Aceite Novamente O Meu Amor
20 Capítulo 20 - De Baixo Do Mesmo Teto
Notas iniciais
OMG OMG OMG OMG DESCULPEMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM PELA DEMORA, veyyyyyyyy eu fiquei chocada com minha própria demora, serio mesmo 2 MESES?! nosssssssssss desculpem ai MESMO gente, espero que vcs me perdoem MAISSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS para recompensar eu fiz um capitulo razoavelmente grande né? kkkkkkkkkkkk
Graziih Campos eu amei seu review viu? mais gente assim como eu adorei o de TODOS vcs tmb!
Paula Phelps
Mione_e_Gina
laura4752
ingrid
MaV1
NielliCris
lunae
dadaweasleypottermalfoy
LovatoPotter
Nymeria
Graziih Campos
OBRIGADA MESMOOOOOOOOOOOOOOO POR VCS TEREM PACIÊNCIA COMIGO VIU? e outra coisa... eu NÃO VOU, NUNCA JAMAIS EM HIPÓTESE ALGUMA ABANDONA A FIC OKAY? posso ate demorar um pouquinho pra postar mais sempre vai ter post novo *u* kkkkkkkkkk
aaaahhhh capitulo tmb dedicado a minha querida Lu! demorou mais chegou hein?! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk especialmente presente da sua formatura viu? bjinhos sua linda! e obrigada por todo o apoio de todos!
BOA LEITURA!
Eu comecei a xingar tudo quanto é santo quando o sol bateu em meu rosto, suspirei alto e escutei Damon resmungar da mesma forma.
-Droga, Droga mil vezes droga!- resmunga ele passando a mão pelos cabelos.
-Que merda, por que não fechou essa cortina ontem?!- falei escondendo meu rosto em seu pescoço.
-Oh desculpe eu estava ocupado de mais arrancando a sua roupa e visse versa.- diz ele com um ar de riso e sonolência na voz.
Eu bufei e soquei seu peito.
É, depois da festa do Damon ontem a noite nós, bom... transamos, e eu devo ate mesmo admitir que de um jeito ate mesmo mais selvagem.
Eu precisava esquecer da confusão e dos problemas que de repente surgiram na minha cabeça, e ele sabia disso melhor do que ninguém, e igualmente melhor do que ninguém ele me fez esquecer com eficiência, mesmo que... temporariamente.
Damon não se alimentava de mim, mais eu confesso que nas raras vezes que isso acontecia (a pedido meu) não era algo desagradável, era completamente o contrario, maravilhoso, a sensação era incrível principalmente durante o sexo, ele é claro me deu do seu sangue para que eu não ficasse frágil ou algo assim, ou seja, não houve problema algum.
-Que estranho.- diz Damon de repente.
Eu levanto meu olhar para ele e franzo o cenho.
-Oque?- pergunto.
-Não sei... to escutando barulhos na sala maior do que o normal.- responde.
-Ah as meninas devem ter vindo para cá mais cedo, sabe como elas fazem a maior baderna com a Elena.- digo me encostando em seu peito mais uma vez.
-É, deve ser.- diz.
Eu desisto de voltar a dormir e me inclino para o lado pegando meu robe de seda jogado no chão.
-Bela visão.- diz Damon rindo me olhando.
Puxo o lençol mais para cima e bufo.
Visto meu robe de um jeito bem estranho e prendo meu cabelo.
Tomo um banho visto uma lingerie e coloco mais uma vez meu robe, eu gostava de ficar confortável daquele jeito, principalmente que aos sábados eu adorava ficar na sala intima do quarto assistindo filmes com Damon (e Emily que sempre ia ate la).
Damon ja estava vestido, alias, uma calça de algodão cinza e sem blusa, assistindo algo na TV do quarto.
Vou ate o espelho enorme nas portas do closet e toquei em meu rosto.
Sei la era como se ele estivesse mais rejuvenescido, mais radiante, mesmo tendo passado a noite em claro, e tendo o problema todo com o reencontro do Harry.
-Tem algo de errado no meu rosto?
Pergunto, enquanto continuo a olhar o espelho.
-Sim. — fez uma pausa. — A boca. O nariz. Os olhos. As orelhas. Você. Tirando isso não tem nada de errado.
Me viro para ele comiserando meus olhos.
-Ah, então é assim?- indago.
Ele ri e da de ombros.
-Brincadeirinha amor.- fala, mais eu sabia que pelo seu tom irônico era para me provocar.
-É impressão minha ou você me chamou de velha?- pergunto segurando o riso e fingindo-me de indignada.
-Euuuuuuuuu? não, claro que não.- responde ele segurando do mesmo jeito o riso.
-Mesmo? então não vai ter problema se eu... jogar isso em você!- então eu pego um tipo de bola da decoração e quase o acerto se ele não tivesse usado seu reflexo de vampiro e ido parar perto da porta do quarto.
-Oh meu deus! ela ta de TPM!- diz ele mostrando as mãos como em rendição enquanto recuava.
-É isso mesmo!- digo e ja estávamos no corredor.- Temporada Proibida para Machos!-
-Ate ontem parecia bem livre.- provoca.
Pego um vazo e jogo, mais acerto a parede fazendo um estrondo.
— Seu carinho me mata amor! — Damon diz rindo e recuando para trás onde nós já estávamos próximos as escadas.
— Vamos ver oque vai te matar quando esse jarro colidir com a sua cabeça! — digo pegando um jarro da decoração da Elena e jogando, so que ainda assim, mais uma vez Damon se desvia e desce as escadas rindo.
— Vale salientar que eu adoro esse seu lado selvagem mais so que na ca... —
— DAMON AGUST SALVATORE! —
Pov Elena
A manhã tinha tudo para ser so mais uma normal e rotineira... quero dizer, uma típica manhã de sábado que eu acordo ao lado do Stefan e.t.c, tinha tudo para ser um sábado normal na minha vida não-vida so que a ficha caio que não seria daquele jeito assim que eu vi o que parecia ser uma caravana de “quem tem o cabelo mais ruivo” na porta da minha casa.
— Hã... bom dia! — digo procurando ser cordial ao invés de chocada.
— CADE A GINA?! — gritam juntos.
— Lena? — escuto Stefan me chamando bem atrás de mim.
Eu viro não completamente e o olho como se dissesse “me belisca que eu to sonhando”.
— Bom dia. — Stefan cumprimenta assim que vem ao meu lado na porta.
— Espera... anda sai da frente Bill! — ouso uma voz conhecida e olho intrigada quando mais um garoto de cabeleira ruiva passa com dificuldade no meio de outros.
Eu o reconheço como o garoto que chegou ontem... o irmão da Gina, Ronald.
— Bom... sabe... desculpe a confusão ai é que... bom... somos a família da Gina e... queremos vê-la. — me diz parecendo meio envergonhado, eu achei fofinho o jeito dele, mais assim que eu olho para as pessoas logo atrás dele eu abro um enorme sorriso.
Aquele era a família da Gina, a família que eu confesso particularmente estar louca para conhecer, bom... pelas historias que ela vivia me contando sobre a família dela sabia que cada um deles deveria ser uma figura!
— OH MEU JESUS SÃO JOSÉ DA CALIFORNIA! — grito pondo minhas mãos na boca começando a dar pulinhos.
O garoto se assusta e da um belo passo para trás.
— Oh céus! Desculpem bom.... ENTREM POR FAVOR! — digo dando passagem para eles.
Enquanto cada um entra eu percebo que os últimos não eram ruivos e sim uma garota de cabelos castanhos cheios e um moreno de olhos verdes com óculos, eu procuro não rosnar para ele, e confesso que ao olhar bem para o tau Harry eu sinto pena, ele parecia tão... quebrado.
— Sentem-se, venham eu levo vocês ate a sala. — diz Stefan.
Quando cada uma já estava sentado no sofá... oque ocupou todo o espaço de ambos os sofás eu e Stefan nos acolhemos um no outro.
— Vocês não sabem o quanto eu fico imensamente feliz em conhecer vocês... Gina fala tanto sobre cada um de vocês que conhece-los me deixa completamente eufórica. — digo sorrindo.
— Por que não nos apresentamos? Sou Stefan Salvatore... —
— Ah claro! Que coisa a minha! E eu sou Elena, Elena Salvatore. — me apresento.
Uma mulher ruiva que obviamente deveria ser a mãe de Gina abriu um enorme sorriso.
— Ah querida! Sou Molly Weasley, mãe da Ginevra... você cuidou bem da minha menininha? É uma boa amiga? Como ela esta? Onde ela esta? — diz.
Eu sorrio para ela e me aproximo.
— Bom... é um prazer conhece-la Srª Weasley, e sim... acho que eu cuidei bem daquela cabecinha de vento nos últimos anos... a Gina ainda esta dormindo, mais... que tau enquanto isso fazermos nossas apresentações? — digo me sentando próxima a ruiva.
Pov Harry
Eu não prestei devida atenção a conversa, me sentei no sofá, e fiquei relembrando a conversa que tive hoje cedo com Molly e Arthur Weasley.
Flash Back On
— Harry Querido! —
Eu sorrio largamente quando sinto o abraço de urso da Srª Weasley assim que apareço em frente a porta.
Eu gostava imensamente daquela sensação de estar sendo acolhido por braços maternais, eu nunca havia sentido aquilo nos braços da minha mãe Lilian, ou melhor... eu apenas não me lembrava por ser novo De mais, mais ainda assim a Srª Weasley sempre me fez me sentir acolhido, e eu me sentia imensamente grato por ela.
— Querido! Você esta tão magrinho! — diz assim que se afasta, eu sorrio para ela já sabendo que provavelmente era iria dizer aquilo mais cedo ou mais tarde. — Vou me lembrar de fazer um belo jantar hoje a noite para comemorarmos! Você encontrou minha menina Harry! Alias... onde ela esta agora? —
Eu sinto meu sangue gelar, nada de mais apenas... havia começado a perceber que essa era a minha reação ao ouvir o nome dela desde ontem, já que com isso eu era constantemente obrigado a me lembrar do que havia acontecido e do que havia descoberto.
— Ela... não esta aqui Srª Weasley. — diz Hermione falando aquilo que eu mesmo havia ficado incapaz de dizer.
— Como assim?... Rony mandou uma carta dizendo que haviam finalmente encontrado Gina... onde... onde ela esta então? — diz Arthur.
— Bom... aconteceram coisas... mais... ela esta bem! Não se preocupem, mais agora eu acho sensato que se sentem e que nos escutem. — continua Hermione.
Eu suspiro e me sento na cama do quarto do hotel onde estávamos hospedados, observo quando o Sr e a Srª wealey fazem o mesmo so que no sofá próximo, Rony e Hermione acolhem um ao outro enquanto Hermione começa a contar...
— COMO ASSIM ELA TEVE UMA FILHA?! — Molly grita quando eu termino de falar.
— Mamãe... é melhor se acalmar... —
— Mais... eu não entendo! Por que... por que ela não nos contou? Ou disse isso em alguma de suas cartas... Ginevra é minha filha ela deveria ter nos contado sobre um NETA! —
— Ou sobre casamentos. — Arthur diz com o semblante franzido.
— Muita coisa mudou. — digo com a voz baixa.
O quarto cai em silencio e eu sinto a Srª Weasley se sentar ao meu lado enquanto Arthur sentava-se no outro.
— Harry... eu nunca soube ao certo por que Gina foi em bora daquele modo... sempre tive a impressão de que algo não nos fora contado, e então todos os dias nos últimos anos eu fui obrigada a encarar o lugar na mesa... o lugar que era dela ficar vazio por muito tempo, eu tentava me convencer de que as coisas iriam se ajeitar e que eu deveria dar o devido tempo para que minha filha se resolvesse, assim como você... — começa Molly e toca carinhosamente meu ombro. — Eu sei que você cometeu erros mesmo não me dizendo... por que eu conheço você assim como também conheço a minha filha, mais a vida não tem rascunho para depois concertarmos nossos erros em uma folha limpa sem erro algum, e é por isso que erramos constantemente, mais a vida também nos da chances de concertar isso, e é isso que você esta tentando fazer, sei disso por que vejo o jeito como você sofre e o jeito como nunca desistiu de encontra-la quando ate mesmo eu decidi cruzar os braços e esperar, você a ama, e para mim é isso que importa dependente do que aconteceu. —
Eu sei que aquilo me conforta, assim que sinto o buraco no meu peito, o mesmo buraco que sempre se recusou a se fechar, e o mesmo que agora parecia ter aliviado a dor em suas bordas.
Por que com as palavras dela eu senti como se estivesse sendo pela primeira vez não culpado pelos meus erros, mais ainda assim precavido de que havia uma volta.
— Você tinha o amor da minha filha... — eu me viro para o Sr Weasley e o olho. — E por uma razão que desconheço você o quebrou... — eu abaixo minha cabeça sentindo aos poucos as lagrimas nublarem minha visão, mais quando sinto a mão de Arthur em meu ombro firme, não com agressividade e sim como um pai que passa força ao seu filho, e é assim que eu levanto meu olhar para ele. — Mais na vida sempre há segundas chances, e eu sempre ensinei a todos os meus filhos de que segundas chances eram cruciais na vida, para pedir perdão precisa se perdoar, e é assim que tenho certeza de que Gina pensa, não so você cometeu erros, assim como ela também os cometeu, do jeito dela, mais você a ama... e por esse simples fato ela saberá que algum dia precisara perdoar você... então... não é so como pai dela mais como um pai seu eu te peço, que imagine uma pequena flor linda perdida no meio de um horroroso pântano, agora a toque com cuidado e a tire de toda a sujeita, a acolha e faça com que suas pétalas voltem a brilhar, essa flor é o amor da minha filha... —
— E você o tem nas mãos. — completa Molly como se soubesse exatamente oque o marido queria dizer. — Cure seus machucados, dei-lhe amor, e ela le dará de volta...
— Assim como sempre deu. — Hermione de repente diz.
Eu a olho e sorrio, ela pisca e sorri largamente.
— Gina te ama, e ela prometeu que sempre amaria. — Rony finalmente diz.
— E quando uma bruxa diz que ama alguém para sempre... —
— É por que ela o faz. — completo.
Eles sorriem para mim e eu sinto meus lábios se repuxarem em um sorriso sincero que consegui permitir aparecer depois de tanto tempo sem conseguir ostenta-lo.
As coisas não seriam fáceis e eu sabia disso claramente, mais ainda assim eu não me permitiria ficar triste, eu a amava e sabia que ainda havia algo nela... guardado... enterrado, por que eu havia encarado seus olhos ontem, e eu havia visto aquilo que sempre via.
Eu poderia fazer suas pétalas voltarem a brilhar... com um tempo... mais que ainda assim poderiam voltar a brilhar.
Flash Back Off
Eu não sabia quanto tempo a conversa rolou na sala, mais sabia que as pessoas já se conheciam o bastante quando escutei passos nas escadas, todos nós nos viramos achando que poderia ser Gina.
Mais uma garotinha de cabelos ruivos e olhos sonolentos descia as escadas devagar num pijama amarelo.
Todos nós a encaramos encantados ate que ela percebo todos nos quando já esta nos últimos degraus.
Seus olhos se arregalam e sua boca fica um pouco aberta.
— Hã... Bom Dia. — diz e abre um sorrisinho tímido com sua voz de criança.
A morena chamada Elena se encaminha ate a garotinha e a pega nos braços.
— Bom dia minha flor do dia! — diz ela e beija a criança que ri.
— Bom dia tia Lena! —
Elena encaminha-se com a menininha nos braços ate onde estava antes.
— Querida... essa é a família da sua mãe, vieram visitar agente! — diz Elena.
A garotinha levanta o olhar para nos e abre um enorme sorriso com os olhinhos azuis arregalados.
— Serio?! — diz eufórica.
— Serio! E por que não vai conhece-los? — diz o cara chamado Stefan.
A garotinha cochicha algo no ouvido de Elena e Elena cochicha algo de volta fazendo a garotinha sorrir mais amplamente descendo do colo dela e caminhando cautelosa na direção do sofá onde os weasleys estavam sentados.
— Olá! — diz sapeca.
Eu olho a Srª Weasley e sei que ela esta verdadeiramente emocionada em ver a neta.
Molly abre os braços quando a menina a olha e sorri.
— Oi meu amor! Sua Molly, a sua vovó. — diz.
A garotinha olha Elena e a mesma sorri piscando, a menina volta a olhar Molly e se joga em seus braços.
— Oi vovó! Eu sou a Emily! — diz rindo, a Srª Weasley ri e dai começa a euforia em conhecer a pequena.
Quando ela chega em mim seus olhinhos azuis ficam arregalados e ela sorri amplamente.
— Você é Harry Potter... né? — pergunta.
Eu sorrio para ela e respondo.
— Sou sim, e você é a Emily. —
— Mamãe me conta historias sobre você! — diz sorridente.
Eu penso por um minuto que tipo de historias Gina contava de mim para a filha dela, mais o carrinho e a alegria em me ver da garotinha não denunciavam que claramente Gina não havia falado algo ruim.
— Mesmo? — eu não sabia bem oque fazer ou dizer, sendo assim disse isso.
— Sim! E você é meu herói sabia?! — ri.
E então eu consigo perceber que as historias que Gina contava eram as mesmas que ela ouvia quando era pequena, e aquilo me deixou tão feliz quando achei que fosse deixar.
— E eu fico muito feliz em ser o herói de uma garotinha tão linda! — digo tocando de leve seu nariz fazendo suas bochechas ficarem rosadas de um jeito que foi impossível não lembrar de Gina quando era criança.
E então ouvimos barulhos de vidro quebrando-se no andar de cima, todos se olham assustados, menos Elena, Stefan e Emily.
— Oque foi isso? — pergunta Ron.
— Papai e mamãe acordaram! — diz Emily feliz se sentando em um pufe do outro lado da sala saltitante.
— DAMON AUGUST SALVATORE! — ouvimos o grito de Gina.
Passos foram ouvidos nas escadas e todos nós nos viramos.
Logo o homem de ontem... Damon descia as escadas rapidamente e ria, ele passou praticamente voando pela sala mais voltou quando viu a pequena Emily e se abaixou beijando o alto de sua cabeça.
— Bom dia bonequinha! — diz e volta a correr como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Bom dia Papai! —
Logo um tufo de cabelos ruivos passa voando também pela sala mais volta e beija o a bochecha de Emily antes de voltar a correr na mesma direção que o cara.
— Bom dia amorzinho. —
— Bom dia Mamãe. —
Todos se entreolham chocador, menos Emily, Elena e Stefan.
— Bom... hehe... isso é normal okay? — diz Elena rindo.
— Aos poucos você se acostuma. — fala Stefan.
— AHHHHHHH ME LARGA SEU MALA! DAMON ME SOLTA! —
Quando ouvimos os gritos de Gina todos se colocaram de pé, mais logo ela aparece nos braços do cara.
— Vou te largar quando você pedir desculpinha para seu maridinho querido do seu coração. —
Bom nessa parte eu tive que fazer carreta.
— Damon! Eu não vou pedir desculpas coisíssima nenhuma! —
— Então é melhor você começar a gostar de altura. — diz e então percebe que varias pessoas estão na sala. — Vishh olha so temos visitas! —
— OTIMO! Então me põe no chão. — diz Gina bufando em seguida.
— Okay so por que você pediu com jeitinho. — diz irônico.
— E que isso não se rep... — ela para assim que se vira e nos ve, seus olhos sobre caem em mim logo em seguida e eu sei que ela esta mais que chocada.
Pov Gina
— Papagaio, periquito, são Jorge das montanhas, santo Michael Jackson, Damon me segura! — digo chocada ao ver minha família inteira reunida na sala da minha casa.
— Eu não! Você acabou de mandar eu te largar. — diz Damon.
— Va pro inferno! — assopra para ele.
— Cheguei! — me diz quando beija minha bochecha.
Quando eu olho para mamãe eu sinto meus olhos se encherem de lagrimas e eu não sabia qual de nós duas havia corrido uma para a outra primeiro, so sabia que logo em seguida todos estavam me abraçando, e eu chorava feito a Emily quando a Damon tirou seu doce do primeiro dia das bruxas.
Eu abracei cada um deles sabendo que nem em mais 6 anos eu conseguiria fazer com que a saudade acabasse ou compensasse.
Eu os amava tanto e so agora nos braços de cada um eu podia perceber que a saudade era infinitas vezes a mais do que eu havia sentido longe da minha família
*
Depois de abraços, beijos e muitas desculpas eu estava entre papai e mamãe com Emily no colo sendo enchida de beijos pela avó.
Eu estava tão feliz que quase não consegui notar a presença de Harry e todos os sentimentos que ele trazia... quase.
Diversas vezes eu havia encontrado seus olhos nas ultimas horas, mais ainda assim eu desviava tentando me conter...
Assim como também no meio de tudo aquilo conseguia perceber os olhares de Damon e Harry e tudo oque eu pude fazer foi começar a me preocupar.
— Mais e então? — Elena de repente diz.
Todos nós sessamos nossas conversar e a olhamos.
— Então oque? — pergunto.
— Bom... sua família esta aqui e duvido que eles vão querer tira-la de vista tão cedo. — diz.
— Ah isso com toda certeza! — diz Mamãe.
— E bom... eu estava aqui pensando... —
— Ai meu deus eu fico ate com medo de uma possível explosão nuclear essa criatura põe os neurônios para funcionar. — diz Damon e todos nos rimos... bom... eu percebo que mesmo Harry.
— Cala a boca! — Elena reclama mesmo não segurando o riso. — Enfim... eu estava aqui pensando... PARA DE FAZER ESSA CARA DAMON SALVATORE! — e mais uma vez rimos. — Que talvez vocês pudessem ficar aqui conosco.
A sala fica silenciosa logo em seguida e meu olhar vai de Damon para Harry que aparentemente não deixou de me encarar.
— Isso... não seria incomodo querida? — papai pergunta.
— É... nós não queremos incomodar. — completa mamãe.
Elena bufa.
— Que incomodo que nada! Eu já adorei cada um de vocês e é claro que vão ser bem vindos para ficar o tempo que quiserem! — Elena diz.
Stefan concorda e eu olho para Damon logo em seguida, ele desvia o olhar para Harry e logo me olha, como se dissesse para mim claramente que ele também estava incluído no pacote.
— EBA! Eu quero meus avos perto de mim! E meus tios também, e a Mione e o Harry! — Emily diz sorridente.
Eu e Damon nos olhamos mais uma vez e eu o tento fazer entender pelos olhos, ele bufa e da de ombros, eu olho para Emily quando ela me chama.
— Você também quer né mamãe? —
Eu sorrio para ela.
— Claro que sim meu amor! — digo.
Todos logo em seguida ao meu veredito começam a conversar mais uma vez, os únicos que permanecem em silencio sou eu, Harry e Damon, cada um em seu devaneio particular, mais eu sabia claramente nos problemas que talvez isso fosse acarretar, ainda assim não podia negar aquilo para minha filha... nem muito menos para minha família! Eles eram minha família e ficariam perto de mim, mesmo que Harry estivesse incluído nisso.
Mais algo que eu não pude deixar de notar foi que mesmo assim eu me sentia bem, so não sabia se era por estar de volta a família Weasley, ou se de baixo do mesmo teto que Harry Potter.
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