Aceite Novamente O Meu Amor
4 Capítulo 4 - Alguma coisa a primeira vista
Notas iniciais
Curtam o capitulo!
POV Gina´s
Uma enorme poça de lama, resolvi não me ariscar e quando já ia andar para o outro lado, para assim atravessar a rua longe da poça, percebi um carro negro vindo na minha direção...rápido e próximo demais.
Você já deve ter ouvido a expressão: “Passou que nem uma bala” ou “Quase nem senti”.
Pois é, o destino é realmente irônico.
Tem uns filhos da mãe que morrem para ter aqueles “momentos tragicamente engraçados” ,é...tem gente que sim, mais o caso é:
PORA! eu nunca pedi para ter a merda de um “momento tragicamente engraçado”.
O carro passou por mim feito um furacão...um furação que deve ter derramado sobre mim um 2 litros de lama nojenta, sabe, eu não tenho a cara de agradecer a Merlin por aquela lama não ter acertado meu rosto por eu ter um bom reflexo e ter virado o rosto.
Fiquei daquele jeito tentando assimilar.
Não... simplesmente não dava para ser real, ninguém merecia uma sacanagem daquela.
Mais ai eu vi:
Era sim real... daquelas realidades que só acontecem com um felizado: Você.
Virei meu rosto furiosa em direção ao carro que ainda continuava o percurço.
-FILHO DA MÃE!.- gritei a todo pulmão.
E como se houvesse escutado, o motorista parou o carro com um freado surdo, um segundo depois dando ré...a ré que fez o favor de derramar mais lama nojenta nas minhas pernas, coloquei um sorriso furioso no rosto e respirei profundamente pedindo calma, ou se não seria presa por matar uma pessoa.
Continue a sorrir fula da vida.
-Como é que é?.- ouvi uma voz melodiosa que chamou atenção a minha frente, virei novamente o rosto e encarei olhos azuis sarcásticos.
Ficamos alguns minutos nos encarando, minutos esses que os olhos do estranho não ficaram mais sarcásticos, ficaram admirados.
Mais esse momento acabou quando eu senti uma gota de lama descendo pela minha perna.
-Nada, estava só imaginando oque sua mãe fez de tão mal para ter você.- falei acidamente, ao que os olhos do estranho voltaram a ficar sarcásticos.
-Bem...é um processo natural sabe?, ao que inclui 4 paredes, uma cama e muitos gemidos.- falou maldosamente me fazendo corar quando ele me olhei dos pés a cabeça.
-Grosso!.-gritei para ele que apenas rio abrindo a porta do carro e ficando a minha frente.
-Você me chama de filho da mãe para cidade inteira escutar e eu sou o tosco?.- falou se aproximando.
-Há! Você passa por uma poça de lama que por sinal foi despejada em mim e eu não tenho o direito de te chamar de um filho da mãe grosso?.- retruquei.
-Sabe eu não tenho culpa se hoje em dia chova em alguns lugares do mundo, oque ocasionalmente aconteceu aqui fazendo com que as ruas ficassem cheias de lama.- disse ele provocante.
-Você por acaso é sego?!se a ruía esta enlameada oque você tem que fazer é ver se tem alguma merda de pedestre na rua!.-falei ...alias, gritei.
-Desculpa, mais eu não tenho tempo de ver coisas insignificantes.- falou tocando meu queixo, eu ri venenosamente.
-Então você me molhou de proposito?.- perguntei arqueando a sobrancelha.
-Há, é mais fácil dizer que eu não te enxerguei mesmo.- falou.
Bufei enquanto grunhia, peguei minhas malas e comecei a atravessar a rua.
-Eu desisto de conversar com alguém tão...tão...ARGH!.-falei não olhando para traz.
-Lindo?, gostoso?, irresistível?.-provocou o desconhecido.
Já do outro lado da rua me virei para ele ainda do outro lado.
-INBECIL!.-
-CHATA!.-
-GROSO!.-
-MIMADA!.-
-INSENSIVEL!.-
- PREPOTENTE!-
-Há! Olha quem fala!.- falei me aproximando novamente, não me importando em ir para o meio da rua.
O desconhecido fez o mesmo.
-Tá me chamando de prepotente?.-perguntou ele sarcástico, cruzei os braços e me aproximei ainda mais.
-Estou, oque você vai fazer?.-indaguei provocadora.
-BEIJA LOGO ELA!.-gritou alguém no meio da rua.
Olhei para a pequena “plateia” no meio da rua e corei, mais minha atenção foi puxada para outr canto quando do nada senti minha perna ser puxava e antes que eu caísse uma mão quente apoiou minhas costas.
Ao virar meu rosto vi o rosto de estranho bem em frente ao meu e nossos lábios se tocaram pela proximidade.
-OQUE VOCÊ ESTA FAZENDO?!.-gritei escandalizada.
-Foi oque me pediram.- disse ele sorrindo sapeca.
-Ah é? E se alguém te pedisse para se jogar em frente a um carro a quilômetros por hora você faria?.-perguntei bufando.
-Esse alguém seria...?- perguntou sarcástico.
-EU!.-gritei tentando empurra-lo mais oque eu não esperava fosse que minha meia calça prendesse no sinto da calça dele.
-PUTA QUE PARIU!.-gritei tentando puxar só que meu corpo apenas se chocava com o do desconhecido...mais oque eu não esperava fosse ouvir um gemido, olhei para o homem de olhos azuis e vi que ele sorria safado foi então que eu percebi, enquanto eu tentava me libertar puxando-me para traz, O cara puxava minha coxa mais para perto.
Quem estivesse vendo aquela cena de longe acharia que eu e o cara a minha frente estávamos alternando a lei contra atentado ao o pudor.
N/A: e N/B: Nem o Damom nem a Gina viram a cara de uma senhora no meio da rua...mais como agente é legal, tá ai como mais o menos era:
O desconhecido rio e se virou para o publico.
-É pessoa NÃO DEU!.-falou abrindo os braços, as pessoas fizeram um “ahhhhhh”(Decepcionados)mais continuaram no mesmo lugar.-VAMO MINHA GENTE!ACABO O ESPETACULO!BORA BORA!VOLTANDO,DEEM O FORA!.-espantava ele, enquanto um coro de pessoas diziam:A rua é publica! E o-Novo codinome-Abusado retrucava: Seu cú é que é publico.
Segurei-me para não rir, eu devia estar muito aborrecida!.
-EI VELHINHA FECHA A BOCA E VAI CUIDAR DO SEU MARIDO!A ESQUEÇI, O MAXIMO QUE VOCÊ TEM SÃO GATOS COM ASSIROSE!.-Continuava o maluco espantando a velhinha (N/A:Ahra! Damom a viu!)para logo depois a velhinha estirar bem o dedo especial e fingir que enfiava naquele lugarzinho especial, o abusado fingiu-se de escandalizado e veio para o meu lado.
-Meu deus do céu, sera que não existem mais pessoas educadas na vizinhança?!.-brincou.
Eu ri de leve e me virei.
-Achei que você já soubesse, já que é a prova viva da boa e velha má educação!.-brinquei, o abusado revirou os olhos e bufou.
-É mais você ainda é aquela que me chamo de filho da mãe.- replicou ele.
-E você ainda é aquele que me molho toda.- falei.
O abusado sorrio sacana.
-Não fala assim que eu entendo errado.- disse.
Bufei e bati com a mão em seu ombro.
-Aproposito, Meu nome é Damom, Damom Salvatore.- falou estendendo a mão.
Ri e estendi a minha.
-E o meu é Cielo, Cielo Whenzyy.-falei.
Nós ficamos nos olhando ate que uma buzina me tirou dos meus desvaneios.
-Vem, vamos sair do meio da rua.- falou Damom enquanto caminhava para o lado da rua onde estavam minhas malas.
Notas finais
mereço Rewies?
O quão comica a cena foi?
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