Absence

27 Capítulo 27


Notas iniciais
Oops...
Sorry. >.

Plano parte um: Ir ao hospital do qual tantos falavam para conversar com os habitantes da vila. Foi preciso um pouco de persuasão para convencer Happy a sair do hotel. Ele se grudara na cama enquanto Natsu o puxava. Depois de tanto café que tomara, um pequeno momento sem o energético, Happy se transformou numa gelatina molenga e sofrida. Enfim, ele deixou de lutar e se jogou nos ombros de Natsu, enquanto reclamava com uma voz desanimada.

–-Natsu... Minha cabeça tá doendo... -- Reclamou Happy pela terceira vez.

–-É lógico que estaria. Você tomou não sei quantas xícaras de café e depois ainda voltou e tomou mais. -- Disse Natsu, tentando ser menos apreensivo possível. A voz dele ressoou nos ouvidos do pobre gatinho e por um segundo, sua cabeça pareceu ter dado uma fisgada. Happy colocou as patas nas orelhas, enquanto se deixava cair mais uma vez, escorregando para os braços de Natsu.

–-Acho que deveríamos ter deixado ele lá no quarto. -- Lisanna simpatizava com o sofrimento de Happy.

–-Talvez podemos precisar dele. -- Disse Natsu, enquanto segurava Happy em seu braço direito.

Eles já podiam ver o hospital, um prédio branco de cinco andares, surgir no fim da rua. Lisanna se aproximou um pouco mais de Natsu, buscando pela sua mão pela terceira vez. E por um momento, eles andaram de mãos dadas, enquanto Lisanna recostava sua cabeça no ombro de Natsu, como se estivessem apenas passeando. Quando chegaram mais perto, foi possível uma multidão de pessoas aglomeradas na entrada. As cadeiras da recepção foram consumidas e as pessoas esperavam por sua vez pacientemente. Muitos deles traziam um caderninho de anotações. Era difícil ver todas aquelas pessoas como pacientes ou até mesmo como parentes ou amigos de algum paciente.

Soltando-se da mão de Lisanna, colocando Happy nos braços dela, Natsu se enfiou por entre a multidão que conversavava avidamente lá fora. Contando com as 16 pessoas nas cadeiras da recepção, provavelmente deveria ter umas 40 ou 50 pessoas ali fora. Não tenho certeza, não sou muito boa em matemática.

Lisanna chegou devagar até a recepção, andando enquanto observava cada um daqueles que esperavam ali. Seriam mesmo parentes ou pacientes?

–-Você é o que deles? -- A voz aguda e monótona da secretária barra enfermeira acordou Lisanna que ainda estava distraída olhando para trás. Então olhou para a enfermeira barra secretária. Ela estava com o rosto apoiado, escorado em seu braço com uma cara de entediada.

–-Nada, nem os conheço. -- Natsu disse, simplório como sempre. A mulher entediada atrás do balcão fechou os olhos devagar como se quisesse dormir. Ela respirou fundo e levantou a cabeça, ajeitando os braços na mesa.

–-Então, desculpe-me, mas você não pode entrar. Somente amigos e familiares podem entrar.

–-Você não pode nem me dizer em que andar eles estão? -- Pediu Natsu, ainda não desconfiando, desligado, ainda não entendendo por que não poderia subir.

–-Somente amigos e familiares. -- A enfermeira barra secretária disse por fim, voltando a seus afazeres. -- Por favor, retire-se.

–-Será que não tem alguma coisa a ver com os repórteres lá fora? -- Perguntou Lisanna, baixinho, sussurrando no ouvido de Natsu. Então, caiu a ficha. Eles não podiam entrar por causa dos repórteres. O povo da vila tinha acabado de sofrer uma tragédia, não precisavam de mil jornalistas fazendo perguntas cabulosas, lembrando-os dos maus bocados que passaram.

Então Natsu teve uma ideia.

Notas finais
depois eu explico porque eu atrasei. E agora estou atrasada para outra coisa, então, scuza.