Across the Stars
91 Desenterrando os Esconderijos de Alura
Notas iniciais
N Liam
—Sinto Muito pelo atraso, é que como a Ava não voltou a trabalhar, eu estou com droid como assistente e pedi para ele marcar as suas mensagens como: Me Ignore, aí quando eu vi nem me incomodei de ler porque não sabia quem era. Agora eu me lembrei: È verdade, é você.
Eu digo:
—Já parou com as piadas Lucrécia?
Lucrécia pergunta:
—O que deu em você? Geralmente revida minhas provocações.
Eu digo sem enrolação:
—Eu vou deixar você me acompanhar numa...
Ela me interrompe:
—Você precisa da minha influência para entrar em algum lugar e não quer admitir não é? Bem a resposta é sim.
Eu digo:
—Ótimo, é o antigo Palácio de Moraband, você não tem ideia de quanto segredos aquele lugar guarda.
Lucrécia diz:
—Vixi, vai ser meio difícil. Aquele lugar está na posse do meu tio Jamei Darkbloom.
Eu estranhei bastante o nome do tio da Lucrécia ser Jamei, porque é o mesmo nome do meu pai, mas é com certeza uma coincidência
Eu digo sem entender:
—Não vi problema.
Ela diz:
—Ele é recluso e meio maluco. Não o vejo desde que eu tinha 7 anos.
Eu digo sorrindo:
—Então parece que vamos ter que invadir. Ainda tem habilidades com fechaduras antigas a chave?
Ela diz sorrindo também:
—Depende, você ainda consegue invadir e desligar sistemas de segurança em minutos?
—---------------------------------HORAS DEPOIS EM MORABAND------------------------------
N Liam
—Você está demorando demais.
Revirei os olhos ao ouvir a Lucrécia reclamando e apenas disse:
—Me dá só mais um minuto.
Escutei o barulho do sistema de segurança desligando (Adoro esse barulho) e depois disse:
—Pronto, apressadinha. Agora é sua vez.
A Lucrécia começou a abrir a fechadura, e decidi (mesmo não sendo a melhor hora, mas nunca é) tomar coragem para perguntar:
—Como a Ava, reagiu sobre a carta?
A Lucrécia responde:
—Sinto Muito, ela rasgou antes mesmo de ler.
Bem eu com certeza mereço isso.
Eu sou tão estúpido. Como se a volta da Maya fosse mudar tudo o que eu fiz.
A Lucrécia diz:
—È até irônico.
Eu pergunto:
—O que é irônico?
Ela responde:
—Foi o meu tio que me ensinou a arrombar fechaduras a chave. E agora eu estou usando isso para invadir a propriedade dele.
Eu digo:
—Está aí a Lição: Não ensine crianças a cometer crimes.
Lucrécia diz:
—Justo você falando isso .... Voalá, porta aberta.
Nós dois entramos e Esse Lugar... Me traz mais lembranças do que eu esperava: Não apenas as ruins da Alura, mas também as boas da Courtney, minha irmã mais nova.
—---------------------------------------FLASH BACK ON---------------------------------------------
—O que está fazendo aí?
Era a Courtney, quando tinha 5 anos e na época eu tinha 17 anos, e me assustei pois não havia detectado da presença dela e depois minto:
—Arrumando as coisas do nosso pai.
Courtney levanta uma sobrancelha, uma mania irritante que a Alura também fazia quando detectava uma mentira. Só que felizmente a minha segunda irmã era o oposto da Alura.
—Sério? Essa é a sua mentira? Tem certeza que não estava procurando nada sobre mim?
Eu respondi sussurrando:
—Definitivamente não.
Ela perguntou sussurrando:
—Então por que estamos sussurrando?
Eu suspiro, assim era difícil revistar as coisas do meu pai.
Courtney perguntou animada:
—Quer que eu fique de vigia, enquanto você revista tudo? Certo, mas vamos precisar de um sinal para se o papai chegar, que tal...
A Courtney fez um som estranho era uma mistura de Wokkie com Wampa, sei lá o que era aquilo, mas faltou me ensurdecer. Essa pirralha quer acabar coma minha audição?
Eu perguntei:
—Courty, o que você quer para me deixar em paz? Mais presentes? Um Ewock assim vocês podem se comunicar?
Ela respondeu animada:
—Não, eu não... Espera. Um Ewock de verdade?
Eu peguei um Ewock e dei na mão dela que diz o abraçando:
—Ohhhhhhhhh! ele é tão fofin...Não!
Courtney continua dessa vez séria:
—Não, eu não quero mais presentes.
Ela se aproximou e entregou o bichinho de volta para mim dizendo:
—Eu quero um irmão!
Eu disse:
—Bom, você está aqui a só alguns dias... E eu estou sentindo que a princesinha do papai não está exatamente do lado do Liam.
Courtney perguntou inocentemente:
—Por que precisamos de lados? Nós somos uma família.
Eu disse sarcasticamente:
—Hahhh...Os Darkbloons? Uma grande família feliz, só nós três.
Ela esclareceu:
—Na verdade, nós quatro.
Eu disse sem entender:
—Courty, eu pensei que você já havia entendido: A Alura morreu.
Ela responde:
—Não, estou falando da Alura, ou do Ewock. Se isso não é o bastante para provar que eu estou do seu lado, eu não sei o que é.
A Courtney respirou fundo antes de revelar:
—Liam, a mamãe está viva.
—------------------------------FLASH BACK OFF FLASH BACK ON---------------------------
—Você tem que me ensinar a fazer isso.
A Courtney havia dito animada ao meu ver levitar um vaso (que ela ia quebrar) usando a Força.
Eu perguntei sem enrolação:
—Você está me evitando. O que o papai te disse? Foi sobre a mamãe?
Ela me ignora e disse muito animada (Só faltava pular de alegria):
—Eu vou poder quebrar o que eu quiser.
Ela pegou outro e disse:
—Vai! Faz de novo!
Antes que a Courtney pudesse quebrar, eu usei a força para levita-lo e ela ficava pulando no ar tentando toca-lo. O que foi muito divertido e engraçado de ser ver.
Até que o comunicador tocou, e vi que era a Ava precisando. Então disse:
—Preciso me encontrar com a Ava, mas vamos conversar mais tarde ok? E tente não causar nenhum problema nesse meio tempo.
Ela disse:
—Eu? È Claro que não. Eu não sou a Alura.
Logo depois a Courtney estendeu os braços e eu perguntei sem entender:
—O que você está fazendo?
Ela responde sem graça:
—Esperando um abraço. Gosto de abraços!
Antes mesmo que eu pudesse protestar a Courty veio como um raio para cima de mim e eu disse:
—Espera!
Não a impediu de me abraçar, o que era estranho porque Alura e eu nunca nos abraçávamos. Mas até que foi bom porque as únicas pessoas que eu tinha abraçado na vida era: A Ava e a Vadia da Mia.
Eu finalmente coloquei vaso no chão e a Courtney se soltou do abraço dizendo e sorrindo:
—Te vejo mais tarde. Podemos nos abraçar depois.
Eu não consegui evitar de rir, pois Alura e Courtney Darkbloom eram irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. Porque a Courty era toda amorosa e fofa, algo que a Alura nunca conseguiu ser nem quando era criança.
—--------------------------------------FLASH BACK OFF---------------------------------------------
—Eu nunca pensei que veria você sorrir. Alguma lembrança boa?
A Voz da Lucrécia me tirou do meu devaneio, então disse:
—Não mais.
Ela diz:
—Sinto Muito interromper, mas temos que ser rápidos. Porque legalmente isso é invasão.
Bem para achar o que eu preciso. Tenho que pensar como a Alura. Então eu digo:
—Vamos começar por um quarto especifico.
Nós dois entramos no antigo quarto da CourtneyAlura, e eu vi que a pintura assustadora da minha irmã gêmea ainda estava lá. O que me fez lembrar de uma frase que ela vivia me dizendo:
“Isso foi um engano seu, se quer saber a verdade terá que entender que eu escondo coisas na sua cara só você que não percebe... Porque Quando escondo algo, permanece escondido...até eu querer que seja encontrado”
È isso.
Eu repito:
—Quando escondo algo, permanece escondido...até eu querer que seja encontrado. Está tão obvio: È a Porcaria da Pintura.
A Lucrécia apenas pergunta:
—Aquela ali?
Eu não respondo apenas uso a força para trazer o retrato até mim, lá tinha uma caixa trancada...Foi aí que eu me lembrei da chave que a Alura tinha me dado, a usei na fechadura e felizmente deu certo
Eu abro e encontro vários cadernos lá dentro, que de certa forma me fazem lembrar um momento do passado.
—-------------------------------------FLASH BACK ON-----------------------------------------------
Alura pergunta:
-O que você acha que a idiota da Elera estava fazendo lá dentro?
Eu digo:
— Por que você se dá ao trabalho de vir aqui?
Alura responde:
—Eu pago as minhas apostas
Eu pergunto:
—O que é isso? Você ficou escrevendo nisso a tarde toda.
Alura responde:
—È o meu diário.
Eu digo: desde quando você tem um diário?
Alura responde:
: Desde Sempre.
Eu peço:
-Deixe-me ver.
Alura diz:
— Está bem... Não vai ter que esperar até depois.
Eu pergunto:
— Depois do que?
Alura responde:
—Depois que eu morrer.
Eu digo:
— Deixa de ser macabra.
Alura diz:
—Eu não estou sendo macabra. Estou sendo misteriosa
Eu digo:
-Deixa para lá. Eu não quero ler esse diário bobo mesmo.
Alura diz:
—Você quer sim. Estou escrevendo eles para você.
Eu pergunto:
— Eles?
Alura responde:
— Eles são mais do que escandalosos. E vai precisar deles.se for continuar depois que eu partir.
Eu pergunto:
—Continuar com o quê?
Alura diz ignorando a minha pergunta:
— Sente esse cheiro? Os droids fizeram nossa refeição preferida. Vamos!
—----------------------------------------FLASH BACK OFF-------------------------------------------
—Quem é a Vadia Básica Perdedora
Eu saio do meu devaneio com a voz da Lucrécia e então respondo>
—È a Snoke, era assim que Alura a chamava.
Lucrécia pergunta:
—Aquelas duas tinham problemas?
Eu apenas respondo:
—Você não faz ideia.
Lucrécia estava folheando as páginas do último diário que a Alura escreveu, ela de repente diz:
—Você tem que dar uma olhada nisso.
Ela me dá o diário e eu começo a ler, tendo ao mesmo tempo uma visão do passado:
—---------------------------------VISÂO ON--------------------------------------------------------
A visão acontecia num lugar escuro, fora do espaço tempo: Era a prisão em que Lumina prendeu a Snoke e para minha surpresa a minha irmã gêmea de alguma forma tinha conseguido entrar.
A Snoke pergunta:
—Onde conseguiu isso
Alura responde:
—Você ainda pergunta? Achar fraquezas é um dos meus dons mais fortes.
Alura continua:
—E além disso tenho contatos fortes. Ah...as pessoas que conhecemos, sempre nos surpreendem.
Alura diz se aproximando:
—Você nunca foi a vítima como convenceu a sua sobrinha e A Elera não era tão fraca como eu pensava.
Snoke diz:
—Eu não me orgulho de nada disso.
Alura retruca:
—Eu não dou a mínima.
Alura continua:
—Eu vou esconder isso, muito bem. E se você me dá as informações que eu preciso sobre a minha mãe, nunca cairá em mãos piores do que as minhas.
Snoke sem opção concorda:
—Tá bom.
Alura diz sorrindo:
—Sabia que ia me entender.
Alura começa a sair mas antes diz:
—E Snoke, se algum dia por algum milagre você sair dessa prisão na qual Lumina a colocou, não volte a atormentar o Eu digo ou a mim.
Alura ameaça:
—Se fizer, eu enterro você!
—------------------------------------VISÂO OFF ------------------------------------------------------
—Sua irmã parece muito legal.
Eu digo:
—Pode acreditar que não era...Mas vocês duas teriam se dado bem, afinal são muito parecidas. O que também é muito irônico.
Ela pergunta:
—Por quê?
Eu respondo:
—Alura cresceu com tudo e você com nada. Mas mesmo assim tão iguais, acho que em parte deve ser minha culpa.
Lucrécia diz:
—De qualquer forma a Alura tinha uma vantagem contra a Snoke só que não está escrito aqui o que é. Na verdade tem uma folha arrancada.
Eu peguei o diário e comecei a procurar a última anotação e achei, foi escrita na noite em que Alura morreu:
Assim que eu voltei, encontrei um Liam furioso, e assim tivemos a briga mais feia da história aonde ele chegou a dizer que eu já estava morta para ele, e foi com todas as letras.
Me machucou eu confesso, mas não deveria pois o meu irmão gêmeo é tão ingênuo, ele acha mesmo que seria alguma coisa sem mim: eu o fiz exatamente do jeito que ele é agora, ele só tem o que eu dei para ele.
Acho que seria bom um pouco de reconhecimento ou agradecimento e não as palavras: Você já está morta para mim.
—----------------------------------FLASH BACK ON--------------------------------------------------
Eu peço:
—Fale baixo.
Alura pergunta:
—Por que não tem ninguém em casa.
Eu digo:
—Não, mas nosso pai pode chegar.
Alura diz provocando:
—Ótimo! Eu quero que chegue.
Eu pergunto sem entender:
—Por que você está me fazendo fazer isso Por que se importa se ele sabe
Ela responde:
—Não estou fazendo nada. Vou dizer até amanhã cedo, e você não pode fazer nada a não ser que conte primeiro.
Eu digo desistindo;
—Está bem, eu direi a ele. Você venceu! Mas só por que eu estou cansado dos seus jogos.
Eu digo me virando Para sair:
—Todos neste planeta estão.
Alura me impede de sair, me segurando pelo braço e disse:
—Você está tentando virar o povo contra mim. Não vai funcionar.
Eu digo provocando:
—Acho que você não tem muita escolha.
Eu me viro para sair mas escuto a voz da Alura dizer:
—Eu te fiz, Eu digo. Sem mim você seria um santinho que faz tudo o que papai e mamãe mandassem.
Eu me viro e exclamo:
—Você está tão convencida! Acha que só porque me fez conhecer a Ava Pode me tratar como marionete?
Alura diz olhando para mim com um olhar de ódio que eu nunca tinha visto mas que não me amedrontava:
—Mas você é. Não vê isso? Você não existe sem mim.
Eu pergunto com uma súbita coragem:
—Sério Alura? Então me diga: O que é uma princesa sem o seu planeta para governar?
Eu continuo:
—Parece que a questão aqui não sou eu. Porque eu não me importo em viver sozinho, mas e você?
Alura ficou calada me olhando com os olhos amarelados de ódio. O que era sinal que contra isso ela não podia discutir.
Então eu disse com uma fúria repentina:
—E no que me diz respeito: Você já está morta para mim.
Alura se irritou e finalmente foi embora. Eu havia enfrentado a Fera pouco antes dela morrer.
Só que eu resolvi ir atrás dela e fui correndo atrás da Alura, no meio do jardim.
—-----------------------------------FLASH BACK OFF------------------------------------------------
N Liam
Dessa briga eu não me lembrava, acho que eu tinha tomado Koffein demais. E realmente foi muito feia, mas ela realmente estava merecendo umas boas patadas para parar de infernizar a minha vida.
—------------------------ENQUANTO ISSO DO LADO DE FORA---------------------------------
Uma garota vestindo um casaco vermelho se aproximava, ela se agachou, pegou seu aparelho e começou a abrir a antiga tubulação, em seguida puxou a grade e entrou a procura dos antigos diários muito informativos de Alura Coleen Darkbloom.

—------------------------------------VOLTANDO------------------------------------------------------
N Lucrécia
De repente eu fui tomada por uma sensação de medo como se o inimigo estivesse se aproximando. O Liam também sentiu e disse:
—Vamos temos que correr, pega o....
Não deu para ouvir porquê de repente todas as luzes deligaram e uma nova luz foi ligada na escuridão: A de um sabre de Luz cinza duplo que estava sendo empunhado por alguém usando um casaco vermelho.
O Liam não perdeu tempo e ligou o sabre de luz vermelho e assim começou o duelo na escuridão.
Já eu fiquei distraída ao ver uma silhueta masculina passou para longe: Só poderia ser o meu tio Jamei, ele pode se machucar nesta confusão toda.
Eu segui e fui parar num lugar cheio de lápides antigas: Me aproximei e a minha atenção foi chamada por quatro lápides em especial:
Rei Jamei Darkbloom
Rainha Liana S. Darkbloom
Princesa Alura Coleen Darkbloom
Princesa Courtney Sybelle Darkbloom
Essa era a família maluca do Liam eu tenho certeza, e quando eu me afastei mais um pouco, uma outra lápide me chamou a atenção mais fortemente ainda, me aproximei e li o que estava escrito:
Amaris Ikebel Darkbloom
Por alguma razão eu me sentia atraída, como se essa pessoa tivesse sido muito importante para mim: E ter o Sobrenome Ikebel não me ajudava, a entender o motivo de eu nunca ter ouvido esse nome.
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N Liam
Gente que adversária mais difícil de derrotar, e covarde porque é difícil atacar quando tem que estar se esquivando de duas laminas laser.
A Luta estava complicada, até que eu fiquei cansado de ficar apenas na defesa, e resolvi partir para o ataque, e num movimento rápido consegui desarma-la, ela não perdeu tempo em tentar fugir mas eu a encurralei e disse:
—Você agora tem duas escolhas: Ou tira a maldita máscara ou morre.
Teimosa não tirou, e eu quando aproximei o sabre para matá-la de repente toda a raiva despareceu e aquela sensação de familiaridade voltou com mais intensidade, me impedindo de continuar.
DROGA!
Um grito da Lucrécia me distraiu e me fez soltar o sabre e quando eu voltei o meu olhar a misteriosa garota que usava o casaco vermelho tinham desaparecido. E quando a luz voltou a ligar, eu percebi que o quadro e todos os diários também haviam desaparecido.
Bem, só mais um dia comum, como sempre.
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N Lucrécia
O Liam apareceu uns minutos depois e perguntou:
—Por que você gritou?
Eu respondo confusa:
—Do que você está falando? Eu não gritei.
Uma presença de repente foi se aproximando, o Liam já pegou logo o sabre de luz mas eu o impedi quando reconheci:
—Larga isso, é apenas o meu tio.
Meu tio Jamei foi logo perguntando:
—Posso saber quem são vocês?
Eu pergunto:
—Não se lembra de mim?
Ele não diz nada e eu continuo:
—Sou Lucrécia, sua sobrinha.
Ele pergunta:
—O que faz aqui?
Liam:
—Acho que devíamos ter começado pelo menos com um oi, não te vejo desde que tinha 5 anos.
Ele diz olhando para mim de uma forma estranha:
—Estou ocupado e vocês estão invadindo.
O Liam disse:
—Eu não tive a oportunidade me apresentar. Sou Liam Darkbloom.
Meu tio pergunta:
—Também é meu parente?
Liam responde:
—Na verdade ancestral, mas tecnicamente esse lugar também é meu. Embora invadir não tenha sido o ideal.
Meu tio diz:
—Liam. Você é não filho de Jamei e Liana, que foram os últimos reis de Moraband? Sempre estranhei você não ter uma lápide.
Liam diz:
—Alcançar a imortalidade é o forte da minha família. Só perdendo para mentiras e segredos.
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N Liam
Depois do contato com o tio grosso da Lucrécia, eu fiquei intrigado pelo jeito em que ele olhava para a “sobrinha” e tinha até uma teoria a partir disso,
Eu entro de fininho e o vejo olhando uma foto de um bebê sendo segurado no colo, a pessoa que segurava tinha um anel no dedo, um muito parecido com o que o “tio” da Lucrécia usava e na foto a forma como a pessoa segurava o bebê, já entregava tudo.
Eu pergunto:
—Essa é a Lucrécia?
Ele pergunta surpreso:
—De onde você surgiu?
Eu respondo:
—Eu nasci aqui e também morei um bom tempo. Mas você ainda não respondeu a minha pergunta.
Ele responde:
—Sim é a Lucrécia na foto.
Eu digo logo sem enrolação:
—Então de tio você não tem nada. Na verdade você é o pai dela
Jamei diz sem se dar ao trabalho de negar:
—Você já contou á ela sobre isso?
Eu respondo:
—Não, e não vou se você não quiser. Mas é claro que isso vai ter um preço.
Ele pergunta:
—O que você quer?
Eu respondo:
—Acesso Livre e Limitado a esse lugar, e na hora que eu quiser, apenas isso.
—-----------------------------------------2 HORAS DEPOIS-------------------------------------
N Lucrécia
Depois de tudo o que aconteceu e da conversa horrível com o meu tio Jamei, eu cheguei no meu apartamento e encontrei o Anakin dentro. Eu pergunto:
—Como conseguiu entrar?
Ele responde:
—R2.
Eu pergunto:
—Então Anakin Skywalker no que posso ajudá-lo?
Anakin ignora e diz:
—A Ava nunca realmente recebeu aquela carta não é? Ela acha que ele foi embora sem se despedir.
Eu respondo sinceramente:
—Não entreguei a carta porque o Liam magoou a Ava. Devemos permitir que magoe de novo?
Ele diz:
—Você está fingindo ser amiga da Ava, só para curtir com a minha cara?
Eu digo:
—Eu sei que eu fui muito chata com a Ava no início, mas eu só estava me divertindo.
Ele pergunta:
—Esse é o seu jeito de pedir desculpas?
Eu respondo:
—As ações valem muito mais do que palavras. E eu já provei.
Eu continuo:
—E o sobre ela e o Liam: Confie em mim fofo, as coisas estão melhores assim.
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N Maya
Eu acordei ofegante de um pesadelo horrível, nele a Bruxa do Casaco Vermelho estava indo atrás do Liam, para machuca-lo. A Ava já havia me alertado sobre isso, são visões e que realmente acontecem.
E não, eu não posso deixar aquela malvada machucar o meu pai. Tenho que fazer alguma coisa.
Me levanto no meio da noite, me visto e vou até o quarto da Ava vejo que está dormindo, depois até o quarto da Tia Lu e também está dormindo. Ótimo!
Acordo o R2 que estava hibernando e ele liga a nave para que possamos sair.
—----------------------------------ALGUMAS HORAS MAIS TARDE------------------------------
N Liam
Eu devo ter tomado Koffein demais, outra vez porque neste momento eu estou em pé com um sabre de luz azul aceso na mão no meio da floresta e não me lembro de nada, nem de como cheguei aqui.
Mas essa situação novamente me traz uma certa familiaridade porque me desperta memorias esquecidas ou travadas na minha mente:
—-----------------------------------FLASH BACK ON-------------------------------------------------
—Ei! Essa conversa não acabou.
Era eu gritando para a Alura parar no jardim, eu tinha conseguido me lembrar o que havia acontecido depois daquela briga.
Alura se virou rapidamente e disse:
—Acabou sim Liam, assim como a nossa amizade.
Ela se virou e estava indo embora. E eu estava com tanta raiva que disse gritando:
—Não vire as costas para mim!
Ela fingiu não escutar, e a minha raiva crescia a todo minuto. Então sem pensar nas consequências, eu liguei o sabre de luz dizendo:
—Que Droga, Alura. Eu disse para parar!
Alura se vira e grita:
—Você está fora de si Liam.
Eu pergunto apontando o sabre para ela com raiva:
—Estou? Tem certeza?
Alura diz provocando:
—Por que não solta isso daí, antes que se machuque?
Era essa a gota d’água. Eu não queria machuca-la, só assusta-la, mas a situação saiu do controle.
Naquela noite tantas pessoas estavam com raiva da Alura, e eu era uma delas e quando liguei o sabre e tudo aconteceu tão rápido.
Eu estava com tanta raiva, só conseguia ouvir a Alura me diminuindo, todas as coisas horríveis que eu já vi, tudo de uma vez só
—-----------------------------------FLASH BACK OFF------------------------------------------------
Bem ligando as duas memorias que eu consegui me lembrar da noite que a Alura morreu.
A Alura e eu tivemos uma discussão intensa e ela saiu furiosa dizendo que a nossa amizade já era, eu fui atrás dela e a ameacei com um sabre de luz para que ela parrasse. Então quando ela não parou, eu corri na direção dela com o sabre de luz ligado.
O resto do que aconteceu apenas a Alura sabe.
—Liam
Eu reconheço essa voz.
—Anakin. O que está fazendo aqui?
Anakin Skywalker me contou tudo o que havia acontecido: A Lucrécia nunca havia entregado a minha carta de despedida para a Ava e tinha rasgado.
Ah mais aquela Alura 2.0 vai ver do que eu sou capaz.
Então o Anakin me deu carona na nave até Coruscant e eu fiquei muito nervoso. Afinal a Ava devia estar achando que eu fui embora sem me despedir e eu agora vou aparecer lá com a cara mais limpa para contar tudo o que aconteceu.
O que ela vai pensar. Será que ele enlouqueceu de vez. Bem a Sanidade é um termo bastante relativo.
Quando estávamos quase pousando, já estava amanhecendo e eu pergunto:
— por que você está fazendo isso?
Anakin responde:
—A minha irmã merece ser feliz.
A Nave pousou e eu comecei a sair da nave até que ele me parou dizendo:
—Seja lá o que você fez para a Ava. Não repete ok.
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N Narrador.
A Misteriosa Garota que usava o Casaco Vermelho pegou um diário da Alura e começou a lê-lo em frente a lareira enquanto tomava um copo de cerveja Jawa.
A Snoke pode ser poderosa, mas aquela deusa intrometida não sabe com quem está mexendo.
Todos têm um segredo, uma fraqueza: E o meu dom é descobrir, afinal todos sabem que nunca se deve dar as costas para um Darkbloom, as consequências podem ser fatais.
E para aquela vadia básica com certeza não será diferente
Ela vai descobrir quem é Alura Coleen Darkbloom e que nunca se deve mexer com a minha família.
Eu já falei que eu sou poderosa, sou o terror das invejosas e pesadelo de todos que tentaram ser melhor do que eu, incluindo o meu próprio irmão.
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