Academy For Gifted - Interativa

9 Capítulo 08 - A festa de Halloween - Parte 1


Notas iniciais
Olááááá Amoreees :33 Me desculpem por postar só no domingo, eu ia postar ontem, mas acabei indo na casa de uma amiga para assistir o 1D Day shuashushau COISA QUE VOCES SABERIAM SE ME SEGUISSEM NO TWITTER! Anyway, os links das fantasias serão disponibilizados só no próximo capítulo, irão perceber o porque.

Trent e Pedrppareciam estar um pouco perturbados por causa dos boatos sobre o quarto 199. É claro que Vincent não se deixava abater por murmúrios e lendas da escola, entretanto, os três estavam ficando bastante irritados com os olhares de piedade e comentários sem nenhum sentido.

Pedro estava em sua escrivaninha, fazendo a tarefa de genética, matéria que o deixou tão fascinado. Rapidamente o moreno perde a concentração, quando escuta alguém batendo na porta.

Pedro revira os olhos e se arrasta até a porta, acreditando que Trent esquecera a chave do quarto mais uma vez.

Mas não era o Trent.

Um garoto negro, alto e muito musculoso estava na porta, e olhava para o interior do quarto com uma mistura de medo e curiosidade.

– É Pedro certo? – Ele perguntou.

– Sou eu. – Pedro tentou parecer o mais calmo possível, já que não era nada comum que desconhecidos gigantescos aparecessem do nada em seu dormitório. – Posso ajudar em algu...

– Já ouviu alguma coisa? – O grandão interrompeu.

– Como assim? – Pedro se assustou por um momento. – Se eu já ouvi o que?

– Na hora certa vai saber. – O grandão falou lançando um último olhar para o interior do quarto, depois encarando Pedro com um pouco de piedade, como se dissesse “Cara, não queria estar na sua pele” mas ele apenas disse. – Te vejo por ai.

Essa foi com certeza a conversa mais petulante, além de confusa que Pedro já teve. Da porta do quarto o moreno pode observar seu interior com mais clareza, e não parecia que nada de anormal ocorresse ali. Mas o que havia de especial ali, Pedro nem conseguia imaginar.

~*~

No quarto 212, Vennya estava sentada com as pernas cruzadas na parte de cima do beliche, comendo doritos, diante de seu livro de genética mutante quando Victoire entra no quarto com alguns livros apertados contra o peito completamente vermelha.

– Achou a biblioteca? – Vennya observou. – Pensei que ninguém pudesse entrar lá.

– Consegui uma autorização. – Victoire falou colocando os livros com delicadeza na escrivaninha.

– De quem? – Vennya levantou a sobrancelha e descendo do beliche animada. – Escutei Brooklyn falar que lá tem os melhores livros de genética....

–Venny...

– Estou louca para entrar lá! – A morena sorriu quase rodopiando pelo quarto. – Não consigo imaginar algo melhor para fazer nesse inferno do que ler sobre genética!

–Ok, não vamos exagerar...

– Sério Vicky! Só me diga quem te deu a autorização, nem falo que foi você que me...

– Vennya! – Victoire quase gritou, fazendo a colega de quarto se encolher, parecendo espantada. – Primeiro, se acalme; Segundo, prefiro que me chame de Tori e Terceiro, acho que o professor ficaria chateado se eu pedisse outra autorização...

– Mas...

– Se quiser eu posso pegar os livros para você! – Victoire sugeriu ao perceber a decepção de Vennya.

– Faria isso por mim? – Ela perguntou surpresa.

– Claro. – Victoire mordeu o lábio. – Somos meio que amigas certo?

– Você é demais Vicky! – Vennya sorriu voltando para cima do beliche.

– É Tori...

– Desculpe, Tori. – Vennya corrigiu.

~*~

Brooklyn e Courtney entraram em um acordo, não falariam uma com a outra para (a) manter a paz, (b) não se estressarem e (c) evitarem uma possível terceira guerra mundial.

Depois de tomar banho, Courtney decidiu se arrumar para a grande festa de Halloween no quarto, enquanto Brooklyn se arrumava no banheiro.

Courtney penteava os longos e lisos cabelos castanhos quando alguém bate a porta. A morena foi bufando até a porta, pronta para dispensar Duncan com toda a sua insistência, charme e rebeldia.

Espera... Charme?

Courtney balançou a cabeça para afastar aquele pensamento seriamente repugnante de sua mente e voltou a andar até a porta.

Ela puxou a maçaneta com forca, ela estava pronta para mandar Duncan ir embora, entretanto ninguém estava ali. Havia apenas uma caixa em formato de coração vermelha e uma carta branca com uma rosa amarela, quase num tom de dourado, presa a carta.

A morena deixou a caixa em cima de sua cama e correu abrir a carta, nunca recebera uma carta na vida antes.

Courtney

Escrevo-te para expressar aquilo que com palavras não consigo falar. Seus intensos olhos castanhos me encantam, sua pele e seu cabelo me fascinam, seu andar me hipnotiza. Lembre-se de mim quando andar por ai, pois posso estar te admirando. Não saberás quem sou eu, mas estarei no baile e com certeza irei lhe chamar para dançar. Sei Que terei concorrência, e que seus outros admiradores a cercarão, mas humildemente peço que me de a honra da última dança.

Com todo o meu amor

Do seu extremamente clichê admirador secreto.

Um sorriso bobo surgiu nos lábios da morena, ela ainda estava meio avoada quando Brooklyn saiu do banheiro, e sem perguntar, puxa a carta das mãos de Courtney a fazendo voltar para a realidade.

– Clichê. – Foi a primeira palavra que a loira soltou depois que leu a carta.

– Mas é muito doce. – Courtney suspira.

– Tão doce que me deixou com diabetes. – Brooklyn revira os olhos. – Sabe de quem é?

– Não tenho certeza. – A morena assume. – Mas conheço apenas um garoto que seria capaz disso.

~*~

Nik já estava fantasiado, e estava apenas esperando Duncan terminar de se arrumar.

– Vamos logo. – Ele reclamou chutando de leve a ponta do beliche. – Ainda temos que passar para pegar a Brook.

– Ou então a Brook vem buscar vocês. – A loira falou entrando no quarto. – Eu estou esperando!

– Brook! Você está linda. – Nik sorriu para a amiga.

– E ainda dizem que eu preciso de namorado. – Brooklyn ri. – Para que quando eu tenho amigos como você?

– Pensei que você tivesse namorado. – Nik comentou casualmente se sentando no sofá de couro marrom. – Pietro? Aliás, não seria ele que devia te levar a esta festa?

– (a) Ele não é meu namorado. – Suspirou Brooklyn parecendo irritada. – (b) quantas vezes vou ter que te falar isso? E (c) quero uma entrada triunfal com os meus melhores amigos... E isso inclui a princesa ali no banheiro.

– Se ele não é seu namorado ele é o que então? – Um Duncan emburrado sai do banheiro com uma máscara de hóquei a mão.

– Se isso fosse xadrez ele seria o rei. – Brooklyn se sentou ao lado de Nik. – Ninguém muito importante, mas que sempre estará atrás dos interesses da rainha, que obviamente sou eu.

– Não entendi direito. – Nik parecia confuso.

– Nem eu, mas o que importa? – Brooklyn exclamou se levantando. – Agora que a princesa está pronta enfim podemos ir?

– Nem vou ficar muito lá. – Duncan resmungou.

– Como assim? – Brooklyn e Nik quase berraram ao mesmo tempo.

– Você não pode! – Brooklyn protestou. – Somos um trio!

– E os nossos planos? – Nik suspirou levantando os braços.

– Desculpe. – Duncan falou irritado. – Mas não quero ter que aguentar ver o otário do Frost dando em cima da Courtney a noite toda.

– Então é por causa dela? – Brooklyn riu sadicamente, fazendo Nik e Duncan se assustarem. – Não basta invadir meu quarto e agora vai estragar o meu Halloween? Vadia miserável, vai ser a primeira a cair.

– Relaxa Brook. – Nik bufou. – Acho que sei de alguém que vai nos ajudar, é a nossa única opção então não reclame.

~*~

Natalie recebia olhares estranhos de todos os lados, e o tempo todo alguém fazia algum comentário sarcástico e irritante.

– Sua maquiagem ficou legal. – Um cara vestido de papai noel com as cores da bandeira gay soltou. — Pena que a roupa estraga tudo.

– Sabe que ele tem razão? – Pedro comenta se sentando ao seu lado. – A propósito, eu sou Pedro.

– Natalie Grace. – A menina revirou os olhos. – Me chame de Grace.

– Grace. – Ele esboçou um sorrisinho. – Por acaso não teve tempo para conseguir uma fantasia?

– Eu não sou o tipo de garota que liga para essas fantasias bobas – A morena deu ombros.

– Não é o que parece. – Pedro levantou uma sobrancelha. – Mas em todo caso... Parece que você está aqui sozinha porque não tem amigos.

– E quem é você para me dizer que eu não tenho amigos? — Natalie se exaltou. – Você está aqui sozinho Peter.

– É Pedro...

– Pedro, Peter! Tanto faz! – Natalie corou. – Você não é ninguém para me dar lição de moral Billy solitário.

– Tudo bem. – Falou Pedro levantando os braços em forma de rendição. – Não está mais aqui quem falou.

Pedro já estava se levantando para sair quando Natalie segura o braço do rapaz, o impedindo de se levantar.

– Pode ficar. – Exclamou ela ficando tão vermelha quanto um pimentão. – Se quiser é claro, não tem ninguém sentado aqui de qualquer modo.

– Ok. – Pedro assentiu se sentando novamente.

~*~

Notas finais
So? I DON'T WANT REVIEWS! I NEED!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.