Academia De Fadas

28 Capítulo 28 — Amor (+18)


Notas iniciais
Olá meus amores! Gente, sei que falei que postaria ontem se ficasse feliz com os comentários e não é porque não fiquei feliz certo? Acabei ficando sem tempo mesmo ><" Gomem ne, mas sabe o que reparei, nós autoras ficamos acostumadas a ver as mesmas pessoas nos comentários, dai quando algumas das leitoras que sempre comentam não comentam, a gente fica esperando. Sério. Não sei porque to falando isso. Enfim KKKKKKKK Obrigada pelos comentários *-* E Fe7, te amo véi *-* AMEI A RECOMENDAÇÃO *-* MUITO MUITO Obrigada de todo o coração, postarei dois capitulos hoje por você *-* A homenagem vai ser o segundo certo? E o momento que tantos esperavam.... Não direi nada, apenas que a classificação mudou pra 18+ haha ♦Capítulo reeditado

Capítulo 28 — Amor

Natsu me beijou e nesse instante me lembrei o quanto isso era bom. É verdadeiro, é suave, é intenso. Suas mãos seguravam cada lado de meu rosto e enquanto fui cedendo ao seu beijo, elas foram descendo. Passam por meus ombros e depois param em minha cintura, me puxando para si. Suas mãos vão para minhas costas até estar me abraçando. Afasto-me com medo de onde tudo isso vá parar.

Essa semana inteira foi um tormento, e hoje aconteceu tanta coisa. São tantos sentimentos passando por mim. Sinto minha respiração ofegante, minhas pernas tremerem.

— I-isso foi um pouco direto demais, não acha? — pergunto trêmula.

Ele me olha daquela forma profunda e sorri singelamente.

— Eu diria oportuno.

Uma risada fraca deixa meus lábios, olho para baixo envergonhada.

— Eu acabei de terminar com o Sting, Natsu.

Suas mãos inclinam minha cabeça para olhá-lo. Não desvio o olhar, deixo aqueles olhos intimidantes fazerem todo seu efeito em mim. Sinto todo meu corpo derreter apenas com esse singelo toque.

— Tem hora mais perfeita para começar tudo do jeito que deve ser?

Suas palavras saíram tão suavemente, como se fosse a coisa mais fácil e certa a se fazer. Ele continuou me encarando, esperando por alguma resposta, ou qualquer sinal que fosse. Um sorriso involuntário apareceu em meus lábios, levei minhas mãos até seus cabelos e o acariciei. Então sua boca tomou a minha.

Meu corpo não me obedeceu, suas caricias passaram a me domar. Todo seu toque, seu beijo intenso, seu corpo grudado ao meu. Achei que nunca mais sentiria isso, essa excitação, esse calor inabalável. Se ele me soltasse nesse momento, eu despencaria. Suas mãos me apertam tão forte que eu poderia sentir dor, mas não sinto. Todas essas sensações deveriam ser erradas, mas dessa vez... não parece tão errado assim.

Suas mãos passam pelas minhas costas, e arrepio com seu toque. A forma que ele me toca, perdeu o medo que eu fosse quebrar, ele me aperta firme, como se quisesse me tomar por inteira. E talvez queira. Ele afastou nossos lábios e me olhou por alguns segundos.

— Você está nervosa... — Sussurrou perto de meu ouvido. Mordo o lábio com o arrepio e por ele saber me ler tão bem.

— Você me deixa assim... — Digo quando ele volta a me olhar. Sinto sua respiração tão ofegante quando a minha.

— Isso é bom? — Perguntou encostando sua testa na minha.

— Espero que seja... — respondi tentando disfarçar um pouco mais meu nervosismo.

— Então vou te convencer que é.

Em um único ato, ele me empurrou contra a parede, segurou minhas mãos um de cada lado da minha cabeça e começou a me beijar. Tudo é tão intenso que me assusta, mas incrivelmente de um jeito bom. Sua boca deixa meus lábios e começa a descer pelo meu pescoço, inclino minha cabeça para senti-lo melhor, ele me beija de leve, então aperta seu corpo contra o meu e começa a me chupar. Solto um gemido alto, que nunca imaginei que sairia de minha boca algum dia.

— Se você ficar gemendo assim, não vou conseguir me segurar — murmurou, mordendo o lóbulo da minha orelha.

Suas palavras começaram a mudar algo dentro de mim. Sentindo seu corpo quente colado ao meu, sua respiração, suas mãos me segurarem com força. Meu coração está tão acelerado que tenho medo das consequências disso. Sentia todas minhas emoções a flor da pele. Ele não parou, continuou a me beijar, me morder.

Minhas mãos escorregam pelas paredes, juntas com as suas até soltá-las. Então me apertou mais contra a parede, agarrou minhas cochas, e eu agarrei suas costas. Ele me arranhou e fiz o mesmo. Natsu sorriu, e ergueu uma de minhas pernas. Senti sua ereção apertar contra minha intimidade. A roupa atrapalha. Lembro-me dessa sensação no churrasco, do seu membro esfregar contra mim. Meu Deus, como ele pode causar esses sentimentos em mim?

Sua outra mão ergueu minha outra perna e essa me pareceu a posição perfeita de fazer coisas erradas. Minhas pernas abertas e sentindo algo escorrer dentro de mim. Pedindo por ele. Estou enlouquecendo com isso. Ele me olhou com seu jeito safado, e eu sorri.

— Pare de ter sonhos eróticos comigo — relembrou nossas mensagens, com seu ar brincalhão.

Dou risada de como ele consegue mudar a tensão de qualquer clima. Apesar que nessa situação é mais tesão do que tensão.

— Então pare de me apertar e de abrir minhas pernas — digo, afastando-me dele e encostando minha cabeça na parede.

Ele riu e se aproximou novamente.

— Eu quis dizer Lucy... — sussurrou daquela forma que me faz perder o chão — Pare de sonhar, vamos realizar.

Senti todo meu corpo tremer, e espero que tenha sido impressão. Comecei a me dar conta do que estava acontecendo e isso me deixava dez mil vezes mais nervosa. Mas ele me beijou, e sinto que ele tentava me acalmar com isso. Ele começou a andar, apertei minhas pernas envolta dele, e meus abraços em seu pescoço. Jamais me imaginaria em tal situação, aos beijos e enlouquecendo com o cara que era, ou é meu melhor amigo. Posso até ter imaginado há alguns meses atrás, mas nunca pensei que pudesse realizar.

Minhas costas tocaram algo macio, que tenho certeza ser minha cama. Ele afastou nossos lábios, e sem sair de cima de mim, tirou seu cachecol e jogou para longe. Essa cena me causou um calafrio tremendo. Aquele calafrio que me faz realmente fazer aquilo. Então algum poder sobrenatural tomou posse de meu corpo. Passei as mãos por sua camiseta e a puxei. Quando pensei que não poderia enlouquecer, vejo seu abdômen. Ele é muito, muito... gostoso.

Aposto que meu olhar petrificante sobre seu corpo deve ter me entregado, porque ele ficou com seu olhar fixo em mim e rindo. Depois tocou minha barriga, me fazendo sentir cócegas, não insuportáveis, mas cocegas que me fazem querer que ele me agarre logo. Ele puxou minha blusa, levantei meus braços para ajudar.

Senti a vergonha me invadir com isso. Estar só de sutiã para alguém é vergonhoso. Nunca fiquei assim nem na frente de garotas, imagina com garotos. Pensei em me cobrir, sair correndo, não sei. E tudo o que ele fez foi ficar me olhando, alisando minha pele nua.

— Você é mesmo linda — disse com os olhos fixos em mim. Sinto minhas bochechas corarem.

Antes que eu pudesse revidar seu elogio constrangedor, seu rosto desceu até minha barriga e depositou alguns beijos, cada um trazendo um novo arrepio. Seus beijos foram subindo, me trazendo certa vergonha e medo. Então ele parou sobre meus seios, me encarou, e fiquei sem reação.

— Isso é muito constrangedor — digo querendo enfiar minha cabeça em algum buraco.

— Constrangedor não quer dizer ruim — disse de sua forma convencida, levando uma de suas mãos até o fecho do meu sutiã.

Um calafrio passou por toda minha espinha. Continuei a encará-lo, enquanto sentia o fecho se desfazer. Com toda a calma que alguém jamais conseguiria ter naquele momento, ele foi tirando meu sutiã até jogá-lo ao lado da cama junto com nossas outras peças.

Sua expressão foi tomada por sua perversão. Suas mãos foram rapidamente aos meus seios, para apalpá-los, mordi meu lábio, e fechei os olhos com medo que algum gemido intrometido viesse à tona novamente.

— Nossa, são tão macios — falou enquanto os apertava em suas mãos.

Abri os olhos com sua frase, na mesma hora que senti seus dedos passando lentamente pelo bico de um deles. Olhei aquela cena, sentindo algo revirar entre minhas pernas, tentei fechá-las para tentar controlar essa sensação, mas ele as segurou aberta. Ele sorriu. Ele sabe o que faz comigo, sabe como minhas partes intimas umedecem com cada toque.

Para me humilhar, ele fez ainda pior. Segurando minhas pernas com as suas, e me olhando querendo que eu veja cada passo dele. Aos poucos, sem deixar de me olhar, sua boca alcançou a ponta de meu seio. Soltei um gemido tão alto quanto o outro. Sua outra mão apalpava meu outro seio. Fiquei olhando tudo aquilo, sentindo uma mistura de vergonha, tesão e excitação. Não queria que ninguém me escutasse nessa situação, mas sua língua passeava por meio seio. Remexi na cama, mas ele me segurou ainda mais forte.

Vou explodir. Gemi ainda mais. É impossível conter.

— Eu te desejo tanto — Disse como se esse sentimento pudesse doer. E estou começando a acreditar que realmente doa. Porque estou o desejando tanto no momento, que se eu não tê-lo terei um ataque.

Ele me beijou ternamente e segurou a barra da minha saia. Certa parte dentro de mim dizia para impedi-lo, que se eu deixasse, não teria como parar depois. Senti o tecido deslizando pela minha pele, e tarde demais para qualquer atitude, ele a tirou por completo.

Soltei um suspiro profundo de nervosismo. Ele acariciou minhas cochas, e eu segurei o lençol ao meu lado. Sua mão foi subindo e eu fechei os olhos novamente. Ver isso me deixaria fora do normal. Senti seu dedo passar por cima da calcinha. Reprimi um gemido.

— Por que está de olhos fechados?

Abri os olhos e o vi sorrindo, ainda sentindo seus dedos passando por mim.

— Parece mais fácil assim — respondo um pouco ofegante.

— Menos inesquecível também — disse um pouco sério e o vejo pegar o canto de minha calcinha — Mas eu quero que você se lembre de tudo que acontece aqui.

Com a mesma facilidade da saia, ele tirou minha calcinha. Só de imaginar eu nua por completo abaixo dele, todo meu corpo parecia tremer. Agora, olhar toda essa cena é completamente diferente. Sinto meu rosto arder, querendo se esconder. Enquanto outras partes do meu corpo latejam.

Estou me preocupando com minha vergonha quando seus dedos rápidos encostam em minha intimidade. Lugar que ninguém jamais tocou. Inclinei minhas costas com um gemido. Seus dedos deslizam tão fácil por mim que me assusto com a forma que me encontro. Minha excitação era tanta?

Volto a deitar, sentindo meu corpo suar. Aperto ainda mais os lençóis.

— Não imaginava que você estava tão molhada — disse com certo convencimento.

Nem eu.

— Meu Deus, como é fácil deslizar por você.

Seus dedos passaram a passear por meu clitóris. Apertei suas pernas com as minhas, sentindo alguma sensação devastadora me invadir. Mas antes que qualquer coisa do tipo pudesse vir, ele retirou os dedos e tirou sua calça. Fiquei paralisada como se estivesse vendo algum tipo de vitrine incrivelmente sexy, sedutor. Depois aos poucos, foi tirando sua cueca. Então pude ver seu membro tão rígido quanto imaginei. Alguns palavrões vieram em mente.

Ele se deitou sobre mim, e me olhou profundamente. Queria poder dizer algo, mas nada apareceu. Sinto que o mesmo ocorreu com ele, pois logo seu beijo me tomou. Diferente dos anteriores, podia sentir sua pele contra a minha. Seu calor, até mesmo seu suor. Quase pude ouvir as batidas de seu coração. Ele me abraçou forte, e seu membro encostou em mim. Soltei um gemido fraco.

— Você tem certeza que quer isso comigo? — perguntou em meu ouvido.

Nunca tive certeza de muitas coisas. Mas meu corpo parecia tão certo com isso que me assustava. Assenti com a cabeça, começando a sentir todo meu corpo estremecer de medo. Seus olhos pareciam brilhar enquanto me fitavam.

— Então não vou me conter.

Ele me beijou de forma intensa, e logo senti-lo penetrar, rasgando minha virgindade para sempre. Meus hormônios saltaram junto com minhas emoções. Afastei-me de sua boca para soltar um gemido, arranhei suas costas, tendo a sensação de algo me rasgar por dentro. Senti arder. Respirei fundo, ele me olhou preocupado, e começou a se movimentar devagar.

— Está tudo bem? Eu te machuquei?

Fiquei ofegante diante de sua pergunta. Senti uma lágrima escorrer. Pensei em responde-lo o quanto doeu, mas logo a ardência deu lugar ao prazer. Seus movimentos começaram a me enlouquecer. Como pude sentir dor se agora...

Soltei outro gemido.

Ele mordeu o lábio e começou a penetrar mais fundo. Sua cabeça ficou ao lado da minha, enquanto ele segurava minhas pernas para dar mais abertura aos seus movimentos. Comecei a pensar como poderia ir mais profundamente que isso. Ouvi um gemido escapar de seus lábios, enquanto o sentia entrar e sair.

Suas mãos me apertavam a cada movimento, como se suas forças se apoiassem em mim. Meu corpo foi relaxando, suas estocadas passaram a ser mais rápidas e profundas. Arqueei as costas com a sensação. Meu corpo se entorpece. Arranhei suas costas, seus dedos se afundaram em minhas cochas.

Senti ele ir e vir com mais vontade, queria ver o fim dessa sensação devastadora. Meu corpo se contorceu. Não consegui parar de gemer a cada estocada profunda. Não vou aguentar assim.

— Natsu — gemi entre suas investidas.

Sua resposta ao meu gemido veio rápida, sua penetração ficou mais e mais intensa e mais forte. Meu corpo não me respondia, todo o prazer começou a se espalhar. Uma mistura de desejo e êxtase. Senti mesmo que iria explodir se ele não parasse, mas ele não parou, apenas continuou mais convicto. Seu membro latejava dentro de mim, estava quente, e deslizava cada vez mais facilmente. Ele acelerou, sem piedade.

Todo meu corpo lateja, treme. Nossos corpos estavam tão quentes, me sentia banhada de suor, pelo meu e pelo dele. Um formigamento passou das minhas partes mais intimas para todo meu corpo. Me convulsiono de prazer. Solto um gemido ainda mais alto, e aperto minhas pernas por sua cintura o mais forte que posso, com uma sensação avassaladora passando por cada célula de meu corpo.

Ofego ainda mais, ainda sentindo algumas estocadas para dentro de mim, e então algo me preencher por completo. Natsu solta um rugido me apertando firme, retirando-se de mim, depois todo seu corpo desaba sobre o meu.

Ele me abraça, e eu correspondo. Podia ouvir nossos corações acelerados. Nossa respiração irregular. Meu Deus. Aconteceu. Ele foi ao meu lado, e me olhou. Um sorriso fraco se formou em meus lábios, e ele sorriu de volta. Depois me deu um beijo carinhoso.

— Lucy... — sussurrou em meu lábio.

— Hm?

— Eu te amo.

Notas finais
Okay gente, as coisas ficaram quentes uiHIEOHSAIOEHIOASHEIOASHEASEnfim, foi meu primeiro hentai, peguem leve comigo,o que acharam?Quero reviews!Beijos ♥