ( Não, e você ? )
– Fennekin ( Também não. )
– Chimchar ( Ei ... O que é isso ? Essa coisa branca e felpuda ? )
Fennekin fareja a " coisa branca e felpuda " e chega ao veredito que é algodão.
– Fennekiiii ! ( É algodão ! )
– Chimchar ( Algodão ? Yupiiii ! Eles estão perto ! A Altaria da sua treinadora pode ter passado aqui ! )
– Fenneki. ( Não se anime. E se for um Altaria selvagem ? Aí nós vamos pelo caminho do algodão, e o Altaria nos ataca )
– Chimchar ... ( Tem razão ... Vamos pelo outro caminho, então )
– Fenneki ... ( Como descemos essa ladeira ? )
– Chimchar ... ( Olha só, tem muito desse algodão. Você bota esse algodão nos pés e ele serve como uma almofada ! )
– Fennekin ... ( Boa idéia ! Mas espera ... E você ? Como você vai ? Não tem algodão suficiente para nós dois ! )
– Chiiimchar ! ( É aí que a pedra entra ! Eu não falei que ela seria útil ? )
– Fennekin ... ( Ainda não entendi ... Como a pedra vai ajudar ? )
– Chimchar ... ( Eu vou colocar o algodão em você e vou te mostrar )
Chimchar pega o algodão e cola nos pelos de Fennekin. Chimchar segura fennekin e lança — a. Fennekin cai no chão, amortecida pelo algodão préviamente colocado.
– Fennekiin ( Legal ... Mas, de novo, e você ? )
– Chiiimchaaaar ! ( Olha isso ! )
Com um pouco de esforço, Chimchar empurra a pedra para a ladeira e dá um salto. Quando pousa, ele cai em cima da pedra. Ele faz movimentos perfeitos para não cair daquela bola rolando. Quando chega perto de Fennekin, percebendo que a pedra vai colidir na parede, ele salta da pedra e se joga no chão. A pedra colide com a parede e para de correr. Fennekin, preocupada, vai até o amigo e pergunta se ele está bem. Chimchar levanta diz que sim. Eles pegam a pedra e vão para direção contrária daquele caminho de algodão que eles viram. Era um lugar com muitas rampas, mas rampas baixas. Eles rolavam a pedra para todos os lugares. Depois de muito andar pelas rampas, ele chegam em uma parte da caverna que o chão é puramente feito de gelo, e ficam surpresos com a beleza daquele lugar.
– Fenneki ! ( É muito lindo ! )
– Chimchar ! ( Você tem razão ! )
– Fennekiii ! ( Olha ! Frutas azuis ! )
– Chimchar ( Fennekin, não ! )
Fennekin corre atrás das " frutas azuis, Chimchar corre atrás de Fennekin, e avisa que as frutas na verdade são gelo. Eles ouvem um barulho, que seria um grito, clamando por seus nomes.
– Chiiim ? ( Também ouviu ? )
– Fennekin ( Sim, mas de onde veio ? )
– Chimchar ( Parece que veio ... Lá de baixo )
Eles param para notar e começam à olhar o que tem depois daquele piso de gleo, quando veem seus treinadores, ficam alegres.
– Fennkiii !!! ( Estamos salvos ! )
– Chiiim ! ( Ebaaa ! ) Mas como vamos descer ?
– Chimchar, eu sei como !
– Chiiiimchaaar ?! ( Ele entende o que eu falo ?! Incrível ! Mas ... Como descemos ? )
– Quebre esse gelo, Chimchar !
– Você também, Fennekin !
Com seus golpes de fogo, eles tentavam derreter o gelo. Mas ambos só sabiam o Brasas, que ia demorar para derreter. Fennekin usou todo seu poder e aprendeu o Carga de chamas. Mesmo assim, não foi suficiente para derreter o gelo. Chimchar tem uma ideia e põe em prática: Ele pega a pedra e lança no gelo, que já estava fino pro causa dos ataques de fogo. O gelo quebra, e Fennekin e Chimchar pularam no buraco que o gelo causou. Nikko e Bonie correram, e pegaram seus pokémons. Eles se abraçaram e todos os pokémons ficaram felizes: Mas eles ainda tinham que sair dali. Usando seu faro aguçado, Fennekin descobriu outra passagem secreta na parede. Todos atacaram e as pedras que estavam bloqueando o caminho sairam da saída. Nikko e Bonie recolheram suas barracas e sairam da montanha. Eles foram seguindo um caminho de terra.
– Huh ? Ah, não ! Mais um imprevisto.
– O que, Bonie ?
– Olha lá !
– Ah, não acredito nisso ...
Continua na próxima história.
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