ACBAH - Academia de Belas Artes Hudson
18 Surpresinha!
Notas iniciais
Estavam os cinco na mesa conversando sobre um pouco de tudo, mas a apresentação foi o foco.
No final a equipe um havia ganhado por 51% dos votos, ou seja, foi uma disputa bem acirrada e Emily reconhecia que a equipe dois havia ido muito bem e... francamente, a peça de teatro da dois foi bem melhor.
Porém, faltavam dois integrantes naquela mesa, Sarah e Nick estavam tipo, sumidos naquela meia hora que já havia se passado do almoço, e mesmo sendo Domingo eles haviam combinado de almoçarem juntos, e os dois não haviam dado o ar da graça ainda.
Charlie terminou o seu refrigerante e roubou o da namorada tomando um grande gole pelo canudo.
– Ei! – ela reclamou sorrindo – meu refri.
Ele sorriu piscando para ela colocando o copo na mesa a beijando rapidamente.
– Agora a sua baba ta no meu canudo – ela reclamou limpando a ponta do canudo com a manga da blusinha fininha rosa.
– Ah, como se você tivesse nojo da minha boca – ele sussurrou no ouvido dela e Emily riu comendo uma batata frita enquanto Charlie mordiscava de leve sua orelha.
Abby tomou um gole de refrigerante e pegou uma batata frita de Emily.
– Você também? – ela olhou para Abby que deu de ombros.
– Shiu, eles chegaram – Kate disse.
Todos olharam para a porta daquela lanchonete e viram Sarah e Nick entrando. O braço dele estava em volta da cintura fina dela e isso embaralhou a cabeça de todos.
– Oh meu deus, eles não estão... – Emily levantou as sobrancelhas.
– Eu acho que sim – Charlie sorriu, finalmente Nick tinha tomado uma atitude?
– Olá – Nick disse.
– Olá atrasados – Nathan disse.
– Então, suponho que tinham algo á pronunciar – Emily sorriu cruzando os braços.
– Ah sim – Sarah sorriu – esse loiro burro, sem ofensas Emily, finalmente se tocou que eu sou extraordinária – Sarah sorriu de lado.
– Mas foi você que me beijou – Nick ergueu as sobrancelhas sorrindo.
– Verdade, mas você estava surtando antes...
– Enfim – Nick disse – acho que estamos... namorando?
– Acho que sim – Sarah deu de ombros.
– Nossa, que tranquilo – Charlie disse – comigo foi bem mais difícil – ele olhou para Emily que apenas deu de ombros como se dissesse "a culpa não é minha" e comeu uma batata frita.
– Porque não parecem surpresos? – Nick franziu o cenho.
– Porque era tão óbvio quanto Charlie e Emily – Kate deu de ombros com um sorriso.
– Não era óbvio – Emily disse.
– Era sim – disseram todos juntos.
– Ah, então era óbvio para todo mundo menos pra gente? – Nick disse olhando para Sarah.
– Exato – Nathan sorriu.
– Legal, muito legal – ele fez uma careta se sentando e Sarah revirou os olhos se sentando ao lado dele.
– Para de reclamar, você tem a mim – ela disse roubando uma batata de Emily.
– Ah, então todo mundo está roubando minha comida hoje? – ela disse e Sarah riu dando de ombros.
– Deixa de ser gorda – Abby disse – e ah, vocês viram que vai ter uma festa a fantasia?
– Não – todos responderam em coro.
– Parece que tem uma no final de semana seguinte de toda apresentação – Abby disse – ouvi falar que é uma big festa.
– Duas festas por semestre está bom né – Nick sorriu.
– Pois é – Abby sorriu – e parece que todas tem um tema, essa é a fantasia.
– Legal – Emily obsevou Charlie tomar seu refri de novo.
Todos embarcaram em uma conversa sobre fantasias clichês e como com certeza a festa estaria cheia delas e Charlie olhou para Emily.
– Vamos sair hoje a noite.
– Isso é uma pergunta?
– Na verdade um aviso, meia noite eu te pego – ele disse.
– Meia noite?
– É, digamos que tem que ser a essa hora.
A loira franziu o cenho, mas suspirou.
– Ok.
– Nossa, que animação – ele disse irônico e Emily riu beijando a bochecha dele.
– Nossa que maravilhoso meu amor, estou louca para sair a meia noite com você, mesmo que eu esteja morrendo de sono – ela disse irônica, mas empolgada e dessa vez Charlie sorriu.
– Ai, que adorável – ele sorriu lhe dando um selinho.
Charlie novamente roubou as batatas fritas de Emily.
– Tenho que me vestir de um modo especial?
– Não.
– Ok.
– Vou comprar mais batata – ele levantou indo até o caixa.
. . .
Onze horas Charlie foi para o quarto. Entrou em baixo do chuveiro deixando a água escorrer pelo seu corpo.
Pegou o sabonete o passando pelo corpo e sem querer querendo lembrou de Emily no hotel... nua tomando banho com ele e obviamente seu amiguinho se animou, negou com a cabeça olhando para baixo e sorriu.
– Aguarde Charlie Junior, sua hora vai chegar.
Estava muito calor, era uma noite realmente abafada. Charlie colocou uma calça jeans e uma camiseta xadrez preta e branca abotoada até o antepenúltimo botão com as mangas arregaçadas até os cotovelos, como sempre.
Passou a mão no cabelo o arrumando um pouco, passou o perfume de sempre e desceu as escadas colocando o celular e a carteira no bolso juntamente com a chave do carro.
– Aonde vai? – perguntou Nick.
Ele e Nathan estavam sentados no sofá assistindo um filme qualquer, Nick usava uma calça de moletom e uma camiseta branca e Nathan estava com uma bermuda qualquer e uma manga longa preta.
– Sair com a minha cachinhos dourados – ela disse sorrindo.
– São quase meia noite – Nathan olhou o relógio.
– É, eu sei. Tchau, não me esperem.
E assim ele saiu entrando em seu carro. Em dois minutos estava na frente da casa de Emily. Desligou o carro e saiu dele se apoiando na porta esperando sua loira.
Meia noite em ponto ela saiu silenciosamente pela porta. Estava com um uma regata preta soltinha que quase cobria o short jeans inteiro, havia um colar de coruja dourado em volta de seu pescoço que ia até os seios e ela usava uma sapatinha dourada, mas não muito chamativa.
Foi andando até Charlie ficando de frente para ele, a diferença de altura ficava muito mais evidente quando ela estava de sapatilha ou o tênis porque o salto a ajudava um pouco nisso.
– Oi linda – ele sorriu acariciando o cabelo dela.
A menina ficou na ponta dos pés pressionando levemente Charlie contra a porta do carro e o beijou rapidamente.
– Oi.
– Vamos? – ele sorriu a segurando pela cintura.
– Pra...?
– Surpresinha.
– Você adora me deixar curiosa, né?
– Claro – ele abriu a porta do carro para ela e depois entrou.
Charlie dirigiu em torno de 15 a 20 minutos até parar em frente a uma espécie de galpão, estava muito escuro e Emily não conseguiu nada distinguir muito bem.
Eles saíram do carro e Charlie segurou a mão de Emily, afinal estava tarde e ele tinha mais medo por ela do que por ele mesmo.
Ele tirou uma chave do bolso e Emily franziu o cenho.
– Onde estamos?
– Calma – ele sorriu procurando com a mão a porta, e quando a achou abriu e indicou para Emily entrar, entrou logo depois e trancou por dentro pegando o celular para iluminar a escuridão.
Subiram as estreitas escadas ainda de mãos dadas e depois andaram um pouco. Emily não fazia ideia de onde estava.
– Espera aqui – ele disse a soltando.
– Não me deixa sozinha, eu tenho medo do escuro – ela disse e ele sorriu lhe dando um selinho.
– É bem rapidinho, agora fica assim parada, não saia dessa posição.
– Charlie...
– Tente relaxar.
Ele sumiu por alguns segundos e Emily ficou ali, se borrando de medo até que um barulho bem alto foi ouvido e as luzes do lugar foram acesas.
A sua frente ela viu filas infinitas de cadeiras com o estofamento vermelho vinho, as paredes eram lindas e cheias de detalhes em dourado que deixaram a menina encantada, ela estava em um anfiteatro, o mais bonito que já havia visto ao vivo.
– Lindo, né? – ele a abraçou por trás.
– É... incrível – ela sorriu se virando para ele – como conseguiu a chave daqui?
– Ter uma mãe poderosa tem lá suas vantagens – ele deu de ombros.
– E porque me trouxe aqui? – ela sorriu olhando novamente para além do anfiteatro.
– Achei que poderia te dar umas aulas de dança – ele sorriu – eu pesquisei e a festa é uma espécie de baile, e eu quero dançar com a minha namorada sem dar risada.
Emily riu negando com a cabeça.
– E acha que consegue fazer algo por mim?
– Pelo menos o básico – ele sorriu indo até um rádio e apertando alguns botões.
A menina sorriu quando Thinking out loud começou a tocar. Ele andou até ela estendendo a mão para a mesma.
– Confia em mim – ele disse e ela segurou a mão dele sendo puxada para seu corpo – coloca essa mão no meu ombro, e segura a minha com essa – ele sinalizou e ela assim fez, ele colocou a mão livre na cintura dela mantendo seus olhos atentos nos dela – agora me segue.
Eles começaram a se movimentar lentamente e Emily agradeceu a si mesma por ter colocado uma sapatilha não um salto, o estrago podia ser maior de salto.
– Isso, está indo bem, só relaxa mais um pouco – ele disse e ela obedeceu – agora eu vou te girar.
– Não é uma boa ideia.
– Calma.
Ele a girou lentamente depois voltando a posição inicial, ele sorriu ao ver que ela estava com os olhos fechados.
– Você continua viva.
Ela riu.
– O problema não sou eu, é você. Tenho certeza que vou te machucar.
– É adorável, mas não se preocupe comigo... certo, vamos girar de novo.
Dessa vez ela foi de olhos abertos e acertou. Ele sorriu continuando a se mover no ritmo da música.
– Agora um giro diferente – ele estendeu o braço ficando os dois lado a lado com os braços esticados e mãos dadas – gira devagar se enrola no braço.
Ela ergueu as sobrancelhas e ele riu pedindo para ela ir.
Com calma ela foi girando até suas costas baterem no peito de Charlie que segurou a mão vazia da menina, era uma posição muito gostosa e o calor do corpo de Charlie era algo realmente muito confortável.
– Você dança bem, só não sabe disso – eles voltaram a posição inicial.
E aos poucos ele foi intensificando a dificuldade dos movimentos, alguns Emily demorou para pegar, mas pegou e com isso foi ganhando mais confiança em Charlie de que ele ia aguentá-la no colo.
– Pula.
– Como?
– Sobe no meu colo que nem no nosso primeiro beijo – ele simplificou e ela acabou sorrindo – vem.
– Tem certeza?
– Vem logo – ele disse, ela respirou fundo e pulou no colo dele que a segurou com facilidade.
– E agora eu te beijo? – ela sorriu de lado.
– Primeiro se solta, depois ganha um beijo.
– Como assim se solta?
– Solta os braços e cai pra trás.
– Ficou louco? – ela arregalou os olhos.
– Eu estou te segurando, solta os braços, cai pra trás e eu te puxo de novo.
– Podemos pular esse?
– Esse é o último por hoje, prometo, mas faça. Não tenha medo que eu estou te segurando.
– Se eu fizer... chega por hoje?
– Sim, agora vai.
E por incrível que pareça Emily fez e quando se inclinou para trás apoiando as mãos no chão sua camiseta consequentemente subiu mostrando sua barriga lisinha. Charlie mordeu o lábio, sorriu e a puxou de volta para cima.
A colocou no chão com calma e Emily sorriu.
– Há! Eu fiz tudo e não me machuquei... nem machuquei você!
Charlie sorriu com a empolgação da menina.
– Você merece uma recompensa por esse ato histórico – ela disse olhando para Charlie.
– Que tipo de recompensa? – ele perguntou sorrindo.
Ela foi até ele o empurrando pelo peito para a parede o beijando. Ele agarrou com força a cintura dela colando seus corpos, deslizou rápido as mãos até a bunda dela a apertando arrancando um suspiro e um sorriso de Emily.
Se ele podia brincar, ela também podia. Desceu a mão para a calça dele apertando o membro do garoto por cima do jeans. Ele gemeu baixo mordendo o lábio dela depois.
– Provocou agora aguenta – ele disse tirando a própria camiseta logo depois.
Ela sorriu passando as mãos no corpo dele, era quentinho e ele ainda por cima tinha aquele tanquinho gostoso com oito ondinhas perfeitas, quatro de cada lado.
Enquanto ela se divertia com o corpo dele o garoto tirava o colar e a camiseta dela revelando um sutiã roxo com partes em renda e agora a loira beijava o peito dele. Charlie mordeu o lábio e a pegou no colo a deitando no chão ficando por cima. O chão estava gelado e foi uma sensação gostosa senti-lo contra suas costas quentes, ela sorriu. Com rapidez ele abriu o short dela o abaixando junto com a calcinha.
– Mas alguém tem acesso aqui? – ela perguntou já ofegante.
– Essa hora não – ele disse se abaixando inconsequentemente empinando a bunda. Abriu as pernas dela as colocando em seus ombros começando a lambê-la devagar, ela gemeu.
Apertou a bunda dela a lambendo agora com força arrancando vários gemidos da loira, levantou os olhos para olhar os dela, ela estava com os olhos fechados e gemia apertando os seios ainda cobertos pelo sutiã, aquilo era tão excitante e cada vez Charlie sentia sua cueca lhe apertar mais. Finalmente os olhos azuis da loira abriram e encararam os verdes, aquele contato visual deixava tudo melhor. Não demorou nada para ela gozar nos lábios dele que engoliu tudo com satisfação.
Levantou a cabeça até ela vendo a respiração ofegante de sua loira. Sorriu de lado a beijando, Emily sem dó arranhou as costas dele com uma força que ela só conseguia nessas ocasiões.
Durante o beijo ele abriu o sutiã dela o retirando colocando o seio direito na boca enquanto apertava o esquerdo com força. Emily quase não conseguia juntar ar para gemer, ficava cada vez mais difícil respirar daquele jeito.
Charlie intensificava cada vez mais os chupões, os seios dela era redondinhos e firmes, o garoto tinha desenvolvido um apego muito grande por eles.
E quando ele menos esperava Emily o girou jogando as costas quentes dele contra o piso gélido, mas ele sorriu, adorava quando ela tomava o controle, mas também adorava estar no controle.
Ela sorriu de lado abrindo a calça dele tão devagar que chegava a ser pecado, abaixou a calça dele até os joelhos olhando fixamente para a cueca roxinha dele, homens de roxo e rosa a excitavam, era sexy ainda mais quando era uma cueca roxa escura daquele jeito.
– Combinamos a cor? – ela sorriu levantando as sobrancelhas.
– Pois é – ele sorriu olhando para o sutiã roxo dela que estava ao lado de sua cabeça.
Ela se inclinou sorrindo mordendo o membro bem duro do menino por cima da cueca o fazendo gemer.
– Tira, por favor – ele pediu.
– Só porque pediu – ela sorriu tirando a cueca dele a abaixando até os calcanhares levando a calça junto, se inclinou beijando o membro dele inteiro enquanto o masturbava devagar.
Charlie colocou as mãos atrás da cabeça gemendo de olhos fechados sentindo a massagem gostosa, até que Emily o colocou na boca.
Ele sorriu gemendo e ela começou a chupá-lo com força movimentando sua cabeça para cima e para baixo massageando de leve os testículos dele, porque era uma área muito sensível e qualquer movimento mais brusco podia machucar, desceu a boca ali sugando os testículos delicadamente e voltou ao membro o masturbando com uma mão enquanto chupava e com a outra ficou acariciando os testículos dele de leve apressando o orgasmo que ela fez questão de engolir tudo.
Ela sorriu safada para ele e seu membro semiereto voltou a ser uma total ereção. A puxou para ele a beijando como se esperasse por aquele beijo sua vida toda, o contato dos seios dela contra seu peito era algo indescritível da melhor forma possível.
E durante aquele beijo ela mesma encaixou o membro dele em sua entrada e desceu a cintura o inserindo dentro dela.
Os dois gemeram alto e Emily se apoiou no peito de Charlie com as duas mãos começando a ir com a cintura para cima e para baixo cavalgando com força. Ela gostava dessa posição porque controlava a força, velocidade e a profundidade... ela gostava lento forte e bem lá no fundo encostando no útero, e quando assumia o controle fazia exatamente desse jeito o que também era uma maravilha para Charlie que a segurava pela cintura a auxiliando e ajudando nos movimentos.
Aquela visão para ele era absolutamente sexy, ele não sabia para onde olhar, para o rosto dela brilhante de suor com os olhos fechados e a boca levemente aberta enquanto gemia, ou para os seios dela quicarem enquanto ela cavalgava no membro dele rebolando levemente e apertando com força o peito dele com as duas mãos e querendo ou não fincando suas unhas compridas ali, o peito dele ficaria cheio de marquinhas, mas ele não se importava nenhum pouco.
Após chegarem ao ápice deitaram lado a lado e Emily colocou a cabeça no peito dele ainda se recuperando, ele havia dado uma canseira nela... e vice-versa.
Charlie beijou sua testa acariciando seus cabelos.
– Eu já disse que você é linda?
– Constantemente, mas eu gosto de ser elogiada, pode continuar.
Ele sorriu.
– O encontro à meia noite valeu a pena?
– Digamos que foi um desastre bem satisfatório.
Ele riu e ela logo riu junto passando o corpo por cima do dele.
– Já passa das duas da manhã e temos aula amanhã, não acha melhor irmos?
– Estou exausto, mas o fato de não dormir ao seu lado me desanima a dormir.
Ela sorriu o beijando não aprofundando muito se não aconteceria uma segunda rodada.
– Vamos – ela se levantou.
Se vestiram bem rápido se bem que Emily demorou para achar a camiseta e claro que Charlie se divertiu com isso a vendo procurar a camisa só de short e sutiã, e depois saíram totalmente exaustos, Emily mal esperava ver sua cama, mas realmente o fato de não poder dormir com aquele corpo delicioso servindo como travesseiro não era tão bom depois que se provava daquele vício uma vez.
Era concreto, algumas pessoas tinham drogas, outras remédios, algumas doces... mas a droga de Emily era aquele moreno, não tinha como negar que dependia dele para sobreviver dali pra frente.
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