Across Time

11 Capitulo 10.1 - sob sua pele


Notas iniciais
Olaaa pessoal, não foi sabado mas voltei rapidinho XD Ando meio carente por ficar sozinha de semana, então aproveitei o find pra atazanar meu Camusu sz Juro que tentei escrever ontem e domingo, mas fica difícil escrever um cap desses enquanto se esta com My little pony (o filme genteem *O*) na cabeça kkk e como amo musicas de desenho, evidentemente estava cantando elas até hj de manha kkkk Agora me diz, tenta escrever um cap desse com “ FESTIVAL DA AMIZADE DE EQUESTRIA” na cabeça kkkkk algo não ta certo. Bom Vamos ao cap *---*

Camus mal teve tempo de responder, logo a criança o atacou vorazmente, tamanha foi sua surpresa que o ataque quase lhe fora fatal, contudo, com sua experiência em combate, conseguiu se recompor a tempo de desviar do ataque.

Mas porque Milo o atacaria? E oque ele estaria fazendo ali, com um chute forte Milo o atingiu no flanco esquerdo, um raio trespassou seu corpo, sentiu como se algo ruim se apoderasse de si e um medo irracional o preenchesse.

—Sou Representante da estrela Alnitak a primeira estrela do cinturão – ele ditou furioso, seu corpo tremia, seus olhos vermelhos lançavam labaredas de ódio – Voce não devia estar aqui.

Milo partiu para cima de Camus investindo e mais um ataque furioso, mesmo com o Corpo menor, Milo permanecia com a mesma velocidade de força de adulto, como se sua fúria alimentasse a chama lhe dando força.

Camus tentava a todo custo desviar dos ataques e se defender, não entendia oque estava acontecendo, não queria machucar Milo, jamais machucaria Milo.

Ao desviar de um chute lateral Camus foi atingido pela primeira agulha, a dor lhe cegou momentaneamente.

~ fique quieto garoto ~ tinha tanto medo, seu corpo tremia, estava sozinho, estava escuro.

Mas oque foi isso? Camus ofegou, a agulha havia lhe passado sentimentos estranhos, ainda surpreso tentou lançar uma rajada fria para deter seu oponente, porem outra agulha o acertara

~ isso inseto, sofra ~ a dor lhe cortou o corpo, sentiu o aperto na garganta, o medo, o desespero.

Por Athena, as agulhas, estavam repletas de coisas horríveis, suas pernas bambearam, como cavaleiro jamais sentiu algo tão asqueroso, tão amedrontador, por conta se deu momento de distração, outra agulha o atingiu.

~ hummm isso mesmo ~ ele lhe segurara pela cintura, cada parte de seu corpo era rasgado enquanto ele gemia.

—NÃO ME TOQUE – Camus gritou, suava frio.

—NÂO ME TOQUE – Milo gritou para Camus.

Agora Camus entendia, aquele Milo era a personificação daquele momento, a fúria, o Medo, ele se defendia.

—Milo sou eu, Seu Camus – Camus tentou se aproximar do amado, porem outra agulha lhe atingiu no peito.

~ você o ama? Então deixe me mata lo ~ pobre Gatinho, o amava tanto, seu pelo era vermelho como os cabelos de seu amado, era sua culpa, ele morrera por causa dele, ele foi a maldição na vida do animal, a culpa, a tristeza, a dor, o desespero.

Lagrimas escorriam dos olhos de Camus, seu coração sangrava por seu amado, sangrava pela criança perdida a sua frente, pela falta de carinho, pela falta de amor, por tudo que lhe fora tirado.

— eu não vou te machucar meu amor- Camus abriu seus braços, Milo Correu em sua direção, mais 3 agulhas o atingiram, junto delas, mais dos sentimentos, dos momentos, dos pesos de seu amado, quando Milo passou por perto dele no ataque, Camus fechou seus braços ao redor de seu amado.

—Não vou te deixar- disse calmamente enquanto abraçava a criança

—ME SOLTA- Milo gritava e se debatia nos braços de seu oponente, o desespero corria por suas veias, tentando lhe soltar daquelas amarras- NÃO ME TOQUE – Milo gritava debilmente e se debatia com força- JAMAIS ME TOQUE.

— Jamais meu amor, jamais vou te deixar- Camus o segurou com força.

—Me solta- Milo começara a chorar, seu corpo se debatia, queria fugir, não queria ser tocado.

—estou com você meu anjo- Camus abaixou seu rosto o encostando-se na cabeça de Milo, ele era tão pequeno, uma criança que merecia ser cuidada, protegida, ensinada- eu amo você.

—Camus- Milo chorou se abraçado ao corpo do mais velho, chorava como a criança que era se agarrando a Camus como se sua vida dependesse daquilo, precisava daquele carinho, daquele cuidado, chorou baixinho abraçado ao amado.

—estou aqui pra você meu anjo, sempre vou estar- Camus beijou a testa do pequeno e lhe enxugou as lagrimas – Não sinta medo meu anjo.

—Eu amo você- o pequenino o respondeu o enlaçando pelo pescoço com seus pequenos braços magrinhos com todo amor que cabia dentro de si- ele sabe que esta aqui Camus, ele vira atrás de você.

— Quem Milo? Quem vira atrás de mim.

—Meu pai- ele sorriu tristemente, com uma solitária lagrima lhe escorrendo na bochecha.

Antes que Camus pudesse lhe perguntar mais algo, o corpo de Milo se desfez e uma estrela subiu aos céus, lhe deixando mais duvidas do que respostas, como o Pai de Milo poderia ser aquele por trás de toda essa historia?

O Conhecido calor se fez presente no colar o arrancando daquele tempo, enquanto seu corpo era sugado violentamente, só conseguiu pensar no calor de segurar seu amado, criança em seus braços, como alguém poderia fazer mal a um ser tão puro, ele era exatamente como se lembrava.

A criança mais bonita que já vira um anjo.

—vejo que Alnitak, não foi sulficente –um grito dolorido se fez presente- vejamos se seu herói pode te salvar, Ó GRANDE ESCORPIÃO.

—--------------

Restam 7 estrelas

Notas finais
Hi Migas *-* - foge das pedras Desculpe pelo cap curto, mas achei ele mt pesado pra continuar com a segunda parte ( que seria mudando pra outra época) e creio que de todos, esse é o cap que mais exige descanso dps da leitura. Oque claro que posso estar errada, mas foi algo meio difícil pra mim. Esse momento estava previsto antes msm de escrever a fic, foi com essa cena que sonhei a um ano atrás, então infelizmente ela tinha q ta ai Meninas *---* amo vcs de paixão, mil e seis beijos sz mil obrigadas por comentar, amo vcs sz Gentem o Tempo do Camus ta acabando ç.ç só pra constar, acho legal finais trágicos, mas não entrem em pânico sz hehe #Amá