Havia lá dentro uma mesa, e sobre ela, 2 seringas com líquidos diferentes cada, uma chave e um papel escrito, “Uma leva a vida a outra leva a morte, porém mais adiante podes encontrar a resposta. ” Abismado nos seus últimos instantes de vida, resolveu não arriscar, pegou tudo que estava sobre a mesa, os pertences e foi correndo para a terceira porta, chegando lá, viu que a chave não era daquela porta, e não adiantava força-la, pois via perigo de perder por completo a chave que possivelmente poderia ser uma solução.

Deu ele, mais um tiro no trinco da porta, abrindo-a, lá dentro, a sala estava completamente escura, e não tinha nenhum pingo de iluminação, mas na parede do lado de fora havia um pouco, e uma entrada para algum tipo de dispositivo usb. Ele preferiu não entrar no quarto, pois tinha medo do que poderia ter lá dentro, a lanterna do celular é absolutamente fraca, então resolveu retornar novamente aos dois quartos pra vê se tinha algum tipo de mapa ou algo relativo ou parecido. Sentou-se um pouco, e ouviu um barulho estranho que vinha do quarto no qual ele havia acordado e a luz de lá acendeu, eram ratos que haviam passado, foi até lá e pensou sobre a lâmpada, porém, não tinha como retira-la, pois estava a muitos metros de altura do chão, e nem sequer tinha uma cadeira para alcançar ao menos tentar, a maca não era suficientemente alta, então pensou bastante, olhou para os cantos da parede, e viu o sensor, viu que ele estava encaixado em uma entrada, retirou, e a luz apagou na mesma hora, pôs novamente e a luz acendeu. Essa facada da mosca. Resolveu ele levar o dispositivo até a terceira sala. Pôs sensor no dispositivo, e uma luz negra se acendeu no fundo do quarto.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.