Academia de Vampiros: A Batalha
27 Capítulo 27:Desgraçado
Notas iniciais
Fui forçada a voltar para casa, não porque eu quase agredi o gerente ou porque meu cansaço me impedia mais minha alteração de humor seria capaz de fazer uma burrada das grandes.Abe tinha me ameaçado á me dar um calmante forte o bastante para me apagar por uma semana.Dimitri me ajuda a sentar no sofá,com as mãos tremulas e a perna bamba não me dava o luxo de fazer uma caminhada descente, acho que nem um copo de água com açúcar seria capaz de me acalmar.Eddie, Adrian, Christian, Lissa e mais alguns se disponibilizaram para procurar Mason para que eu pudesse ir para casa.Sentada no sofá minha mente estava pesada,eu o amava demais.Meu peito doía muito,a cada segundo a dor aumentava eu não fazia a minima ideia de como Mason estava,se ele estava com fome ou com frio.Isso me fez derramar litros de lagrimas.
–Ei vai ficar tudo bem-Dimitri me abraçou.
–Não vai,a gente tem que procurar ele Dimitri.-Tentei sair de seus calorosos braços mais ele me segura firme,olha nos meus olhos e diz:
–Rose já estamos procurando por ele,você precisa descansar amanhã a gente procura você tem a minha palavra-Ótimo eu tinha que confiar em suas palavras,o que eu mais queria era procurar meu filho mesmo que tenha que girar o mundo inteiro.
–Você acha que ele está bem?-Pergunto a Dimitri,minhas lagrimas eram muitas que quase não consigo perguntar.
–Sim,ele é forte e esperto você vai ver-Seus braços me aconchegaram no sofá e minha cabeça se apoia em seu peito.Eu me sentia sufocada com os meus sentimentos e minhas lagrimas,mas aos poucos me senti sonolenta eu tentava não me render ao meu cansaço mais era quase impossível com Dimitri brincando com o meu cabelo,aos poucos meus olhos cheios de lagrimas se fecham até eu apagar de vez.
[Visão de Dimitri]
Passei a noite toda acordado,Rose teve muitos pesadelos e em um deles meu pescoço foi arranhado,eu fiquei surpreso em não ver minha mãe em pé, era sete horas da manhã então fiz um copo de café bem forte para me manter acordado.Rose estava sofrendo muito com tudo,eu odiava ver ela chorando, mais estávamos vivendo tempos difíceis e complicados.De fato eu sentia falta dos gritos de Mason,mesmo ele me irritando as vezes, eu sentia a sua falta,ouço batidas suaves na porta dou passos largos e silenciosos com o café na mão,ao abrir vejo Lissa,Christian,Janine,Sidney e Adrian.
–Você parece cansado-Lissa me olha rapidamente.
–É eu estou-Dou passagem para eles entrarem.
–Como ela está?-Janine pergunta,ela observava Rose dormindo no sofá.
–Muito mal,fiquei acordado a noite toda ela teve muitos pesadelos e em um deles ela arranhou meu pescoço,o bom e que finalmente ela dormiu.
–Quer uma dica corte as unhas dela enquarto dorme-Adrian falou e Sidney deu um tapa em seu braço o que fez eu ri.
–Isso é coisa que se diga Adrian-Sidney o repreendeu,dei um cole enorme no café e todos nos trocamos ideias.
[Visão de Rose]
Mason,Mason,Mason ele me perseguia em meus sonhos dessa vez esse era diferente ele estava feliz,seu sorriso era largo o bastante para suas bochechas doerem,ele fala repetidamente que me amava e que eu era a mãe mais bonita de todo universo,acho que isso não passou de um sonho e sim uma lembranças dos seus cinco anos.Aos pouco eu me desperto daquela linda e maravilhosa lembrança,a casa estava tão silenciosa eu sentia falta dos oportunos de Mason,falta de sua voz,falta de tudo.Não vazia a minima ideia de quantas horas dormi,mas ouço uma voz ao se inclinar no sofá.
–Rose vou preparar algo para você comer-Ouço a voz da minha mãe.
–Eu não quero ser grossa,mas eu posso fazer isso eu ainda tenho mão mãe-Me levanto do sofá macio e vou até a cozinha,meu peito ainda doía,eu me esforçava para me manter forte e demonstrar dureza.
–Você está bem?-Vejo Lissa na porta, eu odiava mentir para ela.
–É eu estou bem-Pego achocolatado de caixinha e tomo.
–Mentirosa-Lissa deu um careta.
–Eu?Eu não minto-Dou uma risada bem falsa.
–Eu te conheço Rose,você pode mentir bem para todos menos pra mim-Eu queria poupá-la de meus sentimentos negros.-Se precisar de mim estou na sala-Dou outro sorriso falso e vejo ela sair,tomando o todinho olho para a cozinha vazia,Mason fazia tanta falta nessa casa. Comi alguns bolinhos com Helena,de alguma forma ela me reconfortava com suas doces palavras mais a saudade reinava em meu peito.
***
Passei longos e complicados quatros dias sem Mason,eu não tinha noticia de seu paradeiro e a minha vida fazia menos sentido sem ele.Todos dessa casa sabem que nunca deixarei que levem meu filho para longe de mim,eu não iria desisti não importa as circunstancia.Eu estava sozinha em casa,alguns foram trabalhar e outros sairão para procurar Mason,eu não tinha ido porque ninguém teve a satisfação de me acordar apenas deixaram um simples recado.Eu abri a janela da sala e fiquei observando a neve branca no chão,a cada dia eu tentava sobreviver a esse pesadelo.Em meio ao silencio vejo um passarinho pousar nos galhos secos de uma arvore no quintal,até que seu canto me deixou distraída, era suave e me trazia paz.Acho que era um rouxinol,seu canto era como um tranquilizante natural.Passei minutos e minutos ouvindo seu canto,parecia que ele sabia o que eu passava e cantava para me trazer esperança e fé,quando ele se calou a dor voltou,o medo e a desilusão,era como se o efeito de um medicamento estivesse acabado.Realmente eu não sabia o que estava fazendo,então simplesmente canto.
–''Eu preciso de uma voz a ecoar,eu preciso de uma luz para me levar para casa,eu preciso de uma estrela para seguir,eu não sei eu nunca vi a floresta por entre as árvores,eu realmente poderia usar sua melodia.Querido,estou um pouco cega.Eu acho que é hora de você me encontrar.
Você pode ser meu rouxinol?Cante para mim,eu sei que você está ai.Você pode ser a minha sanidade,me trazer paz.Cante para eu dormir,diga que será meu rouxi''-Nessas poucas palavras falhas e desafinadas sou interrompida em ver Dimitri e o pessoal chegarem,eles pareciam animados o que fez meu coração disparar.-Vocês acharam ele?
–Não,Helena acha que pode achá-lo mais precisamos de você-Dimitri disse com um grande sorriso no rosto.Helena me explicava,ela podia usar seu poder do espirito para entrar na cabeça de Mason e ver onde ele está,mais ela iria precisar de Lissa e Adrian para ser algum tipo de bateria,para que ela pudesse ficar mais tempo na cabeça dele.
–Ta mais onde eu entro?-Pergunto a ela.
–Bom,Lissa e Adrian juntos vão me trazer muita energia e eles vão estar na minha mente e eu a do Mason,então eles vão ver o que eu vejo,mais você pode entrar na cabeça de Lissa e falar o que você vê para os outros,porque...-Ela falou de um jeito que eu terminasse a frase,mais Sidney fala:
–Porque vocês estarão tão envolvidos com a magia que não poderia falar com a gente,mais Rose pode.-Pensando bem poderia funcionar parecia bem logico,eu concordei e torcia para funcionar,Helena se sentou no sofá e pegou na mão de Lissa,e a Lissa pegou a mão de Adrian.Eu sentei na poltrona na frente deles.
–Okay vamos começar-Helena se concentrou e os outros também,esperei um minuto para entrar na cabeça de Lissa,mais quando entrei me concentrei para manter meu ouvidos atento ao mundo real.Senti muita magia,era muito forte.Quando minha vista fica clara vejo,Helena falando com Mason,ele estava com as roupas surradas e o mesmo cabelo bagunçado de sempre.
–Eu estou vendo ele-Digo em voz alta.-Parece que ele esta em um celeiro,mais está na cidade,mais que filho da...Mason falou que o Valdir tinha pegado ele enquanto estava no banheiro com uma armar apontada nas costas,canalha-Eu não parava de xingar,eu iria arrancar a pele daquele desgraçado-E ele esta procurando Helena,mais ele descobriu que Mason tem poderes igual Helena e pelo que ele escutou eles vão para Nova York pela manhã.
–Isso é terrível,mais você sabe o lugar exatamente onde você esta?-Helena pergunta.
Não,mais é no começo da cidade,tem uma casa e do lado o celeiro e parece que ele usou compulsão para que os humanos deixassem eles ficarem aqui.-Bingo,eu sabia exatamente onde ele estava,quando Dimitri tinha virado Strigoi,eu e Sidney ficamos ai,teve até um ataque Strigoi.Saiu da cabeça de Lissa e dou um olhar feroz e falo:
–Vamos pegar meu filho.
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