Across the Stars

91 Desenterrando os Esconderijos de Alura


Notas iniciais
Para começar eu tenho uma explicação para o meu afastamento repentino e sem aviso da fanfic. Cancelaram a internet da minha casa, também sem me avisarem e só hoje eu tenho a nova internet. Mas vamos lá. No capítulo anterior eu lancei diversas pistas do rumo que a fanfic vai tomar. E uma delas foi o nome Courtney que eu lancei uma vez e aleatoriamente. Pois vai ser explicado e muito importante neste capítulo. Que com certeza foi um dos meus favoritos por ter tantos Flashbacks e mistérios. Enfim Boa Leitura.

N Liam

—Sinto Muito pelo atraso, é que como a Ava não voltou a trabalhar, eu estou com droid como assistente e pedi para ele marcar as suas mensagens como: Me Ignore, aí quando eu vi nem me incomodei de ler porque não sabia quem era. Agora eu me lembrei: È verdade, é você.

Eu digo:

—Já parou com as piadas Lucrécia?

Lucrécia pergunta:

—O que deu em você? Geralmente revida minhas provocações.

Eu digo sem enrolação:

—Eu vou deixar você me acompanhar numa...

Ela me interrompe:

—Você precisa da minha influência para entrar em algum lugar e não quer admitir não é? Bem a resposta é sim.

Eu digo:

—Ótimo, é o antigo Palácio de Moraband, você não tem ideia de quanto segredos aquele lugar guarda.

Lucrécia diz:

—Vixi, vai ser meio difícil. Aquele lugar está na posse do meu tio Jamei Darkbloom.

Eu estranhei bastante o nome do tio da Lucrécia ser Jamei, porque é o mesmo nome do meu pai, mas é com certeza uma coincidência

Eu digo sem entender:

—Não vi problema.

Ela diz:

—Ele é recluso e meio maluco. Não o vejo desde que eu tinha 7 anos.

Eu digo sorrindo:

—Então parece que vamos ter que invadir. Ainda tem habilidades com fechaduras antigas a chave?

Ela diz sorrindo também:

—Depende, você ainda consegue invadir e desligar sistemas de segurança em minutos?

—---------------------------------HORAS DEPOIS EM MORABAND------------------------------

N Liam

—Você está demorando demais.

Revirei os olhos ao ouvir a Lucrécia reclamando e apenas disse:

—Me dá só mais um minuto.

Escutei o barulho do sistema de segurança desligando (Adoro esse barulho) e depois disse:

—Pronto, apressadinha. Agora é sua vez.

A Lucrécia começou a abrir a fechadura, e decidi (mesmo não sendo a melhor hora, mas nunca é) tomar coragem para perguntar:

—Como a Ava, reagiu sobre a carta?

A Lucrécia responde:

—Sinto Muito, ela rasgou antes mesmo de ler.

Bem eu com certeza mereço isso.

Eu sou tão estúpido. Como se a volta da Maya fosse mudar tudo o que eu fiz.

A Lucrécia diz:

—È até irônico.

Eu pergunto:

—O que é irônico?

Ela responde:

—Foi o meu tio que me ensinou a arrombar fechaduras a chave. E agora eu estou usando isso para invadir a propriedade dele.

Eu digo:

—Está aí a Lição: Não ensine crianças a cometer crimes.

Lucrécia diz:

—Justo você falando isso .... Voalá, porta aberta.

Nós dois entramos e Esse Lugar... Me traz mais lembranças do que eu esperava: Não apenas as ruins da Alura, mas também as boas da Courtney, minha irmã mais nova.

—---------------------------------------FLASH BACK ON---------------------------------------------

—O que está fazendo aí?

Era a Courtney, quando tinha 5 anos e na época eu tinha 17 anos, e me assustei pois não havia detectado da presença dela e depois minto:

—Arrumando as coisas do nosso pai.

Courtney levanta uma sobrancelha, uma mania irritante que a Alura também fazia quando detectava uma mentira. Só que felizmente a minha segunda irmã era o oposto da Alura.

—Sério? Essa é a sua mentira? Tem certeza que não estava procurando nada sobre mim?

Eu respondi sussurrando:

—Definitivamente não.

Ela perguntou sussurrando:

—Então por que estamos sussurrando?

Eu suspiro, assim era difícil revistar as coisas do meu pai.

Courtney perguntou animada:

—Quer que eu fique de vigia, enquanto você revista tudo? Certo, mas vamos precisar de um sinal para se o papai chegar, que tal...

A Courtney fez um som estranho era uma mistura de Wokkie com Wampa, sei lá o que era aquilo, mas faltou me ensurdecer. Essa pirralha quer acabar coma minha audição?

Eu perguntei:

—Courty, o que você quer para me deixar em paz? Mais presentes? Um Ewock assim vocês podem se comunicar?

Ela respondeu animada:

—Não, eu não... Espera. Um Ewock de verdade?

Eu peguei um Ewock e dei na mão dela que diz o abraçando:

—Ohhhhhhhhh! ele é tão fofin...Não!

Courtney continua dessa vez séria:

—Não, eu não quero mais presentes.

Ela se aproximou e entregou o bichinho de volta para mim dizendo:

—Eu quero um irmão!

Eu disse:

—Bom, você está aqui a só alguns dias... E eu estou sentindo que a princesinha do papai não está exatamente do lado do Liam.

Courtney perguntou inocentemente:

—Por que precisamos de lados? Nós somos uma família.

Eu disse sarcasticamente:

—Hahhh...Os Darkbloons? Uma grande família feliz, só nós três.

Ela esclareceu:

—Na verdade, nós quatro.

Eu disse sem entender:

—Courty, eu pensei que você já havia entendido: A Alura morreu.

Ela responde:

—Não, estou falando da Alura, ou do Ewock. Se isso não é o bastante para provar que eu estou do seu lado, eu não sei o que é.

A Courtney respirou fundo antes de revelar:

—Liam, a mamãe está viva.

—------------------------------FLASH BACK OFF FLASH BACK ON---------------------------

—Você tem que me ensinar a fazer isso.

A Courtney havia dito animada ao meu ver levitar um vaso (que ela ia quebrar) usando a Força.

Eu perguntei sem enrolação:

—Você está me evitando. O que o papai te disse? Foi sobre a mamãe?

Ela me ignora e disse muito animada (Só faltava pular de alegria):

—Eu vou poder quebrar o que eu quiser.

Ela pegou outro e disse:

—Vai! Faz de novo!

Antes que a Courtney pudesse quebrar, eu usei a força para levita-lo e ela ficava pulando no ar tentando toca-lo. O que foi muito divertido e engraçado de ser ver.

Até que o comunicador tocou, e vi que era a Ava precisando. Então disse:

—Preciso me encontrar com a Ava, mas vamos conversar mais tarde ok? E tente não causar nenhum problema nesse meio tempo.

Ela disse:

—Eu? È Claro que não. Eu não sou a Alura.

Logo depois a Courtney estendeu os braços e eu perguntei sem entender:

—O que você está fazendo?

Ela responde sem graça:

—Esperando um abraço. Gosto de abraços!

Antes mesmo que eu pudesse protestar a Courty veio como um raio para cima de mim e eu disse:

—Espera!

Não a impediu de me abraçar, o que era estranho porque Alura e eu nunca nos abraçávamos. Mas até que foi bom porque as únicas pessoas que eu tinha abraçado na vida era: A Ava e a Vadia da Mia.

Eu finalmente coloquei vaso no chão e a Courtney se soltou do abraço dizendo e sorrindo:

—Te vejo mais tarde. Podemos nos abraçar depois.

Eu não consegui evitar de rir, pois Alura e Courtney Darkbloom eram irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. Porque a Courty era toda amorosa e fofa, algo que a Alura nunca conseguiu ser nem quando era criança.

—--------------------------------------FLASH BACK OFF---------------------------------------------

—Eu nunca pensei que veria você sorrir. Alguma lembrança boa?

A Voz da Lucrécia me tirou do meu devaneio, então disse:

—Não mais.

Ela diz:

—Sinto Muito interromper, mas temos que ser rápidos. Porque legalmente isso é invasão.

Bem para achar o que eu preciso. Tenho que pensar como a Alura. Então eu digo:

—Vamos começar por um quarto especifico.

Nós dois entramos no antigo quarto da CourtneyAlura, e eu vi que a pintura assustadora da minha irmã gêmea ainda estava lá. O que me fez lembrar de uma frase que ela vivia me dizendo:

“Isso foi um engano seu, se quer saber a verdade terá que entender que eu escondo coisas na sua cara só você que não percebe... Porque Quando escondo algo, permanece escondido...até eu querer que seja encontrado”

È isso.

Eu repito:

—Quando escondo algo, permanece escondido...até eu querer que seja encontrado. Está tão obvio: È a Porcaria da Pintura.

A Lucrécia apenas pergunta:

—Aquela ali?

Eu não respondo apenas uso a força para trazer o retrato até mim, lá tinha uma caixa trancada...Foi aí que eu me lembrei da chave que a Alura tinha me dado, a usei na fechadura e felizmente deu certo

Eu abro e encontro vários cadernos lá dentro, que de certa forma me fazem lembrar um momento do passado.

—-------------------------------------FLASH BACK ON-----------------------------------------------

Alura pergunta:

-O que você acha que a idiota da Elera estava fazendo lá dentro?

Eu digo:

— Por que você se dá ao trabalho de vir aqui?

Alura responde:

—Eu pago as minhas apostas

Eu pergunto:

—O que é isso? Você ficou escrevendo nisso a tarde toda.

Alura responde:

—È o meu diário.

Eu digo: desde quando você tem um diário?

Alura responde:

: Desde Sempre.

Eu peço:

-Deixe-me ver.

Alura diz:

— Está bem... Não vai ter que esperar até depois.

Eu pergunto:

— Depois do que?

Alura responde:

—Depois que eu morrer.

Eu digo:

— Deixa de ser macabra.

Alura diz:

—Eu não estou sendo macabra. Estou sendo misteriosa

Eu digo:

-Deixa para lá. Eu não quero ler esse diário bobo mesmo.

Alura diz:

—Você quer sim. Estou escrevendo eles para você.

Eu pergunto:

— Eles?

Alura responde:

— Eles são mais do que escandalosos. E vai precisar deles.se for continuar depois que eu partir.

Eu pergunto:

—Continuar com o quê?

Alura diz ignorando a minha pergunta:

— Sente esse cheiro? Os droids fizeram nossa refeição preferida. Vamos!

—----------------------------------------FLASH BACK OFF-------------------------------------------

—Quem é a Vadia Básica Perdedora

Eu saio do meu devaneio com a voz da Lucrécia e então respondo>

—È a Snoke, era assim que Alura a chamava.

Lucrécia pergunta:

—Aquelas duas tinham problemas?

Eu apenas respondo:

—Você não faz ideia.

Lucrécia estava folheando as páginas do último diário que a Alura escreveu, ela de repente diz:

—Você tem que dar uma olhada nisso.

Ela me dá o diário e eu começo a ler, tendo ao mesmo tempo uma visão do passado:

—---------------------------------VISÂO ON--------------------------------------------------------

A visão acontecia num lugar escuro, fora do espaço tempo: Era a prisão em que Lumina prendeu a Snoke e para minha surpresa a minha irmã gêmea de alguma forma tinha conseguido entrar.

A Snoke pergunta:

—Onde conseguiu isso

Alura responde:

—Você ainda pergunta? Achar fraquezas é um dos meus dons mais fortes.

Alura continua:

—E além disso tenho contatos fortes. Ah...as pessoas que conhecemos, sempre nos surpreendem.

Alura diz se aproximando:

—Você nunca foi a vítima como convenceu a sua sobrinha e A Elera não era tão fraca como eu pensava.

Snoke diz:

—Eu não me orgulho de nada disso.

Alura retruca:

—Eu não dou a mínima.

Alura continua:

—Eu vou esconder isso, muito bem. E se você me dá as informações que eu preciso sobre a minha mãe, nunca cairá em mãos piores do que as minhas.

Snoke sem opção concorda:

—Tá bom.

Alura diz sorrindo:

—Sabia que ia me entender.

Alura começa a sair mas antes diz:

—E Snoke, se algum dia por algum milagre você sair dessa prisão na qual Lumina a colocou, não volte a atormentar o Eu digo ou a mim.

Alura ameaça:

—Se fizer, eu enterro você!

—------------------------------------VISÂO OFF ------------------------------------------------------

—Sua irmã parece muito legal.

Eu digo:

—Pode acreditar que não era...Mas vocês duas teriam se dado bem, afinal são muito parecidas. O que também é muito irônico.

Ela pergunta:

—Por quê?

Eu respondo:

—Alura cresceu com tudo e você com nada. Mas mesmo assim tão iguais, acho que em parte deve ser minha culpa.

Lucrécia diz:

—De qualquer forma a Alura tinha uma vantagem contra a Snoke só que não está escrito aqui o que é. Na verdade tem uma folha arrancada.

Eu peguei o diário e comecei a procurar a última anotação e achei, foi escrita na noite em que Alura morreu:

Assim que eu voltei, encontrei um Liam furioso, e assim tivemos a briga mais feia da história aonde ele chegou a dizer que eu já estava morta para ele, e foi com todas as letras.

Me machucou eu confesso, mas não deveria pois o meu irmão gêmeo é tão ingênuo, ele acha mesmo que seria alguma coisa sem mim: eu o fiz exatamente do jeito que ele é agora, ele só tem o que eu dei para ele.

Acho que seria bom um pouco de reconhecimento ou agradecimento e não as palavras: Você já está morta para mim.

—----------------------------------FLASH BACK ON--------------------------------------------------

Eu peço:

—Fale baixo.

Alura pergunta:

—Por que não tem ninguém em casa.

Eu digo:

—Não, mas nosso pai pode chegar.

Alura diz provocando:

—Ótimo! Eu quero que chegue.

Eu pergunto sem entender:

—Por que você está me fazendo fazer isso Por que se importa se ele sabe

Ela responde:

—Não estou fazendo nada. Vou dizer até amanhã cedo, e você não pode fazer nada a não ser que conte primeiro.

Eu digo desistindo;

—Está bem, eu direi a ele. Você venceu! Mas só por que eu estou cansado dos seus jogos.

Eu digo me virando Para sair:

—Todos neste planeta estão.

Alura me impede de sair, me segurando pelo braço e disse:

—Você está tentando virar o povo contra mim. Não vai funcionar.

Eu digo provocando:

—Acho que você não tem muita escolha.

Eu me viro para sair mas escuto a voz da Alura dizer:

—Eu te fiz, Eu digo. Sem mim você seria um santinho que faz tudo o que papai e mamãe mandassem.

Eu me viro e exclamo:

—Você está tão convencida! Acha que só porque me fez conhecer a Ava Pode me tratar como marionete?

Alura diz olhando para mim com um olhar de ódio que eu nunca tinha visto mas que não me amedrontava:

—Mas você é. Não vê isso? Você não existe sem mim.

Eu pergunto com uma súbita coragem:

—Sério Alura? Então me diga: O que é uma princesa sem o seu planeta para governar?

Eu continuo:

—Parece que a questão aqui não sou eu. Porque eu não me importo em viver sozinho, mas e você?

Alura ficou calada me olhando com os olhos amarelados de ódio. O que era sinal que contra isso ela não podia discutir.

Então eu disse com uma fúria repentina:

—E no que me diz respeito: Você já está morta para mim.

Alura se irritou e finalmente foi embora. Eu havia enfrentado a Fera pouco antes dela morrer.

Só que eu resolvi ir atrás dela e fui correndo atrás da Alura, no meio do jardim.

—-----------------------------------FLASH BACK OFF------------------------------------------------

N Liam

Dessa briga eu não me lembrava, acho que eu tinha tomado Koffein demais. E realmente foi muito feia, mas ela realmente estava merecendo umas boas patadas para parar de infernizar a minha vida.

—------------------------ENQUANTO ISSO DO LADO DE FORA---------------------------------

Uma garota vestindo um casaco vermelho se aproximava, ela se agachou, pegou seu aparelho e começou a abrir a antiga tubulação, em seguida puxou a grade e entrou a procura dos antigos diários muito informativos de Alura Coleen Darkbloom.

—------------------------------------VOLTANDO------------------------------------------------------

N Lucrécia

De repente eu fui tomada por uma sensação de medo como se o inimigo estivesse se aproximando. O Liam também sentiu e disse:

—Vamos temos que correr, pega o....

Não deu para ouvir porquê de repente todas as luzes deligaram e uma nova luz foi ligada na escuridão: A de um sabre de Luz cinza duplo que estava sendo empunhado por alguém usando um casaco vermelho.

O Liam não perdeu tempo e ligou o sabre de luz vermelho e assim começou o duelo na escuridão.

Já eu fiquei distraída ao ver uma silhueta masculina passou para longe: Só poderia ser o meu tio Jamei, ele pode se machucar nesta confusão toda.

Eu segui e fui parar num lugar cheio de lápides antigas: Me aproximei e a minha atenção foi chamada por quatro lápides em especial:

Rei Jamei Darkbloom

Rainha Liana S. Darkbloom

Princesa Alura Coleen Darkbloom

Princesa Courtney Sybelle Darkbloom

Essa era a família maluca do Liam eu tenho certeza, e quando eu me afastei mais um pouco, uma outra lápide me chamou a atenção mais fortemente ainda, me aproximei e li o que estava escrito:

Amaris Ikebel Darkbloom

Por alguma razão eu me sentia atraída, como se essa pessoa tivesse sido muito importante para mim: E ter o Sobrenome Ikebel não me ajudava, a entender o motivo de eu nunca ter ouvido esse nome.

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N Liam

Gente que adversária mais difícil de derrotar, e covarde porque é difícil atacar quando tem que estar se esquivando de duas laminas laser.

A Luta estava complicada, até que eu fiquei cansado de ficar apenas na defesa, e resolvi partir para o ataque, e num movimento rápido consegui desarma-la, ela não perdeu tempo em tentar fugir mas eu a encurralei e disse:

—Você agora tem duas escolhas: Ou tira a maldita máscara ou morre.

Teimosa não tirou, e eu quando aproximei o sabre para matá-la de repente toda a raiva despareceu e aquela sensação de familiaridade voltou com mais intensidade, me impedindo de continuar.

DROGA!

Um grito da Lucrécia me distraiu e me fez soltar o sabre e quando eu voltei o meu olhar a misteriosa garota que usava o casaco vermelho tinham desaparecido. E quando a luz voltou a ligar, eu percebi que o quadro e todos os diários também haviam desaparecido.

Bem, só mais um dia comum, como sempre.

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N Lucrécia

O Liam apareceu uns minutos depois e perguntou:

—Por que você gritou?

Eu respondo confusa:

—Do que você está falando? Eu não gritei.

Uma presença de repente foi se aproximando, o Liam já pegou logo o sabre de luz mas eu o impedi quando reconheci:

—Larga isso, é apenas o meu tio.

Meu tio Jamei foi logo perguntando:

—Posso saber quem são vocês?

Eu pergunto:

—Não se lembra de mim?

Ele não diz nada e eu continuo:

—Sou Lucrécia, sua sobrinha.

Ele pergunta:

—O que faz aqui?

Liam:

—Acho que devíamos ter começado pelo menos com um oi, não te vejo desde que tinha 5 anos.

Ele diz olhando para mim de uma forma estranha:

—Estou ocupado e vocês estão invadindo.

O Liam disse:

—Eu não tive a oportunidade me apresentar. Sou Liam Darkbloom.

Meu tio pergunta:

—Também é meu parente?

Liam responde:

—Na verdade ancestral, mas tecnicamente esse lugar também é meu. Embora invadir não tenha sido o ideal.

Meu tio diz:

—Liam. Você é não filho de Jamei e Liana, que foram os últimos reis de Moraband? Sempre estranhei você não ter uma lápide.

Liam diz:

—Alcançar a imortalidade é o forte da minha família. Só perdendo para mentiras e segredos.

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N Liam

Depois do contato com o tio grosso da Lucrécia, eu fiquei intrigado pelo jeito em que ele olhava para a “sobrinha” e tinha até uma teoria a partir disso,

Eu entro de fininho e o vejo olhando uma foto de um bebê sendo segurado no colo, a pessoa que segurava tinha um anel no dedo, um muito parecido com o que o “tio” da Lucrécia usava e na foto a forma como a pessoa segurava o bebê, já entregava tudo.

Eu pergunto:

—Essa é a Lucrécia?

Ele pergunta surpreso:

—De onde você surgiu?

Eu respondo:

—Eu nasci aqui e também morei um bom tempo. Mas você ainda não respondeu a minha pergunta.

Ele responde:

—Sim é a Lucrécia na foto.

Eu digo logo sem enrolação:

—Então de tio você não tem nada. Na verdade você é o pai dela

Jamei diz sem se dar ao trabalho de negar:

—Você já contou á ela sobre isso?

Eu respondo:

—Não, e não vou se você não quiser. Mas é claro que isso vai ter um preço.

Ele pergunta:

—O que você quer?

Eu respondo:

—Acesso Livre e Limitado a esse lugar, e na hora que eu quiser, apenas isso.

—-----------------------------------------2 HORAS DEPOIS-------------------------------------

N Lucrécia

Depois de tudo o que aconteceu e da conversa horrível com o meu tio Jamei, eu cheguei no meu apartamento e encontrei o Anakin dentro. Eu pergunto:

—Como conseguiu entrar?

Ele responde:

—R2.

Eu pergunto:

—Então Anakin Skywalker no que posso ajudá-lo?

Anakin ignora e diz:

—A Ava nunca realmente recebeu aquela carta não é? Ela acha que ele foi embora sem se despedir.

Eu respondo sinceramente:

—Não entreguei a carta porque o Liam magoou a Ava. Devemos permitir que magoe de novo?

Ele diz:

—Você está fingindo ser amiga da Ava, só para curtir com a minha cara?

Eu digo:

—Eu sei que eu fui muito chata com a Ava no início, mas eu só estava me divertindo.

Ele pergunta:

—Esse é o seu jeito de pedir desculpas?

Eu respondo:

—As ações valem muito mais do que palavras. E eu já provei.

Eu continuo:

—E o sobre ela e o Liam: Confie em mim fofo, as coisas estão melhores assim.

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N Maya

Eu acordei ofegante de um pesadelo horrível, nele a Bruxa do Casaco Vermelho estava indo atrás do Liam, para machuca-lo. A Ava já havia me alertado sobre isso, são visões e que realmente acontecem.

E não, eu não posso deixar aquela malvada machucar o meu pai. Tenho que fazer alguma coisa.

Me levanto no meio da noite, me visto e vou até o quarto da Ava vejo que está dormindo, depois até o quarto da Tia Lu e também está dormindo. Ótimo!

Acordo o R2 que estava hibernando e ele liga a nave para que possamos sair.

—----------------------------------ALGUMAS HORAS MAIS TARDE------------------------------

N Liam

Eu devo ter tomado Koffein demais, outra vez porque neste momento eu estou em pé com um sabre de luz azul aceso na mão no meio da floresta e não me lembro de nada, nem de como cheguei aqui.

Mas essa situação novamente me traz uma certa familiaridade porque me desperta memorias esquecidas ou travadas na minha mente:

—-----------------------------------FLASH BACK ON-------------------------------------------------

—Ei! Essa conversa não acabou.

Era eu gritando para a Alura parar no jardim, eu tinha conseguido me lembrar o que havia acontecido depois daquela briga.

Alura se virou rapidamente e disse:

—Acabou sim Liam, assim como a nossa amizade.

Ela se virou e estava indo embora. E eu estava com tanta raiva que disse gritando:

—Não vire as costas para mim!

Ela fingiu não escutar, e a minha raiva crescia a todo minuto. Então sem pensar nas consequências, eu liguei o sabre de luz dizendo:

—Que Droga, Alura. Eu disse para parar!

Alura se vira e grita:

—Você está fora de si Liam.

Eu pergunto apontando o sabre para ela com raiva:

—Estou? Tem certeza?

Alura diz provocando:

—Por que não solta isso daí, antes que se machuque?

Era essa a gota d’água. Eu não queria machuca-la, só assusta-la, mas a situação saiu do controle.

Naquela noite tantas pessoas estavam com raiva da Alura, e eu era uma delas e quando liguei o sabre e tudo aconteceu tão rápido.

Eu estava com tanta raiva, só conseguia ouvir a Alura me diminuindo, todas as coisas horríveis que eu já vi, tudo de uma vez só

—-----------------------------------FLASH BACK OFF------------------------------------------------

Bem ligando as duas memorias que eu consegui me lembrar da noite que a Alura morreu.

A Alura e eu tivemos uma discussão intensa e ela saiu furiosa dizendo que a nossa amizade já era, eu fui atrás dela e a ameacei com um sabre de luz para que ela parrasse. Então quando ela não parou, eu corri na direção dela com o sabre de luz ligado.

O resto do que aconteceu apenas a Alura sabe.

—Liam

Eu reconheço essa voz.

—Anakin. O que está fazendo aqui?

Anakin Skywalker me contou tudo o que havia acontecido: A Lucrécia nunca havia entregado a minha carta de despedida para a Ava e tinha rasgado.

Ah mais aquela Alura 2.0 vai ver do que eu sou capaz.

Então o Anakin me deu carona na nave até Coruscant e eu fiquei muito nervoso. Afinal a Ava devia estar achando que eu fui embora sem me despedir e eu agora vou aparecer lá com a cara mais limpa para contar tudo o que aconteceu.

O que ela vai pensar. Será que ele enlouqueceu de vez. Bem a Sanidade é um termo bastante relativo.

Quando estávamos quase pousando, já estava amanhecendo e eu pergunto:

— por que você está fazendo isso?

Anakin responde:

—A minha irmã merece ser feliz.

A Nave pousou e eu comecei a sair da nave até que ele me parou dizendo:

—Seja lá o que você fez para a Ava. Não repete ok.

—-------------------------------------ENQUANTO ISSO----------------------------------------------

N Narrador.

A Misteriosa Garota que usava o Casaco Vermelho pegou um diário da Alura e começou a lê-lo em frente a lareira enquanto tomava um copo de cerveja Jawa.

A Snoke pode ser poderosa, mas aquela deusa intrometida não sabe com quem está mexendo.

Todos têm um segredo, uma fraqueza: E o meu dom é descobrir, afinal todos sabem que nunca se deve dar as costas para um Darkbloom, as consequências podem ser fatais.

E para aquela vadia básica com certeza não será diferente

Ela vai descobrir quem é Alura Coleen Darkbloom e que nunca se deve mexer com a minha família.

Eu já falei que eu sou poderosa, sou o terror das invejosas e pesadelo de todos que tentaram ser melhor do que eu, incluindo o meu próprio irmão.

Notas finais
Obs: A Cerveja Jawa foi uma homenagem ao meu leitor fiel Zephirate (André) Prévia do Próximo Capítulo ( 92: Tensão Superficial ) Ava: Como fez isso comigo? Lucrécia: O que lindinha? Ava: Eu sei daquela carta. Lucrécia: Que carta? Ava: A que o Liam deixou para mim. Ava: A que você nuncou me entregou lindinha. Achei que você era minha amiga. Lucrécia: Eu sou sua amiga.Foi por isso que eu fiz isso tá? Lucrécia: Nunca te magoaram daquela maneira. E eu não queria que ele fizessse de novo. Ava: Você não tinha o direito de tomar esta decisão por mim. Lucrécia: Me perdoa, eu errei feio tá legal? Ava: È mais uma daquelas vezes que você mente dizendo que está arrependida? Lucrécia: Não eu juro. Achei que estava fazendo o certo, que estava te protegendo. Ava: Tem razão numa coisa: O Liam me magoou mesmo, mas isso dói mais. Lucrécia: Me perdoa Ava, se eu pudesse voltava no tempo. Ava: Até dá, mas não faria diferença