Across the Stars
85 Conhecendo Snoke e as Exigências
Notas iniciais

—------------------------ALGUNS ANOS ATRÀS DURANTE ÀORDEM 66-----------------------------------------
A Snoke havia acabado de ser libertada da prisão em que Lumina a prendeu e estava renascendo em sua forma humana, já que o seu antigo corpo humano foi destruído pela mesma deusa que a prendeu por Eras.
Não estava tão poderosa quanto era, isso demoraria no mínimo décadas, mas ela estava à procura da sua irmã e iria falar com ela, nem se fosse para se vingar ou para perdoa-la, ainda não havia se decidido.
E ela estava fazendo tudo isso sem a permissão de seu Palpatine, que tentava e se aproveitar de seu poder durante a vulnerabilidade em que ela estava.
Não foi muito difícil descobrir um grupo de Jedis sobreviventes ao Fim da República, só precisava ir até eles e pedir para que a ajudassem a falar com a Lumina, ou A Força como os Jedis a chamavam. Mas ela não era a Força em si apenas uma parte dela, assim como a Snoke e o outro irmão.
O Líder do grupo parece perceber a presença dela e pergunta:
—O que você deseja criança
Snoke responde:
—Estou procurando pelo Lado Luminoso da Força.
Ele diz:
—Bem todos procuramos, e ela está ao redor de tudo.
Snoke diz impaciente:
—Não eu quero um encontro com ela, pessoalmente e agora mesmo.
O Líder diz:
—O único jeito de alcança-la é através da meditação, e eu posso lhe oferecer treinamento Jedi se quiser, está na idade certa e sinto seu potencial.
“Jedis não mudam nunca” Ela pensa e a última coisa que precisava era do mesmo treinamento torturante que ela viu sua sobrinha Ava passar quando criança. Impressionante como Lumina não tinha piedade nem da própria filha, sempre jogando mais e mais responsabilidade em cima dos ombros da Ava, sendo que ela nunca quis ser Jedi, mas foi criada para isso.
Snoke diz vendo outros Jedis sobreviventes meditando:
—Que nem eles estão fazendo
Ele diz a encorajando:
—Vamos tente, verá o quanto é esclarecedor.
Snoke se lembrava bem de como a Ava fazia, e nem acreditava que iria tentar fazer o mesmo.
Fechou os olhos e tentou buscar a presença da Lumina através da Força viva que unia as duas eternamente.
Nada.
Era como se ela tivesse deixado de existir, ou a estava ignorando.
Com certeza a segunda opção, ela disse decepcionada:
—Não deu certo. Você já a viu
O Líder responde:
—Não, mas temos certeza que ela irá nos proteger enquanto o Império existir.
Palpatine não iria gostar nem um pouco dessas palavras. E Snoke perguntou incrédula:
—E isso fez sentido para bilhões de Jedis durante Eras?
Ele responde:
—Sim, essa é a origem da Religião Jedi.
Snoke diz quase histérica:
—Manipulação, todos acreditam no que ela quer que acreditem e não sabem como ela é de verdade.
Ele diz:
—Claro que sabemos. O Lado Luminoso é a Força que vence o Lado Sombrio.
Foi aí que Snoke se irritou e resolveu dar uma demonstração de quem é mais poderosa.
Ela roubou a energia vital de cada Jedi naquele lugar para se fortalecer mas nada do que ela descobriu sobre a ordem Jedi a surpreendeu muito pelo contrário era bem a cara dela. Usar a Ava, sua própria filha para levantar uma Ordem inteira para adora-la enquanto a sua irmã Snoke implora pela morte em uma prisão em Moraband.
Logo depois de Snoke matar todos, ela fechou os olhos e tentou enviar uma mensagem para Lumina através da Força:
“E aí maninha. Não vai fazer nada sobre isso?”
Como sempre nunca houve uma resposta e foi aí que Snoke percebeu que sua irmã não simplesmente não se importava, e estava pouco interessada no número de Jedis que ela matava para ficar mais forte.
—-------------------------------------------ATUALMENTE-----------------------------------------------------------
N Snoke
Olhava para mim mesma no espelho com um sorriso. Depois de décadas eu consegui recuperar a minha forma original: Uma mulher jovem humana, de cabelos castanhos cacheados curtos, olhos de cor castanho claro.
E graças a Noite Donkere, eu cheguei a potência máxima de poder. Krachting já fez um plano para mim, fazer Lumina aparecer, eu só não gosto de ter que envolver Ava nisso.
Assim como Krachting, eu amo a minha sobrinha um pouco demais, a única diferença é que eu não deixo isso me atrapalhar.
Isso me lembra da Alura, a irmã dele, nunca odiei um ser humano quanto a odiei, e eu faria Krachting a matar de novo se pudesse. Ela era uma peste para os meus planos.
Mas não a ninguém que eu odeie mais do que a Lumina. Ela era minha irmã, eu a amava e o que ela fez?
Me prendeu em Moraband, aonde passei milhões de anos jogada naquela prisão sozinha, com medo desejando e implorando a morte, por causa dela.
O porquê?
De acordo com ela, eu estava desviando a Ava do seu caminho, tentando convencê-la a desistir de criar a Ordem Jedi.
Tudo Manipulação.
Eu sempre gostei da Ava, ela era uma das poucas que me entendia e eu me preocupava com ela com o fato de Ava Skywalker ter perdido toda a sua infância para criar uma Ordem de seguidores da mãe que nem se deu ao trabalho de ajuda-la quando ela teve a Maya.
Lumina virou as costas para a mim sua irmã, para a primeira filha Ava e para o segundo filho Anakin.
Ela nos fez sofrer, nós três. Eu com a minha solidão numa prisão, A Ava com a perda do amor e da filha, Anakin com a perda da mãe e o medo de perder a esposa.
Mesmo tendo que machucar a Ava para isso, é necessário. Lumina tem que pagar por todo o dano que causou.
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N Ava
Ainda sem nenhuma pista sobre aonde está a minha Tia maluca, só que eu ainda não contei para ninguém que a Snoke é minha tia, porque é uma questão de autopreservação.
Eu me lembro que durante a minha infância a Snoke não era dessa jeito psicopata. Ela era muito legal e eu era até mais ligada a ela do que a minha própria mãe Lumina. Às vezes quando a pressão da responsabilidade era demais era a Snoke que me fazia me sentir melhor sempre me dizendo o que eu queria ouvir.
Como ela foi mudar tanto assim?
Uma voz me tira dos meus devaneios:
—Ava, chegou algo.
Era a Lucrécia, e eu pergunto:
—Oque?
Ela responde:
—É uma caixa de madeira em que está escrito:
Para: Ava, Mara, Lucrécia e Léia, abram ou ele morre.
Eu me levantei imediatamente para olhar e vi eu era a letra do Liam.
Chamei a Mara e a Léia usando a Força, nós todas iriamos abrir a caixa juntas.
Elas chegaram rápido e Mara perguntou para a Lucrécia:
—Como conseguiu isso?
Lucrécia responde:
—Fui levar um convidado até porta e quando voltei encontrei isso. Eu nem toquei nisso.
Léia estava nervosa por isso não falou uma palavra, só começou a abrir a caixa e nós a ajudamos.
E quando abrimos vimos um bilhete dizendo:
Vocês tem até o nascer do sol em Takodana para salva-lo. Eis as minhas exigências:
Era a letra do Liam eu tinha certeza porque a Snoke é poderosa mas não sabe escrever tão bem como o Príncipe de Moraband.
E quando olhamos mais a fundo encontramos algo que eu odeio desde criança:
Nenhuma delas entendeu nada e Léia perguntou:
—O que diabos são essas coisas?
Mara diz:
—Parecem miniaturas robóticas de vocês feitas com um material estranho.
Eu explico:
—São três bonecas robóticas, vocês não conhecem porque são da minha época. Eu sempre tive medo delas, achava de que a criatura que as inventou, tinha algum tipo de acordo com o Lado Sombrio.
Lucrécia diz:
—Está aí nossa confirmação. Mas sério elas são mesmo sinistras.
Cada uma de nós pegou usa boneca assustadora para apertar um botão nas costas aonde estava a exigência da Snoke.
Eu apertei a boneca loira de olhos castanhos e ela disse com uma voz fina assustadora:
—Faça a Livanna que te dá nos nervos sumir.
Depois desse texto, ela começou a rir histericamente fino. Eu realmente odeio bonecas robóticas.
Mara pergunta confusa:
—Quem é Livanna? E por que ela te dá nos nervos?
Lucrécia responde:
—È a assistente de Henry Kaltiere e eu já tinha percebido isso. Ela sempre fica se metendo no cargo da Ava, a atrapalhando.
Léia diz:
—Até agora está razoável, deixa eu ver a minha.
Léia apertou o botão da boneca robótica com cabelos castanhos e olhos castanhos e ela disse numa voz assustadoramente fina:
—Destrua o memorial brega da sua mãe.
Essa não ficou rindo histericamente como a minha ainda bem. E Mara pergunta:
—Que memorial é esse?
Léia não quis responder, ela estava olhando fixamente para a boneca como se quisesse destruí-la com o olhar, então Lucrécia respondeu:
—A Léia estava mandando construir um memorial para Padmé Amidala em Naboo, eu a estava ajudando a preservar a memória da mãe.
Léia disse:
—Mas vale a pena, pelo meu irmão, não posso perde-lo como perdi minha mãe.
Mara diz para a Lucrécia:
—Sua vez Lucrécia.
Lucrécia pega a boneca robótica com cabelo preto e olhos castanhos e diz com sarcasmo:
—Que sorte, vamos ver o que a minha mini eu do mal, quer.
Ela aperta o botão e a boneca diz numa voz fina e assustadora:
—Garanta a segurança do Henry e da Nimue.
Lucrécia pareceu ter ficado em estado de choque, e eu já estava ficando preocupada até que ela diz com a voz falhando:
—Ai minha Força. Hoje cedo, Henry quase foi morto por um incêndio em uma parte do Senado, achei que tinha sido acidente, mas não foi. Foi a Snoke.
Lucrécia teve que se sentar porque as pernas estavam bombas e a Mara disse percebendo uma falta:
—Não ganhei nenhuma.
Eu digo:
—Sorte sua. Acho que Snoke não te considera um desafio difícil o suficiente para ela.
Lucrécia jogou a boneca em algum canto longe e disse:
—Se Snoke quiser me manter quieta, já arrumou um jeito.
Léia diz:
—Então se fizemos essas coisas, Snoke liberta o meu irmão. Você diz Ava temos que acreditar.
Eu respondo sinceramente:
—Luke não tem nenhuma utilidade para a Snoke, apenas chantagem e isso ela já está fazendo agora.
Mara diz:
—Percebo que isso é um jogo, mas eu não entendi nada.
Todos nós percebemos que a Lucrécia ainda está em estado de choque, nem mesmo piscando os olhos, então perguntou preocupada:
—Lucrécia?
Lucrécia responde:
—Não gente isso é brilhante. Snoke e Krachting estão nos fazendo ver igual a eles, estão brincando com a gente como se nós fossemos...
Todas completamos ao mesmo tempo:
—Bonecas.
Léia diz:
—Manipuladas ou não, temos que fazer isso, exceto por você Lucrécia, não precisa fazer isso. Não tem nenhuma ligação com o Luke, mas eu te peço que não deixe o meu irmão morrer por favor.
Ela não diz nada e Mara pergunta:
—Quer que a gente implore?
Lucrécia responde:
—Não apesar de que seria divertido, temos apenas algumas horas para obedecer nossas miniaturas assustadores ou se não ele morre.
Eu pergunto:
—Mas o que isso quer dizer, Faça a Livanna sumir?
Mara responde:
—Que é para você tira-la do seu caminho.
Eu pergunto:
—Mas como?
Lucrécia sugere:
—Você pode colocar fogo no apartamento dela, duvido que ela não saia de Coruscant depois disso.
Eu digo:
—Você está louca. Eu queria me livrar dela, mas sei que nunca vou me perdoar se fizer.
Eu vou até a caixa de novo e encontro mais um bilhete, dessa vez para mim dizendo:
Querida Sobrinha.
Sei que não sabe nada sobre chantagem.
Então dentro desse envelope já tem o necessário para afastar a Livanna por muito tempo.
Não se preocupe não é nenhuma bomba, ou algo do tipo. Basta apenas entregar para ela.
Eu estou apenas te dando um empurrãozinho.
Pode me agradecer quando nos virmos pessoalmente.
Oque eu prometo eu será bem mais cedo do que você espera.
—Snoke
Bem seja o que for que tiver dentro, prefiro não olhar por que eu tenho certeza que o sentimento de culpa será menor.
Eu volto para perto das meninas e escuto Lucrécia dizer:
—Se Snoke é capaz de matar só há um jeito de manter Kaltiere e a filha em segurança: Que é mantendo ambos longes de mim.
Eu digo sensibilizada:
—Sinto Muito.
Vejo que Snoke pegou pesado com a Léia e com a Lucrécia: Sério mesmo fazer a Léia destruir o memorial da própria mãe e fazer a Lucrécia se afastar da filha e do amor.
Por algum motivo ela pegou leve comigo. Mas por que?
Seria por eu sou a sobrinha dela?
Não nem pensar, mas eu não consigo entender esse jogo que ela armou para apenas nós três.
E Por que a Lucrécia tá no meio disso tudo?
Ela nem é uma Skywalker, por que a A Snoke resolveu perseguir a Lucrécia?
Tem alguma coisa nessa história que eu não sei, mas tenho que deixar isso para pensar em outra hora.
Agora Léia, Lucrécia e eu temos coisas erradas para fazer para salvar alguém inocente.
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