- Andreia, por que está chorando? -perguntou Larissa.

- To sentindo da falta da minha irmã... A Priscila! -Andreia disse chorando cada vez mais.

- Isso tudo vai acabar. -disse Cremildo me abraçando, me entrelaçando em seu doce abraço.

- KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, GABRIEL É CORNO MANSO! -gritou Juan gargalhando.

Seguimos sem rumo pela cidade, nossas lágrimas pareciam inúteis, víamos pessoas nuas, gritando, pedaços de abacaxis. Estava tudo muito perturbador, tudo muito confuso:

- Como vamos solucionar esse mistério? Quem está por trás disso?! -perguntou Cremildo, recarregando sua metralhadora.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!! -gritou uma pessoa na rua.

- HUMANO?! -todos nós nos olhamos se perguntando.

- Hey, amigo!! ESTAMOS VIVOS, VEM AQUI!-gritamos para o Humano.

- Oi, estão vindo mais de 20 zumbis por ali e mais 10 abacaxis. -falou o garoto loiro.

Pegamos o nosso triturador e Cremildo a metralhadora, então partimos para o ataque, porém, tudo estava mais confuso, eram muitas daquelas criaturas:

- Vamos entrar na escola! -falou o menino loiro.

Corremos muito até chegarmos ao local combinado. Olhávamos para trás, trocávamos as armas e finalmente estávamos lá:

- Finalmente chegamos! -disse Larissa se jogando em cima do sofá que havíamos achado em uma sala do colégio.

- Ué, cadê o Cremildo? -Biel foi o primeiro a perguntar.

Corremos até a janela que dava a rua, mas infelizmente tivemos uma péssima imagem, Cremildo foi morto por um idoso, que comeu seu órgão genital.

Agora tudo tinha ficado mais intenso, o número dos abacaxis estavam diminuindo e dos Zumbis crescendo.