Notas iniciais
devem estar curiosos quanto ao título. Desculpem sem spoilers Tá bom só um O Foco do capítulo vai ser a Ava enfrentando sua raiva interior e a Lucrécia oi dando com o retorno da Mãe. Boa Leitura

N Lucrécia

Eu ouço alguém bater insistentemente na porta o que é estranho porque é muito tarde da noite e a Eu consigo sentir essa presença familiar Eu abro a porta e me deparo com a pessoa que eu nunca mais queria ver em toda a minha vida

Eu acabo derrubando o copo com a bebida que eu estava tomando no choque e guaguejo:

-Mãe?

--------------------------Flash Back ON------------------

-Lucrécia você tem que parar de ler tanto sobre política. Deixa sua cabeça cheia de pensamentos.

Eu tento:

-Mas...

Ela me interrompe com raiva:

-Não discuta comigo sua PESTE IMPRESTÁVEL, vai fazer o que eu digo e sem discutir.

Eu concordo sem opção:

-Sim mãe. Ela resmunga:

-Oque eu fiz para merecer um fardo inútil como essa?

—---------------------------Flash Back OFF--------- Eu pergunto:

-Oque veio fazer aqui?

Ela responde:

-Encontrar a minha filha que finalmente fez algo que preste com a sua vida.

Eu pergunto tentando não me irritar:

—E o seu marido aproveitador?

Ela responde com expressão aliviada:

-Morreu no ano passado.

Eu digo com sarcasmo:

-Eu não sei se te dou meus pêsames ou os meus parabéns.

Ela responde:

-Você me dar um convite para reentrar sua vida.

Bem isso é algo que eu não posso negar porque apesar de tudo é a minha mãe.

E eu Eu concordo:

-Claro.

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N Lucrécia

No dia seguinte eu tive que ir trabalhar e a minha mãe Maryann me acompanhou e eu já estava começando a me arrepender de ter a aceitado de volta, ela está me deixando louca.

Ela diz:

-Quem diria que você se tornou, como a chamam mesmo? Princesa da Democracia?

Eu respondo me segurando para não surtar:

-Rainha Suprema da República e eu não cheguei aqui, graças a você, já que você fez questão de me expulsar.

Ela não pareceu ter sido atingida e disse:

— É verdade eu te derrubei mas você deu a volta por cima. Mas se eu fosse você teria feito as coisas diferentes afinal essa sua nova vida não é perfeita.

É exatamente por isso que eu fiquei hesitante, a única coisa que ela sabe fazer é me criticar e dizer sutilmente que me acha incapaz de fazer qualquer coisa. Eu não sei se vou segurar essa raiva por muito mais tempo

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N Ava

Eu cheguei no escritório da Lucrécia e a encontrei andando de um lado para o outro gritando o meu nome:

-AVA.

Eu digo:

-Calma eu cheguei.

Ela diz com o olhar de pura raiva:

—Finalmente eu estou aqui gritando o seu nome há um minuto e meio. 90 segundos fervendo nessa sala a qual eu poderia estar trabalhando numa nova aliança.

Ela continua:

-Um segundo do meu tempo é 90 vezes mais valioso do que o seu inútil e patético....

Eu não consigo me segurar e grito:

—Não fala assim comigo por favor.

Eu continuo aumentando o tom:

-Eu trabalho tão duro para você. Não faço perguntas, não reclamo e tudo o que você fez agora foi gritar comigo e dizer que eu não sou boa suficiente e é maldoso.

Eu pergunto diminuindo o tom:

-Por que você é tão maldosa?

Ela olhava para mim sem piscar e só aí que eu percebo que acabei de ter um surto de raiva e falei o que eu não queria.

Eu tento consertar:

-Ai minha santa Força. Me desculpe

Eu continuo:

-Eu não queria, eu não sei o que aconteceu, eu surtei eu...

Ela me interrompe:

—Shhhhhhhh.

Ela diz:

-Por favor cancele tudo para hoje. Estamos indo.

Eu pergunto:

-Para onde vamos?

Ela responde:

-Eu vou fugir da minha mãe e quero a sua campainha. Ah e eu também sinto muito pela minha explosão.

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N Ava

Por alguma razão a Lucrécia me levou até um bar e eu pergunto:

-Porque estamos aqui?

Ela responde:

-Dizem que é bom para relaxar e eu nunca vim a um lugar como esse.

Eu pergunto incredula:

-Nunca?

Ela responde:

-Eu só tenho 18 anos e sou ocupada.

Eu sinto uma presença familiar perto como se alguém estivesse me seguido

Eu reconheço e pergunto:

-Por que está me seguindo Anakin?

Ele pareceu surpreso em ser descoberto, se senta ao nosso lado sem convite e responde:

-Mara ficou preocupada com você e me pediu para ficar de olho.

Lucrécia diz o ignorando:

-Ava a questão é : todo mundo fica nervoso, todo mundo e não há nenhuma substância que possa erradicar essa emoção.

Ela continua:

-Eu sei disso porque se existisse eu tomaria igual água.

Eu me sinto muito mal pelo que eu disse e tento de novo me desculpar:

-Lucrécia, eu sinto muito por aquilo.

Ela diz:

-Você se desculpa de mais e isso é um problema que nós duas deveríamos considerar. Não isso é trabalho e raiva.

Lucrécia aconselha:

-Não importa o que aconteça você nunca pode ficar com raiva no trabalho. Especialmente quando se é mulher.

As bebidas chegaram e ela tomou agindo como um passarinho finalmente livre da gaiola

Ela pergunta :

—Você não quer outro?

Eu respondo:

-Não eu ainda nem terminei o primeiro.

Os minutos se passaram e a conversa começou a fluir livremente e Anakin entrou nela.

Anakin diz:

-Raiva é algo poderoso. Uma vez quando o Conselho ficou contra mim eu joguei uma cadeira na janela da sala do Conselho.

Ele esclarece:

—E não, eu não abri o vidro primeiro. Foi aí que eu tive que aprender a me controlar.

Lucrécia pergunta:

-É como você faz?

Anakin responde:

-Tem que achar uma válvula de escape como bater em alguma coisa ou treinar com sabre de luz. Mas a verdadeira chave é...

Ele continua:

-Descobrir o que está te incomodando.

Lucrécia diz para mim:

-Entendi por exemplo : Eu estou furiosa com a minha mãe e descontei em você é aí você ficou brava comigo, mas essa é a parte importante.

Ela continua:

-Você não estava mesmo brava comigo.

Eu discordo:

-Na verdade eu meio que tava.

Anakin diz:

-Não, na verdade Ava você estâ brava com outra coisa e tem que descobrir, tem que encontrar a raiva por trás dessa raiva e precisa descobrir o que está mesmo te deixando nervosa.

Pensando bem faz todo sentido, por alguma razão desconhecida eu estou sempre nervosa e me irrito com pouca coisa.

Mas isso é algo para outra hora.

Eu pergunto:

-Lucrécia porque você está brava com a sua mãe.

Ela responde:

-Porque faz apenas um dia que ela voltou e está me deixando louca. Sempre me criticando e me tratando como se eu não fosse adulta.

Eu pergunto:

-Então por que você ainda a suporta?

Ela responde:

-Porque ela é a minha mãe e é eu estou tentando dar á ela uma segunda chance.

Lucrécia já me contou tudo sobre essa tal Maryann que a expulsou grávida e ainda a fez assumir a culpa pelo assassinato que a mesma cometeu

Eu aconselho:

-Oque ela fez com você, é imperdoável. Ela não agiu como sua mãe e sim como ímpia. Foi muito cruel e você já é adulta e não precisa dela para nada.

Ela pergunta:

-Então eu devo expulsa-la da minha vida igual ela fez comigo. Isso não me faria igual a ela ?

Anakin responde:

-Não necessariamente. Eu já fui um Sith e reconheço maldade quando vejo e você nao é má e apenas uma pessoa que teve que tomar decisões difíceis.

Eu digo:

-Uma mãe não faz o que aquela bruxa fez com você. Mas a escolha é apenas sua.

Ela diz:

-Obrigada a vocês dois. Eu já sei o que fazer.

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No Dia Seguinte---------------

N Ava

Eu chamei Mara para me ajudar a controlar a raiva e ela diz:

-Eu nunca vi Luke ou Anakin tendo problemas para controlar a raiva.

Eu digo:

-Eles são homens, meninas da minha época foram ensinadas a sorrir e se conterem.

Ela diz:

-Ótimo axho que isso vai ser bom para nós duas.

Eu explico:

—Certo, me fala porque tá com raiva e deixa os socos voarem no equipamento.

Nós duas nos posicionamos em frente ao saco de treinamento e Mara começa:

-Eu não suporto o Senador Monello.

Ela dá o primeiro soco e eu digo fazendo o mesmo:

-Eu também não o suporto.

Eu começo a me deixar levar e bater com mais força e desbafando:

-Eu não suporto o jeito que o Krachting age.

Os socos de nós duas começam a ficar mais fortes e Mara desabafa:

-É eu simplesmente não suporto o jeito que o Monello fala de você e dos jedis.

Eu não presto mais atenção no que Mara está dizendo e começo a me concentrar em extravasar a raiva presa.

Gritando e batendo ao mesmo tempo:

-Odeio o fato de eu deixar as minhas emoções me dominarem.

Eu consigo chegar a raiva mais funda e a raiz do problema:

— E eu odeio o fato que eu nunca vou ter uma vida normal.

Com o golpe mais forte e com pura fúria eu quebrei o objeto que eu estava batendo em mil pedaços.

Mara pergunta assustada:

—Ava?

Eu exclamo assustada:

-Ai minha santa Força!!!!!!

Eu continuo:

-Anakin tinha razão, tem raiva por trás dessa raiva.

Mara pergunta preocupada:

-Você está bem?

Eu respondo sinceramente:

-Não, a verdade é que ver você e o Luke juntos me fez pensar que eu nunca vou ter o que voces dois tem.

Mara estava olhando para mim com compreensão e eu continuo:

-Crescendo em Allyndea eu nunca me senti normal, eu sempre pensei que se começasse a usar a Força a minha vida faria sentido.

Eu finalmente entendo o motivo de tudo e confesso:

-Mas percebo que ser eu mesma não me faz sentir normal. Porque a minha vida normal acabou no minuto que a minha mãe me abandonou e isso me deixa tão...

Eu continuo com dificuldade:

-Brava.

Notas finais
Prévia: N Nimue Detida, confinada e aprisionada 9 anos da minha vida foram passados assim. No reformatório muitos perdem a esperança mas para mim ficar presa foi um ímpio, um impulso para vingança. Me fez prometer que assim que eu saísse puniria cruelmente aqueles que tiraram a minha liberdade.